A História e as informações que você sempre quis saber sobre seu Artista/Banda preferidos, Curiosidades, Seleção de grandes sucessos e dos melhores discos de cada banda ou artista citado, comentários dos albúns, Rock Brasileiro e internacional, a melhor reunião de artistas do rock em geral em um só lugar. Tudo isso e muito mais...
1 de setembro de 2011
The Mind's Eye entrevista: Desecrated Sphere
TME: Tendo como base que a banda tomou forma apenas este ano, gostaria que nos contassem um pouco desse processo.
Primeira formação
TME: Andei lendo algumas resenhas e pude observar que a banda vem sendo muito bem aceita, e já considerada uma grande promessa do Death Metal brazuca. Como vocês encaram tudo isso? Vocês esperavam que tivessem uma resposta tão rápida do publico e crítica?
Gustavo Lozano: Estamos bem contentes com a resposta do público e da mídia, mas encaramos com profissionalismo, sempre reconhecendo o que podemos aperfeiçoar em nosso trabalho. Essas críticas nos encorajam a buscar sempre evoluir.
Matéria completa no site do Blog The Mind's Eye
http://nikkury.blogspot.com/2011/08/tme-entrevista-desecrated-sphere.html
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Entrevistas
Total Guitar: os melhores riffs de guitarra do séc. 21
Os 10 melhores riffs segundo a revista são estes:
Muse - Plug In Baby
Velvet Revolver - Slither
Avenged Sevenfold - Afterlife
Dream Theater - The Dark Eternal Night
Muse - Knights of Cydonia
Queens of the Stone Age - No One Knows
White Stripes - Seven Nation Army
Machine Head - Halo
The Killers - Mr Brightside
Avenged Sevenfold - Beast And The Harlot
Velvet Revolver - Slither
Avenged Sevenfold - Afterlife
Dream Theater - The Dark Eternal Night
Muse - Knights of Cydonia
Queens of the Stone Age - No One Knows
White Stripes - Seven Nation Army
Machine Head - Halo
The Killers - Mr Brightside
Avenged Sevenfold - Beast And The Harlot
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Curiosidades do mundo do Rock
Vinil: quem compra é hipster, não audiófilo
Mais um trecho do artigo: “Agora que toda faixa está disponível de graça em serviços de streaming como o Spotify ou através de um site pirata, os fãs de música precisam de algo mais para contar papo. Aquela edição limitada de 12 polegadas em vinil azul translúcido serve pra isso.”
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Curiosidades do mundo do Rock
Mosh Pits: você sabe como eles começaram?

Aparentemente, há uma maneira certa de se conduzir no mosh, com regras não-divulgadas. Mas tal como Barrowman pode testemunhar, nem todo mundo as entende.
O mosh começou no começo dos anos 80 na cena estadunidense de punk hardcore. Uma banda chamada BAD BRAINS costumava gritar para que seu público ‘mash it up’ (algo como ‘batam um contra os outros’). “Mas o vocalista tinha um forte sotaque jamaicano, então as pessoas entendiam ‘mash’ como ‘mosh’”, disse Riches.
Os mosh pits cresceram em popularidade ao longo das duas décadas seguintes e se tornaram um elemento fixo dos shows de metal e punk.
Riches descreve um mosh pit como um espaço em frente de um palco onde um grupo de fãs se junta e forma um pelotão sem nenhum espaço entre seus componentes. Um mosh pit de heavy metal envolve empurrões, pulos e algumas vezes ‘crowd surfing’, enquanto um mosh pit punk envolve mais pulos, deslocamento uniforme e stage diving. O ‘circle pit’ e o ‘wall of death’ são os dois tipos principais de mosh pit. ‘Os circle pits são mais comuns na Europa. Todo mundo corre em círculo e forma um tipo de doughnut,” disse Riches, acrescentando que os headbangers por vezes entram no espaço que sobra no meio e dançam usando suas cabeças.
“No wall of death, dois grupos de pessoas em cada extremidade da pista correm em direção um ao outro, colidem e formam um pit só.”
Existem regras pro moshing, como a proibição de jóias com rebites e pregos, assim como contato sexual. Uma das mais importantes é ajudar alguém que cair.
“O pior é quando você não consegue se levantar quando cai. Você sente mais dor do que prazer,” disse Riches.
Landon, fundador de um blog punk chamado Dead City Press, disse que tal estudo poderia ajudar a educar as pessoas sobre o que é o moshing na verdade.
“Com certeza há conceitos díspares entre o que as pessoas sabem ao entrar no moshing e o que as pessoas sentem com isso,” ele disse, emendando que há uma cortesia no mosh que muitas pessoas desconhecem.
Barrowman disse que ele cresceu em um meio onde as pessoas conheciam tal cortesia e ‘como te erguer e lhe tratar bem’, referindo-se a uma das principais regras que Riches indicou – se alguém sair, levante-o.
“Há muitas pessoas por aí que realmente precisam entender e ouvir algo assim”, disse Barrowman.
Riches descreve o moshing como uma experiência social, algo que não é completamente entendido ou mesmo respeitado por alguns.
“No começo, o moshing pode ser intimidador, assustador, porque é físico e agressivo. Parece violento, mas não gosto de dizer isso porque não é.”
Riches ama moshing porque “há uma sensação de euforia, excitação, comunidade. A energia que a música fornece te joga pro pit,” ele disse.
“É como um voto de confiança. É uma experiência transcendental, você se ente como se você fosse um só, com os outros e com a música.”
Estar no pit “é bom pra mim porque daí eu posso ver a banda”, ela disse, rindo.
Sua experiência favorita no mosh pit foi num show do Slayer no Shaw Conference Centre.
“É esse centro de convenções enorme e toda a pista vira um mosh pit. E foi bem compactado, então alguém do meu tamanho podia se garantir,” disse Riches, uma garota magra de 1m60.
Recentemente, Riches ganhou um prestigiado prêmio do Congresso Canadense de Pesquisa em Lazer pelo trabalho dela sobre o moshing. Ela disse que receber o prêmio por um tema como o dela é importante porque o campo de lazer sempre se concentrou em ‘passatempos de lazer normais’.
“Esse prêmio significa muito pra mim porque ele representa como o lazer está constantemente em expansão, progredindo e sendo desafiado,” disse ela.
A cultura do Moshpit “agora começou a ser levado a sério por teóricos e profissionais do lazer. Uma tomada na direção certa.”
Riches disse que o moshing continua a crescer e se expandir para outros gêneros de música. Ela planeja continuar estudando os mosh pits, o heavy metal e seus fãs na Leeds Metropolitan University, onde ela espera obter seu PhD ano que vem.
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Curiosidades do mundo do Rock
Hoje na história do rock no mundo - 01/09
[01/09/1956] Há 55 anos- Grandes Sucessos e Lançamentos Históricos
Continue lendo:http://www.rockwave.com.br/fatos/#ixzz1WkUVCFdd
Elvis perde a liderança, mas vende 5 milhões
[01/09/1966] Há 45 anos- Grandes Sucessos e Lançamentos HistóricosOs Beach Boys terminam Good Vibrations
[01/09/1966] Há 45 anos- Rádio, TV, Cinema, Livros e RevistasOs Monkees promovem seriado de TV
[01/09/1970] Há 41 anos- Momentos InesquecíveisGene Vincent grava cinco músicas na BBC
[01/09/1978] Há 33 anos- Momentos InesquecíveisTem início a 1ª convenção após a morte de Elvis
[01/09/1979] Há 32 anos- Prisões, Processos e Problemas com a JustiçaJames Brown encrencado com a Justiça
[01/09/1979] Há 32 anos- Shows Históricos e FestivaisINXS faz o primeiro show usando este nome
[01/09/1982] Há 29 anos- Shows Históricos e FestivaisHowie Epstein entra para a banda de Tom Petty
[01/09/1984] Há 27 anos- Rádio, TV, Cinema, Livros e RevistasTina Tuner além da cúpula do trovão
[01/09/1986] Há 25 anos- Momentos InesquecíveisO Madness anuncia o fim da carreira
[01/09/1990] Há 21 anos- Grandes Sucessos e Lançamentos HistóricosO Sonic Youth assina com grande gravadora
[01/09/1990] Há 21 anos- Grandes Sucessos e Lançamentos HistóricosPrince ameniza fracasso de seu filme
[01/09/1990] Há 21 anos- Rádio, TV, Cinema, Livros e RevistasThe Cure faz um especial de quatro horas
[01/09/1992] Há 19 anos- Fatos BizarrosSegurança processa vocal dos Black Crowes
[01/09/1998] Há 13 anos- Fatos BizarrosIan Gillan é acusado de agredir segurança
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Curiosidades do mundo do Rock,
Historia
31 de agosto de 2011
Susie e os Baker Boys (The Fabulous Baker Boys)
SINOPSE
Frank (Beau Bridges) e Jack (Jeff Bridges) são dois irmãos de Seattle que tocam piano juntos desde a infância. Seus shows em bares estão cada vez mais perdendo público e, com isso, eles cada vez menos são chamados para tocar. Na tentativa de reerguer o show, decidem contratar uma cantora para participar do número deles. Após testar sem sucesso 37 candidatas, a dupla acaba encontrando Susie Diamond (Michelle Pfeiffer), uma mulher sensual, desbocada e agressiva que acaba se envolvendo com Jack e cria atritos entre os irmãos.
Título no Brasil: Susie e os Baker Boys
Título Original: The Fabulous Baker Boys
País de Origem: EUA
Gênero: Romance
Tempo de Duração: 108 minutos
Ano de Lançamento: 1989
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.: Editora NBO
Direção: Steve Kloves
- Elenco
Jeff Bridges ... Jack Baker
Michelle Pfeiffer ... Susie Diamond
Beau Bridges ... Frank Baker
Ellie Raab ... Nina
Xander Berkeley ... Lloyd
Dakin Matthews ... Charlie
Ken Lerner ... Ray
Albert Hall ... Henry
Terri Treas ... Girl in Bed
Gregory Itzin ... Vince Nancy
Bradford English ... Earl
David Coburn ... Kid at Vet
Todd Jeffries ... Theo
Gregory James ... Hotel Masseur
Nancy Fish ... Laughing Bar Patron
Beege Barkette ... Waitress
Del Zamora ... Man with Cleaver
Howard Matthew Johnson ... Bathroom Attendant
Stuart Nisbet ... Veterinarian
Robert Henry ... Doorman
Martina Finch ... Bad singer
Winifred Freedman ... Bad singer
Wendy Goldman ... Bad singer
Karen Hartman ... Bad singer
D.D. Howard ... Bad singer
Lisa Raggio ... Bad singer
Vickilyn Reynolds ... Bad singer
Krisie Spear ... Bad singer
Carole Ita White ... Bad singer
Steve Alterman ... Background Voice (voz)
August Bach ... Background Voice
Greg Finley ... Background Voice
J.D. Hall ... Background Voice (voz)
Doris Hess ... Background Voice
Rosanna Huffman ... Background Voice
John Lafayette ... Background Voice (voz)
Tina Lifford ... Background Voice
Arlin Miller ... Background Voice
Paige Pollack ... Background Voice
David Randolph ... Background Voice
Susan Napoli ... Background Voice
Jennifer Tilly ... Blanche 'Monica' Moran
Kirsten Ashley
Helen Kelly ... Piano Bar Patron - Trilha Sonora
“People”
Interpretada por Dave Grusin & John Hammond
Escrita por Jule Styne & Bob Merrill
“Jingle Bells”
Interpretada por Ellie Raab
“The Candy Man”
Interpretada por Jennifer Tilly
Escrita por Leslie Bricusse & Anthony Newley
“The Girl From Ipanema”
Interpretada por Dave Grusin & John Hammond
Escrita por Antonio Carlos Jobim, Norman Gimbel & Vinicius de Moraes
“Up, Up And Away”
Interpretada por D.D. Howard
Escrita por Jimmy Webb
“My Way”
Interpretada por Lisa Raggio
Escrita por Paul Anka, Gilles Thibault, Claude François & Jacques Revaux
“I Go To Rio”
Interpretada por Wendy Goldman
Escrita por Peter Allen & Adrienne Anderson
“Tiny Bubbles”
Interpretada por Carole Ita White
Escrita por Leon Pober
“I'm So Excited”
Interpretada por Krisie Spear e Martina Finch e Vickilyn Reynolds e Karen Hartman
Escrita por Anita Pointer, June Pointer, Ruth Pointer & Trevor Lawrence
“Feelings”
Interpretada por Winifred Freedman e Michelle Pfeiffer Music e Words by Louis Gasté & Morris Albert
“Bluebird”
Escrita por A. Hawkshaw
“More Than You Know”
Interpretada por Michelle Pfeiffer
Escrita por Edward Eliscu, Billy Rose & Vincent Youmans
“Can't Take My Eyes Off You”
Interpretada por Michelle Pfeiffer
Escrita por Bob Crewe & Bob Gaudio
“Jingle Bells”
Escrita por James Pierpont Arranged e Adapted by Jon Charles
“Ten Cents A Dance”
Interpretada por Michelle Pfeiffer, Jeff Bridges & Beau Bridges
Escrita por Richard Rodgers & Lorenz Hart
“Perdido”
Interpretada por The Duke Ellington Orchestra
Escrita por Juan Tizol
“Lullaby Of Birdland”
Interpretada por Louis Spears, Kenny Dennis & Joel Scott
Escrita por George Shearing
“The Look Of Love”
Interpretada por Michelle Pfeiffer
Escrita por Burt Bacharach & Hal David
“Prelude To A Kiss”
Interpretada por The Duke Ellington Orchestra
Escrita por Duke Ellington, Irving Gordon e Irving Mills
“Moonglow”
Interpretada por Benny Goodman Quartet
Escrita por Will Hudson, Edgar De Lange & Irving Mills
“Do Nothin' Till You Hear From Me”
Interpretada por The Duke Ellington Orchestra
Escrita por Duke Ellington & Bob Russell
“Makin' Whoopee”
Interpretada por Michelle Pfeiffer
Escrita por Walter Donaldson & Gus Kahn
“Solitude”
Interpretada por Tony Bennett
Escrita por Duke Ellington, 'Edgar De Lange' & Irving Mills
“Sweet Georgia Brown” Whistler - Rick Riccio
Escrita por Ben Bernie, Maceo Pinkard & Kenneth Casey
“The Pea Song”
Interpretada por Michelle Pfeiffer Words by Steve Kloves
Música de Michelle Pfeiffer
“You're Sixteen”
Interpretada por Jeff Bridges & Beau Bridges Words &
Música de Robert B. Sherman & Richard M. Sherman
“My Funny Valentine”
Interpretada por Michelle Pfeiffer
Escrita por Lorenz Hart & Richard Rodgers
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Filmes sobre Rock
Hoje na história do rock no mundo - 31/08
[31/08/1971] Há 40 anos- Acidentes, Mortes e Tragédias
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Segurança é morto em show do The Who
[31/08/1980] Há 31 anos- Sexo, Rolos e CasamentosKaren Carpenter casa-se em Beverly Hills
[31/08/1985] Há 26 anos- Grandes Sucessos e Lançamentos HistóricosChrissie Hynde e UB40 no topo da parada
[31/08/1985] Há 26 anos- Grandes Sucessos e Lançamentos HistóricosO Dire Straits conquista o mundo
[31/08/1986] Há 25 anos- Sexo, Rolos e CasamentosBob Geldof casa-se com Paula Yates
[31/08/1987] Há 24 anos- Rádio, TV, Cinema, Livros e RevistasMichael Jackson faz clipe de 17 minutos
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