A História e as informações que você sempre quis saber sobre seu Artista/Banda preferidos, Curiosidades, Seleção de grandes sucessos e dos melhores discos de cada banda ou artista citado, comentários dos albúns, Rock Brasileiro e internacional, a melhor reunião de artistas do rock em geral em um só lugar. Tudo isso e muito mais...
2 de novembro de 2009
Hoje na história do Rock no mundo - 02/11
Harrison é o primeiro Beatle em turnê mundial
[02/11/1974] Há 35 anos
George Harrison torna-se o primeiro Beatle a embarcar em uma turnê solo mundial. Inicialmente com 30 shows marcados, a "George Harrison and Friends Tour" (que teve a participação de Billy Preston e Ravi Shakar) começou no Pacific Coliseum, em Vancouver, no Canadá, e terminou no Madison Square Garden, em Nova York, nos Estados Unidos, no final do ano.
Pai de Marvin Gaye recebe pena de 5 anos
[02/11/1984] Há 25 anos
Sete meses depois de ter atirado e matado o próprio filho, por causa de uma discussão violenta, o pai de Marvin Gaye recebe a sentença da Justiça: cinco anos de prisão, por homicídio casual voluntário. No dia do crime, depois de constatar que Gaye estava realmente morto, seu pai saiu de casa, sentou na beira da calçada e disse à esposa: "Ligue para a polícia vir me buscar".
Era uma vez um Simple Minds no topo
[02/11/1985] Há 24 anos
Co-produzido por Bob Clearmountain e Jimmy Iovine, o álbum do Simple Minds, "Once Upon a Time" (em português, "Era uma vez"), alcança o topo da parada britânica e consegue o status de disco de platina durante a sua permanência de 82 semanas entre os melhores. Nos Estados Unidos, ele já havia sido destaque, estando cotado na lista dos 10 mais. O hit "Alive & Kicking", até hoje um dos maiores sucessos do Simple Minds, foi um dos grandes responsáveis pela façanha.
Bob Dylan é processado em Los Angeles
[02/11/1994] Há 15 anos
Alegando ser vítima de promessas de casamento, Ruth Tyrangiel, abre um processo contra Bob Dylan, na Corte Superior de Los Angeles, pedindo uma indenização de 5 milhões de dólares. Ela disse que, durante 20 anos de relacionamento, foi responsável pela co-autoria de várias músicas do cantor, além de ter ajudado a empresariar sua carreira.
Vocalista do Pulp explode de raiva
[02/11/1995] Há 14 anos
O vocalista do Pulp, Jarvis Cocker, tem uma explosão de raiva diante das câmeras, durante uma apresentação da banda no programa "ZTV" da televisão norueguesa. Ele chutou o microfone, fazendo com que boa parte do equipamento do grupo caísse, justamente, sobre o seu pé.
Patti Smith assiste homenagem ao ex-marido
[02/11/1995] Há 14 anos
A cantora Patti Smith comparece à inauguração de um memorial feito em nome de seu ex-marido, o guitarrista do MC5, Fred 'Sonic' Smith, na torre dos sinos de uma igreja em Detroit. Fred havia morrido no dia 5 de novembro de 1994, aos 45 anos de idade, vítima de um ataque cardíaco.
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Hoje na história do Rock Brasileiro - 02/11
- 1995: O Raimundos lançou o segundo disco Lavô Tá Novo. Os destaques são “Eu Quero Ver o Oco”, “I Saw You Saying (That You Say That You Saw)”, “Esporrei na Manivela” entre outros.
- 1999: Morreu, aos 38 anos, o produtor iugoslavo Mitar Subotic, mais conhecido como Suba, vítima de asfixia causada por um incêndio em seu apartamento em São Paulo. Suba mudou-se para o Brasil em 1990 e foi um dos principais responsáveis pela introdução de elementos eletrônicos no pop/rock brasileiro. Ele produziu discos de Marina Lima, Arnaldo Antunes, Kiko Zambianchi, Dinho Ouro Preto, Taciana Barros, Bebel Gilberto, Edgard Scandurra, Mestre Ambrósio, entre outros. No início de 1999 lançou seu primeiro disco São Paulo Confessions. Estudou composição, orquestração, teoria musical e piano. Entre 1984 e 1999 Suba produziu mais de 20 discos.
- 2004: Após uma pausa de quase quatro anos o Barão Vermelho lançou o 14° disco da carreira. Os destaques são “Cuidado”, “Cara a Cara” e “Cigarro Aceso no Braço”.
http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
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1 de novembro de 2009
THE DOORS, When You're Strange
When You're Strange
O novo documentário sobre os Doors, apesar de não trazer nenhuma novidade para os fãs, é uma excelente narrativa sobre os cinco anos em que Morrison, Manzarek, Krieger e Densmore produziram juntos uma música estranha e incomparável.
THE DOORS, When You're Strange
Sobre não pertencer
Por João Eduardo Veiga(http://www.portalrockpress.com.br/)
O Festival do Rio 2009 trouxe à cidade o documentário When You're Strange, primeiro longa-metragem (fora a cinebiografia encenada por Oliver Stone em 1991) dedicado à história da banda The Doors. Dirigido por Tom DiCillo, que revelou Brad Pitt no cult Johnny Suede, a produção tem a luxuosa narração do ator Johnny Depp e é inteiramente constituído de filmagens feitas entre 1966 e 71. Antes de ser exibido no Rio de Janeiro, em cinco sessões, a fita rodou importantes festivais internacionais de cinema como Sundance e Berlim, mas ainda não tem previsão de entrar — nem mesmo nos EUA — em circuito comercial.
Não há novidades em When You’re Strange. DiCillo utiliza o timbre iconoclasta de Depp para contar aquelas histórias que os mais chegados à música feita por Jim Morrison, Ray Manzarek, Robby Krieger e John Densmore já sabem de cor: a gênese do grupo nas areias de Venice Beach, a estreia catártica dos versos edipianos de “The End” nos palcos do Whiskey a Go-Go, a prisão de Jim durante uma apresentação em New Haven, a “exposição indecente” em Miami, a morte na banheira de um hotel parisiense. E, apesar de dispor de algumas imagens pouco conhecidas, grande parte do material circula há décadas em vídeos como Dance on Fire e The Soft Parade, compilados por Manzarek nos anos 1980. Ainda assim, o filme é muito bem sucedido ao tentar se conectar emocionalmente aos fãs da banda.
O grande trunfo de When You’re Strange é o roteiro, que também ficou a cargo de DiCillo. Para conduzi-lo, foram utilizados segmentos restaurados e espantosamente vívidos do média-metragem em 35mm HWY: An American Pastoral, que Morrison estrelou e dirigiu em companhia de amigos em 1969. Trechos do filme original — que, nas palavras do próprio cantor (numa entrevista de 1970 à Rolling Stone), “não tem, na verdade, uma trama" — ganham um novo sentido quando entremeados à narrativa do documentário.
Barbado e metido em suas indefectíveis calças de couro, Jim caminha pelo deserto, pede carona, guia um Mustang em alta velocidade, cobre o rosto de uma raposa agonizante recém-atropelada, acende um cigarro. É como se, enquanto os 54 meses em que os Doors estiveram juntos são analisados — exorcisados — sem mitificações, o espírito de seu líder pudesse enfim perambular livremente em meio à imensidão americana.
Além da rara contribuição da família de Jim — que costumava rejeitar os pais a ponto de declarar que ambos estavam mortos —, a produção teve apoio maciço dos ex-integrantes do grupo. O tecladista Ray Manzarek, notório detrator do filme de 1991, afirmou que a nova obra é “anti-Oliver Stone” e mostra “a verdadeira história dos Doors”. O tom do documentário é, de fato, bem distinto da visão de Stone: enquanto o Jim Morrison do cinema, interpretado por Val Kilmer, não era muito mais do que um poeta maldito e narcisista em eterno transe lisérgico, a figura que surge das imagens de Paul Ferrara (em grande parte registradas entre 1968 e 69, durante as gravações do quarto disco da banda e sua posterior turnê) editadas por Tom DiCillo é a de um rapaz apaixonado por poesia e música (apesar de não saber tocar um instrumento sequer) cuja trajetória resume o movimento jovem dos anos 1960. Das drogas que abririam as portas da percepção ao enclausuramento provocado pelo alcoolismo, o sonho nascido em uma costa paradisíaca do Novo Mundo foi definitivamente enterrado em antigo solo europeu.
O título do filme vem de um verso da faixa “People Are Strange”, gravada no segundo LP dos Doors, Strange Days: “As pessoas são estranhas quando você é um estranho”, canta Jim, enquanto o resto dos integrantes executa, de maneira torta, uma espécie de música de cabaré. DiCillo justifica a escolha ao ressaltar a estranheza da banda em forma e conteúdo: mais do que não ter um baixista em sua formação (Manzarek fazia as linhas de baixo com mão esquerda em um Fender Rhodes Piano Bass), a obra dos Doors, letra e música, era — e ainda é, pois seus discos vendem cerca de um milhão de cópias por ano — destinada a todos aqueles que alguma vez já se sentiram isolados e excluídos. E, acima de tudo, suas canções são donas de uma intensa e gratificante estranheza, que faz com a banda se mantenha como um dos mais singulares e originais acontecimentos da música moderna.
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Discos Marcantes do The Stooges III
The Stooges - Raw Power(1973)
"Esse disco entra tanto na discografia dos The Stooges quando na discografia da carreira solo de Iggy Pop, por isso na verdade o disco vem como, Iggy Pop e The Stooges."
Origem: Inglaterra
Produtor: David Bowie
Formação Principal no Disco: Iggy Pop - James Williamson - Ron Asheton - Scott
Asheton
Estilo: Rock, Proto-punk
Relacionados: David Bowie/MC5/New York Dolls
Destaque: Penetration
Melhor Posição na Billboard: Não encontrado
Os pretensos detratores de David Bowie podem acusá-lo de toda a sorte de coisas, exceto o fato de Ziggy não ser um bom samaritano. Depois dele dar uma cara tenência aos desgarrados do Mott the Hoople, ele não apenas salvou os stooges da "ostracismo records" quanto foi responsável pelo lançamento do antológico evangelho do punk rock, Raw Power. Bowie travou conhecimento com Iggy Pop que, aquela altura, dado o seu vício em colheres e agulhas, estava mais para uma pedra rolante do que para um band-leader e o convidou — junto com James Williamson — para gravar um disco na Inglaterra. A idéia inicial era fazer uma formação de Iggy com músicos de estúdio; contudo, ao não encontrar ninguém que entendesse suas idéias, Pop resolveu trazer para o seu exílio britânico os irmãos Ron e Scott Asheton. Logo, os Stooges estavam de volta. O genial em Raw Power é que, com o tempo passado desde o lançamento de Fun House, no longínquo ano de 1970, a banda pôde repensar o som dos Stooges para um terceiro disco. Ao invés de enxertar uma produção incompleta (caso do primeiro disco) ou simplesmente transpor a música do quarteto do palco para o estúdio, sem qualquer pré-produção ou mixagem posterior (como no caso de Fun House), com a ajuda de Bowie, eles decidiram fazer algo bem mais consistente, pretensioso e bem acabado. Raw Power é uma obra-prima do começo ao fim. Na época, só não viu quem quis. Até porque, num emaranhado de progressivo, glam, space rock e outras tendências, muita água ia rolar até que o paradigma que Iggy Pop pregava no deserto iria se transformar em realidade musical. Como aconteceu com os álbuns anteriores, Raw Power não obteve os louros da vitória em seu tempo — tempo esse que cuidou de, algum tempo depois, transformar os Stooges em pioneiros. Ou como diria Ezra Pound, em inventores: os inventores do punk.Kurt Cobain, falecido líder da banda grunge de Seattle Nirvana, alegou ser esse disco seu álbum predileto de todos.
Faixas
1. Search and Destroy – 3:29
2. Gimme Danger – 3:33
3. Your Pretty Face Is Going to Hell – 4:54
4. Penetration – 3:41
5. Raw Power – 4:16
6. I Need Somebody – 4:53
7. Shake Appeal – 3:04
8. Death Trip – 6:07
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Discos Marcantes do The Stooges II
The Stooges – Fun House (1970)
Origem: Estados Unidos
Produtor: Don Gallucci
Formação Principal no Disco: Iggy Pop – Dave Alexander – Ron Asheton – Scott Ashetton – Steve McKay
Estilo: Punk / Garage Rock
Relacionados: MC5; The Kinks; The Sonics
Destaque: Loose
Melhor Posição na Billboard: Não encontrado
As coisas estavam mudando para os Stooges em 1970 — e pra melhor é que não era. Depois do fracasso do lançamento do álbum de estréia, a barra estava meio pesada em Detroit e eles resolveram se mudar para a Costa Oeste. Em Los Angeles, começaram a trabalhar no que seria o seu segundo disco, Fun House. Ainda na viagem para a Califórnia, Iggy Pop recrutou o saxofonista Steve McKay que, à sua maneira, ia influenciar de forma considerável o som da banda no novo trabalho. Fun House se diferenciou bastante do primeiro LP por traduzir de forma inefável o tipo de som que os Stooges faziam no palco, enquanto, ao mesmo tempo, em seu bojo, ele trazia elementos ‘de vanguarda’ que, no fim, faziam a sua música soar menos crua, embora o produto final tenha sido concluído numa progressão fulminante (duas semanas) quando a maioria das bandas de rock, no alvorecer do progressivo, praticamente acampavam em estúdio, em busca da sonoridade perfeita.Fun House (nome do local onde então eles ensaiavam) se tornaria um trabalho mais bem acabado (agora sem John Cale na produção, em favor de Don Galucci, ex-Kingsmen) dos Stogges e, embora tenha se transubstanciado em outro fracasso comercial (era, vamos dizer, avant le lettre em se tratando de um estilo que só se desenvolveria e iria florescer no fim da década), o tempo iria cuidar que Fun House se tornasse uma espécie de evangelho do punk. A própria banda estava num processo de mudanças: Dave Alexander sairia pouco tempo depois — demitido por tocar (ligeiramente podre de) bêbado no palco durante o Goose Lake International Music Festival. No seu lugar, entrou James Williamson como o guitarrista principal; Billy Cheatham, roadie dos Stooges, seria o guitarra-base, e McKay passaria a tocar na turnê de divulgação do LP. Para completar, a Elektra Records se desinteressou (o contrato originalmente era para três álbuns) pelo desastrado toque de Midas do conjunto de Iggy Pop (que, naquela altura, influenciado pelo seu empresário, Jon Adams, começou a se afundar nas drogas) em matéria de venda de discos e os dispensou — embora Down In The Street tenha se saído relativamente bem nas paradas de sucesso. Uma grande (e tremenda) injustiça, já que o cenário musical era diverso do tipo de música que os Stooges idealizaram: mesmo relacionado a gêneros como o punk, Fun House é, antes de tudo, um disco de rock, elementar e sofisticado ao mesmo tempo. Loose é um clássico e mostra que a banda evoluiu musicalmente (e iria evoluir ainda mais se), Dirt é um blues genial, visceral e espontâneo. L. A. Blues, com suas microfonias, quase mandou o engenheiro de som, Brian Ross-Myring, para o plantão de apoio psiquiátrico. Fun House iria conformar a sua excelência nas décadas vindouras e se tornaria uma obsessão — tanto que o selo alternativo Rhino (conhecido por exumar grandes bandas de rock dos anos 60 esquecidos pelas gravadoras originais, como os Turtles) lançou uma caixa com sete CDs que trazem todos os vinte rolos que compreendem toda as sessões de gravação do disco.
Faixas
1. Down On The Street – 3:42
2. Loose – 3:33
3. T.V. Eye – 4:17
4. Dirt – 7:00
5. '1970 (I Feel Alright) – 5:14
6. Fun House – 7:45
7. L.A. Blues – 4:52
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Discos Marcantes do The Stooges
The Stooges – The Stooges (1969)
Origem: Estados Unidos
Produtor: John Cale / Iggy Pop
Formação Principal no Disco: Iggy Pop – Dave Alexander – Ron Asheton – Scott Asheton
Estilo: Garage Rock / Protopunk
Relacionados: MC5; The Dead Boys; New York Dolls
Destaque: I Wanna Be Your Dog
Melhor Posição na Billboard: Não encontrado
Stooges era uma banda estranha de se classificar. Ou melhor, nem tanto: ela sim é que pode ser chamada de aborto elétrico. Nasceu na terra do bem-comportado soul da Motown, mas passava muito longe disso. Eram tão indiferentes no palco quanto o público que ia assisti-los, tanto que eles transformaram suas primeiras apresentações em happenings político e humoristicamente incorretos, atingindo a quintessência da bizarrice em seus inefáveis momentos de exibicionismo, mergulhos suicidas no meio do público e excêntricos rituais de auto-flagelação. Foram descobertos por um agitador cultural e executivo da Elektra Records, Denny Fields, que foi à Detroit para contratar o MC5 e, depois de ser contagiado pela presença de palco deles, acabou convidando a turma de Iggy Pop para gravar um disco no selo. O primeiro problema: para um álbum, eles tinham, apenas cinco músicas (em geral, eram dois minutos de música e dez de pura improvisação) — que, por sinal, era todo o repertório da banda. O segundo: ter que compor mais quatro. Iggy tentou em vão convencer o produtor, John Cale (sim, ele mesmo), a gravar os temas, uma rescolta musical que é um primor em termos de rock barulhento, garageiro e elementar (I Wanna Be Your Dog e seus quatro acordes) da melhor (pior?) espécie — com a mesma performance ao vivo, mas foram prontamente rechaçados. Sem saída, em tempo recorde eles compuseram, ensaiaram e gravaram "Real Cool Time", "Not Right" e "Little Doll". Cale mixou o disco, e a gravadora não gostou nada do resultado. Sobrou para Iggy, junto com o dono do selo, Jac Holzman, salvar aquele maldito feto abjeto, fedorento e ranhento e lançá-lo. Resultado: o disco passou batido. Assim como aconteceria com o seu sucessor, Fun House. Pois deu no que deu. Na época, ninguém ouviu, ninguém comentou; passou literalmente batido. Ou seja, era um aborto que tinha tudo para não dar certo, certo? Errado. Só uns quatro anos depois é que alguém ia parar para ouvir petardos como “No Fun”, “Ann” e a super-ultra-cool “Not Right”. Mas o tempo cuidou de desfazer tamanha injustiça. Como todos sabem, anos depois eles seriam considerados os criadores do punk avant le lettre. Os wah wahs stoogianos mostravam que o moribundo e puído flower power já estava em seus estertores (a pá de cal seria em Altamont), só não viu quem não quis. Azar dos puristas: a verdade é que os Stogges estavam certos o tempo todo.
Faixas
1. 1969 – 4:05
2. I Wanna Be Your Dog – 3:09
3. We Will Fall – 10:18
4. No Fun – 5:15
5. Real Cool Time – 2:32
6. Ann – 2:59
7. Not Right – 2:51
8. Little Doll – 3:20
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Discos
The Stooges
The Stooges foi uma banda de rock norte-americana formada no final dos anos 60. The Stooges foi uma daquelas bandas de passagem meteórica que marcaram o nome na história da música. Iggy Pop, que na verdade chamava-se James Osterberg, foi o líder do grupo e tornou-se um ícone cultural pop nas últimas décadas. Ele tocou nos grupos Iguanas e Prime Movers antes de montar o seu próprio, o The Stooges, em 1967, em Michigan, nos Estados Unidos.
História
Tudo começou quando o músico assistiu a um show do The Doors em Chicago. Ele voltou para Michigan com um novo nome, Iggy Stooge, e a idéia de montar um grupo. Ligou para o baixista Dave Alexander e para os irmãos Ron e Scott Asheton, guitarrista e baterista respectivamente. Assim nascia em 1967 o The Psychedelic Stooges. A primeira apresentação de muitas outras naquele ano foi na Universidade de Michigan, em pleno Halloween.
Os shows eram cheios de performances, principalmente de Iggy, que se comportava de maneira estranha no palco. Ele gritava, contorcia o corpo, sujava-se com pasta de amendoim e carne crua, atirava-se na platéia e cortava o próprio corpo com pedaços de vidro. Os shows foram chamando a atenção, porque parte do público se identificava com as músicas e parte passava o show inteiro xingando os integrantes.
Em 1968, Danny Fields, da Elektra Records, estava em Detroit para ver o show do MC5 (a banda mais famosa na cidade na época) e acabou assistindo ao The Stooges também. Fields gostou do grupo e fechou um contrato para a gravação de três álbuns. O primeiro foi The Stooges, em 1969, produzido por Jonh Cale (do Velvet Underground). Mesmo com alguns problemas durante a gravação, eles se acertaram e finalizaram o disco.
As vendas do disco não foram muito boas e, para piorar, Detroit passava por um período difícil, o desemprego crescia e parte da população deixava a cidade. Foi também nesta época que o consumo de drogas do grupo aumentou. O resultado foi a mudança para Los Angeles, onde eles gravaram o segundo disco pela Elektra. Eles moraram num lugar chamado Fun House, nome que foi parar no título do segundo disco, que saiu em 1970. Após a gravação, o baixista Dave saiu do grupo e foi substituído por James Wiliamson, que tocava bem guitarra. Então Ron assumiu o baixo e James, a guitarra.
Fun House também fracassou nas vendas e desta vez a Elektra não quis arriscar um terceiro disco. Sem rumo, o grupo praticamente encerrava a carreira, enquanto Iggy Pop tentava se livrar do vício da heroína. Mas o amigo de Iggy Pop, David Bowie, não gostou nada do fim do grupo e conseguiu um contrato com a Columbia Records. No começo de 1973, saia o terceiro disco, Raw Power assinado agora por Iggy And The Stooges. O álbum não deslanchou a carreira do grupo, mas foi recebido melhor do que os dois primeiros. A turnê do disco ainda rendeu um álbum ao vivo, Metallic K.O., lançado pela Sky Dog. Ele foi gravado na última apresentação do grupo, em fevereiro de 1974, no Detroit’s Michigan Palace.
Depois do lançamento não teve mais jeito, The Stooges chegava ao fim. Iggy Pop começou a tocar com David Bowie e depois seguiu carreira solo, apoiado por Bowie, que o ajudou a se livrar do vício da heroína. Ron e Scott Asheton montaram uma banda chamada New Order, que logo se desfez e eles partiram para outros projetos.
Mesmo sem sucesso comercial com os dois primeiros discos, o The Stooges se tornou influência para várias bandas underground, como Sonic Youth, Mudhoney e Ramones. Os discos fizeram sucesso anos após o lançamento, principalmente no final dos anos 70 e foram relançamentos remixados nas décadas seguintes.
Em 2003, aconteceu a grande surpresa: Iggy Pop anunciou uma reunião dos integrantes do The Stooges. Mike Watt entrou no lugar de Dave Alexander, que faleceu ainda na década de 70. Eles fizeram alguns shows e gravaram quatro composições do grupo no novo disco de Iggy Pop, Skull Ring, lançado em novembro de 2003. Gravaram também The Weirdness em 2007. No dia 6 de janeiro de 2009 o guitarrista Ron Asheton faleceu.
Informação geral
Origem:Ann Arbor, Michigan
País:Estados Unidos
Gêneros:Pré-Punk,Hard Rock,Rock & Roll,Blues-Rock,Garage Rock
Período em atividade:1967 - 1974,2003 - presente
Gravadoras:Elektra Records,Columbia Records,Virgin Records
Página oficial:http://www.iggypop.com
Integrantes:Iggy Pop,Ron Asheton (falecido),Scott Asheton,Mike Watt,Steve MacKay
Ex-integrantes:Dave Alexander (falecido),Jimmy Recca,Scott Thurston,James Williamson
Zeke Zettner (falecido)
Integrantes
Formação atual
* Iggy Pop - Vocal (1967-1974, 2003-Atualmente)
* Ron Asheton - Guitarra (1967-1973, 2003-2009); Baixo (1973-1974)
* Scott Asheton - Bateria (1967-1974, 2003-Atualmente)
* Steve MacKay - Saxofone (1970-1971, 2003-Atualmente)
* Mike Watt - Baixo (2003-Atualmente)
Ex-integrantes
* Dave Alexander - Baixo (1967-1971)
* James Williamson - Guitarra (1973-1974)
Discografia
Álbuns de estúdio
* The Stooges — 1969
* Fun House — 1970
* Raw Power — 1973
* The Weirdness — 2007
Ao Vivo
* Metallic K.O. — 1976
* Telluric Chaos — 2005
Compilações
* 1970: The Complete Fun House Sessions — 1999
Singles
* "I Wanna be your Dog" — Outubro de 1969
* "Down on the Street" — Agosto de 1970
* "Search and Destroy" — Junho]] de 1973
Videografia
DVD
* Live In Detroit — 2003
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Artistas/Bandas
Hoje na história do Rock no mundo - 01/11
Little Richard se encontra com os Beatles
[01/11/1962] Há 47 anos
Little Richard inicia uma temporada de 14 shows no Star Club, em Hamburgo, na Alemanha Ocidental, e divide o palco com os Beatles. Na época, fascinado pelo carisma do astro, Paul McCartney teria pedido para Richard lhe dar umas dicas de seu estilo de cantar.
Os Beatles iniciam sua primeira grande turnê
[01/11/1963] Há 46 anos
Os Beatles iniciam sua primeira grande turnê, como banda principal, na cidade de Cheltenham, Gloucestershire, na Inglaterra. Ao todo, a excursão teve 33 shows e foi acompanhada por outros artistas, como Peter Jay & The Jaywalkers, Brook Brothers e Vernons Girls. Porém, todos eles foram ofuscados pela febre da beatlemania que crescia, cada vez mais, na Grã-Bretanha.
Os Beach Boys invadem a Grã-Bretanha
[01/11/1964] Há 45 anos
Os Beach Boys desembarcam em Londres, na Inglaterra, para fazer a primeira turnê promocional pelo país. Logo na primeira semana, eles participaram do cultuado "Top of the Pops", da BBC, e de outros dois programas de televisão: "Thank Your Lucky Stars" e "Ready Steady Go!" (ambos da rede ITV). Neste último, o grupo tocou as músicas "I Get Around", "When I Grow Up (To Be a Man)" e "Dance Dance Dance".
Abbey Road é número 1 nos Estados Unidos
[01/11/1969] Há 40 anos
Depois de passar, praticamente, o mês de outubro inteiro na liderança da parada britânica, o penúltimo álbum dos Beatles, "Abbey Road", invade o topo da parada norte-americana, onde permaneceria por onze semanas. Entre os vários hits do disco, estão: "Something", "Come Together", "Here Comes The Sun" e a dobradinha "Golden Slumbers / Carry That Weight".
Suspicious Mind é o último suspiro de Elvis
[01/11/1969] Há 40 anos
Composta por Mark James e gravada nos estúdios American Sound, em Memphis, a música "Suspicious Mind" lidera a parada norte-americana por uma semana, dando a Elvis Presley seu primeiro Top 100 em sete anos. O compacto venderia mais de dois milhões de cópias, mas seria o último suspiro do rei do rock nos Estados Unidos. Depois de "Suspicious Mind", Elvis nunca mais alcançaria o topo da parada em seu país natal.
Integrantes do ABBA fazem o primeiro show
[01/11/1970] Há 39 anos
Há poucos dias do primeiro show, Agnetha Fältskog e Anni-Frid Lyngstad participaram das gravações da música "Hey Old Man", lançada no álbum "Happiness", da dupla Benny (Andersson) & Björn (Ulvaeus), e deram o primeiro passo para o surgimento do ABBA. Por conta deste fato, eles decidiram se apresentar juntos e, inicialmente, sem qualquer compromisso de formar uma banda, fizeram um show em um restaurante de Gothenburg, na Suécia, usando o nome de Festfolk Quartet. A imprensa local assistiu ao show e rasgou elogios para o quarteto. Depois disso, eles resolveram continuar e, aos poucos, o ABBA foi se consolidando. Porém, o nome (uma brincadeira com a inicial de cada integrante) só passaria a ser usado no início de 1973.
Homenagem no funeral de Duane Allman
[01/11/1971] Há 38 anos
Os integrantes do Allman Brothers Band comparecem ao funeral do guitarrista Duane Allman, morto no último dia 29 de outubro, vítima de um acidente de moto, e prestam uma homenagem ao companheiro tocando ao lado dos presentes. Durante a música, eles foram acompanhados por Delaney Bramlett (voz), Thom Doucette (gaita), Dr. John (guitarra) e Bobby Caldwell (bateria).
Karen Carpenter recebe tratamento médico
[01/11/1975] Há 34 anos
Depois de cinco anos de gravações e turnês ininterruptas, Karen Carpenter fica doente e é submetida a um tratamento médico intensivo. Pesando apenas 40 quilos, ela ficou em observação por dois meses, até se recuperar. Neste período, os Carpenters foram obrigados a cancelar todos os shows que estavam agendados na Grã-Bretanha.
Dylan evangelista é vaiado em São Francisco
[01/11/1979] Há 30 anos
Bob Dylan inicia a turnê de seu novo álbum, "Slow Train Coming", no Warfield Theatre, em São Francisco, e é vaiado pela multidão. Os fãs não gostaram nenhum pouco de ouvir as músicas recém-compostas pelo cantor. Dylan havia se convertido ao cristianismo há pouco tempo e tinha introduzido algumas letras de caráter religioso em seu disco.
Elton John fazendo Dieta da Morte?
[01/11/1993] Há 16 anos
Descontente com o título irônico de uma nota publicada pelo Sunday Mirror, que dizia "Dieta da Morte de Elton", Elton John processa o jornal. O músico compareceu ao tribunal e disse ao júri que os 16 anos, dos quais ele combateu a bulimia e o vício de drogas e álcool, não mereciam ser tratados com piadinhas de mau gosto. O Sunday Mirror foi considerado culpado e teve de pagar uma multa no valor de 506 mil dólares.
Rapper do Public Enemy vai preso no Bronx
[01/11/1993] Há 16 anos
Famoso por usar um relógio de parede pendurado no pescoço, o rapper do Public Enemy, Flavor Flav, vai preso no bairro do Bronx, em Nova York, acusado de tentativa de homicídio. Seu vizinho, Thelouizs English, alegou que Flav havia disparado contra ele perto de casa. O músico se limitou a dizer que o fulano estava tendo um caso com a namorada dele. Naquela época, Flav deu entrada na clínica Betty Ford para combater o vício em cocaína.
Legend de Bob Marley é o melhor de todos
[01/11/1996] Há 13 anos
A coletânea "Legend", lançada originalmente em 1984, para comemorar o terceiro aniversário de morte de Bob Marley, é confirmada, sem muita surpresa, como a obra de reggae mais bem sucedida de todos os tempos. Segundo o RIAA (Associação Norte-Americana da Indústria Fonográfica), o álbum vendeu, só na América do Norte, mais de 9 milhões de cópias.
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Hoje na história do Rock Brasileiro - 01/11
- 1991: O Engenheiros do Hawaii lançou o disco Várias Variáveis. Os destaques são “Piano Bar”, “Ando Só” e “Quartos de Hotel”.
- 2002: Canisso, baixista e fundador do Raimundos, anunciou sua saída da banda. O motivo foi a fraca divulgação do disco Kavookavala e uma agenda de shows vazia. Canisso foi o segundo integrante original da banda a deixar o grupo. O primeiro foi o vocalista Rodolfo em junho de 2001. Todos sabem que hoje Canisso toca no Raimundos e Os~.
- 2002: Foi lançado o disco Tribalistas, projeto que reuniu Carlinhos Brown, Marisa Monte e Arnaldo Antunes. Os destaques são “Velha Infância”, “Já Sei Namorar” e a faixa título.
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31 de outubro de 2009
DiG!
DiG!
(DiG!, EUA, 2004)
SINOPSE
Documentário sobre o universo do rock retratando, ao mesmo tempo, a amizade e rivalidade entre Anton Newcombe e Courtney Taylor - respectivamente, criadores das bandas ''The Brian Jonestown Massacre'' e ''The Dandy Warhols''.
Gênero: Documentário
Duração: 115 min.
Tipo: Longa-metragem / P&B/Cor
Produtora(s): Interloper
Diretor(es): Ondi Timoner
Roteirista(s): Ondi Timoner
Elenco: Anton Newcombe, Courtney Taylor-Taylor, Joel Gion, Matt Hollywood, Peter Holmstrom, Zia McCabe, Brent DeBoer, Eric Hedford, Dean Taylor , The Dandy Warhols, Jeff Davies, Kristen Kerr, Genesis P'Orridge¹, Adam Shore
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Hoje na história do Rock no mundo - 31/10
James Brown vai preso... de novo!
[31/10/1995] Há 14 anos
James Brown vai preso mais uma vez, acusado de bater na esposa. O delegado de polícia, que havia mandado prendê-lo, recebeu uma ligação da mulher do músico, às 4h20 da manhã, pedindo ajuda médica. O pai do soul nunca teve um bom relacionamento com a Justiça e, no início da década, já tinha amargado mais de dois anos atrás das grades.
Faith No More e Billy Idol trocam presentes
[31/10/1990] Há 19 anos
Durante uma apresentação conjunta na cidade de Seattle, em Washington, nos Estados Unidos, Billy Idol manda despejar centenas de peixes mortos dentro do camarim do Faith No More (uma brincadeira de mau gosto, fazendo referência ao videoclipe de "Epic", onde um peixe fora d'água agoniza durante os minutos finais da música). Para dar o troco, os integrantes do Faith ficaram passando nus pelo palco, enquanto Idol fazia seu show.
Roger Waters briga pelo nome Pink Floyd
[31/10/1986] Há 23 anos
Afastado do Pink Floyd desde dezembro de 1985, Roger Waters abre um processo no Supremo Tribunal de Justiça, em Londres, tentando impedir que seus antigos companheiros, David Gilmour e Nick Mason, usem o nome do grupo para excursionar ou gravar. Segundo Waters, o Pink Floyd havia sido liderado e criado por ele. Além disso, os grandes êxitos do grupo teriam sido alcançados graças aos seus esforços. O caso se estendeu por um longo tempo e, como os fãs puderam constatar, o reclamante levou a pior.
Human League em sua melhor fase
[31/10/1981] Há 28 anos
Contendo dois dos principais hits de toda a carreira, "Don't You Want Me" e "Love Action (I Believe In Love)", o terceiro álbum do Human League, "Dare!", alcança o topo da parada britânica. Ele continuaria a marcar presença na lista dos álbuns mais vendidos por 71 semanas e renderia, no mundo todo, mais de 5 milhões de cópias.
Cheap Trick faz o primeiro show
[31/10/1974] Há 35 anos
Com um contrato assinado com a gravadora Epic, o Cheap Trick faz o primeiro show da carreira no Charlotte's Web, em Rockford, Illinois, cidade natal do quarteto. Durante os próximos três anos, eles se especializariam como banda ao vivo, chegando a fazer mais de 200 apresentações por ano. Algumas delas serviam de abertura para outras bandas, como Kinks, Santana, Kiss e Boston. O Cheap Trick só lançaria seu álbum de estréia, auto-intitulado, em janeiro de 1977.
Led Zeppelin III lidera a parada americana
[31/10/1970] Há 39 anos
Incluindo clássicos inesquecíveis, como "Immigrant Song", "Since I've Been Loving You" e "Gallows Pole", o terceiro álbum do Led Zeppelin (trazendo Jimmy Page, novamente, na produção), ocupa a primeira posição da parada norte-americana, onde permaneceria por quatro semanas consecutivas. Intitulado simplesmente de "Led Zeppelin III", ele receberia mais tarde quatro discos de platina pelo sucesso de vendagem.
Ray Charles na mira de agentes à paisana
[31/10/1964] Há 45 anos
Ray Charles é detido por agentes à paisana no exato momento em que desembarca no Aeroporto de Logan, em Boston, Massachussets. Ele faria um show no Back Bay Theater, na região, mas estava sob investigação por porte de narcóticos. Os agentes alegaram ter encontrado com ele uma pequena quantidade de maconha e heroína, uma seringa e uma colher usada para crack.
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Hoje na história do Rock Brasileiro - 31/10
- 1960: Nasceu, no Rio de Janeiro, Selvagem Big Abreu, ex-vocalista do João Penca & Seus Miquinhos Amestrados. Essa é exclusiva!
- 1974: Aconteceu a estréia da banda carioca Veludo, um dos principais nomes do rock progressivo nacional. O show aconteceu no Teatro João Caetano no evento Abertura da Temporada de Verão, que também contou com a participação de Vímana, O Terço e Mutantes. A formação inicial do Veludo era Elias Mizrahi (teclados, guitarra e voz), Paul de Castro (guitarra e voz), Gustavo Schroeter (bateria) e Pedro Jaguaribe (baixo). A banda terminou em 1978 sem lançar discos na época.
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30 de outubro de 2009
KISS - O Fantasma do Parque (KISS Meets the Phantom of the Park)
Sinopse
Os quatro integrantes da banda de Rock KISS combatem um cientista amalucado que planeja clonar os seres humanos.
Informações Técnicas
Título no Brasil: KISS - O Fantasma do Parque
Título Original: KISS Meets the Phantom of the Park
País de Origem: EUA
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 96 minutos
Ano de Lançamento: 1978
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Direção: Gordon Hessler
Elenco
Peter Criss ... Cat Man
Ace Frehley ... Space Ace
Gene Simmons ... The Demon
Paul Stanley ... Star Child
Anthony Zerbe ... Abner Devereaux
Carmine Caridi ... Calvin Richards
Deborah Ryan ... Melissa
John Dennis Johnston ... Chopper
John Lisbon Wood ... Slime
Lisa Jane Persky ... Dirty Dee
John Chappell ... Sneed
Terry Lester ... Sam Farrell
Don Steele ... O Próprio
Richard Hein ... Guard
Brion James ... Guard
Mary Kay Morse ... Girl On Pyramid
Sandra Pam ... Mother
Bill Hudson ... Man In KISS Booth
Leon Delaney ... Father
Canyon High School Band ... Park Marching Band
Marc Winters ... KISS Soldier
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Hoje na história do Rock no mundo - 30/10
Jim Morrison recebe sentença em Miami
[30/10/1970] Há 39 anos
Considerado culpado por indecência e mau comportamento, o líder dos Doors, Jim Morrison, recebe uma sentença na Corte Federal de Miami, nos Estados Unidos. O juiz Murray Goodman condenou o vocalista a oito meses de trabalhos comunitários, seguidos de 28 meses de prisão sob custódia e uma multa no valor de 500 dólares. Porém, os advogados de Morrison apelaram e ele permaneceu em liberdade.
Imagine: sucesso absoluto no mundo todo
[30/10/1971] Há 38 anos
O álbum de maior sucesso comercial de John Lennon, "Imagine", invade o topo das principais paradas do mundo e recebe elogios como um dos melhores trabalhos solo de todos os tempos. Contendo o hit "Jealous Guy", a histórica faixa-título e duas críticas sutis a Paul McCartney, "Crippled Inside" e "How Do You Sleep?", o disco foi produzido por John, Yoko Ono e Phil Spector, e contou com diversos colaboradores, como o grupo Badfinger, o ex-beatle George Harrison e Alan White, baterista do Yes.
Filme do Kiss estréia nos EUA
[30/10/1978] Há 31 anos
O primeiro filme do Kiss, "Kiss Meets the Phantom of the Park" (no Brasil, "Kiss e o Fantasma do Parque"), baseado na história em quadrinhos do grupo, vai ao pela primeira vez na rede norte-americana de televisão NBC, com altos índices de audiência. Na fita, os quatro integrantes da banda têm poderes e lutam para desmascarar um falso Kiss, criado em laboratório por um cientista louco.
Bauhaus faz sucesso com clássico de Bowie
[30/10/1982] Há 27 anos
A versão irônica do Bauhaus para o clássico de David Bowie, "Ziggy Stardust", surpreende e fica entre as 15 músicas mais tocadas na Grã-Bretanha. Na época, eles fizeram uma sessão de gravações na BBC, participando, inclusive, do programa Top of the Pops. Enquanto isso, o segundo álbum do grupo, "The Sky's Gone Out", subia nas paradas britânicas, alcançando a posição de número 4.
Vizinha acusa Axl Rose de agressão
[30/10/1990] Há 19 anos
O vocalista do Guns N' Roses, Axl Rose, vai preso e é obrigado a pagar uma fiança de 5 mil dólares para ser liberado. Sua vizinha, Gabriela Kantor, havia ligado para a polícia, reclamando do som alto que vinha do apartamento dele e, supostamente, acabou levando uma garrafada na cabeça. Mais tarde, Axl afirmou: "Francamente, se eu tivesse batido nela com uma garrafa de vinho, ela nunca teria levantado".
Bryan Adams pára show por causa de bêbado
[30/10/1991] Há 18 anos
Bryan Adams interrompe um show durante a música "Somebody", depois de ver um bêbado socando fãs na platéia. A apresentação rolava no Whitley Bay Ice Rink, em Tyne & Wear, na Inglaterra, como parte da turnê do álbum "Waking Up The Neighbours", e Bryan só continuou a tocar quando o sujeito foi posto para fora.
DJ do Run DMC é assassinado dentro do estúdio
[30/10/2002] Há 7 anos
Jam Master Jay, DJ do Run DMC, foi assassinado a tiros dentro do estúdio onde vinha trabalhando, no bairro nova-iorquino do Queens. Ele era basicamente a mola mestra do Run DMC e sua morte acabou detonando o fim da banda, anunciada pouco depois pelos intergrantes remanescentes.
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Hoje na história do Rock Brasileiro - 30/10
ATENÇÃO - 1987: Foi anunciado o fim do Camisa de Vênus. Foram sete anos de carreira e cinco discos lançados (sendo dois discos de ouro e um de platina). Desde os anos 1990 a banda volta e meia retorna para turnês comemorativas, mas não com a formação original. Entre seus sucessos estão “Bete Morreu”, “O Adventista”, “Eu Não Matei Joana D’Arc”, “Simca Chambord” e “Deus Me Dê Grana”.
- 1988: O Joelho de Porco lançou o disco 18 Anos Sem Sucesso. Neste disco a formação da banda era Tico Terpins (baixo e vocal), Zé Rodrix (teclados), Próspero Albanese (bateria e vocal) e David Zingg (vocal). Os destaques são “Mariquinha, Maricota”, “Flipper” e a faixa título. Discaço!
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29 de outubro de 2009
O Último Concerto de Rock(The Last Waltz)
O Último Concerto de Rock
(The Last Waltz, EUA, 1978)
SINOPSE
Começou como um concerto. E virou uma celebração. Junte-se às ilustres superestrelas e astros do rock na histórica festa de despedida da ''The Band'', em São Francisco no ano de 1976. Após 16 anos de estrada, o grupo realizou um de seus shows mais importantes. No palco, feras como Muddy Waters, Neil Young, Robbie Robertson, Eric Clapton, Bob Dylan e muitos outros.
Gênero: Documentário
Duração: 117 min.
Tipo: Longa-metragem / Colorido
Distribuidora(s): Fox Film
Produtora(s): FM Productions, Last Waltz Inc.Diretor(es): Martin Scorsese
Roteirista(s): Geoffrey Chaucer
Elenco: Rick Danko, Levon Helm, Garth Hudson, Richard Manuel, Robbie Robertson, The Band, Paul Butterfield, Eric Clapton, Neil Diamond, Dr. John, Bob Dylan, Lawrence Ferlinghetti, Emmylou Harris, Ronnie Hawkins, Howard Johnson
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Filmes sobre Rock
Discos Marcantes de Janis Joplin II
Janis Joplin - Pearl (1971)
Origem: Estados Unidos
Produtor: Paul Rothchild
Formação Principal no Disco: Janis Joplin - John Till - Richard Bell - Brad Campbell - Clark Pierson - Ken Pearson
Estilo: Blues Rock
Relacionados: Big Brother and the Holding Company /Grateful Dead /The Jimi Hendrix Experience/ The Doors
Destaque: Me and Bobby McGee
Melhor Posição na Billboard: 1o
Janis Joplin recém ensaiava uma carreira solo, em 1970, quando convidou Paul Rothchild, o ex-produtor dos Doors, para gravar o que viria ser o álbum Pearl. Com uma sonoridade marcada pelo blues punk típico do Big Brother and the Holding Company, entronizado no clássico Cheap Thrills, dessa vez ela queria domesticar o seu som, e fazer um disco que explorasse mais o seu lado "cantora" do que a imagem "suja" de crooner que ela possuía. Para tanto, providenciou uma banda excelente, a Full Tilt Boogie. Joplin queria que ela soasse mais ou menos como os Bar-Keys (mais soulful que o Big Brother), o conjunto de apoio de Otis Redding, uma de suas influências. Formada no começo de 1970, eles seriam os músicos que acompanhariam Janis ao vivo e em estúdio até a morte prematura da cantora texana, em 4 de outubro de 1971. O disco estava quase completo: bastava apenas que ela pusesse a voz na canção Buried Alive in the Blues. No fim, ela foi incluída em Pearl como instrumental. Outras faixas, como Move Over, Cry Baby, Get It While You Can e Half Moon já haviam sido apresentadas ao vivo, mais precisamente no Fillmore West, em San Francisco, e na famosa turnê canadense que a Full Tillt realizou com a The Band e o Grateful Dead (que foi gravada e transformada no In Concert, excelente coletânea póstuma). a surpresa foi a incursão de Janis pelo country em Me And Bobby McGee. Composta por Kris Kristofferson, em 1969, foi gravada originalmente por Roger Miller, onde o personagem Bobby era uma mulher. Pois Joplin mudou o sexo dela e parte da letra, transformando a música em um dos seus maiores sucessos.
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Discos Marcantes de Janis Joplin
Mesmo não sendo um albúm solo da cantora(algo que foge a regra desse post) , ele merece ser lembrado junto com ela)
Big Brother And The Holding Company - Cheap Thrills (1968)
Origem: EUA
Produtor: John Simon
Formação Principal no Disco: Janis Joplin - Sam Andrew - James Gurley - Peter Albin - Chuck Jones
Estilo: Acid Rock / Blues Rock
Relacionados: Quicksilver Messenger Service; The Doors; Steppenwolf
Destaque: Summertime
Melhor Posição na Billboard: 1º
Cheap Thrills deveria se chamar Expensive Thrills, tamanha sua preciosidade. O último disco de Janis Joplin com a Holding Company é espetacular, da primeira à última faixa. Os gritos, uivos e tudo o mais proporcionado por Janis é de arrepiar em faixas como Turtle Blues e Ball And Chain. O hit supremo Piece Of My Heart nem precisava ser citado, já que é obrigatório em qualquer coletânea sobre as grandes músicas de todos os tempos. A simbiose de Joplin e banda, a esta altura infelizmente não era mais a melhor possível, ao contrário do que se apresenta no disco. Em dezembro de 68 a cantora já deixaria o grupo para um vôo solo que, embora a consolidasse no topo, talvez nunca mais alcançasse o vigor e a agressividade deste álbum, lançado em agosto do mesmo ano. A capa, desenhada pelo mito Robert Crumb, é um espetáculo à parte e retrata o potencial da banda em desafiar a grande obra da pop art da época, ainda o Sgt. Peppers. Com a qualidade da banda, que fez uma das maiores releituras da história do rock em Summertime, não seria impossível tornarem-se o maior grupo do fim dos anos 60. Mas não há nada verdadeiro e concreto nos se's. O que há de concreto é Cheap Thrills, o magnífico álbum da voz mais emocionalmente desesperada da era de ouro do rock.
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Janis Joplin
Janis Lynn Joplin (Port Arthur, 19 de janeiro de 1943 - Los Angeles, 4 de outubro de 1970) foi uma cantora e compositora estadunidense. Tornou-se conhecida no final dos anos 60 como vocalista da banda Big Brother and the Holding Company, e posteriormente como artista solo.
Informação geral
Nome completo:Janis Lynn Joplin
Data de nascimento:19 de Janeiro de 1943Port Arthur, Texas
Origem:Port Arthur, Texas
País:Estados Unidos
Data de morte:4 de Outubro de 1970 (27 anos) Los Angeles, California
Gêneros:Blues-Rock, Soul, Hard Rock, Rock Psicodélico
Instrumentos:Vocal, Guitarra
Período em atividade:1963 – 1970
Gravadoras:Columbia Records
Afiliações:Full Tilt Boogie Band,Kozmic Blues Band,Big Brother & The Holding Company
Página oficial: www.OfficialJanis.com
Biografia
" Posso não durar tanto quanto as outras cantoras, mas sei que posso destruir-me agora se me preocupar demais com o amanhã. "
— Janis Joplin
Janis nasceu na cidade de Port Arthur, Texas, nos Estados Unidos. Ela cresceu ouvindo músicos de blues, tais como Bessie Smith e Big Mama Thornton e cantando no côro local. Joplin concluiu o curso secundário na Jefferson High School em Port Arthur no ano de 1960, e foi para a Universidade do Texas, na cidade de Austin, onde começou a cantar blues e folk com amigos.
Cultivando uma atitude rebelde, Joplin se vestia como os poetas da geração beat, mudou-se do Texas para San Francisco em 1963, morou em North Beach, e trabalhou como cantora folk. Por volta desta época seu uso de drogas começou a aumentar, incluindo a heroína. Janis sempre bebeu muito em toda a sua carreira, e sua preferida era a bebida Southern Comfort. O uso de drogas chegou a ser mais importante para ela do que cantar, e chegou a arruinar sua saúde.
Depois de retornar a Port Arthur para se recuperar, ela voltou para San Francisco em 1966, onde suas influências do blues a aproximaram do grupo Big Brother & The Holding Company, que estava ganhando algum destaque entre a nascente comunidade hippie em Haight-Ashbury. A banda assinou um contrato com o selo independente Mainstream Records e gravou um álbum em 1967. Entretanto, a falta de sucesso de seus primeiros singles fez com que o álbum fosse retido até seu sucesso posterior.
O destaque da banda foi no Festival Pop de Monterey, com uma versão da música "Ball and Chain" e os marcantes vocais de Janis. Seu álbum de 1968 Cheap Thrills fez o nome de Janis.
Ao sair da banda Big Brother, Janis formou um grupo chamado Kozmic Blues Band, que a acompanhou em I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama! (1969). O grupo se separou, e Joplin formou então o Full Tilt Boogie Band. O resultado foi o álbum Pearl (1971), lançado após sua morte, e que teve como destaque as músicas "Me and Bobby McGee" (de Kris Kristofferson), e "Mercedes-Benz", escrita pelo poeta beatnik Michael McClure.
Janis Joplin no Brasil
Janis Joplin esteve no Brasil em fevereiro de 1970, na tentativa de se livrar do vício da heroína. Durante a sua estada, fez topless em Copacabana, bebeu muito, cantou em um bordel, foi expulsa do Hotel Copacabana Palace por nadar nua na piscina e quase foi presa, pelas suas atitudes na praia, consideradas "fora do normal".
Como era época de carnaval, tentou participar de um desfile de escola de samba, porém teve acesso negado por um segurança que desconfiou de sua vestimenta hippie. Especula-se que, antes de voltar para os Estados Unidos, teve uma breve relação amorosa com o roqueiro brasileiro Serguei.
Morte
Janis Joplin morreu de overdose de heroína em 4 de outubro de 1970, em Los Angeles, Califórnia, com apenas 27 anos. Foi cremada no cemitério-parque memorial de Westwood Village, em Westwood, Califórnia, e numa cerimônia, suas cinzas foram espalhadas pelo Oceano Pacífico.
O álbum Pearl foi lançado 6 meses após sua morte. O filme The Rose, com Bette Midler no papel de Janis Joplin, baseou-se em sua vida.
Ela hoje é lembrada por sua voz forte e marcante, bastante distante das influências folk mais comuns em sua época, e também pelos temas de dor e perda que escolhia para suas músicas.
Discografia
Big Brother and the Holding Company
* Big Brother & the Holding Company - 1967
* Cheap Thrills - 1968
* Live at Winterland '68 - 1999
Kozmic Blues Band===
* I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama! - 1969
Full Tilt Boogie Band
* Pearl - 1971
Big Brother and the Holding Company / Full Tilt Boogie Band
* Joplin: In Concert - 1972
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Artistas/Bandas
Hoje na história do Rock no mundo - 29/10
Meat Loaf alcança status nos Estados Unidos
[29/10/1977] Há 32 anos
O disco conceitual "Bat Out of Hell", lançado pelo cantor Meat Loaf, estréia nos Estados Unidos em décimo quarto lugar e permanece na parada durante 82 semanas. Na época, foi um dos álbuns mais respeitados de rock, e continuou marcando presença durante os próximos dez anos. Graças a faixa-título e aos hits "Paradise By The Dashboard Lights" e "You Took The Words Right Out of My Mouth", ele venderia, só na terra de Tio Sam, mais de 7 milhões de cópias.
Duanne Allman morre em acidente de moto
[29/10/1971] Há 38 anos
Voltando para casa do aniversário da esposa do baixista Berry Oakley, Linda, o guitarrista do Allman Brothers, Duanne Allman, bate sua moto, ao tentar desviar de um caminhão. Após três horas de cirurgia, ele morreu na mesa de operação do Centro Médico de Macon, na Geórgia. Ele tinha 24 anos. Um ano depois, outro integrante do grupo, justamente o baixista Berry Oakley, morreria da mesma maneira a três quadras do local.
Enya ganha reconhecimento como artista solo
[29/10/1988] Há 21 anos
Há oito anos fora do Clannad, banda irlandesa da qual era tecladista e vocalista, Enya fecha um contrato com a gravadora WEA e transforma seu primeiro single, "Orinoco Flow", em um grande sucesso mundial. Com o nome tirado do Rio Orinoco, na Venezuela, e com letra dedicada ao chefão da gravadora, Rob Dickens, a música entrou direto no primeiro lugar da parada britânica, mostrando os vocais etéreos da cantora e muita originalidade. O álbum "Watermark" também seguiu os mesmos passos e ficou entre os 10 mais vendidos daquele ano.
B.B. King vira nome de estrada
[29/10/1991] Há 18 anos
O Conselho da cidade de Memphis decide mudar o nome da estrada Interstate 55, em Jackson, Mississippi, nos Estados Unidos, para B.B. King Freeway.
Guns N' Roses anuncia a saída de Slash por fax
[29/10/1996] Há 13 anos
Para acabar de vez com as especulações que estavam pipocando na imprensa, o vocalista do Guns N' Roses, Axl Rose, envia um fax para a MTV norte-americana, informando que o guitarrista Slash não é mais um integrante do grupo. Segundo Axl, ele não estava envolvido musicalmente com os integrantes desde 1994. A partir daí, os membros remanescentes passaram a se envolver em outros projetos e o Guns nunca mais voltou a gravar um álbum.
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Curiosidades do mundo do Rock,
Historia
Hoje na história do Rock Brasileiro - 29/10
ATENÇÃO - 1944: Nasceu, em São Paulo, Nelson Cândido Motta Filho, o compositor, letrista, jornalista, escritor e produtor cultural Nelson Motta. No início dos anos 70 apresentou o programa musical Sábado Som, na TV Globo, e foi um dos grandes incentivadores do rock brasileiro, produzindo em 1975, o festival Hollywood Rock. Como compositor, escreveu letras e versões para artistas como Tim Maia, Lulu Santos, Rita Lee, Zizi Possi, Djavan, entre outros. Nos anos 80 compôs em parceria com Lulu Santos grandes sucessos como “Como Uma Onda (Zen-Surfismo)”, “De Repente Califórnia”, “Areias Escaldantes”, entre outras tantas.
- 1963: Nasceu, no Rio de Janeiro, Flávio Miguel Villar de Lemos, o Flávio Lemos baixista do Capital Inicial. Flávio começou tocando em Brasília na lendária banda punk Aborto Elétrico junto com Renato Russo e seu irmão Fê. O Aborto durou até o início de 1982 e depois Flávio formou o Capital junto com Loro Jones e seu irmão.
- 1978: Nasceu no Rio de Janeiro Patrick Laplan, ex-baixista do Rodox. Antes de entrar para o Rodox, Patrick fez parte do Los Hermanos com quem gravou o primeiro disco e também tocou com Biquini Cavadão.
ATENÇÃO - 1984: Doze representantes de bandas paulistanas foram à redação do jornal Folha de São Paulo para desautorizar o jornalista Pepe Escobar a escrever sobre elas. Nasi, vocalista do Ira!, foi contido pelos colegas ao tentar agredir o jornalista. Tudo isso por conta de um artigo escrito um dia antes, onde Pepe afirmava que “o rock paulista se debate em guetos, e neles permanece”.
- 1993: O Ira! lançou o sexto disco Música Calma Para Pessoas Nervosas. Os destaques são “Pai Nosso da Terra” (Raul Seixas), “Perigo” e “Arrastão (Ladrão Que Rouba Ladrão)”.
- 1993: Dinho Ouro Preto, então ex-vocalista do Capital Inicial, fez sua estréia com a nova banda chamada Vértigo, num show realizado no Aeroanta (SP). A formação da banda era Dinho (vocal), Mingau (baixo), Kuaker (guitarra) e Arnaldo (bateria). A banda lançou um disco no ano seguinte.
- 1999: Foi lançado o disco Acústico Legião Urbana, gravado originalmente em 1992. Os destaques são “Baader-Meinhof Blue”, “Pais e Filhos”, “Teatro dos Vampiros” entre outras. Eu fui o responsável pela edição do lançamento em vídeo e DVD.
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