A História e as informações que você sempre quis saber sobre seu Artista/Banda preferidos, Curiosidades, Seleção de grandes sucessos e dos melhores discos de cada banda ou artista citado, comentários dos albúns, Rock Brasileiro e internacional, a melhor reunião de artistas do rock em geral em um só lugar. Tudo isso e muito mais...
10 de maio de 2011
Red - King Crimson
“Red” é um experimento em forma de CD. Ele não tem músicas longas, como fizeram a maioria das bandas de rock progressivo dos anos 70, mas ele requer de quem ouve um conhecimento de jazz, além de um amor por improvisação. São apenas três músicos os responsáveis por seu conteúdo, mas eles fizeram um grande trabalho na edição dos sons de cada melodia.
O trio que compunha o King Crimson em 1974 - o guitarrista Robert Fripp, o baixista John Wetton e o baterista Bill Bruford - são as estrelas do material. Mas há convidados especiais que marcam sua presença com instrumentos de sopro, além de elementos da música erudita.
"Providence" é um jogo de improvisação, com o convidado David Cross tocando violino enquanto a guitarra cresce até dominar a música, acompanhado por uma bateria crescente, constante. Os instrumentistas não se importam com harmonia em seu encontro, disparando notas entre si.
De maneira rápida, mas complexa, o CD encerra com "Starless". A música é a mesma do álbum "Starless and Bible Black", lançado no mesmo ano, mas com uma improvisação diferente. Fripp como sua guitarra, em diferentes volumes de saturação, junto com o contrabaixo pesado de John Wetton. Ambos, com o teclado mellotron, criam várias camadas melódicas ao longo da música. Os solos são lentos, assim como o vocal, mas o encerramento não perde sua densidade, recebendo mais recheio do saxofonista Ian McDonald.
O som de Red lembra "Dark Side of the Moon", do Pink Floyd, por ter grande inspiração do jazz moderno e um tom sombrio nas composições. Kurt Cobain, do Nirvana, aponta esse CD como uma inspiração para composições que abusam de sobreposições. Para o trio Fripp, Wetton e Bruford, do King Crimson, o álbum significou uma ruptura com músicas acústicas de criações anteriores.
E o álbum é, certamente, o brilho da calma, da leveza e da obscuridade do guitarrista Robert Fripp, que atrai as atenções em cada uma das cinco faixas.
Ouça Starless e tire suas conclusões:
Marcadores:
CD's
Falling Into Infinity - Dream Theater
O único disco de estúdio do tecladista Derek Sherinian na banda de metal progressivo Dream Theater seria um trabalho, no mínimo, controverso dentro da história da banda. Não há grandes canções pesadas no CD “Falling Into Infinity”, lançado em 1997, mas sim uma banda que buscava um novo direcionamento, inovação e, acima de tudo, feeling nas músicas.
Teclados futuristas de Sherinian abrem o material com New Millenium que, acompanhado pela bateria constante de Mike Portnoy e com as entradas inspiradas da guitarra de John Petrucci, fala sobre a espera angustiante pelo novo milênio, a virada depois dos anos 2001. Era a música da época. Mesmo assim, o álbum teve uma recepção morna da crítica e do público, porque o Dream Theater não estava muito "pesado". Mas a banda estava melódica, progressiva, variada.
"Burning My Soul" entra para a cota de canções repletas de refrões pesados que todo o CD do Dream Theater possui, embora ela não perca o teor melódico diante da leveza do restante do material. "Hell´s Kitchen" é uma música instrumental que é curta que conquista o ouvinte apenas pelo seu feeling. Essa é a essência de "Falling Into Infinity".
"Lines In The Sand" já é uma composição mais complexa, com quebras de tempo e oscilações mais drásticas, mas mantendo a sensação agradável de todo o álbum. Fala sobre a criação de nossas crenças, usando a analogia do desenho das linhas na areia. Junto com "Burning" e "Hell's Kitchen", as canções formam uma unidade melódica interessante.
"Take Away My Pain" e "Just Let me Breath" são duas músicas diferentes que abordam a libertação do homem de suas angústias existenciais. Uma apela para a balada acalma, enquanto a segunda conduz um ritmo mais pesado, apontando o vazio como uma solução. Anna Lee encerra o ciclo dessas canções falando do sofrimento de uma mulher que é incompreensível para o narrador do CD, com cicatrizes incuráveis.
O material se encerra melancólico, melódico e com um pingo de esperança em "Trial of Tears". Dividida em três partes, a música narra uma chuva que se confunde com a depressão do próprio narrador, mostrando os paradoxos de nossos sofrimentos. Mostrando que pode chover até mesmo no paraíso. "Falling Into Infinity" vale ser ouvido porque é um álbum pouco valorizado, por ser "leve demais", e porque é profundo e atraente nos temas que aborda, de maneira imples.
Derek Sherinian participou do EP histórico "Change of Seasons" e do disco ao vivo "Once in a LIVEtime". Mesmo assim, nada se compara ao trabalho dele em "Falling Into Infinity".
Marcadores:
CD's
Rio Claro - Jarrah Thompson
Por Ben Ami Scopinho
O vocalista e guitarrista australiano Jarrah Thompson admitiu seu apreço pelo Brasil inúmeras vezes durante a primeira vez que tocou por aqui em 2010, enquanto divulgava o debut "Stargazer" (08). Isso, somado ao fato de um dos músicos que o acompanha ser brasileiro, influenciou para que toda a banda optasse por gravar seu próximo disco em nosso país, e que inclusive culminou em uma carinhosa homenagem à pacata cidade paulista que hospedou o pessoal: "Rio Claro", também a terra natal do baixista dreadlock Bruno Padoveze, personagem de grande importância para a concepção deste trabalho.
Curiosamente, alguns segmentos da imprensa já tiveram o disparate de comparar Jarrah Thompson ao Led Zeppelin... Oras, esse é um absurdo que não procede de maneira alguma e até pode vir a comprometer o bom entendimento dos leigos em relação à música deste australiano. Assim como seu antecessor, "Rio Claro" tem como núcleo um Rock´n´Roll repleto de Blues, mas com muita flexibilidade ao experimentar elementos de culturas e ritmos musicais diferentes, em especial pelo marcante e constante uso de flautas.
Contato:
Aquisição do disco: brunopadoveze2@gmail.com
Formação:
Jarrah Thompson - voz e guitarra
Asha Henfry - flauta
Bruno Padoveze - baixo
Chris Cameron - bateria
Bianca Aviaz - conga, djembe e percussão
Jarrah Thompson – Rio Claro
(2011 / independente - importado)
01. Let Go Of Who We Are
02. Going Home
03. Dream On The Way
04. Coz I Got You
05. Hold On
06. Old Friend
07. Don't Wake Me Up
08. Rain On My Parade
09. In The Mind
10. Dardy Blues
11. On My Own
12. Harlequin Girl
Marcadores:
CD's
Live in L.A. - Death and Raw - Death
Por Rafael Carnovale
É um pecado este DVD não ter sido lançado antes em nossas terras. Uma das últimas apresentações do Death, liderado pelo saudoso Chuck Schuldiner, antes do mesmo se retirar do cenário musical para batalhar contra um tumor no cérebro que acabaria por leva-lo deste mundo. Uma grande perda para o heavy metal. Prova cabal é o show registrado neste pacote, gravado em 2001 na “Whisky a Go Go”, conhecida casa de shows de Los Angeles (EUA).
Em grande forma, o Death executava 14 músicas, promovendo o mais recente CD “Symbolic”, lançado no mesmo ano. Uma “intro” aterrorizante abre espaço para pancadas como “The Philosopher”, “Spirit Crusher” (fantástica) e “Trapped in a Corner”.
Material Cedido Por:
Nuclear Blast Brasil/Laser Company
São Paulo (SP)
Marcadores:
DVD's
From Headbanger to Headbanger - Attack Force
Por Rafael Carnovale
O lance aqui é heavy metal e pronto. Sem muitas concessões ou aparatos para “pasteurizar” a música. É influência de Iron Maiden e fim de papo! Os paulistas do Attack Force editam este DEMO-EP com 9 músicas, e não fazem feio, já que o acabamento gráfico é muito bom e a produção idem.
“The Prophecy” começa de maneira épica e estoura nos alto-falantes com energia e peso, assim como a “speed” “King of Shadows”, fortemente influenciada pelo Maiden. Um vocal agressivo e “riffs” cortantes são o destaque, assim como o quase hino “Headbanger´Till Death” e a excelente faixa título (que remete a “Two Minutes to Midninght”.
Outros destaques vão para a cadenciada “March of Death” e para “Wasted Wings”, cujo solo inicial é Iron Maiden puro. Para ratificar a influência da donzela nada melhor que uma versão de “Murders in the Rue Morgue”, na qual o vocal agressivo de Rodrigo Grinder se encaixou muito bem, lembrando Paul Di Anno.
Contatos:
attackforce@hotmail.com
Marcadores:
Demo's
Morbid Angel: tentando ampliar definição de música extrema
”Temos sempre nos instigado baseado em tudo o que fizemos no passado. Acho que nos incitamos ainda mais desta vez. Foi uma experiência muito interessante. Não estava acostumado a trabalhar com Tim (Yeung, bateria) ou Thor (‘Destructhor’ Anders Myrhen, guitarra). Mas foi realmente um trabalho em grupo. Todos contribuíram bastante. Acho que a sonoridade deste álbum é única, e gostaria de pensar que é algo que temos sempre feito. A o desafio para nós é que estamos desafiando nosso público também.”
”Inicialmente nós estávamos trabalhando com ele, mas chegou num ponto em que ele sentia tanta dor (após uma extensa cirurgia nas costas para reparação de uma hérnia de disco), que ele não conseguia mais tocar. Ele tirou uns dias para descansar e não estava tendo nenhuma melhora. E foi quando ele disse ‘Vou ter que ir fazer uma cirurgia. Vocês vão ter que achar alguém pra gravar.’ E encontramos.”
”Felizmente ele continua a seguir as recomendações de seu médico, e a fazer os procedimentos e as coisas que eles dizer para ele fazer e para não fazer. Esperamos que ele melhore e tenho certeza de que ele espera por isso também.”
Sobre o novo baterista do Morbid Angel, Tim Yeung (HATE ETERNAL, DIVINE HERESY, DECREPIT BIRTH, NILE, VITAL REMAINS):
”Gosto muito do Tim. É um cara ótimo; um baterista fantástico. Gosto dele como pessoa também. Isso ajuda.”
Sobre o trabalho de arte de "Illud Divinum Insanus", que foi criado por Gustavo Sazes:
”Curti bastante as cores. Esse trabalho de arte literalmente mostra como o álbum soa para mim. Todo mundo que o vê diz que é muito louco. O legal é que estávamos trocando e-mail sobre o tema, e quando Trey (Azagthoth, guitarra) bateu o olho, a primeira coisa que ele disse foi : ‘Curti demais. Temos que ter essa arte.’ Nós não tínhamos coversado sobre isso. Concordamos essencialmente sobre isso sem saber. É interessante. É religioso, mas vai além da religião. Tivemos que dar pequenas sugestões, mas senti que a cor e a atmosfera do que pretendíamos ficou realmente excelente.”
Sobre o primeiro single do novo álbum, “Nevermore”, que também contém uma versão de “Destructos vc. Earth/Attack”, remixado pelo expoente da aggrotech, Combichrist:
”Para mim, não soa como a versão do álbum – porque soaria? A banda que fez o remix, eles são ícones em seu estilo. Obviamente que eles não são do estilo Metal, mas acho que ficou bem legal. Honestamente, estávamos tentando ampliar os horizontes da música extrema, e nossos meios de fazê-lo. Estamos explorando ao mesmo tempo; sempre estivemos. Esse é apenas mais um passo.”
Sobre tentar expandir as fronteiras da música extrema:
”Estou tentando ampliar a definição. Quando dizemos ‘death metal’, esse um termo que eu tenho usado… Todos nós gostamos de rotular as coisas, todos nós diríamos que esse estilo de música é death metal, black metal, progressive metal, thrash… Há todas essas pequenas palavras determinadas que as pessoas usam para descrever coisas. Nesse ponto é onde eu digo que tocamos música extrema. Porque há elementos de todos os tipos lá e eu odeio limitar a apenas uma coisa: death metal. Acho que há um público para música extrema, se é seja death metal ou qualquer outro sendo criado. As pessoas vão aparecer, e eu sou parte desse público.”
Leia a entrevista na íntegra (em inglês) na revista Loud.
Fonte desta matéria (em inglês): Blabbermouth.Net
Marcadores:
Entrevistas
Cheap Trick: versão para clássico com mariachis
Você pode fazer o download gratuito da faixa aqui.
Matéria original: Blog Van do Halen
Marcadores:
Curiosidades do mundo do Rock
Hoje na história do rock no mundo - 10/05
[10/05/1941] Há 70 anos- Nasceu
Continue lendo:http://www.rockwave.com.br/fatos/#ixzz1LwqtBdLB
Nasce Ritchie Valens
[10/05/1946] Há 65 anos- NasceuNasce Donovan
[10/05/1960] Há 51 anos- NasceuNasce Bono
[10/05/1963] Há 48 anos- Grandes Sucessos e Lançamentos HistóricosOs Stones gravam o primeiro single
[10/05/1986] Há 25 anos- Sexo, Rolos e CasamentosTommy Lee casa-se com Heather Locklear
[10/05/1994] Há 17 anos- Prisões, Processos e Problemas com a JustiçaTupac Shakur ataca diretor e vai preso
Continue lendo:http://www.rockwave.com.br/fatos/#ixzz1LwqtBdLB
Marcadores:
Curiosidades do mundo do Rock,
Historia
9 de maio de 2011
Habana Blues - 2005
Dois jovens músicos cubanos, Ruy e Tito, têm um sonho em comum: saírem de Havana e que suas músicas fazem sucesso. Enquanto preparam seu primeiro grande show, descobrem que dois produtores espanhóis estarão buscando talentos cubanos, e percebem então que aquela pode ser uma oportunidade única de sair de Cuba.
Marcadores:
Filmes sobre Rock
For All We Know - For All We Know
Pois então finalmente foi liberado o debut auto-intitulado do For All We Know. O projeto idealizdo pelo guitarrista holandês Ruud Jolie (Within Temptation) tomou forma ao longo de 4 anos, nos quais o músico compôs as canções com muita calma e paciência, cuidado minuciosamente de cada detalhe. Em fins do ano passado, Ruud convidou antigos amigos seus para gravarem o disco.
Os músicos envolvidos abrangem vários estilos, indo desde a versatilidade do vocalista Wudstk, que tem suas raízes nohip hop, mas que criou fama em seu país natal por ser capaz de interpretar vários estilos distintos, todos com muita desenvoltura, passando pela veia prog remetente do Pain of Salvation de Kristoffer Gildenlöw (Baixo) e Leo Margarit na bateria, o lado jazzista de Marco Kuypers e claro a guitarra marcante de Ruud.
Ruud se mostra um compostor muito diversificado, pelo menos foi a minha impressão ao reparar no curioso contraste entre a faixa de abertura e a segunda canção, 'Busy Being Somebody Else'. A primeira é calma e intimista, já esta é um rock com cara de alternativo, bem agitado e com um refrão que facilmente fica na cabeça. Ótima execução dos músicos, temos bons riffs de baixo e guitarra (e um ótimo solo também), bateria ainda simples mas mais intensa e as linhas de teclado que constroem um ar ligeiramente psicodélico. Excelente canção! Logo na sequência vem 'Out of Reach', que se inicia com bonita participação do pianista Marco Kuypers, fazendo um belo dueto com Wudstk. O resto da banda entra encorpando a canção, que fica num tom entre o rock clássico e o jazz. Uma faixa bela e elegante, de um bom gosto inquestionável.
'When Angels Refuse to Fly' é uma muito boa canção de metal progressivo (mais pelo lado progressivo que pelo metal, diga-se de passagem). Bateria agora sim forte e de destaque, riffs variados e marcantes, solos trabalhados e teclados sempre atuantes mesmo que mais discretos. Um dos grandes destaques do álbum como um todo. Em seguida vem 'I Lost Myself Today', outra bela canção soft, com bastante feeling e jeito de balada que cresce num certo ponto, chegando a soar épica no solo na sua parte final; mais um dos inúmeros destaques positivos.
Os convidados de maior destaque são os que menos aparecem (realmente única mácula do trabalho). Sharon den Adel e Daniel Gildenlöw protagonizam um tocante dueto na curtíssima 'Keep Breathing', que não passa de dois minuto, uma canção bela e que merecia com certeza absoluta ser mais longa (nós ouvintes agardeceríamos!); como de costume até aqui, ótima e destacada.
Logo depois nos chega aos ouvidos a mais progressiva de todas, 'Down on My Knees'. Ao longos de seus nove minutos ouvimos momentos rock n' roll, passagens progressivas latentes, quebras de ritmo e viradas completas, e principalmente muita energia. Excepcional canção. Depois desta temos mais uma calma: 'Save Us...' tem belos dedilhados, backing vocals envolventes e mais doses de progressividade. Wudstck mostra o porque da sua fama de versátil, manda várias vocalizações muito inspiradas e diversificadas. Curta e soturna é 'Embrace/Erase/Replace/Embrace', seu clima sombrio se faz principalmente com o teclado e as vocalizes do frontman, e ainda a bateria em tons mais baixos e riffs distorcidos com certa influência sabbathiana. Muito bom.
A canção sequente se chama 'Tired and Ashamed'. Segue na vibe do restante do disco, ou seja, muito boa. Pessoalmente não saberia como enquadrar a faixa seguinte, 'Open Your Eyes'; parece um pouco de pop, mas emenda coisa de metal e rock clássico e pitadas de jazz. E exatamente por essa questão, achei-a incrível! Quando não se consegue rotular algo, é porque de fato é fruto de um trabalho esmerado buscando criatividade e originalidade. Acertaram no alvo!
Esta belíssima estreia termina com mais uma pérola. Esta, chamada 'Nothing More'. Temos algumas passagens de violino, que dão um quê acústico por boa parte do decorrer da música, que perto do fim desanda num belo instrumental, grandioso, cheio de pompa e beleza. Uma forma magistral de terminar com os trabalhos.
Todas as minhas expectativas para com este projeto foram concretizadas, e até mesmo superadas. É um trabalho repleto de personalidade e carisma, com músicos absurdamente competentes e talentosos que deram o melhor de si. Sendo algo paralelo ao Within Temptation por parte de Ruud, de certa forma seria difícil não comparar este For all We Know com sua banda principal; mas rapidamente o nome que é um dos gigantes do metal sinfônico fica de lado, tamanha a competência e cara prórpia desta prodigiosa brincadeira do guitarrista, que não se usa de clichês batidos, nos dando um material impecável e de um alto nível de dar inveja a muita banda grande e famosa por aí.
Claro que não é uma re-invenção da roda e um clássico indiscutível, mas mesmo assim é um trabalho maravilhoso e que deve agradar a muita gente por sua alma e luz próprias, já que ouvindo as canções esquecemos completamente das bandas de origem de seus músicos. Pode não ser genial, mas tem coração e e sentimento, o que já é uma grande coisa.
Um dos belos destaques de 2011. Recomendadíssimo!
O For All We Knoe é:
Wudstk (Vocais)
Marco Kuypers (Piano)
Leo Margarit (Bateria)
Kristoffer Gildenlöw (Baixo)
Thijs Schrijnemakers (Teclado)
Convidados:
SharonDenAdel (Within Temptation)
Daniel Gildenlöw (Pain of Salvation)
John Wesley (Porcupine Tree)
Ruud Howuling
Richie Falkoner (Lauren Harri's Band)
Anke Derks (cantora solo)
Damian Wilson (Threshold)
Tom Sikkers (Brotherhood Foundation)
Camilla van der Kooij (Violinista)
Track List:
1. Blind Me (4:08)
2. Busy Being Somebody Else (5:30)
3. Out of Reach (6:01)
4. When Angels Refuse to Fly (5:42)
5. I Lost Myself Today (4:31)
6. Keep Breathing (1:55)
7. Down On My Knees (9:01)
8. Save us... (3:48)
9. Embrace/Erase/Replace/Embrace (2:52)
10. Tired and Ashamed (5:26)
11. Open Your Eyes (5:19)
12. Nothing more... (4:08)
Marcadores:
CD's
Origami - ThanatoSchizO
Por Ben Ami Scopinho
Ainda que desconhecido em várias nações, o ThanatoSchizO - ou simplesmente TSO - está se revelando um nome bastante atuante em seu país de origem, Portugal. A banda foi formada em 2001 e transmutou em muito sua música, indo inicialmente de uma fusão de Death, Doom e Rock Progressivo, para atualmente abolir praticamente toda a antiga distorção e se focar em um patamar mais emocional em seu mais novo registro, “Origami".
E este quinto álbum de estúdio é marcado pela saída do vocalista, guitarrista e fundador Eduardo Paulo, que optou por se concentrar nas artes plásticas. Em função disso, praticamente todas as vozes foram assumidas por Patrícia Rodrigues, o que, somado ao fato de a banda usar sua criatividade para compor canções bem acessíveis e com uma abrangência tão mais ampla, faz com que os portugueses se esquivem facilmente dos rótulos tão em voga atualmente.
Contato:
Formação:
Patrícia Rodrigues - voz
Guilhermino Martins - guitarra e samples
Filipe Miguel - teclados
Miguel Ângelo - baixo
Paulo Adelino - bateria
ThanatoSchizO - Origami
(2011 / Major Label Industries - importado)
01. inExistence
02. (Un)bearable Certainty
03. Nightmares Within
04. Pervasive Healing
05. RAWoid
06. Sublime Loss
07. Dance Of The Tender Leaves
08. Sweet Suicidal Serenade
09. The Journey's Shiver
10. Hereafter Path
11. Last Of The Few
12. Pale Blue Perishes
Marcadores:
CD's
Confronting The Mirror - Sized
Por Ben Ami Scopinho
Ainda que Florianópolis seja a capital de um estado, infelizmente não existe muita movimentação no sentido de as bandas de Heavy Metal se prontificarem a lançar discos. São poucos os nomes dessa discreta lista... Assim, é gratificante quando nos deparamos com um novato como o Sized, na ativa desde 2008 e que vem mostrando muita vontade em injetar algum diferencial em seu Thrash Metal em meio a uma cena nacional que se torna cada vez mais competitiva.
Assim, após uma demo que foi bastante requisitada pelo público da região, o Sized se sentiu confortável para sua estreia em disco. "Confronting The Mirror" segue uma linha de Thrash Metal que é old school por natureza e vocação, próximo do que era feito nos primórdios do Sepultura, mas com os catarinenses pinçando elementos típicos do Heavy Metal Tradicional, algo de Death, insinuações progressivas e até mesmo flertando com ritmos brasileiros.
Contato: www.myspace.com/sizedbr
Formação:
Kavera - voz
Vitor - guitarra
Quira - baixo
Ovo - bateria
Sized - Confronting The Mirror
(2010 / Fonomídia - nacional)
01. Suicide
02. Empty
03. For The Enemy
04. Systematic Chaos
05. Way To It All
06. Barquinho... In Hell
07. Above The Throne
08. Insufficient
09. Hypnosis
10. Inside
11. Salvation
Marcadores:
CD's
Live From The Living Room - Mr. Big
Postado por Renato Trevisan
Que o Mr. Big é uma das bandas mais técnicas do Hard Rock e da música pesada em si, todo mundo sabe. Que a discografia do grupo americano conta com mais lançamentos ao vivo do que com álbuns de estúdio, tudo mundo também sabe. Mas eu pergunto a todos que estão lendo essa resenha: Alguém, algum dia imaginou que a banda lançaria um álbum ao vivo no Japão?!? E pra o espanto de todos... Sim! Eles lançaram!
Brincadeiras a parte, é impossível negar a genialidade do grupo que conta com Eric Martin nos vocais, Paul Gilbert na guitarra, Billy Sheehan no baixo e Pat Torpey na bateria. O quarteto responsável por hits como "To Be With You" e "To Be With You" (risos) realizou sua tão esperada volta aos palcos com a formação clássica em 2009, quando lançou o CD/DVD "Back To Budokan" e, no finalzinho de 2010, lançou seu tão esperado álbum de inéditas, o magnífico "What If...". Logo, as apresentações começaram e, dia 28 de janeiro, realizou-se um "show secreto" para 200 japas sortudos - sortudos mesmo, visto que foram escolhidos por sorteio. E "Live From The Living Room" foi este show, lançado dia 27 de abril em CD (contendo 10 músicas) e DVD (com 15 canções).
Bem, quando falamos de Mr. Big, já é de se esperar um show tecnicamente perfeito e, é justamente isso que temos aqui. Ressaltando apenas que algumas canções, por serem executadas de forma acústicas, perdem alguns de seus detalhes, mas não pecam em nada na mescla entre virtuosidade e feeling. Digo isso pois as versões apresentadas não ficaram tão "encorpadas", já que temos apenas um violão. Creio que seria bem mais viável se Eric Martin fizesse algumas bases com violão, para dar mais "consistência", detalhes e um pouco mais de peso às execuções. Sim, eu disse peso, pois Pat Torpey também abandonou sua bateria e ficou apenas na percussão. Se por um lado isso mostra versatilidade e em alguns momentos dá uma forma bem interessante e um clima amistoso e íntimo ao show, por outro, deixa um espaço vazio, um vácuo dentro da apresentação. Eu vejo isso da seguinte forma: Músicas de Rock precisam de uma condução coesa, mesmo quando executadas em um formado acústico. Logo, a falta de bateria e de mais um violão não foi suprida nem mesmo com o acréscimo da orquestra.
De um jeito ou de outro, ouvir o Mr. Big tocar é sempre um presente para amantes de boa música e "Live From The Living Room" prova isso (mais uma vez). Logo, eles podem lançar um ao vivo no Japão a cada 6 meses, pois de qualquer forma, o Hard Rock agradece... E que venham logo ao Brasil!
Eric Martin - vocais
Paul Gilbert - violão
Billy Sheehan - baixo
Pat Torpey - percussão
01. Undertow
02. Still Ain't Enough for Me
03. Green-Tinted Sixties Mind*
04. As Far As I Can See
05. Voodoo Kiss
06. Where Do I Fit In?*
07. Take Cover
08. Around The World
09. Daddy, Brother, Lover, Little Boy*
10. Stranger In My Life (w/ Strings)
11. All The Way Up (w/ Strings)
12. To Be With You (w/ Strings)
13. Nobody Left To Blame (w/ Taiko Drums)
14. Shy Boy (w/ Taiko Drums)*
15. 30 Days In The Hole*
* -» somente no DVD
Fonte desta matéria: ocaralhoa4.blogspot.com
Marcadores:
CD's
Assinar:
Postagens (Atom)
