A História e as informações que você sempre quis saber sobre seu Artista/Banda preferidos, Curiosidades, Seleção de grandes sucessos e dos melhores discos de cada banda ou artista citado, comentários dos albúns, Rock Brasileiro e internacional, a melhor reunião de artistas do rock em geral em um só lugar. Tudo isso e muito mais...
6 de março de 2009
Hoje na historia do rock brasileiro - 06/03
06 de março
- 1952: Nasceu o cantor Ritchie em Beckenham, no condado de Kent, ao Sul da Inglaterra. Ritchie fez parte da banda Everyone Involved que chegou a lançar o álbum Either/Or. Ele chegou ao Brasil em setembro de 1972. Em São Paulo formou a banda Escaladácida, mas ficou conhecido quando entrou para a banda carioca Vímana, também com Lulu Santos e Lobão, para cantar e tocar flauta. Mas o grande sucesso veio na carreira solo em 1983, quando lançou a música “Menina Veneno”, grande hit daquele ano.
Veja uma entrevista com Ritchie realizada em 1984 no http://setedoses.blogspot.com
- 1997: A banda paulistana Virgulóides lançou o primeiro disco Virgulóides?. Os destaques são “Segunda-Feira”, “Festa da Dona Teta” e “Bagulho no Bumba” (impulsionado por essa música, o disco vendeu 160 mil cópias). Formação da banda era Henrique Lima (guitarra e vocal), Beto Demoreaux (baixo e vocal) e Paulo Jiraya (bateria, cavaco e vocal).
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/2009/03/06-de-marco.html
- 1952: Nasceu o cantor Ritchie em Beckenham, no condado de Kent, ao Sul da Inglaterra. Ritchie fez parte da banda Everyone Involved que chegou a lançar o álbum Either/Or. Ele chegou ao Brasil em setembro de 1972. Em São Paulo formou a banda Escaladácida, mas ficou conhecido quando entrou para a banda carioca Vímana, também com Lulu Santos e Lobão, para cantar e tocar flauta. Mas o grande sucesso veio na carreira solo em 1983, quando lançou a música “Menina Veneno”, grande hit daquele ano.
Veja uma entrevista com Ritchie realizada em 1984 no http://setedoses.blogspot.com
- 1997: A banda paulistana Virgulóides lançou o primeiro disco Virgulóides?. Os destaques são “Segunda-Feira”, “Festa da Dona Teta” e “Bagulho no Bumba” (impulsionado por essa música, o disco vendeu 160 mil cópias). Formação da banda era Henrique Lima (guitarra e vocal), Beto Demoreaux (baixo e vocal) e Paulo Jiraya (bateria, cavaco e vocal).
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4 de março de 2009
Doisdas Demais

Mais de 20 anos após viverem intensamente o auge do rock'n'roll, duas amigas antes inseparáveis se reencontram quando uma delas precisa de ajuda. Com Goldie Hawn, Susan Sarandon, Geoffrey Rush e Erika Christensen.
Ficha Técnica
Título Original: The Banger Sisters
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 98 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2002
Site Oficial:www2.foxsearchlight.com/thebangersisters/index.html
Estúdio: Fox Searchlight Pictures / Elizabeth Cantillon Productions / Gran Via
Distribuição: 20th Century Fox Film Corporation
Direção: Bob Dolman
Roteiro: Bob Dolman
Produção: Elizabeth Cantillon e Mark Johnson
Música: Trevor Rabin
Fotografia: Karl Walter Lindenlaub
Desenho de Produção: Maia Javan
Direção de Arte: Caty Maxey
Figurino: Jacqueline West
Edição: Aram Nigoghossian
Elenco
Goldie Hawn (Suzette)
Susan Sarandon (Lavinia)
Geoffrey Rush (Harry)
Erika Christensen (Hannah Kingsley)
Robin Thomas (Raymond)
Eva Amurri (Ginger Kingsley)
Matthew Carey (Jules)
Andre Ware (Jake)
Adam Tomei (Dono do clube)
Sinopse
No final da década de 60 era difícil não encontrar Suzette (Goldie Hawn) e Lavinia (Susan Sarandon) junto aos grandes astros do rock'n'roll da época. Apelidadas de "Banger Sisters", elas viveram intensamente este período e tem fotos para provar isto. Porém, mais de 20 depois, a vida de ambas mudou bastante. Lavinia agora é uma pacata dona-de-casa, que serve de exemplo na comunidade onde mora. Já Suzette manteve-se fiel à sua juventude. O tempo afastou ambas, até que Suzette, em dificuldades, resolve recorrer à amiga em busca de apoio.
Premiações
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Atriz - Comédia/Musical (Goldie Hawn).
Curiosidades
- As atrizes Susan Sarandon e Eva Amurri são na verdade mãe e filha. Este é o 5º filme em que atuam juntas, sendo que os demais foram Bob Roberts (1992), Os Últimos Passos de um Homem (1995), Um Beijo Como Resgate (1999) e Em Qualquer Outro Lugar (1999).
- O orçamento de Doidas Demais foi de US$ 10 milhões.
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Hoje na historia do Rock brasileiro - 04/03
04 de março
- 1974: Nasceu, no Rio de Janeiro, Gabriel Contino, mais conhecido como Gabriel O Pensador. Seu primeiro sucesso chegou nas rádios em 1992, a música “Tô Feliz: Matei o Presidente”, uma pesada crítica ao então presidente Fernando Collor e que teve sua execução proibida. Entre seus hits estão “Lôraburra”, “Estudo Errado”, “175 Nada Especial” e “Cachimbo da Paz” (com Lulu Santos).
- 1986: Foi anunciado o fim da banda Metrô. A formação da banda era Zaviê (baixo), Alec (guitarra), Yann (teclado), Virginie (vocal, substituída no 2º disco por Pedro Parq) e Danny (bateria). A banda lançou dois discos: Olhar (1985) e Mão de Mao (1987).
ATENÇÃO - 2003: Morreu de câncer, em Campinas (SP), a cantora Celly Campelo (Célia Campelo Gomes Chacon). Celly gravou seu primeiro disco aos 15 anos, em 1958, juntamente com seu irmão Tony. Foi o maior nome feminino no rock brasileiro o que a levou a ser chamada de ‘mãe do rock’ e eleita a Rainha do Rock no início dos anos 60. No auge de sua carreira, em 1962, abandonou-a para se casar e se tornar dona de casa. Entre seus maiores sucessos estão “Estúpido Cupido”, “Banho de Lua” e “Broto Legal”.
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/2009/03/04-de-marco.html
- 1974: Nasceu, no Rio de Janeiro, Gabriel Contino, mais conhecido como Gabriel O Pensador. Seu primeiro sucesso chegou nas rádios em 1992, a música “Tô Feliz: Matei o Presidente”, uma pesada crítica ao então presidente Fernando Collor e que teve sua execução proibida. Entre seus hits estão “Lôraburra”, “Estudo Errado”, “175 Nada Especial” e “Cachimbo da Paz” (com Lulu Santos).
- 1986: Foi anunciado o fim da banda Metrô. A formação da banda era Zaviê (baixo), Alec (guitarra), Yann (teclado), Virginie (vocal, substituída no 2º disco por Pedro Parq) e Danny (bateria). A banda lançou dois discos: Olhar (1985) e Mão de Mao (1987).
ATENÇÃO - 2003: Morreu de câncer, em Campinas (SP), a cantora Celly Campelo (Célia Campelo Gomes Chacon). Celly gravou seu primeiro disco aos 15 anos, em 1958, juntamente com seu irmão Tony. Foi o maior nome feminino no rock brasileiro o que a levou a ser chamada de ‘mãe do rock’ e eleita a Rainha do Rock no início dos anos 60. No auge de sua carreira, em 1962, abandonou-a para se casar e se tornar dona de casa. Entre seus maiores sucessos estão “Estúpido Cupido”, “Banho de Lua” e “Broto Legal”.
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/2009/03/04-de-marco.html
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2 de março de 2009
Discos Marcantes do The Smiths III

Strangeways, Here We Come foi o último álbum inédito da banda inglesa The Smiths. Lançado em 1987, trás os sucessos Girlfriend in a Coma, Last Night I Dreamt That Somebody Love Me e Stop Me If You Think You´re Hearded This One Before.
Um final em grande estilo, como merecia o fim de umas das mais poderosas parcerias do rock...mesmo que no futuro tivesse outras contribuicoes...nada voltaria a ser como antes.
Músicas
1. A Rush and a Push and the Land Is Ours
2. I Started Something I Couldn´t Finish
3. Death of a Dance Disco
4. Girlfriend in a Coma
5. Stop Me If You Think You´ve Heard This One Before
6. Last Night I Dreamt That Somebody Love Me
7. Unhappy Birthday
8. Paint a Vulgar Picture
9. Death on One´s Elbow
10. I Won´t Share You
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Discos
Discos Marcantes do The Smiths II

The Queen is Dead é o penúltimo álbum da banda inglesa The Smiths, lançado em 1985/1986. A capa é uma foto de Alain Delon datada de 1965, como se estivesse morto. Para os Smiths significava o fim de um período marcado pelo tédio, seria a libertação das tradições aristocráticas da Inglaterra. The Queen is Dead marca o auge criativo da banda, sendo aclamado até hoje como um dos melhores discos de todos os tempos.Ja esta dito tudo sobre este disco...
Músicas
1. The Queen Is Dead
2. Frankly, Mr. Shankly
3. I Know It's Over
4. Never Had No One Ever
5. Cemetery Gates
6. Bigmouth Strikes Again
7. The Boy With The Thorn In his side
8. Vicar In A Tutu
9. There Is A Light That Never Goes Out
10. Some Girls Are Bigger Than Others
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Discos
Discos Marcantes do The Smiths

Meat Is Murder é o segundo álbum de estúdio da banda The Smiths, lançado em fevereiro de 1985. Se tornou o único lançamento original da banda a atingir No. 1 no Reino Unido. Nos Estados Unidos, o álbum alcançou a posição No. 110.
Este disco mostra o inicio do estrelato de uma banda que ficou marcada na historia, principalmente pela dupla explosiva de letra e melodia - Morrisey e Marr
Músicas
Todas as letras foram escritas por Morrissey/Marr.
Lado A
1. "The Headmaster Ritual" (4:52)
2. "Rusholme Ruffians" (4:20)
3. "I Want the One I Can't Have" (3:14)
4. "What She Said" (2:42)
5. "That Joke Isn't Funny Anymore" (4:59)
Lado B
1. "How Soon Is Now?" (6:46) (somente em algumas versões)
2. "Nowhere Fast" (2:37)
3. "Well I Wonder" (4:00)
4. "Barbarism Begins at Home" (6:57)
5. "Meat Is Murder" (6:06)
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Discos
Grease - Nos Tempos da Brilhantina

Ao som de muito rock'n'roll um casal de jovens apaixonado enfrenta os problemas típicos dos adolescentes dos anos 50. Dirigido por Randal Kleiser (A Lagoa Azul) e com John Travolta, Olivia Newton-John e Stockard Channing no elenco. Recebeu uma indicação ao Oscar.
Ficha Técnica
Título Original: Grease
Gênero: Musical
Tempo de Duração: 110 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1978
Site Oficial: www.greasemovie.com
Estúdio: Paramount Pictures
Distribuição: UIP
Direção: Randal Kleiser
Roteiro: Bronte Woodard e Allan Carr, baseado em peça teatral de Jim Jacobs e Warren Casey
Produção: Allan Carr e Robert Stigwood
Música: Warren Casey, John Farrar, Barry Gibb, Jim Jacobs, Bill Oakes e Louis St. Louis
Fotografia: Bill Butler
Desenho de Produção: Philip M. Jefferis
Figurino: Albert Wolsky
Edição: John F. Burnett
Elenco
John Travolta (Daniel "Danny" Zuko)
Olivia Newton-John (Sandra "Sandy" Olsen)
Stockard Channing (Elizabeth "Betty" Rizzo)
Jeff Conaway (Kenickie)
Barry Pearl (Doody)
Michael Tucci (Sonny)
Kelly Ward (Putzie)
Didi Conn (Frenchy)
Jamie Donnelly (Jan)
Dinah Manoff (Marty Maraschino)
Eve Arden (Diretora McGee)
Edd Byrnes (Vincient "Vince" Fontaine)
Sid Caesar (Técnico Calhoun)
Susan Buckner (Patricia "Patty" Simcox)
Lorenzo Lamas (Thomas "Tom" Chisum)
Michael Biehn
Sinopse
Na Califórnia na década de 50, Danny (John Travolta) e Sandy (Olivia Newton-John), um casal de estudantes, trocam juras de amor mas se separam, pois ela voltará para a Austrália. Entretanto, os planos mudam e Sandy por acaso se matricula na escola de Danny. Para fazer gênero ele infantilmente lhe dá uma esnobada, mas os dois continuam apaixonados, apesar do relacionamento ter ficado em crise. Esta trama serve como pano de fundo para retratar o comportamento dos jovens da época.
Premiações
- Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Canção Original ("Hopelessly Devoted to You").
- Recebeu 5 indicações ao Globo de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Comédia/Musical, Melhor Ator - Comédia/Musical (John Travolta), Melhor Atriz - Comédia/Musical (Olivia Newton-John) e Melhor Canção Original ("Grease" e "You're the One that I Want").
Curiosidades
- A atriz Marie Osmond recusou a personagem Sandy, abrindo então espaço para a contratação de Olivia Newton-John.
- Este é o 1º de 2 filmes em que John Travolta e Olivia Newton-John atuam juntos. O posterior foi Embalos a Dois (1983).
- Durante as filmagens o ator Jeff Conaway teve que andar levemente inclinado, de forma a fazer com que o personagem de John Travolta parecesse mais alto que ele.
- O orçamento de Grease foi de US$ 6 milhões, sendo que o filme arrecadou mais de US$ 360 milhões nas bilheterias de todo o planeta.
- Seguido por Grease 2 - Os Tempos da Brilhantina Voltaram (1982)
(Fonte: www.adorocinema.com).
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Filmes sobre Rock
Elvis lidera ranking de personalidades mortas que mais lucram
O rei do rock & roll, Elvis Presley, recuperou seu trono tirado no ano passado por Kurt Cobain, o vocalista do Nirvana, como a celebridade já morta que mais dinheiro rendeu nos últimos 12 meses.
Trinta anos após sua morte, e segundo uma lista elaborada anualmente pela revista Forbes, a lendária figura do cantor, morto aos 42 anos, gerou no último ano US$ 49 milhões, sete mais que um ano antes.
Ele foi seguido de perto por outro músico, John Lennon, que, quase 27 anos após seu assassinato, gerou US$ 44 milhões em só um ano, quase o dobro que 12 meses antes.
O terceiro da lista é o desenhista Charles M. Schulz, o criador de Snoopy, que rendeu US$ 35 milhões, exatamente a mesma quantia que no ano anterior, o que lhe permitiu manter seu posto sete anos após sua morte.
Com essa exceção, a lista dos mortos que mais dinheiro geram continua com outros músicos, com George Harrison na quarta colocação, com US$ 22 milhões seis anos após sua morte.
Em quinto, outro clássico, Albert Einstein, um dos que mais tempo está morto (52 anos), mas sua imagem de cientista ainda é capaz de gerar US$ 18 milhões ao ano.
Ele é seguido pelo rei da arte pop, Andy Warhol (US$ 15 milhões), o autor de teatro Theodor Geisel (US$ 13 milhões), o músico Tupac Shakur (US$ 9 milhões), a atriz Marilyn Monroe (US$ 7 milhões), o ator Steve McQueen (US$ 6 milhões), os músicos James Brown (US$ 5 milhões) e Bob Marley (US$ 4 milhões) e o ator James Dean (US$ 3,5 milhões).
As 13 celebridades incluídas na lista da Forbes geraram juntas US$ 232 milhões nos últimos 12 meses.
fonte:http://lidianne-mattiello.blogspot.com/2009/02/elvis-lidera-ranking-de-personalidades.html
Trinta anos após sua morte, e segundo uma lista elaborada anualmente pela revista Forbes, a lendária figura do cantor, morto aos 42 anos, gerou no último ano US$ 49 milhões, sete mais que um ano antes.
Ele foi seguido de perto por outro músico, John Lennon, que, quase 27 anos após seu assassinato, gerou US$ 44 milhões em só um ano, quase o dobro que 12 meses antes.
O terceiro da lista é o desenhista Charles M. Schulz, o criador de Snoopy, que rendeu US$ 35 milhões, exatamente a mesma quantia que no ano anterior, o que lhe permitiu manter seu posto sete anos após sua morte.
Com essa exceção, a lista dos mortos que mais dinheiro geram continua com outros músicos, com George Harrison na quarta colocação, com US$ 22 milhões seis anos após sua morte.
Em quinto, outro clássico, Albert Einstein, um dos que mais tempo está morto (52 anos), mas sua imagem de cientista ainda é capaz de gerar US$ 18 milhões ao ano.
Ele é seguido pelo rei da arte pop, Andy Warhol (US$ 15 milhões), o autor de teatro Theodor Geisel (US$ 13 milhões), o músico Tupac Shakur (US$ 9 milhões), a atriz Marilyn Monroe (US$ 7 milhões), o ator Steve McQueen (US$ 6 milhões), os músicos James Brown (US$ 5 milhões) e Bob Marley (US$ 4 milhões) e o ator James Dean (US$ 3,5 milhões).
As 13 celebridades incluídas na lista da Forbes geraram juntas US$ 232 milhões nos últimos 12 meses.
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Curiosidades do mundo do Rock
Historia do Rock brasileiro - 01/03
1º de março
ATENÇÃO - 1982: Entrou no ar a rádio rock Fluminense FM, mais conhecida como “A Maldita”, idealizada pelos jornalistas Luiz Antônio Mello e Samuel Wainer Filho. Junto com o Circo Voador, a Fluminense foi fundamental para a geração 80 do rock/pop brasileiro. Foi a primeira rádio a tocar e divulgar bandas como Paralamas do Sucesso, Kid Abelha, Barão Vermelho, Legião Urbana, Biquini Cavadão, Titãs, Ira!, Ultraje à Rigor entre outras tantas. Ela ficou no ar até 30 setembro de 1994. Anos depois voltou como AM.
ATENÇÃO - 1987: O Cólera iniciou sua turnê européia. Foram cinco meses e 56 shows. A banda tocou na Espanha, França, Alemanha, Noruega, Holanda, Suíça, Áustria, entre outros. O último show dessa turnê rolou em 23 de julho. Foi a primeira banda brasileira a fazer uma excursão pela Europa.
- 1989: O Ultraje à Rigor lançou o terceiro disco Crescendo. Os destaques são “O Chiclete”, “Santa Inocência”, “Filha da Puta”, “Ricota” e a faixa título. Grande disco..
eu sei que hj e dia 2...e sei tb q faz tempo q naum posto...por isso vamos comecar bem...rs
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
ATENÇÃO - 1982: Entrou no ar a rádio rock Fluminense FM, mais conhecida como “A Maldita”, idealizada pelos jornalistas Luiz Antônio Mello e Samuel Wainer Filho. Junto com o Circo Voador, a Fluminense foi fundamental para a geração 80 do rock/pop brasileiro. Foi a primeira rádio a tocar e divulgar bandas como Paralamas do Sucesso, Kid Abelha, Barão Vermelho, Legião Urbana, Biquini Cavadão, Titãs, Ira!, Ultraje à Rigor entre outras tantas. Ela ficou no ar até 30 setembro de 1994. Anos depois voltou como AM.
ATENÇÃO - 1987: O Cólera iniciou sua turnê européia. Foram cinco meses e 56 shows. A banda tocou na Espanha, França, Alemanha, Noruega, Holanda, Suíça, Áustria, entre outros. O último show dessa turnê rolou em 23 de julho. Foi a primeira banda brasileira a fazer uma excursão pela Europa.
- 1989: O Ultraje à Rigor lançou o terceiro disco Crescendo. Os destaques são “O Chiclete”, “Santa Inocência”, “Filha da Puta”, “Ricota” e a faixa título. Grande disco..
eu sei que hj e dia 2...e sei tb q faz tempo q naum posto...por isso vamos comecar bem...rs
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Curiosidades do mundo do Rock,
Historia
20 de fevereiro de 2009
Hoje na historia do Rock brasileiro - 20/02
20 de fevereiro
- 1963: Nasceu Ronaldo Caldas Pereira, produtor e ex-baterista da banda brasiliense Finis Africae. Em 1987 o Finis lançou um único disco pela EMI e o destaque é “Armadilha”. Em 1993 abriu o estúdio Groove, onde produziu várias demos de bandas do underground carioca como Second Come e Dash. Foi produtor executivo dos discos Usuário e Os Cães Ladram e a Caravana Não Pára, ambos do Planet Hemp. Também fez produção executiva para Acabou La Tequila e produziu shows do Planet, Acabou La Tequila, Autoramas, Cláudio Zoli, Sandra de Sá, Ultramen, entre outros. Grande abraço!
- 1978: Nasceu Ronaldo Ferreira Spinola, mais conhecido como Portoga, ex-baixista da banda paulistana CPM22.
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
- 1963: Nasceu Ronaldo Caldas Pereira, produtor e ex-baterista da banda brasiliense Finis Africae. Em 1987 o Finis lançou um único disco pela EMI e o destaque é “Armadilha”. Em 1993 abriu o estúdio Groove, onde produziu várias demos de bandas do underground carioca como Second Come e Dash. Foi produtor executivo dos discos Usuário e Os Cães Ladram e a Caravana Não Pára, ambos do Planet Hemp. Também fez produção executiva para Acabou La Tequila e produziu shows do Planet, Acabou La Tequila, Autoramas, Cláudio Zoli, Sandra de Sá, Ultramen, entre outros. Grande abraço!
- 1978: Nasceu Ronaldo Ferreira Spinola, mais conhecido como Portoga, ex-baixista da banda paulistana CPM22.
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19 de fevereiro de 2009
Controle - A História de Ian Curtis

A história de Ian Curtis, vocalista da banda Joy Division, que se suicidou aos 23 anos. Com Samantha Morton.
Ficha Técnica
Título Original: Control
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 121 minutos
Ano de Lançamento (EUA / Inglaterra): 2007
Site Oficial: www.controlthemovie.com
Estúdio: Becker Films International / NorthSae / EM Media / Claraflora
Distribuição: The Weinstein Company / Daylight Filmes
Direção: Anton Corbijn
Roteiro: Matt Greenhalgh, baseado em livro de Deborah Curtis
Produção: Anton Corbijn, Todd Eckert e Orian Williams
Fotografia: Martin Ruhe
Desenho de Produção: Chris Roope
Direção de Arte: Philip Elton
Figurino: Julian Day
Edição: Andrew Hulme
Efeitos Especiais: The Chimney Pot AB
Elenco
Sam Riley (Ian Curtis)
Samantha Morton (Deborah Curtis)
Craig Parkinson (Tony Wilson)
Joe Anderson (Peter Hook)
Nicola Harrison (Corrine Lewis)
Toby Kebbell (Rob Gretton)
Alexandra Maria Lara (Annik Honoré)
Matthew McNulty (Nick Jackson)
Ben Naylor (Martin Hannett)
James Anthony Pearson (Bernard Sumner)
Tim Plester (Earnest Richards)
Robert Shelly (Twinny)
Andrew Sheridan (Terry Mason)
Harry Treadaway (Stephen Morris)
Nigel Harris
Sinopse
Os últimos anos da vida de Ian Curtis (Sam Riley), vocalista da lendária banda inglesa Joy Division. Curtis, que teve uma trajetória curta e intensa, ficou famoso por seu talento de letrista e por suas performances épicas à frente da banda. Sofrendo com os ataques de epilepsia, sem saber como lidar com o seu talento e dividido entre o amor por sua mulher e filha e um caso extraconjugal, ele se enforcou em 18 de maio de 1980, aos 23 anos.
Premiações
- Ganhou o BAFTA de Melhor Revelação (Matt Greenhalgh), além de ter sido indicado nas categorias de Melhor Filme Britânico e Melhor Atriz Coadjuvante (Samantha Morton).
- Ganhou uma Menção Especial, no Festival de Cannes.
Curiosidades
- Como as canções do Joy Division são bem simples, os atores que interpretam os integrantes da banda aprenderam a tocá-las. As cenas vistas no filme são com os próprios atores tocando e cantando.
- Exibido na mostra Midnight Movies, no Festival do Rio 2007.
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Filmes sobre Rock
Hoje na historia do Rock brasileiro - 19/02
19 de fevereiro
- 1952: Nasceu Evandro Nahid de Mesquita, ator, diretor, roteirista e vocalista e líder da Blitz. Em 1986 após o final da banda, Mesquita saiu em carreira solo, mas acabou se firmando como roteirista e ator. Hoje a Blitz está na ativa e faz shows esporádicos, inclusive com integrantes originais além de Evandro.
ATENÇÃO - 1981: Depois de cinco ensaios, a Blitz fez sua estréia no Bar Caribe (RJ). O nome da banda foi idéia de Lobão, quando ainda era baterista da banda.
ATENÇÃO - 1992: Morreu o cantor, ator e apresentador Sérgio Murilo, o primeiro eleito pela Revista do Rock o Rei do Rock no Brasil. Sérgio começou a carreira aos 12 anos apresentando um programa infantil na TV Rio e passou a cantar em várias rádios até ser contratado pela Columbia, lançando seu primeiro compacto em 1959. Alcançou sucesso com a música “Marcianita”, versão de um sucesso da música italiana. Entre outros sucessos estão “Broto Legal” e “ Rock da Morte”. Também apresentou o programa Alô Brotos, da TV Tupi, ao lado de Sônia Delfino.
- 2000: O cantor e compositor Marcelo Nova (ex-Camisa de Vênus) lançou o disco ao vivo Grampeado em Público Volume 1 e 2. Os destaques são “Gotham City”, “Bete Morreu”, “Faça a Coisa Certa”, entre outros sucessos.
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
- 1952: Nasceu Evandro Nahid de Mesquita, ator, diretor, roteirista e vocalista e líder da Blitz. Em 1986 após o final da banda, Mesquita saiu em carreira solo, mas acabou se firmando como roteirista e ator. Hoje a Blitz está na ativa e faz shows esporádicos, inclusive com integrantes originais além de Evandro.
ATENÇÃO - 1981: Depois de cinco ensaios, a Blitz fez sua estréia no Bar Caribe (RJ). O nome da banda foi idéia de Lobão, quando ainda era baterista da banda.
ATENÇÃO - 1992: Morreu o cantor, ator e apresentador Sérgio Murilo, o primeiro eleito pela Revista do Rock o Rei do Rock no Brasil. Sérgio começou a carreira aos 12 anos apresentando um programa infantil na TV Rio e passou a cantar em várias rádios até ser contratado pela Columbia, lançando seu primeiro compacto em 1959. Alcançou sucesso com a música “Marcianita”, versão de um sucesso da música italiana. Entre outros sucessos estão “Broto Legal” e “ Rock da Morte”. Também apresentou o programa Alô Brotos, da TV Tupi, ao lado de Sônia Delfino.
- 2000: O cantor e compositor Marcelo Nova (ex-Camisa de Vênus) lançou o disco ao vivo Grampeado em Público Volume 1 e 2. Os destaques são “Gotham City”, “Bete Morreu”, “Faça a Coisa Certa”, entre outros sucessos.
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
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Historia
18 de fevereiro de 2009
Sign of the horns: o sinal do Demônio
Suas origens podem ser traçadas até a Grécia antiga e, na Roma antiga, era conhecido como o gesto da personagem "Vorena the Elder" e simbolizava uma maldição. Ele é feito estendendo-se o indicador e o mínimo enquanto o médio e o anular são segurados para baixo com o polegar.
Esse gesto também possui vários significados nas subculturas do Heavy Metal e do Rock, onde é conhecido por vários termos: sinal do demônio, chifres do demônio, chifres do bode, chifres do metal, chifres pra cima, o grito do metal, o sinal do metal, dedos pra cima, mostrar o bode, sacudir o bode, sinal do bode, mostrar os chifres, dedos do mal, os chifres, garfo, o punho do metal, o punho do rock ou o sinal “Rock on!”.
Referências em capas de álbuns
Na capa do álbum “Yellow Submarine” (1969), a mão direita do desenho de John Lennon faz o sinal acima da cabeça de Paul McCartney. Para muitos fãs, essa é uma das muitas pistas de que “Paul está morto”. Entretanto, é provável que o cartunista desenhou de forma errada o sinal de “Eu te amo” ou usou uma perspectiva que faz parecer que o polegar está dobrado (o que diferencia o sinal de amor dos cifres). No encarte do mesmo álbum Lennon aparecer fazendo o sinal de "Eu te amo".
Um artigo de 31 de março de 1985 da revista Circus, assinado por Ben Liemer, afirma que Gene Simmons, do KISS, foi influenciado por Blackie Lawless, do W.A.S.P., em 1977 após assistir a um show da banda Sister em Los Angeles. Blackie havia encontrado uma saudação de mão conhecida como "corna" em um livro sobre ocultismo e começou a usá-la em suas apresentações ao vivo.
Gene Simmons aparece fazendo o sinal com sua mão esquerda na capa do álbum "Love Gun", lançado pelo Kiss em 1977, mas, na verdade, está fazendo o sinal que, na linguagem norte-americana de sinais, significa amor. Simmons depois declarou, principalmente na parte "Satan's Top 40" do filme “Little Nicky”, que ele toca seu baixo com a palheta em seus dois dedos do meio de forma que, quando ele levanta sua mão, ele automaticamente faz os chifres.
Frank Zappa pode ser visto fazendo o gesto no filme “Baby Snakes”, de 1977.
Muito antes, uma banda de rock psicodélico-ocultista de Chicago, Coven, liderada pela cantora Jinx Dawson, lançou em 1969 o álbum "Witchcraft Destroys Minds and Reaps Souls", pela Mercury Records, e que mostrava no verso da capa os membros da banda Coven fazendo o “sinal do demônio” corretamente e incluía ainda um pôster de uma missa negra mostrando os membros em um ritual fazendo o sinal. Desde 1968, os shows do Coven sempre começavam e acabavam com Jinx fazendo o “sinal do demônio” no palco. O que é interessante é que o Coven fazia turnês com grupos como os Yardbirds, de Jimmy Page, o então “glam rocker” Alice Cooper e Vanilla Fudge, que contava com Carmine Appice, irmão mais velho de Vinnie Appice, da banda Dio. Curiosamente, a banda também gravou uma música chamada “Black Sabbath” em seu álbum de 1969 e um dos membros da banda chamava-se Oz Osborne, e não Ozzy Osbourne, que já fazia fama com o Black Sabbath. Os chifres ficaram famosos em shows de metal logo após a primeira turnê do Black Sabbath com Dio.
A opinião de quem popularizou o símbolo
Ronnie James Dio ficou conhecido por popularizar o sinal dos chifres no heavy metal. Sua avó italiana costumava usá-lo para afastar o mau-olhado (que é conhecido como "malocchio" ou "moloch", termo que Dio usa para o gesto). Dio começou a usar o gesto após entrar para o Black Sabbath (em 1979). O vocalista anterior, Ozzy Osbourne, era bastante conhecido por usar o sinal de “paz” nos shows, levantando o dedo indicador e o médio em forma de “V”. Dio, tentando se identificar com os fãs, também quis usar um gesto de mão. Entretanto, como não queria copiar Osbourne, ele escolheu usar o sinal que sua avó sempre fazia.
De uma entrevista com Ronnie James Dio para o site Metal-Rules.com:
Metal-Rules.com – "Eu gostaria de perguntar a você sobre algo que as pessoas já te perguntaram mas que, sem dúvida, continuarão a comentar, que é o sinal criado levantando-se o indicador e o dedo mínimo. Alguns chamam de “mão do demônio” ou “olho do mal”. Gostaria de saber se você foi o primeiro a introduzir isso no mundo do metal e o que esse símbolo representa para você.
R. J. Dio – “Duvido muito que eu tenha sido o primeiro a fazer isso. É como dizer que eu inventei a roda. Tenho certeza de que alguém já tinha feito isso antes. Acho que você deveria dizer que eu o popularizei. Eu o usei tanto e tantas vezes que se tornou minha marca registrada, até que os fãs da Britney Spears quiseram fazer também... Então acho que com isso acabou perdendo o seu significado. Mas foi... eu estava no Sabbath nessa época. Era um símbolo que eu achava que refletia aquilo que a banda deveria representar. Mas NÃO é o símbolo do demônio como se estivéssemos aqui com ele. É um símbolo italiano que aprendi com minha avó e que se chamava "Malocchio". Serve para afastar o mau-olhado ou para fazer o mau-olhado, dependendo de como você o faz. Trata-se apenas de um símbolo mas tem encantos mágicos e atitudes e acho que funcionou bem com o Sabbath. Então fiquei bastante conhecido por isso e depois todos começaram a fazer a mesma coisa. Mas eu nunca diria que eu tenho crédito por ter sido o primeiro a fazer isso. Mas eu o usei tanto que acabou se tornando um tipo de símbolo do rock and roll”.
Algo a ser usado apenas em situações específicas?
Qualquer que tenha sido a sua origem na cena heavy metal, os fãs de metal adotaram o gesto como um símbolo vago de misticismo, ou simplesmente “o modo de ser do metal”, e em pouco tempo tornou-se tão comum em shows como o “headbanging”. Mas o gesto tem se espalhado além do metal para todas as formas de rock e agora está sendo usado em quase tudo. No rock, o gesto é interpretado como algo positivo, tipo "Rock on" (N: algo como “o rock sempre”). Ele é usado simplesmente para comunicar para a banda no palco (quase sempre uma banda de heavy metal) que você está gostando do show e da música.
Sacudir os chifres é um gesto sério e os “metal heads” mais radicais insistem que ele somente pode ser usado em situações apropriadas, ou para uma banda apropriada. Em geral, muitos na comunidade “metal head” acham que o gesto está sendo banalizado e comercializado. Além disso, muitos “metal heads” alegam que, como o gesto se originou no heavy metal, usá-lo no rock ou em qualquer outro gênero de música é inapropriado. Há até mesmo um grupo popular no site Facebook chamado "Do Not Use the Horns Unless You are Metal" (N: “Não use os chifres a menos que você seja fã de metal”) que afirma que (fora dos eventos esportivos dos Texas Longhorns, da Universidade do Texas) "Se sua cabeça não estiver chacoalhando, não use os chifres!”.
As versões ASCII
Os fãs de rock usam o gesto de mãos em conversas eletrônicas, para identificar grupos. É comum expressá-lo com as letras "l", "m" e "l" juntas (outras variações incluem "\\", "m" e "/" para formar \\m/). O símbolo \\m/ supostamente lembra um dos formatos dos dedos no gesto real. Muitas variantes podem ser usadas, mas todas representam o dedos indicador e o mínimo com caracteres longos, com o dedo médio e o anular representados por caracteres menores e, às vezes, com a adição de um caractere representando o polegar.
Isso chegou até a ser parodiado, quando algo que poder ser considerado “metal” pode ser (possivelmente de forma irônica) saudado com os chifres ou marcado com o caractere ASCII equivalentes. Algo considerado extremamente “metal” poderia ser chamado de “metal demais para uma só mão” e saudado colocando-se os punhos juntos e os dedos mínimos levantados – ambas as mãos formando um grande “bode”. Isso seria escrito como \\mm/ em ASCII.
fonte:whiplash
Esse gesto também possui vários significados nas subculturas do Heavy Metal e do Rock, onde é conhecido por vários termos: sinal do demônio, chifres do demônio, chifres do bode, chifres do metal, chifres pra cima, o grito do metal, o sinal do metal, dedos pra cima, mostrar o bode, sacudir o bode, sinal do bode, mostrar os chifres, dedos do mal, os chifres, garfo, o punho do metal, o punho do rock ou o sinal “Rock on!”.
Referências em capas de álbuns
Na capa do álbum “Yellow Submarine” (1969), a mão direita do desenho de John Lennon faz o sinal acima da cabeça de Paul McCartney. Para muitos fãs, essa é uma das muitas pistas de que “Paul está morto”. Entretanto, é provável que o cartunista desenhou de forma errada o sinal de “Eu te amo” ou usou uma perspectiva que faz parecer que o polegar está dobrado (o que diferencia o sinal de amor dos cifres). No encarte do mesmo álbum Lennon aparecer fazendo o sinal de "Eu te amo".
Um artigo de 31 de março de 1985 da revista Circus, assinado por Ben Liemer, afirma que Gene Simmons, do KISS, foi influenciado por Blackie Lawless, do W.A.S.P., em 1977 após assistir a um show da banda Sister em Los Angeles. Blackie havia encontrado uma saudação de mão conhecida como "corna" em um livro sobre ocultismo e começou a usá-la em suas apresentações ao vivo.
Gene Simmons aparece fazendo o sinal com sua mão esquerda na capa do álbum "Love Gun", lançado pelo Kiss em 1977, mas, na verdade, está fazendo o sinal que, na linguagem norte-americana de sinais, significa amor. Simmons depois declarou, principalmente na parte "Satan's Top 40" do filme “Little Nicky”, que ele toca seu baixo com a palheta em seus dois dedos do meio de forma que, quando ele levanta sua mão, ele automaticamente faz os chifres.
Frank Zappa pode ser visto fazendo o gesto no filme “Baby Snakes”, de 1977.
Muito antes, uma banda de rock psicodélico-ocultista de Chicago, Coven, liderada pela cantora Jinx Dawson, lançou em 1969 o álbum "Witchcraft Destroys Minds and Reaps Souls", pela Mercury Records, e que mostrava no verso da capa os membros da banda Coven fazendo o “sinal do demônio” corretamente e incluía ainda um pôster de uma missa negra mostrando os membros em um ritual fazendo o sinal. Desde 1968, os shows do Coven sempre começavam e acabavam com Jinx fazendo o “sinal do demônio” no palco. O que é interessante é que o Coven fazia turnês com grupos como os Yardbirds, de Jimmy Page, o então “glam rocker” Alice Cooper e Vanilla Fudge, que contava com Carmine Appice, irmão mais velho de Vinnie Appice, da banda Dio. Curiosamente, a banda também gravou uma música chamada “Black Sabbath” em seu álbum de 1969 e um dos membros da banda chamava-se Oz Osborne, e não Ozzy Osbourne, que já fazia fama com o Black Sabbath. Os chifres ficaram famosos em shows de metal logo após a primeira turnê do Black Sabbath com Dio.
A opinião de quem popularizou o símbolo
Ronnie James Dio ficou conhecido por popularizar o sinal dos chifres no heavy metal. Sua avó italiana costumava usá-lo para afastar o mau-olhado (que é conhecido como "malocchio" ou "moloch", termo que Dio usa para o gesto). Dio começou a usar o gesto após entrar para o Black Sabbath (em 1979). O vocalista anterior, Ozzy Osbourne, era bastante conhecido por usar o sinal de “paz” nos shows, levantando o dedo indicador e o médio em forma de “V”. Dio, tentando se identificar com os fãs, também quis usar um gesto de mão. Entretanto, como não queria copiar Osbourne, ele escolheu usar o sinal que sua avó sempre fazia.
De uma entrevista com Ronnie James Dio para o site Metal-Rules.com:
Metal-Rules.com – "Eu gostaria de perguntar a você sobre algo que as pessoas já te perguntaram mas que, sem dúvida, continuarão a comentar, que é o sinal criado levantando-se o indicador e o dedo mínimo. Alguns chamam de “mão do demônio” ou “olho do mal”. Gostaria de saber se você foi o primeiro a introduzir isso no mundo do metal e o que esse símbolo representa para você.
R. J. Dio – “Duvido muito que eu tenha sido o primeiro a fazer isso. É como dizer que eu inventei a roda. Tenho certeza de que alguém já tinha feito isso antes. Acho que você deveria dizer que eu o popularizei. Eu o usei tanto e tantas vezes que se tornou minha marca registrada, até que os fãs da Britney Spears quiseram fazer também... Então acho que com isso acabou perdendo o seu significado. Mas foi... eu estava no Sabbath nessa época. Era um símbolo que eu achava que refletia aquilo que a banda deveria representar. Mas NÃO é o símbolo do demônio como se estivéssemos aqui com ele. É um símbolo italiano que aprendi com minha avó e que se chamava "Malocchio". Serve para afastar o mau-olhado ou para fazer o mau-olhado, dependendo de como você o faz. Trata-se apenas de um símbolo mas tem encantos mágicos e atitudes e acho que funcionou bem com o Sabbath. Então fiquei bastante conhecido por isso e depois todos começaram a fazer a mesma coisa. Mas eu nunca diria que eu tenho crédito por ter sido o primeiro a fazer isso. Mas eu o usei tanto que acabou se tornando um tipo de símbolo do rock and roll”.
Algo a ser usado apenas em situações específicas?
Qualquer que tenha sido a sua origem na cena heavy metal, os fãs de metal adotaram o gesto como um símbolo vago de misticismo, ou simplesmente “o modo de ser do metal”, e em pouco tempo tornou-se tão comum em shows como o “headbanging”. Mas o gesto tem se espalhado além do metal para todas as formas de rock e agora está sendo usado em quase tudo. No rock, o gesto é interpretado como algo positivo, tipo "Rock on" (N: algo como “o rock sempre”). Ele é usado simplesmente para comunicar para a banda no palco (quase sempre uma banda de heavy metal) que você está gostando do show e da música.
Sacudir os chifres é um gesto sério e os “metal heads” mais radicais insistem que ele somente pode ser usado em situações apropriadas, ou para uma banda apropriada. Em geral, muitos na comunidade “metal head” acham que o gesto está sendo banalizado e comercializado. Além disso, muitos “metal heads” alegam que, como o gesto se originou no heavy metal, usá-lo no rock ou em qualquer outro gênero de música é inapropriado. Há até mesmo um grupo popular no site Facebook chamado "Do Not Use the Horns Unless You are Metal" (N: “Não use os chifres a menos que você seja fã de metal”) que afirma que (fora dos eventos esportivos dos Texas Longhorns, da Universidade do Texas) "Se sua cabeça não estiver chacoalhando, não use os chifres!”.
As versões ASCII
Os fãs de rock usam o gesto de mãos em conversas eletrônicas, para identificar grupos. É comum expressá-lo com as letras "l", "m" e "l" juntas (outras variações incluem "\\", "m" e "/" para formar \\m/). O símbolo \\m/ supostamente lembra um dos formatos dos dedos no gesto real. Muitas variantes podem ser usadas, mas todas representam o dedos indicador e o mínimo com caracteres longos, com o dedo médio e o anular representados por caracteres menores e, às vezes, com a adição de um caractere representando o polegar.
Isso chegou até a ser parodiado, quando algo que poder ser considerado “metal” pode ser (possivelmente de forma irônica) saudado com os chifres ou marcado com o caractere ASCII equivalentes. Algo considerado extremamente “metal” poderia ser chamado de “metal demais para uma só mão” e saudado colocando-se os punhos juntos e os dedos mínimos levantados – ambas as mãos formando um grande “bode”. Isso seria escrito como \\mm/ em ASCII.
fonte:whiplash
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Curiosidades do mundo do Rock
The Smiths

The Smiths é uma banda inglesa, surgida na cidade de Manchester e bastante popular na década de 1980. A sua música já recebeu diversas classificações ao longo dos anos, seja como alternativa, Pop, indie ou até mesmo o abrangente (e genérico) rótulo de Rock Inglês. O grupo existiu formalmente entre 1982 e 1987, alcançando o sucesso no seu país em 1984. O nome é uma curiosidade: Smith é o sobrenome mais popular na Inglaterra (equivale ao Silva ou Ferreira em português). O objectivo era mostrar que a banda era formada de pessoas comuns. Entre seus principais sucessos destacam-se as canções The Boy With The Thorn In His Side, How Soon Is Now, This Charming Man, Ask, Heaven Knows I'm Miserable Now, Bigmouth Strikes Again,Panic e There is a light that never goes out.
Biografia
Formação
Steven Patrick Morrissey após ter deixado a escola, sentiu-se "perdido", ficando em casa a ler e a escrever para passar o tempo. Para além de alguns artigos que escrevia para um jornal local, formou o clube de fãs dos The New York Dolls em Inglaterra. Tentou a sua sorte numa banda que não deu em nada, os Nosebleeds (o guitarrista desta banda viria a tocar nos The Cult).
Até que certo dia em 1982, na sua terra natal, Manchester, Johnny Marr (John Maher) um guitarrista sem grande sucesso noutras bandas mas com grande talento sugeriu a Morrissey, escrever letras para as músicas que andava a compor.
No início, apenas pretendiam fazer músicas para vender a outros artistas, mas pouco tempo depois decidem avançar para formar uma banda. Andy Rourke no baixo e Mike Joyce na bateria, foram posteriormente chamados para se juntarem à banda.
Morrissey escolhe o nome mais banal possível, The Smiths, em contraste com os nomes complicados e pomposos que as bandas escolhiam na altura (Orchestral Manoeuvres in the Dark, Depeche Mode, Classix Nouveaux, A Flock of Seagulls...). As roupas que usavam em palco, simples e comuns, uma vez mais em contraste com as bandas New Romantics da altura que cultivavam o "choque" visual (esta atitude faz lembrar os The Cure da atitude "no image" no início da sua carreira e o Robert também nunca quis um nome pomposo e complicado). Pessoas comuns a fazerem música era o que eles pretendiam demonstrar com esta envolvente. Os Smiths pretendiam também voltar a dar à guitarra o estatuto de instrumento privilegiado, rompendo com o panorama musical desta altura.
Depois de alguns ensaios e concertos assinam pela Rough Trade, uma pequena editora independente na primavera de 1983. O primeiro single da banda foi Hand In Glove; ele tornou-se sensação nas tabelas independentes mas é com o segundo single This Charming Man deste mesmo ano que a banda consegue obter um verdadeiro "hit" tornando-se o maior sucesso de vendas de sempre da Rough Trade. What Difference Does It Make é outro single que também contribuiu para uma onda crescente de fãs ajudada pelas críticas fantásticas que a imprensa lhes dedicava.
A banda gera alguma controvérsia por duas das suas canções que eram passadas na BBC Radio, Reel Around The Fountain e Handsome Devil serem aparentemente condescendentes em relação à pedofilia. Acusações estas que Morrissey refutou categoricamente. Outra música que gerou algumas "más-línguas" foi a Suffer Little Children originalmente denominada Over The Moors e é acerca dos assassinatos perpetrados por dois homicidas patológicos em Manchester.
Apesar de ser uma homenagem sentida às vitimas que eram da sua idade quando se deu a tragédia e que o afetou profundamente, pensou-se que seria uma maneira evidente de chamar a atenção, pois foi um dos crimes mais mediáticos de todos os tempos no Reino Unido.
The Smiths
Com todos estes antecedentes e já com uma vasta legião de fãs, os Smiths gravam o seu primeiro LP. Em 1984 sai o primeiro álbum, com o mesmo nome que o grupo, The Smiths, que atinge o número 2 do Top do Reino Unido e é bastante aclamado pela crítica. Este álbum é particularmente importante porque vinha contrapor a tendência do synth pop. Além dos singles anteriormente editados, este álbum conta com as excelentes Still Ill e Pretty Girls Make Graves.
Ainda em 1984 lançam dois singles que não tinham sido incluídos no álbum de estreia, Heaven Knows I'm Miserable Now que foi o primeiro single da banda a atingir o top 10 britânico, e William, It Was Really Nothing que julga-se ser escrita acerca do seu amigo, Billy Mackenzie, vocalista dos The Associates. O compacto tinha como lado B uma das músicas mais elogiadas dos Smiths, How Soon Is Now.
Meat Is Murder
Meat Is Murder é o segundo álbum da banda e entra directamente para nº 1 em 1985. É um álbum politizado e que marca o início de uma série de entrevistas politizadas de Morrissey, nas quais curiosamente critica as mesmas pessoas que Robert Smith: Margaret Thatcher e a sua administração, a família real, o Live Aid e pessoas como Madonna e George Michael.
Este álbum foi precedido da edição do anterior lado B How Soon Is Now como single que ajudou em grande parte ao Meat Is Murder a conseguir o primeiro lugar nas paradas.
Mais três singles foram editados, Shakespeare's Sister, That Joke Isn't Funny Anymore e The Boy With The Thorn In His Side.
The Queen Is Dead
Em julho de 1986 os Smiths lançam o disco que muitos consideram ser sua obra-prima: The Queen Is Dead. Para a Spin foi mesmo considerado o melhor álbum de todos os tempos e para Melody Maker, NME entre outras publicações, este álbum entrou no top 10.
Destaque para os singles Bigmouth Strikes Again, The Boy With The Thorn in His Side e There Is A Light That Never Goes Out, além de I Know It's Over, uma das mais melancólicas letras de Morrissey.
É nesta altura, entretanto, que começam a surgir os problemas. Divergências com a Rough Trade que fizeram com que o lançamento do álbum tivesse sido adiado; Johnny Marr estava exausto e andava a beber demais e certas pessoas começavam a fazer-lhe crer que não precisava de Morrissey; Rourke foi demitido da banda por problemas com heroína, mas acabou por regressar, apesar de ter sido momentaneamente substituído por Craig Gannon. Após o regresso de Rourke, Gannon fez segunda guitarra até ao fim da tour.
Em meio ao ambiente tumultado que tomava conta da banda, são lançados dois compactos, Panic e Ask, canções mais animadas do que a banda costumava fazer. Ambos são bem-sucedidos nas vendas, atingindo 11º e 14º lugares, respectivamente.
Strangeways, Here We Come
1987 é o ano da fatalidade, do confronto final de egos entre Johnny Marr e Morrissey, duas pessoas brilhantes mas com visões diferentes quanto ao rumo a seguir e assim chega ao fim uma das colaborações mais frutuosas da história da música e procedem ao desmantelamento da banda. Mas antes ainda editam o single "Sheila Take A Bow" (o qual foi #10 nas paradas) e Strangeways, Here We Come que incluí belas canções como Last Night I've Dreamt That Somebody Loved Me, I Started Something I Couldn't Finish, Death Of A Disco Dancer, Girlfriend In A Coma, entre outras. O álbum alcança o número 2 do top do Reino Unido.
Membros
Andrew Rourke nasceu em Manchester no dia 17 de Janeiro de 1964. Andy assumiu o baixo dos Smiths em 1982 e foi o último membro da formação original a entrar para a banda.
Steven Patrick Morrissey (mais conhecido pelo seu último nome) nasceu em Manchester, no dia 22 de Maio de 1959. Morrissey assumiu os vocais da banda. Com suas letras melancólicas e sensíveis, tornou-se um ícone do rock.
John Maher (conhecido como Johnny Marr) nasceu em Manchester, no dia 31 de Outubro de 1963. Marr era o guitarrista dos Smiths e contribuiu decisivamente para tornar a banda uma das mais aclamadas dos anos oitenta. É considerado um dos guitarristas mais influentes do seu tempo.
Mike Joyce nasceu em Manchester, no dia 1 de Junho de 1963. Joyce era baterista dos Smiths, mas sempre viveu a sombra do excêntrico Morrissey e de Marr.
Formação principal (1982–1987)
Morrissey – vocais, letras
Johnny Marr – guitarras, teclados, baixo
Andy Rourke – baixo
Mike Joyce – bateria
Outros membros
Dale Hibbert – baixo (1982)
Craig Gannon – guitarra de ritmo (1986)
Discografia
Álbuns
The Smiths (1984).
Hatful of Hollow (coletânea, 1984).
Meat Is Murder (1985).
The Queen Is Dead (1986).
The World Won't Listen (coletânea, 1987).
Louder Than Bombs (coletânea, 1987).
Strangeways, Here We Come (1987).
Rank (ao vivo, 1988 [1986]).
Best...I (coletânea, 1992).
...Best II (coletânea, 1992).
Singles (coletânea, 1995).
The Very Best of The Smiths (coletânea, 2001).
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Artistas/Bandas
Hoje na historia do Rock brasileiro - 18/02
18 de fevereiro
- 1969: Aconteceu o primeiro ensaio do conjunto Pholhas. A formação inicial da banda era Helio Santisteban (teclados e vocais), Paulo Fernandes (bateria e vocais) e Oswaldo Malagutti (baixo e vocais) e Wagner "Bitão" Benatti (guitarra e voz). O grande sucesso do grupo foi o disco Dead Faces lançado em 1972, que recebeu disco de ouro além de ter sido lançado também no mercado latino.
- 2000: Morreu Wellington de Paulo Nascimento, cenógrafo do Pato Fu, num acidente durante a montagem do palco quando caiu de uma altura de 15 metros. O show, que fazia parte da turnê do disco Isopor, seria realizado no African Bar, em Belém (PA).
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
- 1969: Aconteceu o primeiro ensaio do conjunto Pholhas. A formação inicial da banda era Helio Santisteban (teclados e vocais), Paulo Fernandes (bateria e vocais) e Oswaldo Malagutti (baixo e vocais) e Wagner "Bitão" Benatti (guitarra e voz). O grande sucesso do grupo foi o disco Dead Faces lançado em 1972, que recebeu disco de ouro além de ter sido lançado também no mercado latino.
- 2000: Morreu Wellington de Paulo Nascimento, cenógrafo do Pato Fu, num acidente durante a montagem do palco quando caiu de uma altura de 15 metros. O show, que fazia parte da turnê do disco Isopor, seria realizado no African Bar, em Belém (PA).
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
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Curiosidades do mundo do Rock,
Historia
15 de fevereiro de 2009
Hoje na historia do Rock no Mundo - 15/02
Os Beatles são idolatrados na América
[15/02/1964] Há 45 anos
Enquanto o álbum "Meet The Beatles" seguia firme na primeira posição dos Estados Unidos, a revista Billboard publica uma matéria onde dizia que, graças a banda de Liverpool, a Grã-Bretanha havia quebrado um jejum de séculos, pois não tinha tanta influência sobre os americanos desde 1775.
Os Beatles são idolatrados na América
[15/02/1964] Há 45 anos
Enquanto o álbum "Meet The Beatles" seguia firme na primeira posição dos Estados Unidos, a revista Billboard publica uma matéria onde dizia que, graças a banda de Liverpool, a Grã-Bretanha havia quebrado um jejum de séculos, pois não tinha tanta influência sobre os americanos desde 1775.
Os Stones fazem show para celebridades
[15/02/1998] Há 11 anos
Os Rolling Stones abrem a parte norte-americana da turnê do álbum "Bridges To Babylon" com um show especial em Las Vegas, Nevada. Eles tocaram no The Joint, um local para 1,4 mil pessoas dentro do Hard Rock Casino e foram assistidos por uma série de celebridades, entre elas, Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Johnny Depp, Sting e Eddie Murphy. Durante o show, o vocalista Mick Jagger falou: "Esta é uma platéia fantástica. Certamente, é a platéia mais bem vestida que eu já vi em toda a minha vida".
Sid Vicious entra para o Sex Pistols
[15/02/1977] Há 32 anos
Integrante do grupo Flowers of Romance, Sid Vicious faz um teste para entrar no lugar de Glen Matlock no Sex Pistols e, apesar de tocar extremamente mal, ganha a vaga. Na época, os integrantes originais disseram que Matlock havia sido despedido por que ele gostava dos Beatles.
Sly & The Family Stone no topo da parada
[15/02/1969] Há 40 anos
Extraída do quarto álbum do Sly & The Family Stone, intitulado "Stand!", a música "Everyday People" atinge o topo da parada norte-americana, onde permaneceria por quatro semanas consecutivas. Na Grã-Bretanha, ela alcançou uma modesta 36ª posição.
[15/02/1964] Há 45 anos
Enquanto o álbum "Meet The Beatles" seguia firme na primeira posição dos Estados Unidos, a revista Billboard publica uma matéria onde dizia que, graças a banda de Liverpool, a Grã-Bretanha havia quebrado um jejum de séculos, pois não tinha tanta influência sobre os americanos desde 1775.
Os Beatles são idolatrados na América
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Os Stones fazem show para celebridades
[15/02/1998] Há 11 anos
Os Rolling Stones abrem a parte norte-americana da turnê do álbum "Bridges To Babylon" com um show especial em Las Vegas, Nevada. Eles tocaram no The Joint, um local para 1,4 mil pessoas dentro do Hard Rock Casino e foram assistidos por uma série de celebridades, entre elas, Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Johnny Depp, Sting e Eddie Murphy. Durante o show, o vocalista Mick Jagger falou: "Esta é uma platéia fantástica. Certamente, é a platéia mais bem vestida que eu já vi em toda a minha vida".
Sid Vicious entra para o Sex Pistols
[15/02/1977] Há 32 anos
Integrante do grupo Flowers of Romance, Sid Vicious faz um teste para entrar no lugar de Glen Matlock no Sex Pistols e, apesar de tocar extremamente mal, ganha a vaga. Na época, os integrantes originais disseram que Matlock havia sido despedido por que ele gostava dos Beatles.
Sly & The Family Stone no topo da parada
[15/02/1969] Há 40 anos
Extraída do quarto álbum do Sly & The Family Stone, intitulado "Stand!", a música "Everyday People" atinge o topo da parada norte-americana, onde permaneceria por quatro semanas consecutivas. Na Grã-Bretanha, ela alcançou uma modesta 36ª posição.
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The Wonders - O Sonho Não Acabou

A trajetória de um grupo musical que, da noite para o dia, começa a fazer sucesso nos Estados Unidos dos anos 60. Dirigido e estrelado por Tom Hanks, com Steve Zahn, Liv Tyler e Charlize Theron no elenco. Recebeu uma indicação ao Oscar.
Ficha Técnica
Título Original: That Thing You Do!
Gênero: Comédia Musical
Tempo de Duração: 108 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1996
Estúdio: 20th Century Fox
Distribuição: 20th Century Fox Film Corporation
Direção: Tom Hanks
Roteiro: Tom Hanks
Produção: Jonathan Demme, Gary Goetzman e Edward Saxon
Música: Adam Schlesinger e Howard Shore
Direção de Fotografia: Tak Fujimoto
Desenho de Produção: Victor Kempster
Direção de Arte: Dan Webster
Figurino: Colleen Atwood
Edição: Richard Chew
Efeitos Especiais: D.Rez
Elenco
Tom Everett Scott (Guy Patterson)
Liv Tyler (Faye Dolan)
Johnathon Schaech (James Mattingly II)
Steve Zahn (Lenny Haise)
Tom Hanks (Mr. White)
Charlize Theron (Tina)
Obba Babatundé (Lamarr)
Giovani Ribisi (Chad)
Chris Ellis (Phil Horace)
Alex Rocco (Sol Siler)
Bill Cobbs (Del Paxton)
Peter Scolari (Troy Chesterfield)
Rita Wilson (Marguerite)
Chris Isaak (Tio Bob)
Robert Torti (Freddy Fredrickson)
Kevin Pollak
Jonathan Demme
Colin Hanks
Ethan Embry
Sinopse
Em 1964, logo após os Estados Unidos serem "tomados" pelos Beatles, surge em uma pequena cidade da Pensilvânia os Oneders, mais tarde rebatizado pelo empresário como Wonders. Porém, às vésperas de uma apresentação de calouros, o baterista do grupo quebra o braço, o que faz com que, em cima da hora, um jovem infeliz (Tom Everett Scott) que trabalhava na loja de eletrodomésticos da família seja convidado para substituí-lo. O jovem baterista, um aficionado de jazz, imprime durante a apresentação uma batida mais ritmada no que deveria ser uma balada, causando o descontentamento do vocalista e compositor do grupo (Johnathon Schaech). Mas seu instinto funcionou e a música se torna sucesso nacional, levando o grupo aos primeiros lugares da Billboard.
Premiações
- Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Canção ("That thing you do!").
Curiosidades
- The Wonders - O Sonho Não Acabou é o primeiro filme dirigido por Tom Hanks, que também escreveu o roteiro do filme.
- Os quatro atores que formavam a banda The Wonders no filme tocaram juntos durante várias semanas antes do início das filmagens, para que pudessem se entrosar como se fossem uma banda verdadeira. Entretanto, na maioria das cenas do filme eles são dublados por músicos verdadeiros.
- Inicialmente Tom Hanks era contrário à escalação de Tom Everett Scott para interpretar o personagem Guy Patterson, devido à sua semelhança com o próprio Hanks quando jovem. Foi a esposa de Hanks, Rita Wilson, quem o convenceu que Scott era a melhor opção para o papel.
- Estão listados nos créditos do filme os personagens Mickey Mouse e Pateta.
- O diretor Jonathan Demme (Bem-Amada, O Silêncio dos Inocentes) é um dos produtores de The Wonders - O Sonho Não Acabou.
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Filmes sobre Rock
Discos Marcantes dos King Crimson III

Discipline é um disco da banda inglesa de rock progressivo King Crimson, lançado em 1981. Após o encerramento de atividades do King Crimson em 1974, o fundador e guitarrista Robert Fripp não pretendia voltar com a banda. Em 1981, ele planejou uma banda com o baterista Bill Bruford (da formação de 1974 do King Crimson), o baixista Tony Levin e, como prova de sua intenção de rumos totalmente diferentes daqueles levados com o King Crimson, admitiu um segundo guitarrista, Adrian Belew (que também assumiu os vocais), sendo que até então Fripp jamais tinha tocado com um segundo guitarrista. A banda se chamaria Discipline.
Nos ensaios, Fripp percebeu semelhanças entre a sonoridade do Discipline e do King Crimson. Entrando em concordância com os outros membros, Fripp decidiu que a "nova" banda seria uma nova fase do King Crimson.
Belew, vindo do Talking Heads, influenciou a sonoridade da banda, que ficou próxima do new wave, mas ainda mantendo as características do King Crimson.
Detalhes das músicas
Elephant Talk
Cada estrofe de Elephant Talk apresenta sinônimos para conversar, cada qual apresentando as palavras com uma letra: a, b, c, d e e.
Elephant Talk viria a ser o título de um newsletter da banda, do qual Fripp ocasionalmente faz parte.
Matte Kudasai
A versão original de Matte Kudasai trazia uma parte de guitarra de Robert Fripp que foi removida. Essa versão viria a ser lançada como faixa-bônus de edições posteriores do CD de Discipline, com o título Matte Kudasai (alternate version). Matte Kudasai significa "espere por mim" em japonês.
Indiscipline
A letra de Indiscipline foi baseado em uma carta escrita por Adrian Belew para sua esposa na época, Margaret Belew. O objeto misterioso pelo o qual o personagem da letra esta obcecado seria uma escultura que ela fez.
Thela Hun Ginjeet
Na primeira vez em que Thela Hun Ginjeet foi executada ao vivo, partes da letra eram baseadas em uma gravação ilicita feita por Fripp de seus vizinhos tendo uma conversa agressiva, quando ele estava morando em Nova York (essa gravação foi usada na faixa NY3 de um disco solo de Fripp, Exposure). Enquanto Thela Hun Ginjeet estava sendo gravado para Discipline, Adrian Belew estava passeando pela Notting Hill Gate em Londres com um gravador buscando inspiração, quando foi surpreendido por uma gangue e, depois, pela polícia. Ao voltar para o estúdio, ele contou de forma descontraída aos seus colegas de banda o que acabara de lhe acontecer. Sua fala foi gravada, e a gravação foi usada na versão de Thela Hun Ginjeet no Discipline, no lugar da gravação de Fripp. Versões ao vivo subsequentes usam uma versão relativamente mais longa da gravação, e algumas partes ocasionalmente são faladas diretamente por Belew.
A frase Thela Hun Ginjeet é um anagrama de "heat in the jungle", "calor na selva".
The Sheltering Sky
O título de The Sheltering Sky vêm de um livro homônimo escrito por Paul Bowles. Bowles é freqüentemente associado à geração Beat, movimento que seria de grande influência no trabalho posterior do King Crimson, Beat. A faixa instrumental desse outro disco, Sartori in Tangier, também é inspirada por Bowles.
Faixas
1. "Elephant Talk" (Adrian Belew, Bill Bruford, Robert Fripp, Tony Levin) – 4:43
2. "Frame by Frame" (Belew, Bruford, Fripp, Levin) – 5:09
3. "Matte Kudasai" (Belew, Bruford, Fripp, Levin) – 3:47
4. "Indiscipline" (Belew, Bruford, Fripp, Levin) – 4:33
5. "Thela Hun Ginjeet" (Belew, Bruford, Fripp, Levin) – 6:26
6. "The Sheltering Sky" (Belew, Bruford, Fripp, Levin) – 8:22
7. "Discipline" (Belew, Bruford, Fripp, Levin) – 5:13
8. "Matte Kudasai" (alternative version) (Belew, Bruford, Fripp, Levin) – 3:50
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