Matéria original: MetalRoute
A História e as informações que você sempre quis saber sobre seu Artista/Banda preferidos, Curiosidades, Seleção de grandes sucessos e dos melhores discos de cada banda ou artista citado, comentários dos albúns, Rock Brasileiro e internacional, a melhor reunião de artistas do rock em geral em um só lugar. Tudo isso e muito mais...
1 de maio de 2011
Rebecca Black: confira "Friday" em versão Heavy Metal
Fonte desta matéria: youtube.com
Marcadores:
Humor no Rock
Iron Maiden e Dream Theater: Pontos em comum de 2 novelas
Quando Bruce Dickinson saiu do Iron em 92/93 após o ótimo Fear of The Dark, a casa caiu no mundo do metal. Afinal de contas, quem teria calibre e DNA para substituir uma das vozes mais emblemáticas do metal? Olhando o horizonte, alguns cantores– quase todos influenciados pelo próprio Dickinson – se aventuraram na dura e doce tarefa de substituir a voz do Maiden.
Muita gente torceu o nariz e apesar de "X Factor" ser um disco com assinatura Iron Maiden, o disco seguinte conseguiu ser pior que "No Prayer for the Dying" (1990); "Virtual XI" (1998) trazia canções que até o mais fanático admirador de Iron colocou fora do seu playlist.
Bem, em 2000 aconteceu o que o mundo da música esperava, o bom filho Bruce Dickinson retornou ao microfone do Iron Maiden para comandar o aguardado "Brave New World" e assim, retornar ao topo com a Donzela de Ferro, em um turnê vitoriosa, lucrativa e que matou as saudades de fãs de todo mundo. É bom observar que a carreira solo de Dickison foi à contento e seus discos sempre receberam não só elogios dos seus fãs como da crítica especializada.
2010. A banda que possui fãs xiitas tão impressionantes quanto o Iron, perde não seu vocalista mas talvez a maior marca registrada da banda; Mike Portnoy. Mais detalhes sobre o que eu penso da saída do músico clique abaixo em texto publicado no Aliterasom e no Whiplash e em vários outros sites de música.
Recentemente fomos apresentados ao reality produzido pela banda, possivelmente ano passado, com total comprometimento da Roadrunner, na qual o grupo mostra ao mundo como ocorreu (a banda já está em estúdio gravando seu disco desde janeiro deste ano) a escolha de novo maestro.
Debates, discussões e muita torcida nas comunidades e fóruns de rock and roll. Afinal de contas tal qual o processo seletivo do Iron, também temos um “brasileiro” (Andre Matos foi um dos postulantes à vaga de Bruce) entre os 7 candidatos ao posto de baterista do DT, a saber, Aquiles Priester, baterista do Hangar.
Longe de querer ser acertivo e definitivo a respeito de um assunto tão controverso, a pergunta que eu faço aos leitores é o seguinte: você acha que DT corre o risco de errar na escolha do músico que irá substituir Mike Portnoy? E mais: você acredita que o músico que deu nome à banda retornará às baquetas da banda americana?
Confesso que estas são as perguntas que intrigam a minha mente. Os músicos que lá estão dispensam maiores apresentações mas será que todo o cenário novelístico criado será suficiente para a permanência de um “novo membro” na família DT?
Façam suas apostas.
Fonte desta matéria: Aliterasom
Marcadores:
Opiniões
Bola da Foca: Era necessário o que o Dream Theater fez?
Confira, abaixo, a lista dos sete candidatos ao post de Mike Portnoy:
- Aquiles Priester, 39 anos, ex-Angra e Paul Di´Anno, atual Hangar.
- Peter Wildoer, 36 anos, do Darkane.
- Marco Minnemann, 40 anos, ex-Kreator, ex-Necrophagist, ex-Ephel Duath e já tocou Joe Satriani.
- Virgil Donati, 52 anos, do Planet X e do Seven The Hardway.
- Derek Roddy, 38 anos, do Hate Eternal, Nile e Today is The Day.
- Mike Mangini, 48 anos, ex-Steve Vai, ex-Extreme e ex-Annihilator.
- Thomas Lang, 43 anos, ex-John Wetton, tocou com Roberto Fripp e Glenn Hughes.
As audições, no final, mostraram um Derek Roddy muito fraco e duro para o estilo do Dream Theater, um Aquiles Priester que mal sabia falar inglês e que se deu mal no jam de instrumentos (muito mais do que sua falha em Dance of Eternity). Ficou a pergunta, assistindo aos vídeos: Era necessário mesmo expor sete artistas para ocupar o posto de uma banda, numa nítida jogada de marketing para um novo CD?
No final, a banda ficou entre Mike Mangini, com perfil bem parecido com o peso e a versatilidade de Mike Portnoy, e Marco Minnemann, que foge dos padrões, apesar de fazer bem as versões originais das músicas. O Dream Theater optou pela segurança de Mangini, que é amigo pessoal de Portnoy e, possivelmente, honraria sua memória. O ruim é que o próximo álbum pode ser uma mesmice, considerando que o DT sendo um dos melhores grupos da atualidade em inovação musical.
Quer conferir o show que a banda fez na internet com a seleção? Veja todos os vídeos aqui e tire suas conclusões. No ar, fica a questão se isso realmente foi necessário. Se foi, o próximo álbum será fora de série. E é isso que os fãs esperam.
Matéria original: Bola da Foca
Marcadores:
Opiniões
Apokalyptic Raids: Entrevista com Necromaniac
Falar em APOKALYPTIC RAIDS é, sem sombra de dúvidas, falar de um dos pioneiros mundiais do revival anos 80 que ocorre do final dos anos 90 para cá. Apesar dos famosos problemas que é seguir adiante na cena underground nacional, a banda já lançou quatro ótimos discos, sendo o mais recente o ‘Vol. IV Phonocopia’, acaba de fazer uma tour bem sucedida por pelo Brasil e exterior, na qual visitou seis países da América do Sul. Aproveitando tudo isso, fomos fazer uma entrevista com o vocalista/guitarrista Leon Manssur ‘Necromaniac’, que nos atendeu com muita educação e gentileza.
Necromaniac: Obrigado a você e ao Whiplash pelo espaço! Em princípio, eu sou só um cara que curte som. Eu toco o que eu gostaria de ouvir. Não sou inexperiente, mas também não sou guru de ninguém. Não existe isso de “Old School”. Na minha cabeça, “ser um pioneiro do Old School” se traduz como: “você está velho, cara!”. Existe música boa e música ruim, cada um decide. Desculpe o festival de obviedades, mas se eu não disser isso fica parecendo que eu sou candidato a algum cargo. Se algumas bandas mais novas me tomam como referência, sim, agradeço. Mas há uma grande distância entre ser fã, ter uma banda profissionalmente, e levar como hobby.
Necromaniac: Não há regras. Não é uma questão de datas, é uma questão de qualidade. E ainda assim, é pessoal. Tem gente que acha o 'At War With Satan' tosco, eu acho sensacional. A maioria não entende. Pra entender a música de 20 anos atrás, tem que entender o contexto das pessoas daquele tempo. Há 20 anos atrás erros crassos foram cometidos, como o Heavy tentar ser pop, o Thrash tentar ser engraçado, o Metal extremo perder o bom humor, etc... Por que e até onde repetir essa história?
Necromaniac: Eu prefiro ficar com aquilo que resiste ao tempo e evitar as modas, as tendências, os últimos lançamentos. A maioria dos últimos lançamentos em qualquer estilo é uma colagem de clichês. Se eu tiver mesmo que virar guru de alguma coisa, eu só queria dizer uma coisa: estudem a história, não sejam ignorantes! O que eu mais vejo na cena é gente ignorante, com várias “certezas”.
Whiplash! – Ainda falando de eventos da Old School, como encara o retorno de muitas bandas que eram ícones nos 80, tanto daqui do Brasil quanto de fora? E como vê as bandas que, depois de anos e anos na estrada, buscam atualizar sua música para as novas gerações?
Necromaniac: Antigamente as pessoas paravam para ouvir música, ouvia-se em casa. Hoje se ouve música em ônibus lotado, no engarrafamento. E a música tem que competir com esse ruído ambiente. Claro que a música será outra, e do meu ponto de vista, será ruim. Eu sei que sou minoria, mas não gosto de música de qualidade ruim feita para gente desinformada, que ouve em condições ruins em aparelhos ruins. Existe uma superficialidade maior hoje, no Metal e fora dele. Existem grandes e péssimas bandas, antigas e novas. Existem bandas que retornaram boas, como o Vulcano, e existem bandas que retornaram péssimas (a maioria, inclusive), na minha opinião.
Necromaniac: As pessoas ficam 10, 15 anos fora da cena e acham que vão retornar e fazer o mesmo som que faziam antes, sem retomar aquele contexto. Conheço muito “veterano” que se impressiona com banda-produto feita para enganar a garotada mais nova. Ou então acham que vão fazer um som completamente diferente, e as pessoas vão curtir só pelo seu nome. Melhor seria começar do zero.
Whiplash! – Nesses 12 anos de estrada, a banda teve uma evolução sonora bem sensível, uma vez que, apesar da personalidade forte da banda, de um início mais cru, a banda foi ficando mais encorpada, até polida, como podemos apreciar no CD novo. Você atribui esta evolução à experiência ou ao background de cada músico que passou pela banda? E o que podemos esperar da sonoridade do APOKALYPTIC RAIDS no futuro? E por falar nos membros, poderia se dizer que esta formação da banda é a ideal?
Necromaniac: Não sei se mudou tanto assim. A nossa proposta nunca mudou. O que mudou foi nossa habilidade de fazer algumas coisas. Tanto que, nos nossos álbuns, músicas de vários anos se misturam, material composto há 20 anos, há 5, e coisas novas. A maior diferença talvez esteja nas letras, que se tornaram um pouco mais pessoais.
Necromaniac: Claro que todo integrante novo na banda tem uma pegada diferente, e essa dinâmica tem que ser trabalhada pra somar com a proposta da banda. A formação do "The Return of The Satanic Rites" se tornou referência, em 2002/2003, por uma série de fatores. Muita coisa aconteceu desde então, e parecia difícil nos superarmos depois de tantos anos. Mas a formação atual vem trabalhando duro, desde 2007, é 1/3 da vida da banda. Finalizamos as músicas para o último álbum em 2008, gravamos em 2009, fazendo vários shows, e depois do lançamento fizemos uma turnê pela América do Sul. Nosso entrosamento está no auge, e acho que neste processo superamos sim as formações anteriores. Comprovem nos nossos shows!
Whiplash! – E por falar em no CD novo, como tem sido a recepção de ‘Vol IV – Phonocopia’ por parte da imprensa e do público em geral? Há planos de lançamento dele fora do país? E haverá para ele prensagem em vinil, já que muitos fãs gostam de discos no formato LP?
Bruce Day, batera do Hellhammer
Necromaniac: As pessoas tem curtido muito o novo álbum. Ele é uma espécie de síntese de tudo que fizemos até aqui, ele tem as melhores características de todos os anteriores. As resenhas até agora têm concordado com isto. As músicas novas têm se integrado ao nosso setlist, está até difícil escolher um set sem deixar nada importante de fora...
Necromaniac: Quanto a lançamentos, o formato CD está morrendo, mas no momento não se pode abrir mão dele. E mais, precisamos e queremos fazer com todo o capricho: nosso CD tem encarte com verniz UV, e vem acompanhando de um pôster. Gastamos 10 mil reais para botar este CD no mercado, sem abrir mão da qualidade, mas fazendo um planejamento de custos espartano. Quanto a lançamento no exterior, veja na contracapa do CD, além da Paranoid (SP) e da Urubuz (RJ) lá está o selo da Hell’s Headbangers. É a maior gravadora underground no nosso segmento nos USA, junto com a Nuclear War Now. Nós temos um acordo de distribuição com a Hell’s Headbangers, e nossa gravadora anterior, que ainda pegou algumas cópias deste CD, tem contato com a NWN. Melhor que isso só se eu for lá entregar em casa...
Necromaniac: Cada álbum nosso vendeu até agora aproximadamente 3 mil cópias, somando todos os formatos, em todo o mundo. Nossa distribuição conta há quase 10 anos com selos como Barbarian Wrath (GER), Time Before Time (POL), Weird Truth e Obliteration (JAP), entre muitos outros. Nestes 12 anos, acumulei da ordem de 40 contatos no mundo todo, e nosso batera tem mais um tanto. Creio que com o Vol. 4 iremos superar estes números, pois em 6 meses já se foram mais de 1.000 CDs, espalhados por todos esses pontos de venda, e por onde passamos em turnê. E isto tudo num cenário de vendas muito fracas de CDs. No mesmo dia que nosso CD chegou nas lojas, ele foi copiado e colocado para download em mais de 20 blogs! Isto é insustentável. Tive que pedir gentilmente que retirassem. As vendas de CDs em geral continuam em queda livre. Eu vivi entre 2003 e 2008 de vendas de CDs. Desde 2008 isto não é mais possível, apesar de estarmos vendendo bem para o mercado atual. Estamos vendendo relativamente bem, mas há alguns anos seria o dobro.
Necromaniac: Nossa popularidade está em alta, mas poucas pessoas estão dispostas a comprar um CD, o que basicamente inviabiliza o trabalho! Se eu não gostasse muito do que eu faço, seria adeus mesmo, há algum tempo! Mas temos outros planos. Não somos contra a modernidade, muito pelo contrário: nossas faixas estão disponíveis no nosso site em streaming, os CDs estão à venda na nossa loja virtual, o download está à venda no iTunes, e já vendemos um bocado assim, por incrível que pareça! Precisamos recuperar o que gastamos na confecção do disco, para poder fazer o próximo, é simples. Para conhecer nosso som, basta acessar nosso site www.apokalypticraids.com.
Necromaniac: Neste contexto, o LP talvez seja hoje a principal possibilidade de sustentar a banda, mais que camisetas ou cachê. Isto não é uma especulação, é uma informação concreta trazida por bandas que fizeram turnê na Europa nos últimos 6 meses: na Europa, a maioria das pessoas quer LP, e quase não compra CD. Estamos no momento trabalhando no (re)lançamento de todos os nossos álbums em LP. O novo LP ainda não saiu, e os 3 LPs anteriores, que foram lançandos em 2001, 2003 e 2005, estão esgotados. Sempre lançaremos em LP, em se tratando de Apokalyptic Raids. Eu sou fã de LPs, e o CD já vai tarde. É o que eu sempre quis, afinal de contas.
Whiplash! – A banda acaba de retornar recentemente de uma tour extensa, com shows fora do Brasil, em outros países da América do Sul, o que parece ser uma tendência, já que várias bandas brasileiras andam fazendo shows e mais shows pelo continente. Como foi a tour em si, a receptividade do público de fora? Seriam tours por países sul-americanos um sinal de que, enfim, o Metal Nacional está dando passos para entrar de vez no mercado internacional, ou seja, para as bandas daqui enfim poderem se profissionalizar de vez? E há propostas para shows na Europa e Estados Unidos?
Necromaniac: Com a queda das vendas, fazer shows se tornou vital. Exceto por um detalhe: todos estão na estrada! Temos mais gente em cima do palco do que na platéia. Não há espaço para todos. Com isto, vai haver uma seleção dos melhores.
Necromaniac: Não sei se o Metal nacional vai entrar no mercado internacional, eles tem um componente cultural muito forte que nós não temos. Mas estamos fazendo a nossa parte. Fizemos shows por todo o Brasil, e mais Bolívia, Peru, Equador e Colômbia. Estamos agendando mais alguns shows pelo Brasil, e talvez outra parte da América do Sul, e sim, estamos planejando ir para a Europa.
Necromaniac: Nosso baixista Vinícius Hellpreacher acaba de chegar de uma tour com sua outra banda, o ATOMIC ROAR, pelo circuito punk da Europa, e foram quase 30 shows em um mês. Ele nos trouxe boas notícias e experiência, portanto agora falta pouco para mais uma conquista...
Whiplash! – Não é desconhecido do público em geral que você possui uma formação acadêmica privilegiada, então, você acredita que este nível cultural acaba influenciando na sonoridade, até mesmo nas letras, do APOKALYPTIC RAIDS? E ainda falando sobre a questão educacional no Heavy Metal, você crê que a falta de profundidade dos fãs em relação à música e propostas das bandas está associada a este fator?
Necromaniac: É claro que pra escrever boa música e boas letras você precisa ter um bom conhecimento e um bom vocabulário musical e literário. Como deu pra notar, a gente investe pesado em qualidade. Pode-se dizer que nosso som é uma “tosqueira hi-end” hahahaha.
Necromaniac: Com certeza, eu comentei acima que estamos na era da superficialidade, então a maioria das pessoas tende a ser muito ignorante. Esse problema não é de modo algum exclusividade do Metal. O Metal sofre mais até de outros males, como os “falsos doutores” falando besteira e os incautos acreditando...
Whiplash! – E por falar nas letras, existe nelas alguma mensagem a qual queria deixar claro ao público ouvinte?
Necromaniac: Discorde, conteste, compare, se informe, PENSE.
Whiplash! – Atualmente, há muitos fãs que se identificam com os rótulos de tal forma que eles vivem-nos, ou seja, muitos são fãs apenas desta ou daquela subdivisão, em total detrimento as outras, e você é de um tempo onde os rótulos eram pura e simplesmente classificatórios. Como você vê este movimento em si? Acredita que isso chega a refletir no mercado? E na sua opinião, quais seriam os fatores que levam o Brasil a ter tantas disparidades em termos de cena, ou seja, eventos como Rock in Rio lotam, mas shows de bandas nativas, muitas vezes, estão vazios?
Necromaniac: O Brasil é muito atrasado culturalmente, e isto leva a todo o resto. É lamentável que as pessoas sejam assim tão fúteis e delirantes, mas muita banda-produto vai ser vendida aqui como “ideológica”, antes que o brasileiro entenda o que se passa. Isso tira do Metal o seu caráter transformador e revolucionário, e o torna só um entretenimento, um escapismo fútil. As pessoas não conseguem ler nas entrelinhas.
Necromaniac: Tem que haver uma seleção natural mesmo. Tem certos shows que a banda é tão ruim que 4 ou 5 pagantes é muito público. O público não tem culpa de existir tanta banda ruim. Ninguém é obrigado a apoiar banda ruim.
Whiplash! – Agradecemos de coração a sua atenção, e pedimos que deixe suas considerações finais e mensagens para nossos leitores.
Necromaniac: Obrigado mais uma vez pelo espaço! E se você é fã de MOTÖRHEAD, VENOM, BATHORY, HELLHAMMER, ONSLAUGTH, etc, ouça nosso som e detone seu pescoço! O ponto de partida éwww.apokalypticraids.com. Temos CDs, camisas e LPs disponíveis, entrem em contato! Produtores interessados, estamos agendando shows!ecente o ‘Vol. IV Phonocopia’, acaba de fazer uma tour bem sucedida por pelo Brasil e exterior, na qual visitou seis países da América do Sul. Aproveitando tudo isso, fomos fazer uma entrevista com o vocalista/guitarrista Leon Manssur ‘Necromaniac’, que nos atendeu com muita educação e gentileza.
Marcadores:
Entrevistas
Evil Emperor: entrevista com a banda de brutal death metal
André Rodrigues: A banda foi fundada em agosto de 2002, com Paulo Fallavena nos vocais, Bruno e Eduardo Fallavena nas guitarras e Gustavo Danni na bateria. Essa formação durou até 2005 e teve algumas mudanças de baixistas. Durante 3 anos foram feitos muitos shows no Rio Grande do Sul e Uruguai. Participamos da coletânia uruguaia "Evil Circle Collection" e lançamos a demo “The Evil Birth”, em 2004.
Porém, no ano seguinte, a banda ficou com a formação incompleta, e somente em 2006 retornou forte com André Rodrigues assumindo a bateria e Rodrigo Lamazuus Linn, o baixo, juntamente com os membros originais - Paulo, Bruno e Eduardo. Com essa formação, o quinteto lançou a segunda demo, “Butcher of Souls”, bastante aclamada no Brasil e no exterior. Em 2007, a Evil Emperor tornou-se um Power Trio devido às saídas de Paulo e Bruno.
Muitos shows foram executados e em 2009, foi lançado o Split “Execution” em parceria com a banda Corrosivo. Finalmente em 2010 foram iniciadas as gravações do nosso primeiro debut álbum, mas sentimos falta de mais uma guitarra e outro vocalista para dar mais peso e brutalidade ao nosso som. Então convidamos Rikardo Schroeder para a segunda guitarra e Rodrigo Volkweis para assumir os vocais, compondo a atual formação da Evil Emperor.
Som Extremo: E como é o processo de composição das músicas e das letras?
André: Geralmente alguém chega com uma base e daí vamos trabalhando em cima. Eu crio a batera e vamos lapidando o som até chegar a um resultado satisfatório. Depois do instrumental pronto, é feita a letra.
Som Extremo: O nome da banda, assim como seu logotipo, remetem muito ao estilo black metal. É essa a intenção?
André: Na verdade não. No início, a banda tinha características mais black/death metal, mas com o tempo, o estilo death tornou-se muito mais marcante em nosso som. Entretanto o logo é antigo, e talvez por isso remeta tanto ao black, mesmo a banda não sendo!
Som Extremo: Vocês vêm do sul do Brasil, conhecido como um verdadeiro celeiro de ótimas bandas death metal. Como anda hoje a cena musical extrema por aí? Que bandas destacaria?
André: Cara, anda muito boa, temos muitas bandas, muitas mesmo, e todas são muito profissionais. O que realmente falta aqui é espaço para tocar. São poucos locais que abrem suas portas e possuem um equipamento adequado para uma boa apresentação. Existem muitas bandas para destacar, mas vou citar algumas: Corrosivo, Decimator, The Ordher (R.I.P.), Rotten Penetration, Morterix e Natural Chaos!
Som Extremo: Uma pergunta para se pensar: quais as diferenças entre o death metal nacional e o gringo, na sua opinião?
André: Na minha opinião, não existe diferença. Antigamente até tinha, mas era mais no quesito gravação mesmo, pois era difícil achar um estúdio bom e um produtor que entendia de som extremo. Daí complicava gravar som brutal com um cara que entendia de pop ou reggae! Mas na qualidade musical não existe, as bandas do Brasil são muito preocupadas tanto com o som como com a parte gráfica. O metal feito aqui é um verdadeiro tapa na orelha!
Som Extremo: E quais os planos futuros da Evil Emperor? Vocês estão para lançar um álbum ainda este ano, certo? Fale um pouco sobre isso.
André: Nossos planos incluem o lançamento do nosso primeiro debut álbum em julho pelo selo Rotten Foetus, além de fazer muitos shows para divulgar este material e terminar a negociação de uma possível turnê pela Europa. Temos muito trabalho pela frente e isso é muito empolgante! Neste momento estamos mixando o álbum. Aguardem, que vai valer a pena!
Som Extremo: O blog Som Extremo agradece a entrevista, André. Agora o espaço é seu.
André: Cara, muito obrigado pelo espaço. A cena underground precisa muito de espaços como o que você esta nos dando, porque sem divulgação, pessoas apoiando e dando espaço, a banda não vai a lugar nenhum!
O pessoal que quiser acompanhar as novidades da Evil Emperor pode acessar os links a seguir:
Veja no link abaixo fotos e vídeo da banda:
Matéria original: Som Extremo
Marcadores:
Entrevistas
Discos Marcantes do AC/DC V
Black Ice é o décimo sexto álbum de estúdio da banda de rock Australiana AC/DC, produzido por Brendan O'Brien e lançado entre os dias de 17 e 22 de outubro de 2008.
O AC/DC começou a trabalhar com o novo álbum em janeiro de 2006, o trabalho com o novo álbum foi adiado devido a uma lesão com baixista Cliff Williams e também devido a troca de gravadoras da Columbia Records para a Sony Music. Até hoje, o álbum já vendeu mais de 6,5 milhões de cópias.
O álbum foi gravado no The Warehouse Studio em Vancouver, Canadá, o mesmo estúdio em que foi gravado seu álbum anterior Stiff Upper Lip. Esse é o primeiro álbum da banda depois de Stiff Upper Lip, lançado em 2000, e marca o fim de um intervalo de 8 anos sem novos trabalhos na banda (o maior intervalo de lançamento entre um álbum e outro).
Black Ice vendeu cerca de 1,762,000 unidades em sua primeira semana, o álbum foi número um em 29 países diferentes incluindo Austrália, o Reino Unido e Estados Unidos,ele também ganhou disco de ouro em 4 países,entre eles Brasil. Na sua primeira semana, ele vendeu 784.000 exemplares apenas nos Estados Unidos, com esse álbum a banda já recebeu três certificados de platina na Austrália e vendendo mais de 110,000 copias no Reino Unido.
Black Ice tem sido anunciado como a maior estreia de um álbum de hard rock da historia. Atualmente Black Ice já vendeu mais de 4 milhões de cópias na Austrália e mais de 2 milhões nos Estados Unidos. Black Ice foi o álbum mais vendido no Canadá no ano de 2008. O álbum é considerado o 2º melhor álbum do AC/DC, ficando atrás apenas do álbum "Back In Black", lançado em 1980. Um apoio ao álbum é a turnê mundial Black Ice World Tour.
| Álbum de estúdio por AC/DC | |
|---|---|
| Lançamento | 17 de Outubro de 2008 |
| Gravação | Março-Abril de 2008, emVancouver |
| Gênero(s) | Hard rock Heavy metal |
| Duração | 55:39 |
| Idioma | inglês |
| Gravadora(s) | Columbia |
Faixas
Todas as canções escritas por Angus e Malcolm Young.
- "Rock 'n' Roll Train" (4:21)
- "Skies on Fire" (3:34)
- "Big Jack" (3:57)
- "Anything Goes" (3:22)
- "War Machine" (3:09)
- "Smash 'n' Grab" (4:06)
- "Spoilin' for a Fight" (3:17)
- "Wheels" (3:28)
- "Decibel" (3:34)
- "Stormy May Day" (3:10)
- "She Likes Rock 'n' Roll" (3:53)
- "Money Made" (4:15)
- "Rock 'n' Roll Dream" (4:41)
- "Rocking All the Way" (3:22)
- "Black Ice" (3:25)
Curiosidades
Angus Young, disse que o título do novo álbum foi inspirado por sua terra-natal, a Escócia. Angus, que montou a banda com seu irmão Malcolm, diz que o título o lembra dos velhos tempos, tocando (e vivendo) sob o inverno. "Saiu sem muito o que pensar - me lembra os avisos de cuidado no rádio sobre o norte das montanhas de gelo. Mortal". (N.d.T.: fazendo analogia entre as novas canções e o perigo iminente de desabamento de neve perto de onde morava quando criança).
Formação
Marcadores:
Discos
Discos Marcantes do AC/DC IV
The Razor's Edge é o décimo segundo álbum de estúdio da banda de rock australiana AC/DC, lançado a 21 de Setembro de 1990.
O álbum foi o primeiro e único álbum de estúdio a incluir o baterista Chris Slade, e possui canções como "Thunderstruck" e "Moneytalks," que se encontram entre as mais reconhecidas do grupo. O álbum chegou ao 2º lugar da norte-americana Billboard 200 e 4º no Reino Unido, dando ao AC/DC um sucesso e popularidade similar aos tempos de glória (final dos anos 70 e ínicio dos 80). O álbum foi certificado com quíntupla platina referente à venda de mais de 5 milhões de cópias nos EUA, e foi relançado em 2003 como parte da série Remasters, do AC/DC.
| Álbum de estúdio por AC/DC | |
|---|---|
| Lançamento | 21 de Setembro de 1990 (Austrália) |
| Gravação | 1989–1990 |
| Gênero(s) | Hard rock |
| Duração | 46:32 |
| Gravadora(s) | Albert Productions |
| Produção | Bruce Fairbairn |
Faixas
Todas as faixas foram escritas por Angus Young e Malcolm Young.
- "Thunderstruck" – 4:52
- "Fire Your Guns" – 2:53
- "Moneytalks" – 3:45
- "The Razor's Edge" – 4:22
- "Mistress For Christmas" – 3:59
- "Rock Your Heart Out" – 4:06
- "Are You Ready" – 4:10
- "Got You by the Balls" – 4:30
- "Shot Of Love" – 3:56
- "Lets Make It" – 3:32
- "Goodbye & Good Riddance to Bad Luck" – 3:13
- "If You Dare" – 3:18
Créditos
Marcadores:
Discos
Assinar:
Postagens (Atom)
