A História e as informações que você sempre quis saber sobre seu Artista/Banda preferidos, Curiosidades, Seleção de grandes sucessos e dos melhores discos de cada banda ou artista citado, comentários dos albúns, Rock Brasileiro e internacional, a melhor reunião de artistas do rock em geral em um só lugar. Tudo isso e muito mais...
3 de junho de 2010
Hoje na história do Rock mundo - 03/06
Elvis passa uma semana em um hospital militar
[03/06/1959] Há 51 anos
Elvis Presley passa uma semana no hospital militar de Frankfurt, na Alemanha, com inflamação nas amígdalas. Depois do tratamento, ele viaja para Paris, na França, onde faz um show de improviso para um grupo local.
Beatles começam turnê sem Ringo Starr
[03/06/1964] Há 46 anos
Os Beatles saem em turnê mundial sem Ringo Starr, que tinha sofrido uma crise de exaustão. Ringo voltaria no dia 12.
Vocal dos Kinks regrava trecho de Lola
[03/06/1970] Há 40 anos
Ray Davies, vocalista dos Kinks, tem de pegar um jato de Nova York a Londres para regravar um trechinho da música "Lola". Nesse trecho, ele falava "Coca-Cola" e, como a BBC estava banindo de sua programação todas as músicas que tivessem referências comerciais, Ray teve que regravar essa parte falando "cherry cola".
Bruce Springsteen em festa de casamento
[03/06/1979] Há 31 anos
Bruce Springsteen e a E-Street Band recebem a cantora Rickie Lee Jones e o veterano Boz Scaggs para uma jam no palco do Whisky A Go-Go, em Los Angeles. O show fazia parte da comemoração de casamento do operador de luz da equipe de Bruce, Mark Brickman.
Debbie Harry dá parabéns a Joey Ramone
[03/06/1994] Há 16 anos
Joey Ramone arma uma festa de aniversário em Manhattan, Nova York, para comemorar seus 42 anos de idade, realizados no dia 19 de maio. Enquanto a vocalista do Blondie, Debbie Harry, canta "Parabéns a Você", Joey e seu irmão, Michael Hyman, relembram uma série de músicas dos Ramones.
Baterista do Van Halen machuca o braço
[03/06/1998] Há 12 anos
O baterista Alex Van Halen machuca o braço, depois que um pedaço de gesso cai sobre ele durante a passagem de som para um show em Hamburgo, na Alemanha. Por isso, o Van Halen é obrigado a cancelar vários shows da turnê européia até que ele se recupere.
Continue lendo: http://www.rockwave.com.br/fatos/fato00364/#ixzz0pnY0qYTO
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Hoje na história do Rock Brasileiro - 03/06
ATENÇÃO - 1986: O
Inocentes fez o show de lançamento do mini LP (seis faixas) Pânico em
SP, no Madame Satã (SP). Esse foi o primeiro disco de uma banda punk
brasileira a ser lançado por uma multinacional (WEA) e foi produzido por
Branco Mello (Titãs, também responsável por levar a banda para a
Warner). Os destaques são “Rotina”, “El Salvador” e a faixa título.
- 1983: Iniciou-se o III Festival de Águas Claras realizado em Iacanga, interior de São Paulo. Em um fim de semana se apresentaram Erasmo Carlos, Raul Seixas, Wanderléa, entre outros.
- 1990: O Fellini lançou o quarto disco Amor Louco. Os destaques são “Chico Buarque Song”, “Grandes Ilusões” e a faixa título.
- 1983: Iniciou-se o III Festival de Águas Claras realizado em Iacanga, interior de São Paulo. Em um fim de semana se apresentaram Erasmo Carlos, Raul Seixas, Wanderléa, entre outros.
- 1990: O Fellini lançou o quarto disco Amor Louco. Os destaques são “Chico Buarque Song”, “Grandes Ilusões” e a faixa título.
http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
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2 de junho de 2010
Que seja rock - Que sea rock
Direção: Sebastián Schindel
Gênero: Documentário
Ano:2006
Duração: 98 Minutos
Um documentário que mostra o lado rock n roll da Argentina desde Hippies, blues, baladas a punk rock com entrevistas e cenas de shows uma ótima idéia de saber o que rola com nossos visinhos.
O longa-metragem foi filmado nos festivais de Sempre Rock (Cosquín), Pepsi Music, em diferentes locações da cidade de Buenos Aires, Rosario, Córdoba, Santa Fé e Montevidéu. Nada menos que Almafuerte, Árvore, Attaque 77, Babasónicos, Bersuit, Andrés Calamaro, Catupecu Machu, Gustavo Cerati, Charly García, Leão Gieco, Intoxicados, Fito Páez, As Pelotas, Os Piolhos, Ratos Paranóicos, Gustavo Santaolalla, A Vela Porca e Pappo –em uma homenagem– são os intérpretes que seja rock. O filme inclui as músicas mais tocadas de todos estas bandas, mas além de ser um grande show de rock é um verdadeiro "passe ao backstage", uma viagem ao mundo privado dos artistas, como compõem, onde e como vivem, como chegaram e com que sonham.
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Filmes sobre Rock
Joe Satriani: falando sobre o novo álbum do Chickenfoot
Bryan Reesman, da Attention Deficit Delirium, entrevistou recentemente o guitarrista do CHICKENFOOT Joe Satriani. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.
Attention Deficit Delirium: Há alguns meses atrás o Sammy Hagar disse que vocês estariam indo pro estúdio em abril. Isso aconteceu?
Joe Satriani: "Sim, nós estivemos no estúdio. Passamos quatro ou cinco dias juntos (há mais ou menos um mês atrás). Foi ótimo. Nós temos essa coisa de ficarmos juntos e instantaneamente começar a tocar, e soa como o CHICKENFOOT sem nenhum esforço. É algo que vem dos quatro lados – quatro caras numa sala. Começamos a tocar, o Sammy vai pro microfone e começa a gritar, e de repente vamos, 'Uau! Isso está ótimo! O que é isso? Vamos gravar isso'. Então voltamos ao estúdio, ouvimos o que saiu, fazemos os arranjos e então terminanos uma música por dia. Saímos de lá com quatro músicas muito boas que esperamos dar uma polida na próxima vez que estivermos juntos. Como vivemos próximos um do outro, Sammy e eu estamos trabalhando nisso. Temos um diálogo sobre outras idéias de músicas também. É ótimo. É bom saber que a banda está animada como uma unidade para compor outro disco, e os caras da Best Buy estão nos apoiando para aceitar outro disco nosso, o que é ótimo. Essa relação tem sido fantástica".
Attention Deficit Delirium: Há outras idéias nesse disco que não escutamos no último?
Joe Satriani: "Sim. No último disco eu compus muitas músicas e joguei para os caras. Como eu não os conhecia muito bem, eu queria ver como seria a reação deles, e eu fiquei bem surpreso. Como o Sammy ter adorado a 'Avenida Revolution', que tinha outro nome quando passei para ele. Eu não achei que ele realmente tivesse gostado. Achei que ele ia achar que era muito sombria, ou algo assim, mas conseguimos tudo em torno de cinco minutos porque ele se inspirou muito com ela. Isso me ensinou a não duvidar do que os caras vão gostar. Eu tendo a escrever como numa linha de raciocínio. Eu escrevo dentro dos limites do que você acharia como uma música do CHICKENFOOT deveria ser e eu vejo como os caras reagem. É algo como o Michael [Anthony, baixo] diria, 'Eu gosto mesmo dessa música, mas a gente podia fazer num estilo diferente?' ou o Chad [Smith, bateria] poderia querer mudar a batida. Ou o Sam diria que ele realmente tem algumas letras e está procurando por um certo tipo de música, mas ele não sabe como ela deve soar. Ele pega uma parte de uma música que eu imaginava ser brilhante e animada e diz, 'Eu gosto dessa música. Posso escrever uma letra sombria para ela?' Acho que funciona jogarmos as coisas um no outro, e então reagir naturalmente a isso. As pessoas dizem, ' Legal, ótima idéia. Vou tentar do seu jeito'. É tipo como nós fazemos".
Attention Deficit Delirium: Quando você acha que o próximo disco do CHICKENFOOT de fato vai sair?
Joe Satriani: "No início do ano que vem. Eu tenho cerca de três a quatro semanas para terminar de fazer as demos de um disco solo, então estarei no estúdio em junho e julho. Vou entregar meu disco para a Sony em agosto e em setembro o CHICKENFOOT se reúne para um mês de gravação. Vou sair em turnê em outubro, novembro e parte de dezembro. Devo fazer algo em janeiro, e acho que em fevereiro faremos as ultimas sessões do CHICKENFOOT para terminar o álbum".
Leia a entrevista inteira
(em inglês) no bryanreesman.com.
Fonte desta
matéria (em inglês): Blabbermouth.net
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Liam: "separação do Oasis, melhor coisa de todos os tempos"
O controverso cantor fez esta declaração depois que percebeu que o fato lhe deu mais liberdade.
Atualmente promovendo sua grife, “Pretty Green”, Liam contou ao “New York Times” que agora está apreciando sua carreira pós-Oasis, depois de inicialmente ter se sentido mal sobre o acontecimento.
“Em retrospectiva, foi a melhor coisa que já aconteceu, porque agora somos livres para fazer o que quisermos”, disse Gallagher, que confirmou na entrevista que não fala com seu irmão desde a separação do grupo.
A nova banda de Liam, que conta com todos os ex-OASIS (exceto por Noel, é claro), se chama BEADY EYE e já estão em estúdio compondo para o álbum de estréia.
Fonte desta matéria (em inglês): NME Magazine
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Ozzy Osbourne: Universidade batiza prêmio com seu nome
De acordo com o Birmingham Mail, universidade de Birmingham, Inglaterrra, deu o nome do legendário cantor de heavy metal OZZY OSBOURNE a um prêmio.
Orbourne disse que ficou “honrado” por ter sido dado seu nome a um prêmio pela Escola de Mídia da Universidade Cidade de Birmingham.
O "Prêmio de Desenvolvimento Ozzy Orbourne" será dado ao estudante que tenha feito melhor progresso no curso de bacharelado em Mídia e Comunicação (Indústria Musical)
Natural de Aston, Ozzy, que freqüentava uma escola próxima ao campus Perry Barr, da Universidade em questão, disse: “Fiquei honrado ao ser consultado (sobre a nomeação). É ótimo apoiar Birmingham e o futuro da indústria musical”.
Fonte desta matéria (em inglês): Blabbermouth.Net
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John Bonham: documentário narrado por Dave Grohl
Após o falecimento de John Bonham, em 1982, o rock n’ roll nunca mais foi o mesmo. Não somente por sua morte ter levado o Led Zeppelin ao fim, mas porque o mundo nunca mais viu um baterista capaz de provocar o impacto causado por Bonham. Ao combinar levadas de funk, blues e soul com as guitarras distorcidas de Jimmy Page, Bonham recriou a forma de se tocar e ouvir rock n’ roll.
Isso fica ainda mais nítido no documentário “The John Bonham Story”, produzido pela rádio BBC 6 da Inglaterra. Com uma hora de duração, o programa traça a biografia do baterista desde o início de sua carreira musical, até os anos após seu falecimento, ressaltando o legado deixado pelo baterista nas décadas seguintes.
Além das participações dos outros três membros do Zeppelin e de muitos outros grandes nomes da música, o programa é narrado por Dave Grohl, do FOO FIGHTERS.
Veja mais detalhes sobre onde ouvir o documentário na íntegra (em inglês) no link abaixo.
Mais informações: blog
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Adolescents: novo disco depois de cinco anos
A banda de hardcore punk da Califórnia, THE ADOLESCENTS, finalmente lançará um novo registro e contou alguns detalhes sobre ele.
“The Fastest Kid Alive” será o sucessor de “O.C. Confidential” (2005), irá conter quinze faixas e duas delas, que já haviam sido lançadas na França, foram remixadas e regravadas para este álbum.
A banda também informou que espera lançar o registro nos próximos dias, para que seja coincidido com a turnê que será realizada em julho e agosto nos Estados Unidos.
Outra informação é que a artwork da capa que vem sendo divulgada por aí, não será a mesma utilizada no registro.
Mais detalhes podem ser encontrados no link abaixo.
Mais informações: blog
Tenho Mais Discos Que Amigos!
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Black Drawing Chalks: novo clipe do grupo em 3D
Bem depois do BLACK DRAWING CHALKS ter postado fotos no seu twitter oficial para que os seus seguidores tentassem adivinhar qual era a novidade que a banda tinha para contar, finalmente o mistério foi revelado.
O excelente quarteto de Goiânia, que mistura stoner rock de primeira com uma pitada de Eagles of Death Metal e que mesmo assim faz um som único, está de videoclipe novo.
“Don’t Take My Beer”, faixa que compõe o maravilhoso e bem recebido “Life Is A Big Holiday For Us” – segundo álbum da banda, lançado em 2009 pela Monstro Discos – foi a música escolhida.
o vídeo (onde os integrantes da banda são os únicos homens presentes) é em 3D (!), foi produzido por Nitrocorpz e dirigido por Marck Al.
Confira o resultado no link abaixo.
Mais informações: blog
Tenho Mais Discos Que Amigos!
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Big Four: festival será transmitido em cinemas no Brasil
Festival com Metallica, MEGADETH, SLAYER e ANTHRAX será transmitido via satélite, ao-vivo, para cinemas no Brasil, no dia 22 de junho.
A seguinte nota foi publicada no site FILME B e repassada pela distribuidora MovieMobz:
A distribuidora MovieMobz fechou acordo para a transmissão do festival Big Four em cinemas brasileiros através de seu novo departamento, a LiveMobz. O evento, que acontecerá dia 22 de junho em Sofia, na Bulgária, traz grandes nomes do Heavy Metal encabeçados pelo Metallica, e será exibido ao vivo, via satélite, em aproximadamente 800 cinemas de 29 países na América do Norte, Europa e América Latina. Os direitos do evento também incluem três reprises nas semanas seguintes.
Posteriormente recebemos da distribuidora a informação de que Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre serão as praças com transmissão ao-vivo do show.
Algumas semanas atrás o Metallica divulgou a transmissão dos shows para cinemas ao redor do mundo. À época o Brasil ainda não fora citado. Leia mais abaixo.
Fonte desta
matéria: Filme
B
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Hard Rock: confira os lançamentos do mês de junho
Confira abaixo os principais lançamentos de Hard Rock e Glam Rock programados para o mês de junho:
- 01/06: Molly Hatchet - Justice
- 01/06: Damon Johnson - Release
- 07/06: Vince Neil - Tattoos And Tequila (Europa)
- 18/06: Hungryheart - One Ticket To Paradise
- 22/06: Ozzy Osbourne - Scream
- 22/06: Sister Sin - True Sound Of The Underground
- 23/06: Down 'N Outz - My Re Generation
- 25/06: Wicked Sensation - Crystallized
- 25/06: Bad Habit - Timeless
Fonte desta matéria: Sleaze Roxx
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Paul McCartney: ônibus atacado por gangue no México
Após grande apresentação na Cidade do México na última sexta feira, 28 de maio, PAUL MCCARTNEY passou por maus bocados na estrada, quando teve seu ônibus atacado por uma gangue Mexicana.
De acordo com noticias da NME Magazine, os marginais cercaram o veículo, o escalaram pela lateral até alcançarem o teto, onde começaram a pular. A equipe de segurança do cantor contatou a polícia imediatamente, e os marginais foram embora assim que ouviram as sirenes policiais.
Não houve feridos.
Fonte desta matéria: NME Magazine
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Death On Two Legs: a declaração de ódio de Freddie Mercury
Uma pergunta que sempre intrigou os fãs do Queen diz respeito à faixa de abertura de seu álbum mais clássico, “A Night At The Opera”, de 1975: “Death On Two Legs”, uma música bastante agressiva (tanto em sua sonoridade quanto em sua letra) composta por Freddie Mercury trazia o misterioso subtítulo de “dedicated to......” (“dedicada a...”). Acompanhando a letra da canção, que já começa com os singelos versos como “You suck my blood like a leech” (“você suga meu sangue como um sanguessuga”) e “You’ve taken all my money and you want more” (“você tomou todo meu dinheiro e ainda quer mais”), parece óbvio se tratar de alguém que estaria passando a perna na banda. Mas afinal de contas a quem é que o vocalista direcionava tanta raiva?
Alguns fãs debatem na internet sobre o assunto. Entre as páginas, sites, e tópicos em sites de relacionamentos, os nomes que surgem com mais freqüência são os de Norman Sheffield, co-proprietário dos estúdios Trident (com quem o Queen tinha contrato de gravação em seus primeiros discos) e Jack Nelson, manager da banda. No documentário da série “Classic Albums” feito sobre “A Night At The Opera”, Brian May e Roger Taylor chegam a comentar sobre o assunto, mas não chegam a citar nenhum nome. Vamos então recapitular um pouco dessa história.
O início de tudo: o contrato com os estúdios Trident
Em 1972, já com cerca de dois anos de existência, o Queen gozava de boa reputação no circuito roqueiro londrino, mas não conseguia um contrato de gravação, tendo em vista sua sonoridade demasiadamente extravagante para a época, bem como o nome do grupo ser muito afeminado para um grupo de quatro rapazes. Eis que surge uma grande oportunidade: através de alguns contatos por parte da gravadora Mercury, com quem Brian e Roger ainda se viam de certa forma vinculados (por conta de sua extinta banda, o Smile), veio uma proposta para que o Queen servisse de “cobaia” para testar as instalações do recém inaugurado estúdio De Lane Lea, onde acabaram gravando sua primeira fita demo oficial.
O início de tudo: o contrato com os estúdios Trident
Em 1972, já com cerca de dois anos de existência, o Queen gozava de boa reputação no circuito roqueiro londrino, mas não conseguia um contrato de gravação, tendo em vista sua sonoridade demasiadamente extravagante para a época, bem como o nome do grupo ser muito afeminado para um grupo de quatro rapazes. Eis que surge uma grande oportunidade: através de alguns contatos por parte da gravadora Mercury, com quem Brian e Roger ainda se viam de certa forma vinculados (por conta de sua extinta banda, o Smile), veio uma proposta para que o Queen servisse de “cobaia” para testar as instalações do recém inaugurado estúdio De Lane Lea, onde acabaram gravando sua primeira fita demo oficial.

Após extensa distribuição do material, os irmãos Norman e Barry
Sheffield, proprietários dos conceituados estúdios Trident em Londres,
interessaram-se pelo promissor quarteto. Financeiramente a proposta até
agradava, já que a banda, sem um tostão no bolso, não precisaria pagar
pelo uso dos estúdios e poderia desfrutar dos melhores produtores e
engenheiros de som da casa. Em contrapartida, só poderiam realizar suas
gravações quando os artistas mais famosos que pagavam pelos serviços do
estúdio terminassem seus trabalhos – o que normalmente compreendia
períodos esdrúxulos e extremamente penosos, entre as 3 da madrugada e 7
horas da manhã...
De qualquer forma, e contando com a camaradagem de alguns artistas como David Bowie e Paul McCartney, que cediam parte de seus horários para que a banda pudesse gravar, conseguem lançar o primeiro álbum, com o mesmo nome da banda, sob o selo próprio dos estúdios Trident. Após certa repercussão (em especial da faixa “Keep Yourself Alive”) e apresentações ao vivo muito comentadas, conseguem então contrato de distribuição com as grandes gravadoras EMI (na Inglaterra e Europa) e Elektra (nos Estados Unidos) e chegam ao segundo álbum, “Queen II”, cujo single “Seven Seas Of Rhye” lhes renderia uma participação no tradicional programa de TV “Top Of The Pops”, da BBC, famoso por apresentar as canções da parada de sucessos. Saem então em uma turnê pela Inglaterra e pelos Estados Unidos, junto ao Mott The Hoople (que fazia muito sucesso na época, graças à canção “All The Young Dudes”, de David Bowie).
Apesar do sucesso crescente, a situação financeira da banda não era das melhores. Freddie Mercury e Roger Taylor eram sócios em uma loja de roupas em Londres, mas tiveram que fechá-la para poderem se dedicar mais à banda. O mesmo havia acontecido com Brian May, que recentemente tivera que abrir mão de um cargo como professor substituto em uma faculdade. E o tal paradoxo de fama e pouco dinheiro só aumentou com o lançamento de “Sheer Heart Attack”: o álbum projetou a banda mundialmente, levando-os a tocar inclusive no Japão, onde tiveram tratamento de verdadeiras lendas do rock, tamanha a histeria dos fãs nipônicos. “Killer Queen”, a faixa de maior sucesso do disco, tocava por todas as rádios, shows eram agendados um após o outro (chegando até a ocorrerem mais de um em um mesmo dia). Mas quanto aos lucros propriamente ditos... Quase nada lhes era repassado. Freddie Mercury já expunha, meio que metaforicamente, um pouco do que sentia em uma das canções daquele álbum...
Flick of the Wrist
Considerada uma espécie de precursora de “Death On Two Legs”, “Flick Of The Wrist” (que refere-se àquele tipo de tapa dado com as costas da mão), parte integrante de “Sheer Heart Attack”, já trazia um Freddie Mercury bastante irritado e incomodado com a situação em que vivia. A letra da música fala justamente sobre abuso e exploração, com trechos como “‘Prostitute yourself’, he says, ‘castrate your human pride’” (“‘prostitua-se’, ele diz, ‘castre seu orgulho humano’”). À época poderia parecer apenas uma canção isolada sobre o tema, mas com o passar do tempo parece claro que Freddie se sentia justamente como uma prostituta explorada por um cafetão, haja vista a excessiva carga de trabalho que lhes era imposta, além de não ver nenhum dinheiro passando por suas mãos, enquanto seus “chefes” andavam pela capital inglesa a bordo de limusines...
Musicalmente falando, “Flick Of The Wrist” pode ser vista também como uma irmã mais velha de “Death On Two Legs”, dada sua levada pesada, seus arranjos intrincados de piano... Um dos grandes destaques fica para a gravação do vocal principal de Freddie, dobrando sua voz em uma oitava mais grave em determinados trechos da letra. E uma curiosidade fica por conta do fato de Brian May só tê-la ouvido pela primeira vez quando foi gravar suas partes de guitarra e vocais, já que no início das gravações do álbum estava se recuperando de uma hepatite.
A morte sobre duas pernas…
Se por um lado a fama do Queen só aumentava, por outro seus membros não podiam desfrutar devidamente de tudo que estavam conquistando: tal papel era exercido por seus empresários. Embora houvessem gravado um concerto no teatro Rainbow lotado, onde a banda aparecia chegando em grande estilo a bordo de uma limusine, a situação verdadeira era bem diferente daquilo. Brian May precisava de um adiantamento para poder comprar um imóvel e deixar morar no apartamento que alugava junto a alguns amigos. Negado. Freddie queria realizar o sonho de ter um piano de cauda. Negado. Mas a gota d’água, que enfureceu a banda de vez, ainda estava por vir: o baixista John Deacon, recém-casado, pediu dinheiro para pagar alguns exames de sua esposa, que se encontrava grávida. Negado também.
Apesar do sucesso crescente, a situação financeira da banda não era das melhores. Freddie Mercury e Roger Taylor eram sócios em uma loja de roupas em Londres, mas tiveram que fechá-la para poderem se dedicar mais à banda. O mesmo havia acontecido com Brian May, que recentemente tivera que abrir mão de um cargo como professor substituto em uma faculdade. E o tal paradoxo de fama e pouco dinheiro só aumentou com o lançamento de “Sheer Heart Attack”: o álbum projetou a banda mundialmente, levando-os a tocar inclusive no Japão, onde tiveram tratamento de verdadeiras lendas do rock, tamanha a histeria dos fãs nipônicos. “Killer Queen”, a faixa de maior sucesso do disco, tocava por todas as rádios, shows eram agendados um após o outro (chegando até a ocorrerem mais de um em um mesmo dia). Mas quanto aos lucros propriamente ditos... Quase nada lhes era repassado. Freddie Mercury já expunha, meio que metaforicamente, um pouco do que sentia em uma das canções daquele álbum...
Flick of the Wrist
Considerada uma espécie de precursora de “Death On Two Legs”, “Flick Of The Wrist” (que refere-se àquele tipo de tapa dado com as costas da mão), parte integrante de “Sheer Heart Attack”, já trazia um Freddie Mercury bastante irritado e incomodado com a situação em que vivia. A letra da música fala justamente sobre abuso e exploração, com trechos como “‘Prostitute yourself’, he says, ‘castrate your human pride’” (“‘prostitua-se’, ele diz, ‘castre seu orgulho humano’”). À época poderia parecer apenas uma canção isolada sobre o tema, mas com o passar do tempo parece claro que Freddie se sentia justamente como uma prostituta explorada por um cafetão, haja vista a excessiva carga de trabalho que lhes era imposta, além de não ver nenhum dinheiro passando por suas mãos, enquanto seus “chefes” andavam pela capital inglesa a bordo de limusines...
Musicalmente falando, “Flick Of The Wrist” pode ser vista também como uma irmã mais velha de “Death On Two Legs”, dada sua levada pesada, seus arranjos intrincados de piano... Um dos grandes destaques fica para a gravação do vocal principal de Freddie, dobrando sua voz em uma oitava mais grave em determinados trechos da letra. E uma curiosidade fica por conta do fato de Brian May só tê-la ouvido pela primeira vez quando foi gravar suas partes de guitarra e vocais, já que no início das gravações do álbum estava se recuperando de uma hepatite.
A morte sobre duas pernas…
Se por um lado a fama do Queen só aumentava, por outro seus membros não podiam desfrutar devidamente de tudo que estavam conquistando: tal papel era exercido por seus empresários. Embora houvessem gravado um concerto no teatro Rainbow lotado, onde a banda aparecia chegando em grande estilo a bordo de uma limusine, a situação verdadeira era bem diferente daquilo. Brian May precisava de um adiantamento para poder comprar um imóvel e deixar morar no apartamento que alugava junto a alguns amigos. Negado. Freddie queria realizar o sonho de ter um piano de cauda. Negado. Mas a gota d’água, que enfureceu a banda de vez, ainda estava por vir: o baixista John Deacon, recém-casado, pediu dinheiro para pagar alguns exames de sua esposa, que se encontrava grávida. Negado também.

Diante de tanta humilhação, os quatro resolvem procurar novos empresários. E para tentar se livrar do contrato leonino que lhes prendia junto aos exploradores irmãos Sheffield e a Jack Nelson, contam com os serviços do advogado Jim Beach, que em seguida também passaria a administrar os interesses da banda, tornando-se empresário e, praticamente, um quinto membro do Queen. Obviamente tiveram que abrir mão de várias coisas, levaram certo prejuízo, mas enfim conseguiram a liberdade. Ao mesmo tempo, precisavam de um empresário de maior renome para representá-los perante as gravadoras, de quem eram contratados diretamente agora. Após uma proposta pífia por parte de Peter Grant (que temia não poder se dedicar em tempo integral mais ao Led Zeppelin, caso fechasse com o Queen), foi escolhido John Reid, que trabalhava para Elton John.
A banda vivia ainda outra situação delicada: após conseguirem um adiantamento da EMI para realizarem as gravações em vários estúdios de primeira linha, e gastarem uma fortuna na produção do álbum, viviam a incerteza de que estaria por acontecer quando lançassem o novo álbum. Era tudo ou nada: o sucesso ou a falência. (felizmente para a banda, “Bohemian Rhapsody” estourou, trazendo o álbum na rasteira e catapultando-os ao estrelato).

Sob a tutela de Roy Thomas Baker, que já havia produzido os três primeiros álbuns da banda, começam as gravações daquela que seria sua obra mais aclamada, “A Night At The Opera”. Enfurecido por todos estes acontecimentos, Freddie Mercury escreve uma peça musical de início caótico, com complicados arpeggios no piano combinando com guitarras e ruídos estridentes: era a introdução de “Death On Two Legs”. Inicialmente o restante da banda havia ficado com um pé atrás, principalmente por conta da sua letra contundente e incisiva, mas por fim decidiram gravá-la. Para se ter uma idéia, certa vez Freddie admitiu em uma entrevista: “a letra era tão vingativa, tão agressiva que Brian se sentia desconfortável em cantá-la. Eu ainda não gosto de falar sobre o que eu estava sentindo quando a escrevi. Era terrível, extremamente terrível”.
Como se não bastasse tanta controvérisa, havia então mais um empecilho: Freddie queria dedicar explicitamente a canção a quem lhe servira de inspiração, e após algumas discussões acaloradas, ficou decidido que o nome do sujeito não apareceria, mas ficaria apenas sugerido no subtítulo “dedicated to....”. Tal decisão se mostrou acertada: Norman Sheffield, quando ficou sabendo do lançamento da canção e do álbum, chegou a acionar a banda judicialmente por difamação, mas como não havia nada que o citasse abertamente nem na música nem no resto do disco, o processo foi arquivado. Talvez com base nisso a imensa maioria dos fãs do Queen acredite realmente que a canção tenha ele como tema.
Acalorando a outra vertente, que defende que a canção versa sobre Jack Nelson, encontra-se a biografia “Freddie Mercury”, recentemente lançada pelo escritor francês Salim Rauer. No livro, ao narrar sobre os acontecimentos da época, o autor coloca o nome de Nelson como sendo a “fonte de inspiração” de toda a raiva e animosidade do vocalista.
Ouvindo a gravação, é impossível não notar o tom agressivo da voz de Freddie durante a canção: ele parece cuspir as palavras enquanto canta, deixando clara toda sua revolta. Em um fórum na internet, corre a história de que ele estava tão raivoso que chegou até a sangrar pelos ouvidos... Uma outra curiosidade é que, assim como seria feito com “Bohemian Rhapsody”, o piano de Freddie servira de guia para mostrar a Brian May como deveriam soar seus riffs, gerando um efeito interessante na edição final.
Versões ao vivo
“Death On Two Legs” passou a ser presença constante nos shows do Queen, mas oficialmente só pode ser encontrada no duplo ao vivo “Live Killers”, de 1979. Nesta gravação, Freddie chega a anunciar que a música era sobre alguém, até que três “bipes” sonoros encobrem sua “dedicatória”, complementada com: “We call him ‘Death On Two Legs’” (algo como “nós o chamamos de ‘a morte sobre duas pernas’”). Tal fato só fez aumentarem as especulações entre os fãs. Embora ele possa realmente ter dito o nome do “cidadão”, corria a informação (e esta é a versão predominante até hoje) de que Freddie, na verdade, soltou alguns palavrões, o que levou à opção da gravadora por censurá-lo, evitando assim problemas com o lançamento do álbum – segundo alguns relatos, ele costumava introduzi-la nos shows dizendo “this is about a real motherfucker of a gentleman” (“ela é sobre um cavalheiro filho da puta de verdade”) ou “this is about a motherfucker I used to know” (“ela é sobre um filho da puta que eu conheci”).
A canção acabou apenas sendo deixada de lado em 1980, a partir da excursão do álbum “The Game”, estrondoso sucesso comercial que obrigou a banda a abrir mão de alguns clássicos para a inclusão dos então novos sucessos.
A letra e a tradução
Por fim, eis a letra e a tradução da controversa canção:
Death on Two Legs (Dedicated to...)
You suck my blood like a leech
You break the law and you preach
Screw my brain till it hurts
You’ve taken all my money
And you want more
Misguided old mule
with your pig headed rules
With your narrow minded cronies
Who are fools of the first division
Death on two legs
You’re tearing me apart
Death on two legs
You’ve never had a heart of your own
Kill joy, bad guy
Big talking, small fry
You’re just an old barrow boy
Have you found a new toy
to replace me?
Can you face me?
But now you can kiss
my ass goodbye
Feel good, are you satisfied?
Do you feel like suicide?
(I think you should)
Is your conscience all right?
Does it plague you at night?
Do you feel good?
Feel good?
You talk like a big business tycoon
You’re just a hot air balloon
So no one gives you a damn
You’re just an overgrown schoolboy
Let me tan your hide
A dog with disease
You’re the king of the ’sleaze’
Put your money where your mouth is
Mister know-all
Was the fin on your back
Part of the deal? (Shark!)
Death on two legs
You’re tearing me apart
Death on two legs
You’ve never had a heart (you never did)
of your own (right from the start)
Insane, you should be put inside
You’re a sewer rat decaying
in a cesspool of pride
Should be made unemployed
Then make yourself null and void
Make me feel good
I feel good…
Morte sobre duas pernas (Dedicada a…)
Você suga meu sangue como uma sanguessuga
Você infringe a lei e reza
Aperta meu cérebro até doer
Você tomou todo o meu dinheiro
E ainda quer mais
Mula velha desorientada
Com suas regras porcas
Com seus amiguinhos imbecis
Que são idiotas da elite
Morte sobre duas pernas
Você está me despedaçando
Morte sobre duas pernas
Você nunca teve um coração próprio
Estraga prazeres, bandido
Falastrão, pessoa insignificante
Você é apenas um velho bebezão
Você já achou um novo brinquedo
para me substituir?
Você pode me encarar?
Mas agora você pode dar um beijo
de despedida no meu rabo
Sente-se bem, está satisfeito?
Você sente vontade de se suicidar?
(Eu acho que deveria)
Sua consciência está bem?
Ela te amaldiçoa à noite?
Você se sente bem?
Sente bem?
Você fala como um grande magnata dos negócios
Você é apenas um balão de ar quente
Com quem ninguém se importa
Você é apenas um moleque crescido
Deixe-me bronzear seu couro
Um cachorro doente
Você é o rei da sujeira
Põe seu dinheiro onde sua fama é de
Senhor sabe tudo
A barbatana na suas costas
Era parte do acordo? (Tubarão!)
Morte sobre duas pernas
Você está me despedaçando
Morte sobre duas pernas
Você nunca teve um coração (nunca teve)
Próprio (desde o início)
Insano, você deveria ser internado
Você é um rato de esgoto decadente
Numa cloaca de orgulho
Deveria ser despedido
E então se tornar nulo e vazio
Faça-me sentir bem
Eu me sinto bem...
Se não pode vencê-los, junte-se a eles
E o Queen não parou por aí. Em seus próximos discos continuaram a abordar algumas variações sobre o tema, conforme pode ser conferido, por exemplo, na faixa “Sleeping On The Sidewalk”, do álbum “News Of The World”, de 1977. Neste blues, composto por Brian May, é narrada a história de um músico que cansa de ser explorado e em certo momento diz a seu empresário onde ele deveria “enfiar sua gravadora chique”. Um ano depois, na época em que começaram as gravações do álbum “Jazz”, a banda decidiu que oficialmente deixaria de ter residência fixa na Inglaterra, pois estavam perdendo muito dinheiro pagando impostos sobre seus lucros. Passaram a declarar residência em países diversos, como a Suíça, país onde administravam os modernos estúdios Mountain, em Montreux, que passaram a usar para suas próprias gravações. Neste álbum, o baixista John Deacon apresenta uma faixa de letra extremamente irônica, “If You Can’t Beat Them” (“Se não pode vencê-los...”), inspirada mais uma vez na perda de dinheiro. A partir deste período, a banda conseguiu firmar um acordo mais favorável sobre a administração de seus direitos autorais, outra fonte de renda que costumava lhes causar muitas dores de cabeça, passando a serem seus próprios patrões.
Regravações
Curiosamente, tanto “Death On Two Legs” quanto “Flick Of The Wrist” foram regravadas recentemente pelo Dream Theater: a primeira foi lançada no álbum “Uncovered 2003-2005”, da série “Original Bootlegs” do selo de Mike Portnoy, e a segunda saiu junto de “Tenement Funster” e “Lily Of The Valley”, no CD de covers da versão estendida de “Black Clouds and Silver Linings”. Estariam Portnoy e cia. passando por problemas parecidos aos do Queen?
Fontes da matéria:
Wikipedia
Queen – site official
“Freddie Mercury”, de Salim Rauer (Ed. Planeta)
DVD “Classic Albums – A Night At The Opera” (ST2 Records – Eagle).
Fonte:Whiplash
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Curiosidades do mundo do Rock
Curiosidades: confira 25 modelos únicos de guitarra
O blog Nowthatsnifty http://nowthatsnifty.blogspot.com publicou uma matéria onde mostra 25 modelos únicos de guitarra.
De acordo com o blog, atualmente, além de ser um instrumento musical, as guitarras também são peças de arte que muitas vezes refletem a personalidade de seu usuário.
De acordo com o blog, atualmente, além de ser um instrumento musical, as guitarras também são peças de arte que muitas vezes refletem a personalidade de seu usuário.

























Alguns dos modelos acima - e muitos outros - também podem ser vistos no link abaixo:
Mais que instrumentos, obras de arte
Fonte desta matéria: Nowthatsnifty
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Curiosidades do mundo do Rock
Discos Marcantes do The Temptations II
The Temptations | All Directions - 1972
1. Funky Music Sho’ Nuff Turns Me On
2. Run Charlie Run
3. Papa Was a Rollin’ Stone
4. Love Woke Me Up Early This Morning
5. I Ain’t Got Nothin’
6. The First Time Ever I (Saw Your Face)
7. Mother Nature
8. Do Your Thing
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Discos
Discos Marcantes do The Temptations
The Temptations | Cloud Nine - 1969
1. Cloud Nine
2. I Heard It Through the Grapevine
3. Runaway Child, Running Wild
4. Love is a Hurtin’ Thing
5. Hey Girl
6. Why Did She Have to Leave Me (Why Did She Have to Go)
7. I Need Your Lovin’ (Whitfield, Strong) b
8. Don’t Let Him Take Your Love From Me
9. I Gotta Find a Way (To Get You Back)
10. Gonna Keep On Tryin’ till I Win Your Love
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Discos
The Temptations
The Temptations (por vezes abreviado como The Temps ou The Tempts) é um grupo vocal americano que conquistou fama como um dos números mais bem-sucedidos a gravar para a Motown Records. O repertório do grupo incluiu, ao longo de sua carreira de cinco décadas, R&B, doo-wop, funk, disco, soul e adult contemporary music.
Informação geral
Origem:Detroit, Michigan
País:Estados Unidos
Gêneros:R&B,Soul,Funk,Rock and roll
Período em atividade:1960 – atualmente
Gravadoras:Warwick, Gordy, Motown, Atlantic Records, New Door/Universal
Afiliações:The Supremes,The Temptations Review,The Primes
Página oficial: www.thetempttions.net
Integrantes:Otis Williams,Terry Weeks,Joe Herndon,Ron Tyson,Bruce Williamson,
Ex-integrantes:Elbridge "Al" Bryant,Melvin Franklin,Eddie Kendricks,Paul Williams
David Ruffin,Dennis Edwards,Richard Street,Ricky Owens,Damon Harris,Glenn Leonard
Louis Price,Ali-Ollie Woodson,Theo Peoples,Ray Davis,Harry McGilberry,Barrington "Bo" Henderson,G.C. Cameron
Formado em Detroit, Michigan, em 1960, como The Elgins, os Temptations sempre contaram com pelo menos cinco vocalistas/dançarinos do sexo masculino. O grupo, célebre por sua coreografia inconfundível, harmonias distintas e roupas usadas no palco, já foram definidos como tão influentes ao soul quanto os Beatles foram para o pop e o rock.[1] Tendo vendido dezenas de milhões de álbuns,[2] os Temptations são um dos grupos de maior sucesso na história da música[3] e foram descritos como o grupo vocal masculino definitivo da década de 1960.[4] O grupo têm o maior tempo de serviço com a Motown, depois de Stevie Wonder, tendo permanecido com a gravadora por um total de 40 anos: 16 de 1961 a 1977, e mais 24 de 1980 a 2004 (de 1977 a 1980 estiveram contratados pela Atlantic Records). Em 2009 os Temptations continuam a se apresentar, e gravam para a Universal Records com o único membro vivo da formação original, o co-fundador Otis Williams.
O grupo original incluía os membros de dois grupos vocais de Detroit: The Distants, com o segundo tenor Otis Williams, primeiro tenor Elbridge "Al" Bryant e o baixo Melvin Franklin, e o primeiro tenor/falsetto Eddie Kendricks e o segundo tenor/barítono Paul Williams (sem parentesco com Otis), do The Primes. Entre alguns dos cantores mais célebres que passaram pelo grupo estiveram David Ruffin e Dennis Edwards (ambos dos quais se tornaram artistas solo de sucesso pela Motown após deixar o grupo), Richard Street (outro ex-Distant), Damon Harris, Ron Tyson, Ali-Ollie Woodson, Theo Peoples e G.C. Cameron. Como seu "grupo-irmão" feminino, o Supremes, a formação do Temptations mudou com frequência, especialmente nas últimas décadas.
Ao longo de sua carreira o Temptations lançou quatro singles que chegaram à primeira posição da Billboard Hot 100 e 14 singles que chegaram à primeira posição na categoria R&B. Sua obra também lhes rendeu três Prêmios Grammy, para o compositor e o produtor musical responsável pelo seu sucesso de 1972, "Papa Was a Rollin' Stone"; o grupo foi o primeiro contratado da Motown a conquistar um Grammy. Seis dos Temptations (Dennis Edwards, Melvin Franklin, Eddie Kendricks, David Ruffin, Otis Williams e Paul Williams) foram indicados ao Rock and Roll Hall of Fame em 1989, e três canções clássicas do grupo, "My Girl", "Ain't Too Proud to Beg" e "Papa Was a Rollin' Stone", foram incluídas nas suas 500 Canções que Formaram o Rock and Roll.
Informação geral
Origem:Detroit, Michigan
País:Estados Unidos
Gêneros:R&B,Soul,Funk,Rock and roll
Período em atividade:1960 – atualmente
Gravadoras:Warwick, Gordy, Motown, Atlantic Records, New Door/Universal
Afiliações:The Supremes,The Temptations Review,The Primes
Página oficial: www.thetempttions.net
Integrantes:Otis Williams,Terry Weeks,Joe Herndon,Ron Tyson,Bruce Williamson,
Ex-integrantes:Elbridge "Al" Bryant,Melvin Franklin,Eddie Kendricks,Paul Williams
David Ruffin,Dennis Edwards,Richard Street,Ricky Owens,Damon Harris,Glenn Leonard
Louis Price,Ali-Ollie Woodson,Theo Peoples,Ray Davis,Harry McGilberry,Barrington "Bo" Henderson,G.C. Cameron
Formado em Detroit, Michigan, em 1960, como The Elgins, os Temptations sempre contaram com pelo menos cinco vocalistas/dançarinos do sexo masculino. O grupo, célebre por sua coreografia inconfundível, harmonias distintas e roupas usadas no palco, já foram definidos como tão influentes ao soul quanto os Beatles foram para o pop e o rock.[1] Tendo vendido dezenas de milhões de álbuns,[2] os Temptations são um dos grupos de maior sucesso na história da música[3] e foram descritos como o grupo vocal masculino definitivo da década de 1960.[4] O grupo têm o maior tempo de serviço com a Motown, depois de Stevie Wonder, tendo permanecido com a gravadora por um total de 40 anos: 16 de 1961 a 1977, e mais 24 de 1980 a 2004 (de 1977 a 1980 estiveram contratados pela Atlantic Records). Em 2009 os Temptations continuam a se apresentar, e gravam para a Universal Records com o único membro vivo da formação original, o co-fundador Otis Williams.
O grupo original incluía os membros de dois grupos vocais de Detroit: The Distants, com o segundo tenor Otis Williams, primeiro tenor Elbridge "Al" Bryant e o baixo Melvin Franklin, e o primeiro tenor/falsetto Eddie Kendricks e o segundo tenor/barítono Paul Williams (sem parentesco com Otis), do The Primes. Entre alguns dos cantores mais célebres que passaram pelo grupo estiveram David Ruffin e Dennis Edwards (ambos dos quais se tornaram artistas solo de sucesso pela Motown após deixar o grupo), Richard Street (outro ex-Distant), Damon Harris, Ron Tyson, Ali-Ollie Woodson, Theo Peoples e G.C. Cameron. Como seu "grupo-irmão" feminino, o Supremes, a formação do Temptations mudou com frequência, especialmente nas últimas décadas.
Ao longo de sua carreira o Temptations lançou quatro singles que chegaram à primeira posição da Billboard Hot 100 e 14 singles que chegaram à primeira posição na categoria R&B. Sua obra também lhes rendeu três Prêmios Grammy, para o compositor e o produtor musical responsável pelo seu sucesso de 1972, "Papa Was a Rollin' Stone"; o grupo foi o primeiro contratado da Motown a conquistar um Grammy. Seis dos Temptations (Dennis Edwards, Melvin Franklin, Eddie Kendricks, David Ruffin, Otis Williams e Paul Williams) foram indicados ao Rock and Roll Hall of Fame em 1989, e três canções clássicas do grupo, "My Girl", "Ain't Too Proud to Beg" e "Papa Was a Rollin' Stone", foram incluídas nas suas 500 Canções que Formaram o Rock and Roll.
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Artistas/Bandas
Hoje na história do Rock mundo - 02/06
John Bonham despeja um balde d'água
[02/06/1973] Há 37 anos
O baterista do Led Zeppelin, John Bonham, literalmente despeja um balde d'água no lendário promotor de shows Bill Graham, depois de uma discussão em São Francisco.
Prince estréia em palcos britânicos sem sucesso
[02/06/1981] Há 29 anos
Prince faz sua estréia em palcos britânicos no Lyceum Ballroom, em Londres, mas encontra uma platéia pequena e apática. O fracasso das apresentações seguintes, faz com que ele cancele o resto da turnê e volte para os Estados Unidos. Prince só retornia à terra da Rainha cinco anos depois.
Imunidade para a mulher de James Brown
[02/06/1988] Há 22 anos
Pode acreditar! Depois de cometer várias atrocidades contra as leis de trânsito, a mulher de James Brown, Adrienne, declara que tem "imunidade diplomática" e não pode tomar multas nem ir em cana. Imunidade diplomática, sim! Afinal, o marido dela é o "Embaixador Oficial do Soul". Pode???
Baixista dos Stones casa-se com ninfeta
[02/06/1989] Há 21 anos
O baixista dos Rolling Stones, Bill Wyman, de 52 anos, casa-se com a modelo Mandy Smith, de 19. Porém, o casamento duraria apenas dois anos. Uma fofoquinha maldosa (porém cheia de fundamentos, como o tempo, depois, provaria) rolou na época, dizendo que o filho de Bill Wyman estaria tendo um caso com a mãe de Mandy Smith.
U2 fecha contrato milionário
[02/06/1993] Há 17 anos
A Polygram Holding Inc., proprietária da gravadora Island, anuncia o fechamento de um contrato de longa data com o U2. O jornal The New York Post publicou uma nota dizendo que a negociação foi efetuada em 200 milhões de dólares, mas acredita-se que o valor real tenha chegado em torno de 50 e 60 milhões.
Continue lendo: http://www.rockwave.com.br/fatos/fato00340/#ixzz0phSqDyIm
[02/06/1973] Há 37 anos
O baterista do Led Zeppelin, John Bonham, literalmente despeja um balde d'água no lendário promotor de shows Bill Graham, depois de uma discussão em São Francisco.
Prince estréia em palcos britânicos sem sucesso
[02/06/1981] Há 29 anos
Prince faz sua estréia em palcos britânicos no Lyceum Ballroom, em Londres, mas encontra uma platéia pequena e apática. O fracasso das apresentações seguintes, faz com que ele cancele o resto da turnê e volte para os Estados Unidos. Prince só retornia à terra da Rainha cinco anos depois.
Imunidade para a mulher de James Brown
[02/06/1988] Há 22 anos
Pode acreditar! Depois de cometer várias atrocidades contra as leis de trânsito, a mulher de James Brown, Adrienne, declara que tem "imunidade diplomática" e não pode tomar multas nem ir em cana. Imunidade diplomática, sim! Afinal, o marido dela é o "Embaixador Oficial do Soul". Pode???
Baixista dos Stones casa-se com ninfeta
[02/06/1989] Há 21 anos
O baixista dos Rolling Stones, Bill Wyman, de 52 anos, casa-se com a modelo Mandy Smith, de 19. Porém, o casamento duraria apenas dois anos. Uma fofoquinha maldosa (porém cheia de fundamentos, como o tempo, depois, provaria) rolou na época, dizendo que o filho de Bill Wyman estaria tendo um caso com a mãe de Mandy Smith.
U2 fecha contrato milionário
[02/06/1993] Há 17 anos
A Polygram Holding Inc., proprietária da gravadora Island, anuncia o fechamento de um contrato de longa data com o U2. O jornal The New York Post publicou uma nota dizendo que a negociação foi efetuada em 200 milhões de dólares, mas acredita-se que o valor real tenha chegado em torno de 50 e 60 milhões.
Continue lendo: http://www.rockwave.com.br/fatos/fato00340/#ixzz0phSqDyIm
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Curiosidades do mundo do Rock,
Historia
Hoje na história do Rock Brasileiro - 02/06
ATENÇÃO - 1948:
Nasceu Antônia Maria pavão Fonyat, Meire Pavão, uma das principais
cantoras da primeira geração do rock brasileiro. Iniciou a carreira no
Conjunto Alvorada, grupo vocal organizado por seu pai, o compositor e
maestro Teotônio Pavão. A partir de 1963, desenvolveu carreira solo,
fazendo sucesso com as músicas “O Que Eu Faço do Latim” (versão de “Che
Mene Faccio Del Latino”), “Bem bom” (versão de “Downtown”) e “A Família
Buscapé”, de Teotônio Pavão e Albert Pavão, seu irmão. Chegou a
participar da Jovem Guarda, apresentando com Wanderley Cardoso o
programa A Grande Parada, na TV Tupi. Entre 1974 a 1982, participou de
discos infantis, com canções e produção de seu pai e seu irmão, formando
os grupos Quarteto Peralta (com a dupla vocal Os Vikings e Thomas Roth)
e Trio Patinhas.
- 1986: A banda paulistana Fellini lançou o disco Fellini Só Vive Duas Vezes. Os destaques são “Alcatraz Song”, “Domingo de Páscoa” e “Tudo Sobre Você”. A banda era formada por Cadão Volpato (vocal) e Thomas Pappon (guitarras, baixo e programação). Clássico do underground!
- 1988: O João Penca & Seus Miquinhos Amestrados lançou o terceiro disco Além da Alienação. Os destaques são “Sparring”, “Perdidos no Espaço” e “Hino do J.P.M.A.”.
ATENÇÃO - 1990: Cazuza fez sua última aparição pública. Na ocasião Cazuza fora ao aniversário de Flora Gil, esposa de Gilberto Gil, no Rio de Janeiro.
- 1986: A banda paulistana Fellini lançou o disco Fellini Só Vive Duas Vezes. Os destaques são “Alcatraz Song”, “Domingo de Páscoa” e “Tudo Sobre Você”. A banda era formada por Cadão Volpato (vocal) e Thomas Pappon (guitarras, baixo e programação). Clássico do underground!
- 1988: O João Penca & Seus Miquinhos Amestrados lançou o terceiro disco Além da Alienação. Os destaques são “Sparring”, “Perdidos no Espaço” e “Hino do J.P.M.A.”.
ATENÇÃO - 1990: Cazuza fez sua última aparição pública. Na ocasião Cazuza fora ao aniversário de Flora Gil, esposa de Gilberto Gil, no Rio de Janeiro.
http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
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Curiosidades do mundo do Rock,
Historia
1 de junho de 2010
Love Story
Direção: Chris
Hall/Mike Kerry
Gênero: Documentário
Ano:2006
Duração: 109 Minutos
Um documentário que narra a trágica trajetória de vida e os tempos de Arthur Lee, centra-se principalmente sobre os três primeiros registros da banda LOVE de rock psicodélico.
O filme foi filmado originalmente em 2005 e 2006 com entrevistas com os membros da banda Johnny Echols, Michael Stuart, Alban "Snoopy" PFISTERER, Bryan Maclean, Elektra Records, Jac Holzman, The Doors' John Densmore, produtor Bruce Botnick e entre outros.
Gênero: Documentário
Ano:2006
Duração: 109 Minutos
Um documentário que narra a trágica trajetória de vida e os tempos de Arthur Lee, centra-se principalmente sobre os três primeiros registros da banda LOVE de rock psicodélico.
O filme foi filmado originalmente em 2005 e 2006 com entrevistas com os membros da banda Johnny Echols, Michael Stuart, Alban "Snoopy" PFISTERER, Bryan Maclean, Elektra Records, Jac Holzman, The Doors' John Densmore, produtor Bruce Botnick e entre outros.
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Filmes sobre Rock
Green Day: como o trio conquistou o mundo no século XXI
Por Allan Kern
Com o lançamento de "Nimrod", em 1997, o Green Day deu os primeiros indícios de que não se contentaria em explorar apenas a fórmula de ganchos chicletudos que catapultou a banda ao superestrelato. A seguir, levou as próprias idiossincrasias até as últimas consequências em "Warning", de 2000, álbum produzido pela própria banda, que decidiu remover quase toda a distorção das guitarras, abusar dos violões e apostar em uma mixagem que jogava a cozinha de Mike Dirnt e Tré Cool em primeiro plano. Apesar da qualidade musical, o amadurecimento da banda foi largamente julgado como perda da inspiração e energia dos primeiros trabalhos. Além disso, as baixas vendas contribuíram para que muitos apostassem que ali se iniciava um declínio criativo do trio.
Foi então que eles pegaram o mundo de surpresa com "American Idiot". Lançado em 2004, o disco que gerou sucesso de público e crítica que a banda nunca havia experimentado antes. O êxito do álbum se deve à combinação de diversos fatores que o transformaram em um dos lançamentos mais relevantes da década, revelando um oportunismo que raras vezes permeia um lançamento fonográfico. De fato, aquele conturbado momento político ofereceu a justificativa perfeita para que o Green Day explorasse sua consciência social de forma a criar uma profunda identificação com o sentimento de revolta que habitava as cabeças pensantes dos Estados Unidos e do mundo inteiro, além de conquistar respeito como uma banda séria e intimamente ligada à realidade do seu tempo.
À parte o conjunto de circunstâncias favoráveis, "American Idiot" trouxe uma porção de elementos inéditos no som do Green Day. Além de inserir pela primeira vez um discurso politizado em suas canções, a banda surpreendeu a todos com um álbum conceitual contendo duas canções que ultrapassavam os nove minutos, cada uma dividia em cinco segmentos. Ao criar duas mini-óperas nos mesmos moldes de "A Quick One While He’s Away", também mostraram que a influência do THE WHO ia muito além da energia adolescente de "My Generation". Como o álbum foi estruturado em torno do conceito que permeava suas 13 faixas, podia ser ainda mais apreciado em seu todo do que simplesmente como mais um apanhado de ótimas canções.
Após uma exaustiva exposição nas rádios e TVs do mundo inteiro, uma turnê mundial que durou aproximadamente dois anos e um disco ao vivo centrado nas músicas de "American Idiot", cresceram as expectativas em torno do próximo álbum. Afinal, depois de um sucesso estrondoso gerado a partir de um profundo amadurecimento musical, voltar ao esquema antigo baseado em canções de conteúdo despretensioso poderia ser considerado um retrocesso. Então a possibilidade mais coerente seria dar seguimento à abordagem conscientizada de "American Idiot" e o grande desafio passou a ser a exploração deste novo modelo sem cair na mesmice. A banda agora era apontada por muitos novos fãs como a voz de sua geração e se via diante do compromisso de passar uma mensagem para a sociedade.
As pressões do grande público fizeram com que eles se voltassem às suas origens em busca do som descompromissado das bandas de garagem, mas tudo isso sem comprometer a integridade da banda responsável pelo grande manifesto musical da era Bush. Em uma espertíssima jogada, o trio lançou em 2008 o disco "Stop, Drop & Roll!!!" sob a alcunha de FOXBORO HOT TUBS. Ao desenvolver uma “nova” identidade eles puderam prestar um tributo às suas principais influências, explorando livremente o som e a estética típica do rock sessentista somado ao punch de HÜSKER DÜ e THE REPLACEMENTS. Assim, conseguiram se aliviar das pressões mercadológicas e criaram provavelmente o disco mais empolgante de suas carreiras.
Finalmente, no dia 15 de maio de 2009 saiu o aguardado sucessor de "American Idiot", intitulado "21st Century Breakdown". Como era de se esperar, o disco segue a mesma linha conceitual do anterior, o que abre precedentes para inevitáveis comparações e discussões sobre qual dos dois álbuns é o melhor. Na verdade, essa é uma questão subjetiva, pois é possível apontar a superioridade de ambos fazendo uso de argumentos igualmente sólidos. "American Idiot" e "21st Century Breakdown" são duas obras temáticas que representam furiosos protestos de uma juventude angustiada e insatisfeita, que precisa lutar contra forças sociais de todo tipo para encontrar o seu lugar em um mundo que fatalmente se aproxima de uma realidade caótica.
Partindo desse princípio, pode-se ressaltar a importância de "American Idiot" como o álbum divisor de águas responsável por elevar o Green Day a um novo patamar no cenário musical, como músicos respeitáveis e capacitados a transmitir uma mensagem séria, e num formato no qual poucos seriam capazes de articular com sucesso. Por fim, a conjuntura favorável daquele momento específico foi decisiva para a consagração de "American Idiot" e, como reza a sabedoria popular, um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Entretanto, apesar de no lançamento de "21st Century Breakdown" o Green Day já contar com o status de banda séria e não ter mais o fator novidade a seu favor, em muitos aspectos o novo álbum superou seu antecessor.
A elaboração da obra conceitual atingiu um nível mais profundo, com as 18 canções se conectando de forma a compor um todo ligeiramente mais coeso que o de "American Idiot". Mesmo explorando tema semelhante ao do álbum anterior através da relação entre um jovem casal protagonista, "21st Century Breakdown" mostrou um salto de qualidade nas composições de Billie Joe Armstrong, que passou a descrever suas inquietas visões cataclísmicas com notável sensibilidade lírica. Apesar de não haver um alvo claro como o governo Bush em "American Idiot", o último álbum mostrou um forte senso de propósito. Dividido em três atos, o disco narra as desventuras de Christian e Gloria na luta de vida ou morte pela recuperação da esperança na humanidade, perdida em algum momento da história recente.
Embora o álbum tenha sido construído a partir do conteúdo das letras, em nenhum momento a música ficou em segundo plano. A combinação de canções repletas de auto-referências, somada ao requinte da produção de Butch Vig (responsável por "Nevermind", clássico do Nirvana de 1991) foram os principais fatores que tornaram este o álbum mais representativo da carreira do Green Day, além de ser também o mais refinado em termos de acabamento. Ao longo do disco a banda destila o seu som através de uma variada gama de estilos que vão do rock de arena à crueza classuda a la "Warning", aliando os tradicionais rocks acelerados a baladonas com belos arranjos de piano. Em sua plenitude, "21st Century Breakdown" trouxe um pouco de tudo que o GREEN DAY já fez na carreira, mas com mais propriedade do que nunca.
Se a obra-prima do Green Day é "American Idiot" ou "21st Century Breakdown", pouco importa. O grande mérito da banda é manter vivo o interesse pelos discos de rock em uma época em que a internet estraçalhou o bem mais precioso daqueles que se consideram apaixonados por música. Num universo em que os álbuns estão caindo em obsolescência e a música atual começa a perder parte de suas feições ao fluir desimpedida pelos meandros obscuros da realidade virtual, o lançamento estrondoso de duas obras conceituais como essas requer culhões de aço, uma boa dose de talento e muita personalidade. Levar a essência anárquica das bibocas underground a estádios lotados sem perder a integridade é uma verdadeira proeza. E mais punk do que isso, impossível.
Foi então que eles pegaram o mundo de surpresa com "American Idiot". Lançado em 2004, o disco que gerou sucesso de público e crítica que a banda nunca havia experimentado antes. O êxito do álbum se deve à combinação de diversos fatores que o transformaram em um dos lançamentos mais relevantes da década, revelando um oportunismo que raras vezes permeia um lançamento fonográfico. De fato, aquele conturbado momento político ofereceu a justificativa perfeita para que o Green Day explorasse sua consciência social de forma a criar uma profunda identificação com o sentimento de revolta que habitava as cabeças pensantes dos Estados Unidos e do mundo inteiro, além de conquistar respeito como uma banda séria e intimamente ligada à realidade do seu tempo.
À parte o conjunto de circunstâncias favoráveis, "American Idiot" trouxe uma porção de elementos inéditos no som do Green Day. Além de inserir pela primeira vez um discurso politizado em suas canções, a banda surpreendeu a todos com um álbum conceitual contendo duas canções que ultrapassavam os nove minutos, cada uma dividia em cinco segmentos. Ao criar duas mini-óperas nos mesmos moldes de "A Quick One While He’s Away", também mostraram que a influência do THE WHO ia muito além da energia adolescente de "My Generation". Como o álbum foi estruturado em torno do conceito que permeava suas 13 faixas, podia ser ainda mais apreciado em seu todo do que simplesmente como mais um apanhado de ótimas canções.
Após uma exaustiva exposição nas rádios e TVs do mundo inteiro, uma turnê mundial que durou aproximadamente dois anos e um disco ao vivo centrado nas músicas de "American Idiot", cresceram as expectativas em torno do próximo álbum. Afinal, depois de um sucesso estrondoso gerado a partir de um profundo amadurecimento musical, voltar ao esquema antigo baseado em canções de conteúdo despretensioso poderia ser considerado um retrocesso. Então a possibilidade mais coerente seria dar seguimento à abordagem conscientizada de "American Idiot" e o grande desafio passou a ser a exploração deste novo modelo sem cair na mesmice. A banda agora era apontada por muitos novos fãs como a voz de sua geração e se via diante do compromisso de passar uma mensagem para a sociedade.
As pressões do grande público fizeram com que eles se voltassem às suas origens em busca do som descompromissado das bandas de garagem, mas tudo isso sem comprometer a integridade da banda responsável pelo grande manifesto musical da era Bush. Em uma espertíssima jogada, o trio lançou em 2008 o disco "Stop, Drop & Roll!!!" sob a alcunha de FOXBORO HOT TUBS. Ao desenvolver uma “nova” identidade eles puderam prestar um tributo às suas principais influências, explorando livremente o som e a estética típica do rock sessentista somado ao punch de HÜSKER DÜ e THE REPLACEMENTS. Assim, conseguiram se aliviar das pressões mercadológicas e criaram provavelmente o disco mais empolgante de suas carreiras.
Finalmente, no dia 15 de maio de 2009 saiu o aguardado sucessor de "American Idiot", intitulado "21st Century Breakdown". Como era de se esperar, o disco segue a mesma linha conceitual do anterior, o que abre precedentes para inevitáveis comparações e discussões sobre qual dos dois álbuns é o melhor. Na verdade, essa é uma questão subjetiva, pois é possível apontar a superioridade de ambos fazendo uso de argumentos igualmente sólidos. "American Idiot" e "21st Century Breakdown" são duas obras temáticas que representam furiosos protestos de uma juventude angustiada e insatisfeita, que precisa lutar contra forças sociais de todo tipo para encontrar o seu lugar em um mundo que fatalmente se aproxima de uma realidade caótica.
Partindo desse princípio, pode-se ressaltar a importância de "American Idiot" como o álbum divisor de águas responsável por elevar o Green Day a um novo patamar no cenário musical, como músicos respeitáveis e capacitados a transmitir uma mensagem séria, e num formato no qual poucos seriam capazes de articular com sucesso. Por fim, a conjuntura favorável daquele momento específico foi decisiva para a consagração de "American Idiot" e, como reza a sabedoria popular, um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Entretanto, apesar de no lançamento de "21st Century Breakdown" o Green Day já contar com o status de banda séria e não ter mais o fator novidade a seu favor, em muitos aspectos o novo álbum superou seu antecessor.
A elaboração da obra conceitual atingiu um nível mais profundo, com as 18 canções se conectando de forma a compor um todo ligeiramente mais coeso que o de "American Idiot". Mesmo explorando tema semelhante ao do álbum anterior através da relação entre um jovem casal protagonista, "21st Century Breakdown" mostrou um salto de qualidade nas composições de Billie Joe Armstrong, que passou a descrever suas inquietas visões cataclísmicas com notável sensibilidade lírica. Apesar de não haver um alvo claro como o governo Bush em "American Idiot", o último álbum mostrou um forte senso de propósito. Dividido em três atos, o disco narra as desventuras de Christian e Gloria na luta de vida ou morte pela recuperação da esperança na humanidade, perdida em algum momento da história recente.
Embora o álbum tenha sido construído a partir do conteúdo das letras, em nenhum momento a música ficou em segundo plano. A combinação de canções repletas de auto-referências, somada ao requinte da produção de Butch Vig (responsável por "Nevermind", clássico do Nirvana de 1991) foram os principais fatores que tornaram este o álbum mais representativo da carreira do Green Day, além de ser também o mais refinado em termos de acabamento. Ao longo do disco a banda destila o seu som através de uma variada gama de estilos que vão do rock de arena à crueza classuda a la "Warning", aliando os tradicionais rocks acelerados a baladonas com belos arranjos de piano. Em sua plenitude, "21st Century Breakdown" trouxe um pouco de tudo que o GREEN DAY já fez na carreira, mas com mais propriedade do que nunca.
Se a obra-prima do Green Day é "American Idiot" ou "21st Century Breakdown", pouco importa. O grande mérito da banda é manter vivo o interesse pelos discos de rock em uma época em que a internet estraçalhou o bem mais precioso daqueles que se consideram apaixonados por música. Num universo em que os álbuns estão caindo em obsolescência e a música atual começa a perder parte de suas feições ao fluir desimpedida pelos meandros obscuros da realidade virtual, o lançamento estrondoso de duas obras conceituais como essas requer culhões de aço, uma boa dose de talento e muita personalidade. Levar a essência anárquica das bibocas underground a estádios lotados sem perder a integridade é uma verdadeira proeza. E mais punk do que isso, impossível.
Fonte desta matéria: Green Day Inc
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Opiniões
Korn: liberado o vídeo do novo single, "Oildale"
O vídeo do novo single da banda Korn "Oildale (Leave Me Alone)" estrou hoje da MTV2 e está disponível para visualização na internet.
O novo disco, "Korn III - Remember Who You Are", promete resgatar as raízes da banda. Será o nono álbum de estúdio, primeiro lançado pela Roadrunner Records, e chega às lojas no dia mundial do rock, 13 de julho.
Para assistir ao vídeo, clique no link abaixo:
O novo disco, "Korn III - Remember Who You Are", promete resgatar as raízes da banda. Será o nono álbum de estúdio, primeiro lançado pela Roadrunner Records, e chega às lojas no dia mundial do rock, 13 de julho.
Para assistir ao vídeo, clique no link abaixo:
Fonte desta
matéria: Blabbermouth
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Curiosidades do mundo do Rock
Accept: revelada data de lançamento do novo álbum
A lendária banda de heavy metal ACCEPT anunciou que lançarão seu novo álbum de estúdio, "Blood Of The Nations" no dia 20 de agosto na Europa e no dia 14 de setembro na América do Norte através da Nuclear Blast Records.
Esse será o primeiro álbum de estúdio da banda desde o "Predator" de 1996, e o primeiro com o novo vocalista Mark Tornillo (ex TT QUICK).
Esse será o primeiro álbum de estúdio da banda desde o "Predator" de 1996, e o primeiro com o novo vocalista Mark Tornillo (ex TT QUICK).
Fonte desta matéria (em inglês): Metal
Underground
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Curiosidades do mundo do Rock
Randy Rhoads: novo livro sobre o músico a caminho
De acordo com uma postagem na página "Ultimate Randy Rhoads" no MySpace, está sendo escrito um livro sobre Randy Rhoads chamado "You Can't Kill Rock & Roll" ("Você Não Pode Matar o Rock & Roll", em tradução livre) com o apoio de uma "grande editora".
O fotógrafo de rock Jay Banbury, autor da foto de Randy que estará na capa, afirma que "'You Can't Kill Rock & Roll' será o livro mais completo e compreensível já escrito sobre Randy Rhoads, ponto final! Eu já li vários capítulos do livro e posso honestamente dizer para todos que este é o livro pelo qual todos estávamos esperando! Sem artigos ensaiados para revistas de guitarras ou frescuras. 'You Can't Kill Rock & Roll' está sendo escrito pela amiga de longa data de Randy, Kelly Garni, juntamente com o editor e cineasta premiado Michael Lynn. Kelly Garni vai direto ao assunto e conta a verdadeira história de Randy Rhoads somente como ela mesma poderia contar!"
Além de ser uma ótima leitura, o livro também trará diversas fotos não publicada, artefatos pessoais, desenhos e recortes de jornais do próprio Randy Rhoads, além de cartas pessoais escritas por Randy para amigos, familiares e mais importante, que contam detalhes sobre a vida na estrada durante as turnês".
O fotógrafo de rock Jay Banbury, autor da foto de Randy que estará na capa, afirma que "'You Can't Kill Rock & Roll' será o livro mais completo e compreensível já escrito sobre Randy Rhoads, ponto final! Eu já li vários capítulos do livro e posso honestamente dizer para todos que este é o livro pelo qual todos estávamos esperando! Sem artigos ensaiados para revistas de guitarras ou frescuras. 'You Can't Kill Rock & Roll' está sendo escrito pela amiga de longa data de Randy, Kelly Garni, juntamente com o editor e cineasta premiado Michael Lynn. Kelly Garni vai direto ao assunto e conta a verdadeira história de Randy Rhoads somente como ela mesma poderia contar!"
Além de ser uma ótima leitura, o livro também trará diversas fotos não publicada, artefatos pessoais, desenhos e recortes de jornais do próprio Randy Rhoads, além de cartas pessoais escritas por Randy para amigos, familiares e mais importante, que contam detalhes sobre a vida na estrada durante as turnês".
Fonte desta matéria (em inglês): Ultimate
Randy Rhoads
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Curiosidades do mundo do Rock
Janis Joplin: canção traz letra inédita da vocalista
Dave Getz, que tocava com a lenda do rock JANIS JOPLIN nos idos dos 60's, inicia uma sessão de ensaio em sua bateria na sua residência em Fairfax. Getz lançou um novo álbum, ‘Can’t be the Only One’, que traz uma canção de título similar que ele e Janis escreveram em 1968.
Este outono (Hemisfério Norte) nos trará uma das comemorações mais trágicas do rock – o 40º aniversário da morte de JANIS JOPLIN.
Como vocês devem saber, Janis teve uma conexão profunda com o Condado de Marin. Ela estava vivendo aqui, em uma casinha rústica, hippie em Larkspur's Baltimore Canyon, quando morreu de overdose de heroína em um quarto de hotel em 4 de outubro de 1970. Ela tinha apenas 27 anos. E neste ano completaria seu 67º aniversário.
Dave Getz, o baterista da Big Brother and the Holding Company, banda original de Janis, está inadvertidamente homenageando o aniversário com o lançamento de “Can’t be the Only One”, uma canção que ele e Janis escreveram em 1968, pouco antes de “Cheap Thrills”, um dos 500 maiores álbuns de todos os tempos de acordo com a Rolling Stone, que fez com que ela se tornasse uma grande Estrela do Rock.
“Algumas pessoas me lembraram que este é o 40º aniversário da morte de Janis”, Getz disse, de sua residência em Fairfax. “Eu nem mesmo pensei nisso quando decidi gravar a canção, e nem foi tentando explorar o aniversário que estou lançando isso agora. Eu apenas pensei que deveria colocar esta canção no mundo, para fazer parte da minha música. É algo que tenho que dizer.”
No verão de 1968, Janis e a Big Brother estavam em um ensaio em Manhattan quando Getz apareceu com um pequeno riff de Blues no piano que se tornaria a base de “Can’t be the Only One”.
“Eu disse, ‘Ouçam isto,’ e todos começaram uma Jam em cima desta base,” ele relembra. “Janis disse ‘Ei, eu gosto disso. Vou escrever umas palavras para ela.’”
E foi o que ela fez. No verso de um flyer de uma festa onde a Big Brother havia se apresentado um ano antes. Bem nesta época, enquanto os críticos em Nova York estavam falando mal da Big Brother, alegando que eles não estavam no mesmo nível de Janis enquanto músicos, ela convocou seus companheiros de banda em seu quarto no Chelsea Hotel para dizer a eles que ela estava os abandonando para seguir uma carreira solo.
“Nós sabíamos que aconteceria,” Getz recorda. “Tínhamos este temor havia algum tempo. Foi duro. Quando penso nisso agora, sabendo o que sabemos, eu gostaria que tivéssemos pressionado ela para ficar um pouco mais. Mas sabíamos que aconteceria, e estávamos todos cansados.”
No meio da turbulência professional e da decepção pessoal, Getz jogou a letra em uma caixa, onde a mesma permaneceria pelos próximos 40 anos. “Eu mostrei essa letra provavelmente umas 100 vezes às pessoas como peça de memorabilia,” ele diz. “Até que um dia, eu li novamente e comecei a pensar nela nos termos do que conheci sobre Janis e sua história, e me ocorreu que não eram apenas palavras sem um significado, que ela apenas largou lá. Era completamente autobiográfico, totalmente pertinente e relevante à época na qual ela estava deixando a banda e subseqüentemente ao que aconteceria a ela. Foi incrível. Foi uma daquelas epifanias".
‘Eu nem mesmo pensei naquilo quando decidi gravar a canção...,’ disse Dave Getz, segurando uma foto tirada em 1968, dele tocando bateria com a cantora Janis Joplin. ‘Eu apenas pensei que deveria colocar esta canção no mundo, para fazer parte da minha música.’ Ela viu que sua própria tragédia estava prestes a se revelar.”
Por um olhar mais próximo, a canção é um chacoalhão emocional e instantâneo de uma Janis Joplin infeliz em um ponto de virada fatídico em sua vida e carreira. “Ela ainda sentia dor e solidão apesar de todos os elogios,” disse Getz, e aquele sofrimento era despejado em suas letras. “Muita tristeza no mundo, então adicionarei minha parte,” ela escreveu. “Tire este coração solitário desta garota solitária.”
Em outra linha, ela negocia com o lado sombrio da fama. “Chegar tão alto, querido, não posso evitar de me queimar. Vinte e cinco anos de sofrimento (ela tinha 25 em 1968) e você acha que agora eu aprendi.”
Quatro décadas após desta letra presciente ter sido escrita, Getz finalmente sentiu uma urgência para gravar a canção, que era tempo de fazer parte do legado da BIG BROTHER AND THE HOLDING COMPANY assim como eles foram parte dos dias de glória com Janis.
No ano passado ele entrou em estúdio com uma banda de músicos escolhidos à dedo, que foi chamada de Dave Getz Breakaway, para gravar a faixa. Ironicamente, Kathi McDonald, que substituiu Janis na Big Brother há tantos anos atrás, cantou os vocais principais. Duas versões da canção “Can’t be the Only One” estão no CD que traz outras oito canções que Getz escreveu.
Este outono (Hemisfério Norte) nos trará uma das comemorações mais trágicas do rock – o 40º aniversário da morte de JANIS JOPLIN.
Como vocês devem saber, Janis teve uma conexão profunda com o Condado de Marin. Ela estava vivendo aqui, em uma casinha rústica, hippie em Larkspur's Baltimore Canyon, quando morreu de overdose de heroína em um quarto de hotel em 4 de outubro de 1970. Ela tinha apenas 27 anos. E neste ano completaria seu 67º aniversário.
Dave Getz, o baterista da Big Brother and the Holding Company, banda original de Janis, está inadvertidamente homenageando o aniversário com o lançamento de “Can’t be the Only One”, uma canção que ele e Janis escreveram em 1968, pouco antes de “Cheap Thrills”, um dos 500 maiores álbuns de todos os tempos de acordo com a Rolling Stone, que fez com que ela se tornasse uma grande Estrela do Rock.
“Algumas pessoas me lembraram que este é o 40º aniversário da morte de Janis”, Getz disse, de sua residência em Fairfax. “Eu nem mesmo pensei nisso quando decidi gravar a canção, e nem foi tentando explorar o aniversário que estou lançando isso agora. Eu apenas pensei que deveria colocar esta canção no mundo, para fazer parte da minha música. É algo que tenho que dizer.”
No verão de 1968, Janis e a Big Brother estavam em um ensaio em Manhattan quando Getz apareceu com um pequeno riff de Blues no piano que se tornaria a base de “Can’t be the Only One”.
“Eu disse, ‘Ouçam isto,’ e todos começaram uma Jam em cima desta base,” ele relembra. “Janis disse ‘Ei, eu gosto disso. Vou escrever umas palavras para ela.’”
E foi o que ela fez. No verso de um flyer de uma festa onde a Big Brother havia se apresentado um ano antes. Bem nesta época, enquanto os críticos em Nova York estavam falando mal da Big Brother, alegando que eles não estavam no mesmo nível de Janis enquanto músicos, ela convocou seus companheiros de banda em seu quarto no Chelsea Hotel para dizer a eles que ela estava os abandonando para seguir uma carreira solo.
“Nós sabíamos que aconteceria,” Getz recorda. “Tínhamos este temor havia algum tempo. Foi duro. Quando penso nisso agora, sabendo o que sabemos, eu gostaria que tivéssemos pressionado ela para ficar um pouco mais. Mas sabíamos que aconteceria, e estávamos todos cansados.”
No meio da turbulência professional e da decepção pessoal, Getz jogou a letra em uma caixa, onde a mesma permaneceria pelos próximos 40 anos. “Eu mostrei essa letra provavelmente umas 100 vezes às pessoas como peça de memorabilia,” ele diz. “Até que um dia, eu li novamente e comecei a pensar nela nos termos do que conheci sobre Janis e sua história, e me ocorreu que não eram apenas palavras sem um significado, que ela apenas largou lá. Era completamente autobiográfico, totalmente pertinente e relevante à época na qual ela estava deixando a banda e subseqüentemente ao que aconteceria a ela. Foi incrível. Foi uma daquelas epifanias".
‘Eu nem mesmo pensei naquilo quando decidi gravar a canção...,’ disse Dave Getz, segurando uma foto tirada em 1968, dele tocando bateria com a cantora Janis Joplin. ‘Eu apenas pensei que deveria colocar esta canção no mundo, para fazer parte da minha música.’ Ela viu que sua própria tragédia estava prestes a se revelar.”
Por um olhar mais próximo, a canção é um chacoalhão emocional e instantâneo de uma Janis Joplin infeliz em um ponto de virada fatídico em sua vida e carreira. “Ela ainda sentia dor e solidão apesar de todos os elogios,” disse Getz, e aquele sofrimento era despejado em suas letras. “Muita tristeza no mundo, então adicionarei minha parte,” ela escreveu. “Tire este coração solitário desta garota solitária.”
Em outra linha, ela negocia com o lado sombrio da fama. “Chegar tão alto, querido, não posso evitar de me queimar. Vinte e cinco anos de sofrimento (ela tinha 25 em 1968) e você acha que agora eu aprendi.”
Quatro décadas após desta letra presciente ter sido escrita, Getz finalmente sentiu uma urgência para gravar a canção, que era tempo de fazer parte do legado da BIG BROTHER AND THE HOLDING COMPANY assim como eles foram parte dos dias de glória com Janis.
No ano passado ele entrou em estúdio com uma banda de músicos escolhidos à dedo, que foi chamada de Dave Getz Breakaway, para gravar a faixa. Ironicamente, Kathi McDonald, que substituiu Janis na Big Brother há tantos anos atrás, cantou os vocais principais. Duas versões da canção “Can’t be the Only One” estão no CD que traz outras oito canções que Getz escreveu.
Para a posteridade, ele emprestou a letra original de Janis, escrita à mão para o Marin Rocks, o museu da história do rock a ser aberto em San Raphael no outono. “Houve oportunidades de gravar a canção no passado, mas por alguma razão, minha mente nunca esteve naquele ponto de enxergar a importância da canção e a possibilidade de fazer algo realmente bom com isso,” Getz disse. “Mas agora eu a gravei como eu acho que a Big Brother a teria tocado.”
Fonte desta matéria (em inglês): Paul Liberatore
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Curiosidades do mundo do Rock
Geezer Butler: "Iron Man" era um dos meus gibis favoritos
Em 14 de maio, Steven Rosen do site Ultimate-Guitar.com entrevistou o lendário baixista Geezer Butler (HEAVEN & HELL, BLACK SABBATH) sobre o "Black Sabbath: Classic Albums - Paranoid" da Eagle Rock Entertainment, um DVD sobre a gravação do LP clássico do Black Sabbath, "Paranoid". Alguns trechos da conversa seguem abaixo.
Ultimate-Guitar.com: Como você se sente ouvindo "Iron Man" como tema do filme "Iron Man"? Você fica impressionado quando escuta a música depois de todos esses anos em um filme moderno?
Geezer: "É uma das primeiras músicas que escrevemos e uma das que fez mais sucesso em 1970, ou seja lá quando foi. E é muito estranho escutá-la. Fomos influenciados pelo gibi e agora o gibi é influenciado por nós. Quero dizer, é realmente estranho. 'Iron Man' sempre foi um dos meus gibis favoritos quando eu era menino e agora a coisa virou. Ver nossa música meio que promovendo o filme. É ótimo".
Ultimate-Guitar.com: Você sente falta daqueles dias? Há algum sentimento que você tinha naquela época fazendo música com o SABBATH que talvez não exista mais?
Geezer: Bem, é porque nós mal tínhamos saído da adolescência e o mundo todo era uma experiência nova para nós. Então tudo que fazíamos era pela primeira vez e nós todos estávamos experimentando isso juntos. Era realmente mágico porque você estava aprendendo com cada novo dia; isso traz uma experiência nova. E quando você está naquela meio que, você sabe, 'já estive ali, já fiz aquilo', esse tipo de coisa, você nunca mais sente a mesma coisa novamente".
Leia a entrevista completa no Ultimate-Guitar.com.
Ultimate-Guitar.com: Como você se sente ouvindo "Iron Man" como tema do filme "Iron Man"? Você fica impressionado quando escuta a música depois de todos esses anos em um filme moderno?
Geezer: "É uma das primeiras músicas que escrevemos e uma das que fez mais sucesso em 1970, ou seja lá quando foi. E é muito estranho escutá-la. Fomos influenciados pelo gibi e agora o gibi é influenciado por nós. Quero dizer, é realmente estranho. 'Iron Man' sempre foi um dos meus gibis favoritos quando eu era menino e agora a coisa virou. Ver nossa música meio que promovendo o filme. É ótimo".
Ultimate-Guitar.com: Você sente falta daqueles dias? Há algum sentimento que você tinha naquela época fazendo música com o SABBATH que talvez não exista mais?
Geezer: Bem, é porque nós mal tínhamos saído da adolescência e o mundo todo era uma experiência nova para nós. Então tudo que fazíamos era pela primeira vez e nós todos estávamos experimentando isso juntos. Era realmente mágico porque você estava aprendendo com cada novo dia; isso traz uma experiência nova. E quando você está naquela meio que, você sabe, 'já estive ali, já fiz aquilo', esse tipo de coisa, você nunca mais sente a mesma coisa novamente".
Leia a entrevista completa no Ultimate-Guitar.com.
Fonte desta matéria (em inglês): Blabbermouth
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Curiosidades do mundo do Rock
Kiss: juntando Monstros do Rock... e Mini Golf
A lendária banda de Rock Kiss e a Monster Mini Golf, líder em entretenimento temático fosforescente, juntaram forças para proporcionar o primeiro Monster Mini Golf temático do Kiss na pecaminosamente divertida Las Vegas.
Não mais do que seis anos atrás, Christina e Patrick Vitagliano, um casal aparentemente normal, sentaram-se à mesa da cozinha e tiveram as mais arrepiantes ideias para entretenimento já cometidas entre o povo americano - Monster Mini Golf. Christina queria que o conceito englobasse três fatores importantes: diversão para todas as idades, barato porém rentável e, acima de tudo, tinha que ser algo "legal". Então eles pegaram o conceito com 50 anos de idade do golf em miniatura, mudaram para um lugar fechado, adicionaram luz negra, som, efeitos especiais, um DJ ao vivo e monstros - dos mais amedrontadores animados aos mais hilários e absurdos. Fizeram com isso o que o mini-golf precisava - trouxeram-no para o século 21, e injetaram uma boa dose de frescor.
Agora, depois de 6 anos e mais de 25 locações pelo país, os fundadores do Monster Mini Golf decidiram que era hora de elevar seu conceito de "legal" a um novo patamar. Junto com monstros, luz negra, efeitos especiais e mini-golf - é hora de Rock! E quando é hora de rock - é hora de chamar o KISS!
O time monstro está procurando por uma locação em Las Vegas e aguardando para inaugurar o primeira instalação de mini-golf "Monster Mini Golf presents KISS" nos próximos 12 a 18 meses. É isso mesmo, mini-golf, monstros e Kiss. Vai detonar tanto que chega a ser assustador.
O Live Nation Merchandise é o agente responsável pelo licenciamento do Kiss e foi imprescindível na negociação.
Visite o Monster Mini Golf pelo site www.monsterminigolf.com.
Não mais do que seis anos atrás, Christina e Patrick Vitagliano, um casal aparentemente normal, sentaram-se à mesa da cozinha e tiveram as mais arrepiantes ideias para entretenimento já cometidas entre o povo americano - Monster Mini Golf. Christina queria que o conceito englobasse três fatores importantes: diversão para todas as idades, barato porém rentável e, acima de tudo, tinha que ser algo "legal". Então eles pegaram o conceito com 50 anos de idade do golf em miniatura, mudaram para um lugar fechado, adicionaram luz negra, som, efeitos especiais, um DJ ao vivo e monstros - dos mais amedrontadores animados aos mais hilários e absurdos. Fizeram com isso o que o mini-golf precisava - trouxeram-no para o século 21, e injetaram uma boa dose de frescor.
Agora, depois de 6 anos e mais de 25 locações pelo país, os fundadores do Monster Mini Golf decidiram que era hora de elevar seu conceito de "legal" a um novo patamar. Junto com monstros, luz negra, efeitos especiais e mini-golf - é hora de Rock! E quando é hora de rock - é hora de chamar o KISS!
O time monstro está procurando por uma locação em Las Vegas e aguardando para inaugurar o primeira instalação de mini-golf "Monster Mini Golf presents KISS" nos próximos 12 a 18 meses. É isso mesmo, mini-golf, monstros e Kiss. Vai detonar tanto que chega a ser assustador.
O Live Nation Merchandise é o agente responsável pelo licenciamento do Kiss e foi imprescindível na negociação.
Visite o Monster Mini Golf pelo site www.monsterminigolf.com.

Fonte desta
matéria (em inglês): Blabbermouth
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Curiosidades do mundo do Rock
Hard Rock: G1 enumera 15 álbuns fundamentais do estilo
Após a passagem do AEROSMITH pelo Brasil e, há dois meses, do Guns N' Roses, o portal G1, da Globo, listou os 15 álbuns principais para entender o Hard Rock, baseado no livro "Heavy Metal - A História completa".
Vale ressaltar que a lista não consiste necessariamente em uma seleção de melhores álbuns do estilo e que nem todos os nomes se encaixam unicamente no hard rock – há artistas importantes do rock sinfônico (QUEEN) ao punk (NEW YORK DOLLS) que foram listados por terem contribuído para o avanço do gênero.
Confira a lista no link abaixo:
Vale ressaltar que a lista não consiste necessariamente em uma seleção de melhores álbuns do estilo e que nem todos os nomes se encaixam unicamente no hard rock – há artistas importantes do rock sinfônico (QUEEN) ao punk (NEW YORK DOLLS) que foram listados por terem contribuído para o avanço do gênero.
Confira a lista no link abaixo:
Fonte desta matéria: G1
- Globo
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Slash: roqueiro faz homenagem a diretor e ator morto
O ator e diretor Dennis Hopper faleceu em sua casa em Venice, no subúrbio de Los Angeles, no último sábado (29), em decorrência de complicações de um câncer na próstata. Algumas celebridades do mundo da música lembraram de homenagear Hopper, dentre eles o ex- Guns N' Roses, Slash. A informação é do G1.
“Você não dá valor para os grandes até que eles se vão. Descanse em paz, Dennis Hopper”, postou o guitarrista via Twitter. Quem também lembrou do ator foi o produtor Paul Epworth, que já trabalhou com o BLOC PARTY. “Muito triste postar ‘descanse em paz’ Dennis Hopper. Obrigado pelos personagens que você criou, especialmente ‘Mad Frank’ (de ‘Veludo Azul’). Seu gênio fará falta”, disse Epworth.
“Você não dá valor para os grandes até que eles se vão. Descanse em paz, Dennis Hopper”, postou o guitarrista via Twitter. Quem também lembrou do ator foi o produtor Paul Epworth, que já trabalhou com o BLOC PARTY. “Muito triste postar ‘descanse em paz’ Dennis Hopper. Obrigado pelos personagens que você criou, especialmente ‘Mad Frank’ (de ‘Veludo Azul’). Seu gênio fará falta”, disse Epworth.
Fonte desta matéria: G1
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Curiosidades do mundo do Rock
Aerosmith: biografia de Steven Tyler sairá em novembro
De acordo com informações do Terra, a biografia do vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, será lançada em novembro deste ano.
"Does the Noise in my Head Bother You?" ("O barulho na minha cabeça te incomoda?" em português) vai ser publicado pela editora Ecco, da HarperCollins Publishers. A editora pagou dois milhões de dólares a Tyler pelos direitos para publicar o livro.
O Aerosmith se apresentou no Brasil nesta última semana, onde fez shows em Porto Alegre e São Paulo.
"Does the Noise in my Head Bother You?" ("O barulho na minha cabeça te incomoda?" em português) vai ser publicado pela editora Ecco, da HarperCollins Publishers. A editora pagou dois milhões de dólares a Tyler pelos direitos para publicar o livro.
O Aerosmith se apresentou no Brasil nesta última semana, onde fez shows em Porto Alegre e São Paulo.
Fonte desta matéria: Terra
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Curiosidades do mundo do Rock
Ozzy Osbourne: Madman não descarta reunião Sabbath
O vocalista OZZY OSBOURNE, prestes a lançar seu novo álbum "Scream" cedeu uma entrevista à Rolling Stone americana falando sobre seu relacionamento com o Black Sabbath. Quando questionado sobre a possibilidade de uma reunião, o cantor respondeu: "Eu amo aqueles caras - Bill, Tony e Geezer. Eu nunca digo nunca, porque você nunca sabe o que está por vir."
Ozzy falou também sobre as músicas do SABBATH que escolhe para os shows em sua turnê: "Eu tenho muita coisa para escolher agora que quero tentar algumas canções diferentes de 'Iron Man' e 'War Pigs'. Eu sempre terei que tocar 'Paranoid' porque é meu hino. Eu não imaginaria tocar 'Fairies Wear Boots' ou algo diferente somente para ver como fica".
O cantor ainda fala mais algumas palavras sobre a morte de Ronnie James Dio: "Sabe, quando qualquer um morre nessa área [musical], é triste. Eu fiquei sabendo da doença de Ronnie Dio há alguns meses e enviei uma mensagem dizendo que que se houvesse algo em que pudessemos ajudar, que não hesitate em nos chamar. Eu não era realmente um grande amigo de Ronnie Dio. O encontrei algumas vezes através dos anos. Mas ele era um vocalista muito, muito bom. É uma perda terrível. Deus te abençõe, Ronnie."
Fonte desta matéria: Rolling
Stone
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Curiosidades do mundo do Rock
Ozzy Osbourne: "Eu poderia ter morrido umas mil vezes!"
Nesse final de semana de ‘Memorial Day’ (feriado americano que lembra os mortos em guerras), é especialmente triste para os fãs do metal e hard rock pois eles dizem adeus a dois de seus músicos favoritos.
Funerais particulares se realizaram na sexta (28 de maio) em Des Moines, Iowa, para o baixista do Slipknot Paul Gray, que foi encontrado morto em um quarto de hotel em um subúrbio de Des Moines em 24 de maio. A causa da morte de Gray ainda não foi determinada, apesar de que, de acordo com uma chamada de emergência, uma agulha hipodérmica e comprimidos foram encontrados próximos ao corpo do músico de 38 anos. Slipknot não deu dicas sobre o seu futuro.
Um funeral público foi realizado no domingo (30 de maio) em Los Angeles para Ronnie James Dio, o líder do Black Sabbath, RAINBOW e DIO, que perdeu sua luta contra o câncer de estômago há duas semanas aos 67 anos. Mais de 1.200 fãs e amigos compareceram ao evento.
As mortes de Dio e Gray foram as últimas que atordoaram o mundo do rock pesado nos últimos seis meses. O baterista do AVENGED SEVENFOLD James "The Rev" Sullivan morreu em dezembro passado, enquanto o líder do TYPE O NEGATIVE Peter Steele faleceu no mês passado.
Ozzy Osbourne, que conhecia todos os artistas, disse a The Pulse of Radio que é triste ver tantos músicos falecerem em um período tão curto de tempo, “Quero dizer, ultimamente parece que todo mundo está batendo as botas,” ele disse. “Isso acontece uma vez ou outra, sabe. Eu só espero que minha vez não chegue logo. É o que acontece, sabe. Você me escuta falando, eu tenho sorte de não ser um dos mortos, porque eu costumava – quero dizer o Ronnie James Dio não tinha nenhum problema, mas quando há drogas envolvidas ou álcool... Eu poderia ter morrido umas mil vezes.”
Fonte desta matéria (em inglês): blabbermouth.net
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Curiosidades do mundo do Rock
Mayhem: finado vocalista figurando em clipe do Candlemass?
Isso não é uma e- lenda. De fato, o finado vocalista do Mayhem aparece como figurante no video clip, "Bewitched" da banda Candlemass, gravado em meados dos anos 80. Em 4m24s do vídeo, Dead é o figurante que está atrás de Messiah Marcolin fazendo careta. Em 5m04s, Messiah dá um safanão em Dead.
Fonte desta matéria: Whiplash
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Curiosidades do mundo do Rock,
Historia
The Doors: Tocando "Stairway to Heaven". Verdade ou mito?
Encontra-se no Youtube um vídeo duvidoso da banda THE Doors tocando "Stairway to Heaven", canção mencionada em diversas listas de melhores canções do Rock, clássico do LED ZEPPELIN.
O vídeo, que já foi visualizado por aproximadamente 4.262 usuários, foi postado por alguns em suas redes sociais, com grande clamor, típico dos verdadeiros apreciadores do Rock & Roll, sem discutirem, porém, sobre sua veracidade.
Para fãs apaixonados das duas bandas, o vídeo, de início, os levam ao céu e abrem todas as portas da percepção, literalmente. Vemos Jim Morrison, com toda sua energia ao palco,acompanhado da banda, som inconfundível, em uma versão que só mesmo THE Doors poderia fazer da música composta por Plant/Page. Mas, para os verdadeiros e mais espertos fãs, o vídeo logo se entrega, não por uma, mas várias impossibilidades.
Trata-se de uma montagem, "pegadinha do Mallandro", bem feita por sinal.
Primeiro detalhe: o vídeo começa anunciando o ano de 1968. "Stairway to Heaven" foi de forma brilhante composta entre os anos de 1970/1971, sendo lançada no "Led Zeppelin IV", em novembro de 1971. Quando tocada pela primeira vez pela banda, ao vivo, em março de 1971, Jim Morrison já estava se afastando do THE Doors, devido a sua viagem a Paris, com sua namorada Pamela Courson, vindo a falecer em julho do mesmo ano, antes até do lançamento oficial da canção. Demonstrada a primeira impossibilidade do vídeo.
O segundo detalhe é o próprio vídeo, que em algumas partes não se enquadra com o áudio. Trata-se de imagens de um show do THE Doors realizado em 1968, no Hollywood Bowl, em Los Angeles.
Eis o terceiro e último detalhe, que mostra a verdade: O aúdio. É o mais surpreendente, podendo levar qualquer um a crer que os DOORS criaram uma nova versão da música, Jim Morrison vivo ou morto. Seria a confirmação de que Jim Morrison não morreu? A voz e banda soam inconfundíveis. Porém, não é DOORS. Trata-se de aúdio retirado de um outro vídeo, da banda cover THE AUSTRALIAN DOORS, numa perfeita adaptação de uma música que ainda emociona milhões de pessoas pelo mundo, desde quando lançada, quando os gigantes do Led Zeppelin ainda caminhavam pela Terra.
Concluindo, mesmo que Robert Plant ou Jimmy Page viessem a declarar publicamente que THE Doors nunca tocou "Stairway to Heaven", a versão da banda australiana não perde nem um pouco sua magia.
Abaixo, o vídeo "fake", e o original, da banda THE AUSTRALIAN DOORS.
Fonte desta matéria: Whiplash
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Curiosidades do mundo do Rock
Hoje na história do Rock mundo - 01/06
Os Stones aterrisam pela primeira vez nos EUA
[01/06/1964] Há 46 anos
Os Rolling Stones desembarcam no aeroporto JFK, em Nova York, para fazer a primeira turnê norte-americana. No dia seguinte, eles se apresentariam no programa de televisão da WABC, The Les Crane Show.
Primeiro lar de Elvis vira atração turística
[01/06/1971] Há 39 anos
A pequena casa de dois cômodos em Tupelo, no Mississippi, Estados Unidos, onde Elvis nasceu, vira atração turística.
Bruce Springsteen volta ao estúdio
[01/06/1977] Há 33 anos
Aliviado com o fim das brigas na justiça contra o seu ex-empresário Mike Appel, Bruce Springsteen renegocia o contrato com a CBS e começa a trabalhar junto com o produtor Jon Landau nos Studios da Atlantic em Manhattan, Nova York, visando as gravações de seu quarto álbum.
Prince emplaca disco no topo da parada
[01/06/1985] Há 25 anos
Ao contrário do álbum anterior, "Purple Rain", que havia tido uma maciça divulgação no mundo todo, "Around The World In A Day" estréia sem muito alarde no topo da parada norte-americana, onde permaneceria por três semanas. Para gravá-lo, Prince utilizou seu próprio estúdio, Paisley Park, recém-construído em Minneapolis. Além disso, lançou um selo e anunciou que ficaria temporariamente longe dos palcos.
Elton John é Oficial de Artes e Letras
[01/06/1993] Há 17 anos
Elton John entra para o Ministério da Cultura da França, depois que o ministro Jacques Toubon o nomeia Oficial de Artes e Letras.
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Historia
Hoje na história do Rock Brasileiro - 01/06
- 1958:
Nasceu, em São Paulo, Paulo Antônio Figueiredo Pagni, mais conhecido
como P.A., baterista do RPM. Ele iniciou sua carreira profissional aos
15 anos tocando em bares e gravando jingles. Antes de entrar para o RPM
em 1985, chegou a tocar com Paulo Barnabé e Tom Zé.
- 1960: Nasceu, no Rio de Janeiro, Paulo Humberto Pizziali, o Peninha, percussionista do Barão Vermelho.
ATENÇÃO - 1973: O Novos Baianos lançou o disco Novos Baianos Futebol Clube. Os destaques são “Sorrir e Cantar Como Bahia”, “O Samba da Minha Terra” (Dorival Caymmi) e “Os Pingo da Chuva”.
ATENÇÃO - 1991: Chico Science & Nação Zumbi fez seu primeiro show no Espaço Oásis, em Olinda (PE). Durante um período a banda se chamou Chico Science & Lamento Negro.
- 1998: O Jota Quest lançou o segundo disco De Volta ao Planeta. Os destaques são “Sempre Assim”, “Fácil” e a faixa título.
- 2000: O De Falla lançou o disco Miami Rock 2000. Os destaques são “Popozuda Rock’n’Roll”, “Freak Le Boom Boom” e “Ilariê”.
- 1960: Nasceu, no Rio de Janeiro, Paulo Humberto Pizziali, o Peninha, percussionista do Barão Vermelho.
ATENÇÃO - 1973: O Novos Baianos lançou o disco Novos Baianos Futebol Clube. Os destaques são “Sorrir e Cantar Como Bahia”, “O Samba da Minha Terra” (Dorival Caymmi) e “Os Pingo da Chuva”.
ATENÇÃO - 1991: Chico Science & Nação Zumbi fez seu primeiro show no Espaço Oásis, em Olinda (PE). Durante um período a banda se chamou Chico Science & Lamento Negro.
- 1998: O Jota Quest lançou o segundo disco De Volta ao Planeta. Os destaques são “Sempre Assim”, “Fácil” e a faixa título.
- 2000: O De Falla lançou o disco Miami Rock 2000. Os destaques são “Popozuda Rock’n’Roll”, “Freak Le Boom Boom” e “Ilariê”.
http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
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