Swan (Paul Williams) é um famoso produtor de discos, que rouba de Winslow Leach (William Finley), um desconhecido compositor, uma cantata que retrata a trajetória de Fausto, o lendário mago, que vendeu sua alma ao diabo. Winslow tenta protestar, mas acaba sendo incriminado por Swan e é condenado à prisão perpétua como traficante, sendo enviado para Sing Sing. Enquanto Swan planeja usar a música roubada para inaugurar o "Paraíso", uma nova casa de espetáculos que está planejada para ser o novo templo do rock,
A História e as informações que você sempre quis saber sobre seu Artista/Banda preferidos, Curiosidades, Seleção de grandes sucessos e dos melhores discos de cada banda ou artista citado, comentários dos albúns, Rock Brasileiro e internacional, a melhor reunião de artistas do rock em geral em um só lugar. Tudo isso e muito mais...
11 de setembro de 2011
Discos Maracantes do Heaven 17
Heaven 17 | Penthouse And Pavement - 1981
- (We Don’t Need This) Fascist Groove Thang
- Penthouse and Pavement
- Play To Win
- Soul Warfare
- Geisha Boys and Temple Girls
- Let’s All Make A Bomb
- The Height of the Fighting
- Song With No Name
- We’re Going To Live For A Very Long Time
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Discos
Heaven 17
Após resolverem sair do Human League, Ian Craig Marsh e Martyn Ware viram que era hora de arranjarem novos horizontes.
A primeira medida dos dois foi fundar uma companhia, a BEF (British Electric Foundation), que iria produzir algumas bandas, inclusive a nova que os dois formavam. Como B.E.F. lançaram uma fita cassete chamada Music for Stowaways, instrumental.
Quando Martyn Ware reencontrou o antigo amigo dos tempos de Sheffield em Londres (Glenn Gregory, o loiro da foto), eles já tinham formado o Heaven 17 (nome tirado do livro, e posteriormente filme, A Laranja Mecânica, de Anthony Burgess) e precisavam de um vocalista.
O grupo acabou conseguindo um contrato com a gravadora Virgin, que resolveu apostar no novo grupo e lançou o primeiro compacto, o controverso (We Don’t Need This) Fascist Groove Thang, em março de 1981. A capa trazia uma foto tirada do filme, The Battle Of Britain, e mostra a cena do local em que Adolf Hitler recebia seus comandados. A polêmica maior ficou por conta da BBC, que resolveu banir o compacto de sua parada por supostos comentários maldosos contra o presidente norte-americano da época, Ronald Reagan. Com isso, o compacto mal se sustentou entre os 50 mais na parada britânica.
Em maio é a vez de outro compacto, I’m Your Money, que trazia duas outras canções no lado B, “B.E.F. Ident” e uma cover dos Buzzcocks, “Are Everything”. Em agosto lançam Play To Win, que também não fez muito sucesso.
Mas no mês seguinte, a banda consegue grande repercussão com o primeiro LP, o clássico Penthouse and Pavement, que chegou ao 14º lugar nas paradas britânicas.
Dividido em duas partes - “Penthouse” e “Pavement”, assim distribuídos:
PAVEMENT:
1. (We Don’t Need This) Fascist Groove Thang (4:17)
2. Penthouse And Pavement (6:20)
3. Play To Win (3:30)
4. Soul Warfare (4:57)
PENTHOUSE:
5. Geisha Boys And Temple Girls (4:30)
6. Let’s All Make A Bomb (4:02)
7. The Height Of The Fighting (3:00)
8. Song With No Name (3:33)
9. We’re Going To Live For A Very Long Time
Com produção creditada a British Electric Foundation, o disco recebeu enormes elogios e a Melody Maker o elegeu o LP do ano de 1981. No trabalho, o Heaven 17 atacava os costumes modernos, com críticas contundentes aos costumes da vida moderna.
Com o sucesso do disco, finalmente o projeto da B.E.F. poderia decolar e eles tiveram grande sucesso, até porque revitalizaram carreiras de artistas tidos como mortos, casos de Sandie Shaw, Gary Glitter e (acredite se quiser) Tina Turner! Ela está presente no disco Music of Quality and Distinction - Volume 1, cantando “Ball of Confusion”, dos Temptations.
O que era bom ficou melhor ainda com o próximo disco, Luxury Gap. Com um disco cheio de clássicos, Luxury Gap conseguiu o quarto posto nas paradas e rendeu os clásicos “Let Me Go”, “Temptation”, “Come Live With Me” e “Crushed By The Wheels Of Industry”.
“Temptation” acabou chegando ao segundo posto nas paradas inglesas e consolidou o funk eletrônico do Heaven 17. Ware conta que na época, o grupo não tinha a menor idéia do que estava fazendo ao tentar misturar a música negra com o tecno pop. “A única que posso afirmar é que achávamos tudo excitante.”
No ano seguinte lançam o elaborado How Men Are, 12ª posição nas paradas. O disco mostra um certo cansaço nas idéias do grupo, que também opta por faixas mais longas, cerebrais e letras cada vez mais engajadas.
Seria o começo da queda do trio. Em junho de 1986 a gravdora lança uma coletânea apenas em fita cassete e em CD (uma novidade da época), Endless, contendo alguns remixes e os clássicos dos três primeiros discos. Consegue apenas a 70ª posição.
Em novembro do mesmo ano sai o novo LP, Pleasure One, um tremendo fiasco. Nele, estão claros os indícios que a banda havia perdido a mão para fazer canções de apelo pop.
A tentativa de fazer algo mais elaborado simplesmente não funciona e o disco decepciona fãs, crítica e patrões.
Quando a banda resolve lançar em 1988 Teddy Bear, Duke & Psycho estava claro que o tempo do Heaven 17 já havia passado e naturalmente foram dispensados pela Virgin e a banda se separaria em seguida.
Sem o Heaven 17, cada um tocou sua vida como podia: Glenn Gregory tocou com vários grupos; Martyn Ware tornou-se um produtor renomado, trabalhando com Terence Trent D’Arby, Alison Moyet, Erasure e Paul Weller, entre outros. Craig Marsh preferiu o anonimato por algum tempo.
Mesmo assim, em 1991 apareceu o segudo volume da coletânea da B.E.F - Music Of Quality And Distinction (Volume 2), contendo músicas não aproveitadas no primeiro disco, incluindo Tina Turner (agora megastar) cantando “A Change Is Gonna Come”, de Sam Cooke e uma bizarra versão de “It’s Alright Ma (I’m Only Bleeding)”, de Bob Dylan, na voz de Trent D’Arby.
Após algumas coletâneas na década de 90 - Higher and Higher - Best of Heaven 17 (1993) e The Remix Collection (1995) é lançado um novo disco, Bigger Than America, que miseravelmente vê o selo falir três semanas depois do disco sair.
Pelo menos, a banda é convidada para abrir a turnê do Erasure. Os shows animam o grupo, que resolvem depois tocarem sozinhos e presenciam shows esgotados. O trio percebe que tinha ainda uma legião de fãs espalhadas pelo mundo.
Essa turnê renderia um disco ao vivo em 1999, Live at Last (mas por que, de repente, todo vocalista raspa a cabeça quando vai ficando mais velho, ficando um clone do vocalista do Midnight Oil????), que mostra 11 sucessos, incluindo uma antiga canção do Human League, “Being Boled”.
Depois disso, o grupo se separa novamente, mas eis que em 2005, resolvem voltar com um novo trabalho, Before After e celebrar os 25 anos de carreira com shows que estão correndo o mundo até hoje. Quem sabe uma hora não aparecem pelo Brasil?
Discografia
Penthouse and Pavement (1981)
Luxury Gap (1983)
How Men Are (1984)
Pleasure One (1986)
Teddy Bear, Duke & Psycho (1988)
Higher and Higher - Best of Heaven 17 (1993)
The Remix Collection (1995)
Bigger Than America (1997)
Live at Last (1999)
Before After (2005)
A primeira medida dos dois foi fundar uma companhia, a BEF (British Electric Foundation), que iria produzir algumas bandas, inclusive a nova que os dois formavam. Como B.E.F. lançaram uma fita cassete chamada Music for Stowaways, instrumental.
Quando Martyn Ware reencontrou o antigo amigo dos tempos de Sheffield em Londres (Glenn Gregory, o loiro da foto), eles já tinham formado o Heaven 17 (nome tirado do livro, e posteriormente filme, A Laranja Mecânica, de Anthony Burgess) e precisavam de um vocalista.
O grupo acabou conseguindo um contrato com a gravadora Virgin, que resolveu apostar no novo grupo e lançou o primeiro compacto, o controverso (We Don’t Need This) Fascist Groove Thang, em março de 1981. A capa trazia uma foto tirada do filme, The Battle Of Britain, e mostra a cena do local em que Adolf Hitler recebia seus comandados. A polêmica maior ficou por conta da BBC, que resolveu banir o compacto de sua parada por supostos comentários maldosos contra o presidente norte-americano da época, Ronald Reagan. Com isso, o compacto mal se sustentou entre os 50 mais na parada britânica.
Em maio é a vez de outro compacto, I’m Your Money, que trazia duas outras canções no lado B, “B.E.F. Ident” e uma cover dos Buzzcocks, “Are Everything”. Em agosto lançam Play To Win, que também não fez muito sucesso.
Mas no mês seguinte, a banda consegue grande repercussão com o primeiro LP, o clássico Penthouse and Pavement, que chegou ao 14º lugar nas paradas britânicas.
Dividido em duas partes - “Penthouse” e “Pavement”, assim distribuídos:
PAVEMENT:
1. (We Don’t Need This) Fascist Groove Thang (4:17)
2. Penthouse And Pavement (6:20)
3. Play To Win (3:30)
4. Soul Warfare (4:57)
PENTHOUSE:
5. Geisha Boys And Temple Girls (4:30)
6. Let’s All Make A Bomb (4:02)
7. The Height Of The Fighting (3:00)
8. Song With No Name (3:33)
9. We’re Going To Live For A Very Long Time
Com produção creditada a British Electric Foundation, o disco recebeu enormes elogios e a Melody Maker o elegeu o LP do ano de 1981. No trabalho, o Heaven 17 atacava os costumes modernos, com críticas contundentes aos costumes da vida moderna.
Com o sucesso do disco, finalmente o projeto da B.E.F. poderia decolar e eles tiveram grande sucesso, até porque revitalizaram carreiras de artistas tidos como mortos, casos de Sandie Shaw, Gary Glitter e (acredite se quiser) Tina Turner! Ela está presente no disco Music of Quality and Distinction - Volume 1, cantando “Ball of Confusion”, dos Temptations.
O que era bom ficou melhor ainda com o próximo disco, Luxury Gap. Com um disco cheio de clássicos, Luxury Gap conseguiu o quarto posto nas paradas e rendeu os clásicos “Let Me Go”, “Temptation”, “Come Live With Me” e “Crushed By The Wheels Of Industry”.
“Temptation” acabou chegando ao segundo posto nas paradas inglesas e consolidou o funk eletrônico do Heaven 17. Ware conta que na época, o grupo não tinha a menor idéia do que estava fazendo ao tentar misturar a música negra com o tecno pop. “A única que posso afirmar é que achávamos tudo excitante.”
No ano seguinte lançam o elaborado How Men Are, 12ª posição nas paradas. O disco mostra um certo cansaço nas idéias do grupo, que também opta por faixas mais longas, cerebrais e letras cada vez mais engajadas.
Seria o começo da queda do trio. Em junho de 1986 a gravdora lança uma coletânea apenas em fita cassete e em CD (uma novidade da época), Endless, contendo alguns remixes e os clássicos dos três primeiros discos. Consegue apenas a 70ª posição.
Em novembro do mesmo ano sai o novo LP, Pleasure One, um tremendo fiasco. Nele, estão claros os indícios que a banda havia perdido a mão para fazer canções de apelo pop.
A tentativa de fazer algo mais elaborado simplesmente não funciona e o disco decepciona fãs, crítica e patrões.
Quando a banda resolve lançar em 1988 Teddy Bear, Duke & Psycho estava claro que o tempo do Heaven 17 já havia passado e naturalmente foram dispensados pela Virgin e a banda se separaria em seguida.
Sem o Heaven 17, cada um tocou sua vida como podia: Glenn Gregory tocou com vários grupos; Martyn Ware tornou-se um produtor renomado, trabalhando com Terence Trent D’Arby, Alison Moyet, Erasure e Paul Weller, entre outros. Craig Marsh preferiu o anonimato por algum tempo.
Mesmo assim, em 1991 apareceu o segudo volume da coletânea da B.E.F - Music Of Quality And Distinction (Volume 2), contendo músicas não aproveitadas no primeiro disco, incluindo Tina Turner (agora megastar) cantando “A Change Is Gonna Come”, de Sam Cooke e uma bizarra versão de “It’s Alright Ma (I’m Only Bleeding)”, de Bob Dylan, na voz de Trent D’Arby.
Após algumas coletâneas na década de 90 - Higher and Higher - Best of Heaven 17 (1993) e The Remix Collection (1995) é lançado um novo disco, Bigger Than America, que miseravelmente vê o selo falir três semanas depois do disco sair.
Pelo menos, a banda é convidada para abrir a turnê do Erasure. Os shows animam o grupo, que resolvem depois tocarem sozinhos e presenciam shows esgotados. O trio percebe que tinha ainda uma legião de fãs espalhadas pelo mundo.
Essa turnê renderia um disco ao vivo em 1999, Live at Last (mas por que, de repente, todo vocalista raspa a cabeça quando vai ficando mais velho, ficando um clone do vocalista do Midnight Oil????), que mostra 11 sucessos, incluindo uma antiga canção do Human League, “Being Boled”.
Depois disso, o grupo se separa novamente, mas eis que em 2005, resolvem voltar com um novo trabalho, Before After e celebrar os 25 anos de carreira com shows que estão correndo o mundo até hoje. Quem sabe uma hora não aparecem pelo Brasil?
Discografia
Penthouse and Pavement (1981)
Luxury Gap (1983)
How Men Are (1984)
Pleasure One (1986)
Teddy Bear, Duke & Psycho (1988)
Higher and Higher - Best of Heaven 17 (1993)
The Remix Collection (1995)
Bigger Than America (1997)
Live at Last (1999)
Before After (2005)
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Artistas/Bandas
Hoje na história do rock no mundo - 11/09
[11/09/1962] Há 49 anos- Confusões e Entra/Sai de Bandas
Continue lendo:http://www.rockwave.com.br/fatos/#ixzz1XePYh4Yq
Andy White substitui Ringo Starr na bateria
[11/09/1964] Há 47 anos- Fatos BizarrosMick Jagger por um dia
[11/09/1965] Há 46 anos- Grandes Sucessos e Lançamentos HistóricosSatisfaction chega na Grã-Bretanha com atraso
[11/09/1968] Há 43 anos- Drogas e ÁlcoolGrã-Bretanha boicota Sly & The Family Stone
[11/09/1987] Há 24 anos- Acidentes, Mortes e TragédiasPeter Tosh é assassinado dentro de casa
[11/09/1995] Há 16 anos- Grandes Sucessos e Lançamentos HistóricosU2 de bem com os números
[11/09/1996] Há 15 anos- Confusões e Entra/Sai de BandasOasis: a briga dos Gallagher
[11/09/1996] Há 15 anos- Acidentes, Mortes e TragédiasBaixista da Dave Matthews Band perde filha
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Curiosidades do mundo do Rock,
Historia
10 de setembro de 2011
Psicologia Metal: por trás do preconceito (New Metal)
Apesar do título quero deixar bem claro que não sou psicólogo ou algo do tipo, mas acredito haver um conceito básico por trás destes conflitos facilmente compreensível para aqueles que se dispuserem a refletir sobre o assunto. Comecemos por: O que é o Heavy Metal, culturalmente dizendo?
O Heavy Metal sempre foi uma demonstração de PODER, pegou todo o questionamento social do Rock and Roll dos anos 60 e o levou a outro nível, foi além da rebeldia adolescente e se tornou a grande pedra no sapato da sociedade conservadora. Não eram só questões como "Devo fazer sexo antes do casamento?" ou "Por que devo ser submissa ao meu marido?", o heavy metal questionou a sociedade política e religiosamente, em outras palavras tudo aquilo que era tido como valor moral universal. Não eram só adolescentes frustrados com os pais, era um movimento que queria mudar o mundo e a maneira como se portava.
O Grunge não era uma demonstração de poder, mas sim uma demonstração de importância dos "diferentes", da sonoridade crua ao visual desleixado, queriam dizer ao mundo que também existiam e nem tudo era brilho (glam, ou farofa se preferir). Essa nova faceta do heavy metal como lar dos excluídos deu origem mais tarde a uma grande tribo adolescente que escolheu o Metal como forma de expressão, surgiu aí o New Metal (finalmente).
O New Metal/Nu Metal utilizava do peso do Heavy Metal unido a outras tendências musicais da época como o rap e o funk, assim como o visual que misturava cabelos longos a bonés, piercings, tênis largos e roupas folgadas, além das famosas trancinhas... Logo se tornou uma febre e virou a onda musical do momento, mas afinal de contas é metal ou não?
Deixando um pouco de lado a sonoridade, analisemos a questão social da coisa. O Heavy Metal a princípio era um movimento de mudança, que não se preocupava se era aceito ou não, apontava os erros do mundo na sua cara e lutava até o fim pela sua ideologia, enfim, era um movimento que agia em prol da liberdade comum e não apenas individual. Já o New Metal agia de maneira oposta, era só um bando de adolescentes querendo se sentir alguém, e que se dane o bem comum. Não dá pra se esperar tamanho senso social de um bando jovens imaturos que só querem quebrar as regras.
A força motriz do Heavy Metal enquanto manifestação cultural sempre foi o questionamento de tudo, no New Metal esta força estava lá, no entanto chegava-se as respostas erradas. Os excluídos tinham um lar, mas ainda eram tratados como tolos, porque apesar de tudo, não havia uma ideia sendo apresentada ali, apenas a rebeldia.
A questão não é se é ruim ou não, se vale a pena ouvir ou não, mas sim se é METAL ou não, e eu diria que está no meio a meio. Assim como seus criadores adolescentes que são "meias pessoas" em termos de maturidade e sua ideologia meio completa que questiona o mundo mas no final é egoísta e não traz algo realmente revolucionário, isso se demonstra no som tornando-o meio metal, meio outras coisas. Talvez Half Metal fosse um nome apropriado.
Embora incompleto em termos de Metal, é um gênero que merece respeito pelo fato de ter sido criado com base em um sentimento real, embora conceitualmente fraco. Se gosta do que está ouvindo, continue ouvindo, se não gosta passe batido, mas não o desconsidere por completo.
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Opiniões
U2: coisas para se aprender com Bono Vox
Há quem diga que tudo que Bono diz tem um propósito narcisista, mas este tipo de 'melancia na cabeça' merece no meu entendimento aplausos e reflexões.
Para entender, leia matéria publicada no site Omelete sobre o re-lançamento do Achtung Baby, por outros artistas, em formato cover:
http://omelete.uol.com.br/u2/musica/u2-anuncia-disco-de-covers-de-achtung-baby/...
http://omelete.uol.com.br/u2/musica/u2-anuncia-disco-de-covers-de-achtung-baby/...
Vivemos, mais que intensamente, a era na qual, colocamos no chinelo, o início 'imperial' do etnocentrismo/ antropocentrismo, quando o homem se desiludiu com o deus que criara, com as regras desse deus e o resultado da obediência a estas regras. Desde então a batalha travada entre religiosos e não religiosos rendeu sangue, discussão e muitas dúvidas.
A humildade tornou-se um artefato raro e caro, na qual, seu principal alvo (o homem) menosprezou seus atributos e aniquilou qualquer mínima chance que alguns princípios éticos, uma vez valorizados pelo ser humano, sejam novamente retomados e alvos de busca. Ninguém hoje em dia deseja menos. A proposta do consumo em um país que atingiu níveis semelhantes aos países de primeiro mundo revelou uma geração de compradores emergentes e urgentes de suas superficialidades.
Qual é a relação desse resumo filosófico com a declaração de Bono a respeito de sua própria obra?
Vir a público e expor suas incapacidades, defeitos, erros e desilusões é nadar contra corrente de construção de deuses que funcionam por estação. Ou como diriam os Titãs: "A Melhor Banda dos Últimos Tempos da Última Semana". A tolice, o boçal, o esdrúxulo, o ruim tomaram pra si adjetivos mais gentis e se transformaram em possibilidades. Não existe o tolo, o ruim, o vazio, o desnecessário. Você que não se encaixa nestes parâmetros, dirão alguns.
Logo, a confissão de uma insegurança partindo de um ícone da música pop, pelo menos há 25 anos, indica, que, a convicção de certos valores, ainda são capazes de colocar 'em seu devido lugar' uma turma que acha que encontrou a solução do rock, do pop, do emo, do black, do death... A overdose de informação não transformou essa geração na melhor geração ouvinte, apenas outorgou arrogância, desprezo, falta de ética, descompromisso e outras tantas coisas que há algum tempo se tornaram integrantes de debate na sociedade, embora fora dos cidadãos.
Se o vocalista de uma das melhores bandas do mundo vem a público questionar a qualidade daquilo que, no momento, julgou ser o melhor, podemos colocar cartazes e fazer outdoors para uma molecada que não entende (ou não quer entender) que uma avaliação de si mesmo e do seu próprio desdobramento artístico é a prova de que nosso olhar pode ser sim mais ameno, menos contundente e muito mais modesto e honestamente democrático, uma vez que, os fóruns, comunidades, redes sociais e tudo que é inventado para aperfeiçoar/piorar essa 'porcaria' de interatividade apenas em um espelho de gente muito próxima de bestas feras e muito longe de se parecer com gente.
Bono desceu do seu pedestal. Que tal fazer o mesmo.
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Opiniões
Six Hours Sundown: filha de Steve Harris fala com o LoKaos
Por: Stefanie Chasseraux e Carl Casagrande, de Londres
Olly Smith: Eu acho que está muito complicado, realmente muito complicado. Esta ficando cada vez mais e mais difícil para as bandas chegarem a algum lugar com sua música. Ainda escutei outro dia uma frase que resume bem a situação atual: Há um tempo existiam centenas de bandas vendendo milhões de discos e agora tem milhões de bandas vendendo centenas de discos. Todo mundo que você conhece tem uma banda, todo mundo toca guitarra, algum instrumento. Acho que você tem que fazer o melhor e trabalhar bastante. Não existe muito que se possa fazer além disso.
Lauren Harris: Eu comecei a cantar entre os 9 e 10 anos de idade no London Choir School. Eu não levava muito a sério até quando eu sai da escola e comecei a cantar em pubs. Após isso, resolvi começar a levar mais a sério e ter aulas com um excelente professor de canto e ter aulas com frequência. Eu canto desde muito cedo, lembro de deixar minha família toda louca por ficar cantarolando dentro de casa o tempo todo.
Lokaos: Como vocês se preparam para subir ao palco durante seus shows/turnês?
Lauren: Eu aqueci minha voz hoje por volta de 13hrs (fazendo referência ao show que o Six Hour Sundown fez no dia da entrevista). O que tento fazer é tipo 30 minutos, 1 hora de aquecimento e depois o que faço são pequenos aquecimentos no camarim antes do show, mas sabe como é, camarim sempre tem muita gente, barulho, então você não consegue aquecer da forma ideal, daí faço apenas exercícios bobos no camarim antes de subir no palco. Eu me sinto muito mais confortável quando tenho tempo, em casa, de aquecer tranquilamente.
Tom Gentry: Eu normalmente toco por 1 hora na parte da manhã e fico tocando, aquecendo, uns 20 minutos antes de subir no palco.
Lokaos: Mais especificamente com relação às turnês, como vocês mantêm a forma?
Lauren: Particularmente falando, eu tenho meu regime pessoal e sempre 1 mês antes de sair em turnê eu entro em uma sequência de treinamento e corridas para manter a forma. Eu sou do tipo de pessoa que se tem alguma virose ao redor, eu sempre a pego. Preciso sempre estar atenta e ter bastante cuidado com minha saúde, tomando sempre vitaminas etc. O artista tem que se manter em forma, não existe outra opção.
Olly Smith: Eu gosto de correr e corro com regularidade, até porque é necessário para poder queimar as gordurinhas que eventualmente aparecem (risos). Isso ajuda muito. Acho que sempre os primeiros 3, 4 shows de tour são complicados, mas logo depois você já capta a vibração e seu corpo entra no ritmo ideal. Você, na verdade, nunca sabe o quão em forma esta ou não até tocar noites seguidas.
Lauren: É engraçado porque sempre que faço o primeiro show de uma tour, acordo na manhã seguinte sem conseguir mexer meu pescoço e ai você se pergunta, como se preparar para isso?! Acorda de manhã e fica “batendo cabeça” para deixar seu pescoço em forma? (risos gerais). Você não tem como se preparar para certas coisas.
Olly Smith: Eu acho, Lauren, que você deveria fazer estes exercícios para o pescoço por 1 hora todas as manhãs! (risos).
Lokaos: Na situação de vocês saírem de férias por um período indeterminado, sem tocar e sem ensaiar, como vocês retornam às atividades musicais?
Lauren: Eu nunca começo com força total, pois já fiz isso no passado e tive que abandonar ensaios por ficar com a voz cansada rapidamente. Eu não forço a voz. O que você pode fazer depois de duas semanas sem cantar é apenas cantar, mas sem agressividade e com leveza, até ter sua voz de volta no patamar que está acostumado, acredito eu.
Olly: Para mim é muito importante manter as corridas, você sabe como é: férias, você bebe um pouco mais, come um pouco mais. Mas se você está em uma banda, tem que ter a responsabilidade e entender. Estar bem quando for ensaiar ou se apresentar com seus companheiros de banda. Volta-se de férias e sente-se fora de forma para ensaios ou shows é sua responsabilidade voltar para contribuir da forma esperada dentro da sua banda.
Lokaos: Vocês podem nos falar um pouco da carreira musical de vocês…
Tom: Eu comecei tocando piano quando tinha 8 anos de idade. Eu fui começar a tocar guitarra quando ouvi meu pai escutando um vinil do Black Sabbath, eu tinha uns 11 anos de idade. Desde então, deixei o piano de lado e me concentrei apenas na guitarra. Toquei em várias bandas covers, mas nunca nada muito sério até entrar na Six Hour Sundown.
Olly: Eu comecei a tocar em bandas com 14, 15 anos de idade. Fiz meu primeiro show com 15 anos em um pequeno pub aqui na Inglaterra. Inicialmente eu era guitarrista, comecei a tocar guitarra com 13 anos. Depois de tocar em algumas bandas, eu fui ser técnico de bateria para a Lauren Harris e tirei o batera da banda dela fora e agora aqui estamos (risos gerais). Ah, preciso mencionar que em algum ponto disso tudo eu comecei a tocar bateria! (risos novamente).
Lauren: Comecei cantando em pubs assim que sai da escola aos 17 anos com amigos. Depois de tempos surgiu a oportunidade de fazer a minha própria banda, o que eu não pensava em levar tão a sério. Tudo surgiu de forma natural e acabei formando a Lauren Harris Band. Foi praticamente isso, meu primeiro trabalho profissional foi com minha própria banda.
Lokaos: O que vocês escutam quando estão muito bravos ou de mau humor? Qual é aquela banda que vocês olham no iPod e dizem: “isso vai me levantar o astral!”?
Olly: Pantera! Certamente Pantera, pois a agressividade dupla torna a vibração positiva, então, para mim é sempre Pantera para levantar meu astral!
Tom: Alice Cooper ou Black Sabbath, sempre alguma coisa assim.
Olly: O problema é que nada levanta o astral da Lauren (risos gerais). Nada funciona. Normalmente bolo de chocolate, isso sim ajuda!
Lauren: É verdade… Bolo de chocolate realmente funciona! (risos) Para melhorar meu humor, eu escuto a alguma coisa dos anos 80, tipo Def Leppard, Billy idol!
Lokaos: Quais são os planos da Six Hour Sundown para o futuro próximo? Quando o disco deve sair, turnês etc.?
Olly: Estamos vendo para abrir alguma turnê bacana aqui na Europa antes do álbum ser lançado.
Lauren: O álbum deve ser lançado no verão de 2012, o single definitivamente e seu respectivo vídeo clipe antes, por volta de fevereiro 2012. Estamos tentando começar a escrever nossa história, pois esta banda esta começando do nada e ninguém nos conhece, de fato.
Olly: Precisamos sair em turnê, abrindo para uma banda renomada, tocar para grandes públicos para ai sim, as pessoas saberem quem é a Six Hour Sundown. Existe uma competição muito grande em conseguir estes espaços de abertura para nomes grandes, existem muitas e muitas bandas lá fora querendo estes espaços também.
Lokaos: Sei que é meio cedo para perguntar isso, mas existem planos de visitarem a América do Sul?
Lauren: Nossa, eu realmente quero retornar a América do Sul, sem duvida são os melhores e mais loucos fãs do planeta! A energia entre as pessoas é completamente diferente de qualquer outra parte do mundo, você não tem como descrever sem estar lá!
Pra saber um pouco mais sobre a banda e ficar por dentro da turnê, clique em
http://www.myspace.com/sixhoursundownmusic
http://www.myspace.com/sixhoursundownmusic
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Entrevistas
John Petrucci: "parece que toco com o Mangini há 20 anos"
Peter Hodgson, do I Heart Guitar Blog, entrevistou oguitarrista John Petrucci do DREAM THEATER. Seguem alguns trechos da conversa.
I Heart Guitar Blog: O "A Dramatic Turn Of Events" é um álbum muito colorido. Como produtor, como foi sua abordagem?
Petrucci: É a primeira vez que produzi sozinho. Eu tinha uma idéia na cabeça de todos os elementos trabalhando juntos. Ter o Northfield de engenheiro e o Andy Wallace na mixagem, isso contribuiu muito para a meta. Eu queria que esse álbum fosse grande e que tivesse um impacto sônico poderoso mas que fosse realmente hi-fi e polido, e com muita fidelidade onde você pode ouvir todos os instrumentos mas ter muito equilíbrio onde você pode ouvir não só cada instrumentista mas as canções e as letras também. As músicas precisam ser fortes. A composição, os riffs, as temáticas, as passagens melódicas, os refrões, as progressões de acordes, tudo precisa ser pensado e afinado da melhor forma possível. Era isso o que eu tinha em mente como produtor.
I Heart Guitar Blog: Uma coisa que realmente me bateu nesse álbum foi que houve algumas melodias em particular que realmente ficaram na minha cabeça após a primeira vez que ouvi.
Petrucci: Ah, que legal! Isso é ótimo! Quero dizer, eu sou um grande fã de melodia e de significado na composição e nas letras. Obviamente isso é algo em que eu me empenho como compositor e quando terminamos, estávamos ouvindo e dizendo "Uau!" Se você consegue ser objetivo e se afastar e dizer, "Isso é muito legal, eu realmente gostei como ficou", ou "Tem algo nessa melodia que eu não consigo tirar da minha cabeça", você tem de confiar nos seus instintos. E quando as pessoas te dão um feedback, como você deu agora, por exemplo, isso meio que assegura vocÊ de que você tomou a decisão certa e que funcionou. É uma questão de estar focado e também ter muita confiança em saber quanddo está certo.
I Heart Guitar Blog: Eu soube que dessa vez você teve um grande papel na composição das partes da bateria. Como foi isso para você?
Petrucci: Bem, o que eu fiz foi, quando estávamos compondo a música todos estávamos prontos no estúdio e compúnhamos uma parte da música, fosse um riff ou uma sequencia de acordes ou o que quer que fosse, e eu queria poder aprentar isso de uma forma que – o Mike Mangini não estava disponível quando estávamos compondo – e eu queria poder apresentar as idéias de uma forma que, ao invés de apenas dar a ele um toque com as guitarras e com os teclados, eu achei que seria melhor dar a ele mais como uma planta básica do que tínhamos em mente com a sensação e o groove das sessões. Eu não fui à loucura programando a bateria. Eu a fiz num nível básico. Eu não queria perder muito tempo fazendo papel de nerd com a bateria. Seria perda de tempo! Sabe, eu não sou baterista, eu sou guitarrista! Mas quando tudo estava pronto, as músicas existiam como um demo completo com bateria. Eu usei o programa de bateria Superior, que ficou com um som ótimo. Então pudemos mandar aquilo pro Mangini, e ele pode ter uma idéia muito boa do que queríamos. E é claro ele sendo realmente criativo e um mestre da bateria, ele pode cuidar daquilo da sua própria maneira e acrescentar coisas incríveis. Ele pegava coisas que as pessoas tocavam e fazia muito mais interessantes do que minha programação de bateria. É importante que as pessoas percebam o quão criativo ele é.
I Heart Guitar Blog: Bem, parece haver uma impressão muito boa do álbum. Não parece que vocês ficaram na lama com a saída do Mike Portnoy.
Petrucci: Bem, sabe, a coisa que talvez seja importante para as pessoas perceberem é que nós somos uma banda. Não somos uma banda que está focada numa só pessoa. É a coisa coletiva, é a sinergia, é a gente juntos que faz a coisa especial. É claro, ter um membro saindo ou mudança de membros é definitivamente uma coisa importante, mas é algo que, da minha perspectiva, eu comecei desde o início e tenho feito isso por uns 26 anos mais ou menos, então não tenho a menor dúvida. Isso é o que eu quero fazer, o que eu amo fazer, e é o tipo de música que eu nasci para compor e tocar. Então, se não há dúvida quanto a isso, então você pode seguir em frente e reagir de uma forma positiva. Certamente não significa que foi difícil para nós, certamente não quer dizer que foi emocional e que foi de partir o coração, pois foi, mas chega naquele ponto onde você percebe que as coisas mudam na vida, você encara essa mudança e segue em frente e tem certeza de focar na sua força e ter aquela auto-confiança de que falei antes.
I Heart Guitar Blog: Vendo os vídeos no YouTube dos shows na Europa, o Mangini se encaixa tão bem que mal posso esperar para ouvir de primeira mão.
Petrucci: Sim, ele realmente se encaixa. É complicado quando um membro da banda sai. É tipo, tudo pode acontecer. Há tantas bandas no mundo e tantos músicos tentando ficar juntos e fazer as coisas darem certo, e a química é uma parte tão grande disso. O fato de termos encontrado o Mike Mangini depois disso e dele ter se encaixado tão bem, não só como pessoa mas como um instrumentista no disco e como um membro de banda em turnê, isso meio que me espanta. Eu sou realmente muito grato por isso. Eu sinto como se tocasse com o cara há vinte anos. De novo, tudo podia ter acontecido, e quando você traz alguém novo, também há tantas variáveis. Somos muito, muito afortunados por tê-lo como um membro doDREAM THEATER. Ele está muito feliz de estar aqui e a banda soa ótima com ele. Eu estou realmente ansioso para que o álbum saia, mas tocando ao vivo quero que as pessoas o vejam e o escutem e que escutem a banda com ele. É muito divertido.
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Entrevistas
Anthrax: guitarrista elogia performance de Joey Belladonna
Scott: Foi definitivamente interessante (risos). Acho que posso olhar pra trás agora e dizer que foi tipo uma série de testes pela qual precisávamos passar a fim de que graduarmos e terminar nosso álbum. É tipo como vemos isso agora. Quando você passa por isso, é claro que foi assustador num dado momento e certamente frustrante, mas a música nos fez continuar, e sabíamos que havia uma passagem para o fim do túnel em que ficamos presos por um tempo. Nós apenas precisávamos encontrar essa passagem e ela foi basicamente pedir ao Joey que voltasse para a banda no início de 2010. Tudo pareceu estar caminhando na direção certa desde então.
Headbang: O quão fácil foi voltar a trabalhar novamente com o Joey?
Scott: Extremamente fácil. A gente se conhecia a muito tempo, e fazer aquela turnê de reunião com o Joey em 2005-2006, tiramos aquela fase de conhecermos uns aos outros do caminho. Então dessa vez, quando ficamos juntos de novo em Nova Iorque nós literalmente sentamoss para tomar um café e jogamos as cartas na mesa. "Eis o que queremos fazer. Queremos terminar esse álbum com você, queremos que você seja o vocalista da banda, queremos que você cante nos shows do 'Big Four'. Só queremos que essa seja a banda, você está nessa?" E ele disse "Sim, é o que eu quero fazer". Foi simples. É realmente fácil trabalhar junto com o Joey. E então assim que começamos a entrar na música e nas canções, retomar o disco após um ano... Eu não sei se cheguei a escutar o disco em um ano. E então no outono passado estávamos em turnê nos Estados Unidos com o SLAYER e o MEGADETH, e passamos todos os dias no camarim trabalhando no material e analisando, vendo se o que sentíamos ainda estava lá, o que ainda era bom, do que realmente estávamos gostando. E então outras coisas ainda precisavam ser trabalhadas. Quando a turnê acabou nós já tínhamos uma boa idéia do que precisávamos fazer para concluir o disco. Isso permitiu que o Joey viesse e começasse com os vocais logo depois do ano novo e começar a seguir em frente. Foi realmente um bom momento e um bom lugar, porque após nos dedicarmos ao disco, poder repentinamente nos dar ao luxo de ter essa retrospectiva e ir fundo e a consertar as coisas que achávamos que não eram mais boas, assim que começamos a fazer isso foi tipo toda essa energia, toda essa criatividade que tinha ficado sufocada por causa da situação em que estávamos pode explodir. Isso fez o disco muito melhor.
Headbang: Quanto trabalho teve de ser feito para deixar as músicas confortáveis para o Joey cantar?
Scott: Esse realmente não foi o caso. Não foi que trabalhamos nelas para torná-las mais acessíveis ao Joey, nós trabalhamos nelas para torná-las o melhor possível. Nunca compusemos um álbum do ANTHRAXcom algo em mente como quem estava cantando no disco. Quando compusemos "Spreading The Disease" o Joey nem sequer estava na banda. Obviamente, a partir desse ponto, quando "Among The Living" e tudo mais, nunca compusemos as músicas pensando em quem é nosso vocalista, nós simplesmente compomos. É assim que sempre foi com a banda. Então nos deixamos o Joey pegá-las dessa vez. Quando tudo estava pronto ele foi para o estúdio sozinho para o estúdio com o produtor e conseguiu se sair bem com tudo, fazer suas próprias escolhas e fez a coisa dele. É a oportunidade dele de se jogar, e não cabe a nós compormos músicas tendo ele em metne. Acho que a melhor coisa que ele já fez. Ele realmente está incrível. Ele realmente brilhou nesse disco. Algumas coisas talvez ele possa responder melhor, mas na minha opinião, eu acho que ele ter tido a liberdade de ficar só ele e o Jay Ruston no estúdio juntos abriu muitas portas para ele. Nos anos 80 quando fazíamos discos, quando era a hora dos vocais, todos nós ficávamos no estúdio tipo no papel de juiz e júri, ficando lá e fazendo um monte de comentários, "Faz isso, faz aquilo". Era muito ditatorial do tipo, "Ok, é assim que queremos as coisas". Dessa vez foi o oposto daquilo, só ele e o Jay, e todos nós ficamos fora do caminho deles e os deixamos criar o que criaram. É claro, tínhamos um modelo de algumas coisas, tipo, "Aqui estão algumas coisas, mas nada gravado em pedra, e se você quiser mudar as coisas e tiver uma idéia diferente, alguma sensação diferente, você tem toda a liberdade do mundo. Não nos ligue" (risos). Acho que isso provavelmente instigou muita energia e confiança nele, especialmente estando de volta após todos esses anos e nós então basicamente dando a ele as chaves do carro, isso deve ter sido uma sensação boa. Ele mostra um alcance nesse disco, tem as coisas que ele fez nesse disco, tipo as coisas que ele fez na "Crawl", "Judas Priest", eu não sabia que ele tinha isso nele, sinceramente. Ele abriu completamente o alcance dele, fazendo mais coisas criativa e vocalmente do que já o vi fazer em qualquer disco do ANTHRAX antes. Talvez sejam 20 anos a mais de experiência. Ele não cantava em um disco do ANTHRAX há 20 anos e ele obviamente trouxe muita coisa. Eu tenho certeza de que ele se sentiu bem, eu tenho certeza de que ele tinha muito a tirar de si e muito a dizer com sua performance. Acho que está tudo lá.
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Entrevistas
Tatuagens: dez dos piores "rabiscos" com temática roqueira
10. Terrível tatuagem de Axl Rose:
09. Detestável tatuagem do My Chemical Romance:
Esta tatuagem não é tão ruim, é apenas embaraçosa. A letra irritante é da música "Famous Last Words", do single de lançamento do MY CHEMICAL ROMANCE, "The Black Parade", de 2006. Isso levanta a questão: "Será que alguém realmente concorda com essa tattoo hoje, em 2011?". Que esta seja uma lição ao esperar o tempo certo antes de fazer uma tattoo com o nome da banda. Aposto que ela vai se arrepender profundamente quando completar 15 anos.
08. Decepcionante tattoo de Dimebag Darrell:
Após a morte trágica do guitarrista do PANTHERA/DAMAGEPLAN "Dimebag" Darrell, literalmente centenas detatuagens em tributo começaram a aparecer. A maioria das tatuagens eram muito bem trabalhadas em homenagem a Dimebag. Mas esta é uma exceção. Esta tatuagem é tão horrível que parece que foi tirada de uma caixa de biscoitos e aplicada com água fria. Para completar, os olhos arregalados e um cavanhaque que se parece com a língua de Gene Simmons do KISS. Esta, provavelmente, é a pior tatuagem de Dimebag do mundo... e melhor nem entrar em detalhes na tatuagem do "Heavy Metal" abaixo dela.
07. Hair(y) Metal Leg:
Esse cara decidiu fazer uma coleção de nomes bandas de Hair Metal na perna, RATT, MÖTLEY CRÜE, CINDERELLA, POISON... Se ele se sentir envergonhado, ao exibir sua bela "pintura", ele pode inventar uma desculpa dizendo que pegou uma caneta Bic colorida e começou a escrever nomes de bandas. Levando em consideração a quantidade de borrões dentro dos nomes das bandas, que fazem ficar quase ilegíveis em sua panturrilha, deveríamos até acreditar nele.
06. Horrível tatuagem do Green Day:
Esta tatuagem pode ser a pior nesta linda, em matéria de imagens de membros das bandas. O baterista doGREEN DAY Tre Cool (esquerda) é o único com rosto reconhecível. Agora tente encontrar o baixista Mike Dirnt parecendo mais o Tyler Durden do "Clube da Luta". Finalmente olhe para o frontman Billie Joe Armstrong que tá parecendo mais um Kim Jong-il. Completando essa apresentação bizarra, o retrato do trio é acompanhado por uma versão crua da capa do álbum "Dookie".
05. Grill 'Em All!:
Essa é até engraçada, mesmo sendo meio que sem querer, e é muito ruim. Inspirada no clássico álbum doMETALLICA, "Kill 'em All", esse cara usou seu lado gastronômico ao perceber que Kill rima com Grill! Depois de compartilhar uma boa risada com seus amigos (com certeza), não deve ter pensado duas vezes ao fazer esse trocadilho nesta tatuagem horrível. Juntamente com um logotipo lembrando o do Metallica, esta tattoo com um bife e um par de espátulas torna o desenho ainda mais ruim.
04. A pior tatuagem do Slayer da face da terra:
Os fãs do SLAYER são infames em sua dedicação quase religiosa com a banda, sendo capazes de até esculpir o nome da banda com facas em suas peles. Neste caso, seria até menos doloroso do que fazer uma bagunça dessas em suas costas, como pode ser vista na foto abaixo. O "S" está ao contrário, por algum motivo, algo que o Slayer nunca faria em seu logotipo. A banda também nunca tentou fazer seu logotipo parecido com um grafite mal feito de algum metrô de Nova York.
03. Mural do Metallica horrendo:
02. Hair Metal Disaster:
Uma imagem vale mais que mil palavras, quase a quantidade de nomes de bandas que esse cara tem nas costas. Esta raridade rodou na Internet por muito tempo, o que a torna ainda mais embaraçosa. A foto de Randy Rhoads é horrível ... aquilo é o logotipo do TUFF? Esta lenda da internet decidiu fazer em suas costas o "The House of Hair", mas até que poderia ser: "The House of Pain" ("A Casa da Dor"), pois imagine o constrangimento ao ver isso, provavelmente, o sujeito já foi vítima de inúmeros palavrões.
01. Earth Crisis tatuado na cara:
Nada mas sofisticado do que uma bela tatuagem no rosto. Este dinamarquês foi longe em sua decisão de tatuar sua cara com o nome de sua banda favorita. O vocalista do EARTH CRISIS Earth, Karl Buechner, comentou sobre a tatuagem durante uma entrevista: "Queria dizer que essa foi a cartada final. Muitos fãz idolatram suas bandas através de respectivas "obras de arte", mas no rosto, isso sim que é devoção".
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Curiosidades do mundo do Rock
Kiss: em 1976, Rolling Stone resenha clássico do grupo
O KISS em um palco pode facilmente ser divertido por uns dez minutos. Mas em disco, sem o impacto dos rostos pintados e a teatralidade, a banda deve ser julgada apenas por sua música. E ela é horrível. Criminosamente repetitiva, altamente monótona. Igual a uma legião de grupos sem talento espalhados pelo país. O KISS tenta vencer através do volume e riffs cansativos.
Mas ao contrário dessas outras bandas, eles chegam com a idéia de levar o Rock ao auge do espetáculo teatral, aproveitando para arrebatar uma legião de jovens que não ouviram esse riffs em encarnações prévias (Grand Funk vem à mente). Que a Casablanca decidiu promovê-los como novos ídolos bad boys teen é óbvio no pacote, mostrando todos em imagens em close e com cartas escritas por cada um.
Alan Niester
Rolling Stone número 203, janeiro de 1976
Rolling Stone número 203, janeiro de 1976
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Curiosidades do mundo do Rock
Curiosidade: artistas que odeiam suas próprias músicas
Oasis odeia "Be Here Now"
Guns 'N Roses odeia "Sweet Child o' Mine"
Foo Fighters odeiam "One By One"
O vocalista e lídes do FOO FIGHTERS falou para a revsita Rolling Stone que gosta de quatro músicas do álbum "One By One", mas que nunca tocou após a gravação as outras sete músicas do disco.
Radiohead odeia "Creep"
Não se pode ter certeza de que o RADIOHEAD realmente odeia o hit "Creep". Mas o guitarrista Jonny Greenwood nunca foi muito fã da música mesmo durante a gravação e sua tentativas de sabotá-la com 3 acordes agressivos acabaram tornando a música pesada e amada pelos fãs.
REM odeia "Shiny Happy People"
O REM escreveu músicas cativantes durante os 31 anos de carreira. Mas "Shiny Happy People", gravada em 1991, se equilibra entre o cativante e o irritante. Michael Stipe parece concordar com a afirmação e disse durante uma entrevista que não se sentia envergonhado por ter feito a música, mas que ela não refletia a capacidade e o trabalho da banda.
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