17 de novembro de 2010

Rhapsody Of Fire: curiosidades a respeito da banda

A pouco menos de um mês para o tão aguardado retorno dos italianos do RHAPSODY OF FIRE, RHAPSODY para os mais íntimos que se apresentaram aqui pela primeira e única vez, até então, no distante ano de 2001 estive vasculhando algumas coisas que eu tinha no computador, meio antigas realmente, a respeito da banda. Segue abaixo algumas curiosidades a cerca da banda como mudanças de vocalista, baixista e baterista, treta entre Luca Trulli e Fabio Lione, Thunderforce, e muita mais.


Mudanças no vocal


Embora Fabio Lione seja de fato a voz do RHAPSODY OF FIRE, Cristiano Adacher foi o primeiro vocalista da banda e com ele gravaram os dois primeiros DEMOs, ainda com o nome Thundercross, porém antes de entrarem em estúdio para gravar o primeiro CD da banda, já como RHAPSODY, “Legendary Tales”, Lione assumira os vocais, e aí todos sabem no que deu, mas...
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Fabio Lione critica “Land of Immortals”

A banda além de ser conhecida por suas grandes orquestrações e claro as letras baseadas nos contos “tolkkienianos” às vezes é alvo de críticas por explorar demais esses contos, mas o que nem Luca e nem Staropolli esperavam era que a crítica viria tão cedo de onde eles menos esperavam, de dentro da própriacasa. Durante a gravação de “Land Of Immortals”, hoje um dos vários hinos da banda que infelizmente é pouco tocada ao vivo, Lione sentiu nojo da música, puxou o microfone e murmurou “isto é uma merda”. Luca depois, em entrevista à época do “Power Of The Dragonflame”, comentou “não é um segredo que nós nunca tivemos uma grande relação com ele [Lione]”. Ainda bem que isso é águas passadas, difícil imaginar a banda sem os vocais de Lione.

Sascha Paeth no baixo

Andrea Furlan foi o primeiro a ocupar o cargo, mas antes do lançamento do CD debut ele saiu e em seu lugar trouxeram Alessandro Lotta. Lotta está presente no encarte do primeiro CD, porém as linhas de baixo foram tocadas pelo o grande “mago” das produções Sascha Paeth e seu escudeiro Robert Hunecke-Rizzo, ambos posteriormente viriam a fazer parte da banda solo de Luca.

Problemas com Felipe Andreoli e Luis Mariutti

Após uma polêmica entrevista a uma revista os brasileiros comentaram que o RHAPSODY [OF FIRE] era uma falsa banda e que o produtor e guitarrista/baixista Sascha Paeth era quem fazia tudo na banda, desde tocar até programar a bateria. Esse fato azedou os italianos que divulgaram nota lamentando o fato e até propuseram pagar a passagem de avião para ambos conferir o RHAPSODY [OF FIRE] trabalhando em estúdio.

Rhapsody In Black

Pois é, isso mesmo, uma versão black do RHAPSODY. Há muitos anos essa era uma das idéias que Turilli tinha em mente. Não se sabe muitos detalhes sobre isso, pois nunca chegou a ocorrer de forma descarada, o certo é isso nunca veio a acontecer... Seria interessante ouvir algo do tipo vindo da banda.

“3” bateristas já passaram pela banda

O 3 está entre aspas pelo fato de conhecermos apenas dois, embora sabemos quem um suposto terceiro baterista gravou mais da metade da discografia da banda. Danielle Carbonera foi o primeiro baterista e saiu após o “Symphony Of Enchated Lands”. Depois disso a banda passou a contar com dois bateristas, pelo menos ao vivo quem comandava era o alemão Alex Holzwarth, por que em estúdio era...

Thunderforce, o maior mito da banda

Se você pegar os encartes dos CDs a partir do “Dawn Of Victory” verá fotos com Alex Holzwarth, porém, embora estando na banda desde 2001 ele só pôde gravar com a banda em 2004 no EP “The Dark Secret”. Luca alegava que por questões contratuais não poderia revelar o real nome do baterista Thunderforce.

Lione e os “Santos”

“MUCHAS GRACIAS SAN PAULO. ..EHH, SANTIAGO OR SAN PAULO?!” A frase é de Fabio Lione em pleno show em Santiago do Chile. O show em terras chilenas foi poucos dias antes do show na capital paulista.

Banana cósmica

Bem, acho que essa talvez seja a mais criativa, assim digamos, das respostas de Luca. Certa vez perguntando o que representava “Gaia” [na época ele tinha em mente lançar um site “Defenders Of Gaia”, nome que anos depois virou música extra do álbum Triumph Or Agony – para mais informação pesquise por “Teoria de Gaia” ou “Hipótese de Gaia”] e em um trecho da resposta ele comenta: “O milagre da vida. Olhe esta banana que estou comendo. Prove e você sentirá o poder da vida, da energia cósmica. Esta é uma banana cósmica!”

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