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8 de março de 2009
Rolling Stones
Os Rolling Stones é uma banda de rock inglesa formada em 25 de Maio de 1962, e que está entre as bandas mais antigas ainda em atividade. Ao lado dos Beatles, foram a banda mais importante da chamada Invasão Britânica ocorrida nos anos 1960, que adicionou diversos artistas ingleses nas paradas norte-americanas.
Formado por Brian Jones, Keith Richards, Mick Jagger, Bill Wyman e Charlie Watts, o grupo calcava sua sonoridade no blues. Em mais de quarenta anos de carreira, hits como (I Can't Get No) Satisfaction, Start Me Up, Sympathy For The Devil, Jumping Jack Flash, Miss You e Angie fizeram dos Stones uma das mais conhecidas bandas do rock mundial, levando-a a enfrentar todos os grandes clichês do gênero, desde recepções efusivas da crítica até problemas com drogas e conflito de egos, principalmente entre Jagger e Richards. Os Rolling Stones já venderam mais de 150 milhões de álbuns no mundo inteiro
História
1960-1970
Tudo começou em 1960, quando os dois amigos de infância, Mick e Keith, se reencontraram em um trem na estação de Dartford, Inglaterra, e descobriram um interesse em comum por blues e rock and roll. Foram convidados pelo guitarrista Brian Jones em 1962 a montar a definitiva banda de R&B branca, que se chamaria The Rolling Stones, inspirado no nome de uma canção de Muddy Waters, Rollin' Stone, cujo nome foi utilizado oficialmente, pela primeira vez, em sua apresentação no Marquee Club de Londres em 12 de julho de 1962.
O pianista Ian Stewart, amigo de Brian, seria o co-fundador da banda, mas porque sua imagem pessoal não tinha o devido sex-appeal, ele seria rebaixado a gerente de palco, com direito a gravar com a banda mas não de posar como membro. Bill Wyman, que embora já vivesse da noite há muito mais tempo que os demais, seria acrescentado à banda por um motivo fútil: possuía mais de um amplificador. Em janeiro de 1963, Charlie Watts assumiria definitivamente a bateria. A boa repercussão nas apresentações ao vivo somadas à habilidade promocional de seu empresário, levou a banda a um contrato com a Decca Records (então a piada do ano por ter recusado um contrato com os Beatles). Seu empresário promove a banda com uma imagem de rebeldes e cria a pergunta: Você deixaria sua filha se casar com um Rolling Stone?.
Os primeiros singles, um cover de uma canção de Chuck Berry e Muddy Waters de cada lado, Come On/I Want To Be Loved, e uma gravação para uma composição da dupla John Lennon e Paul McCartney, I Wanna Be Your Man, foram bem aceitos. O primeiro álbum, chamado simplesmente The Rolling Stones, saiu em abril de 1964, contendo apenas uma composição de Jagger e Richards. Apenas com Tell Me (You're Coming Back), lançado em junho de 1964, é que uma composição da dupla seria lançada como lado A de um compacto. A partir daí, pouco a pouco o material próprio começou a ser valorizado, tendo em Out Of Our Heads, de 1965, o primeiro de uma série de discos basicamente de composições da dupla Jagger-Richards. É nesse ano que a banda lança seu maior hit em todos os tempos, (I Can't Get No) Satisfaction.
Com o álbum Aftermath, de 1966, a banda começaria uma fase de músicas mais longas e de arranjos mais elaborados. O flerte com o rock psicodélico e experimental teria seu ápice em Their Satanic Majesties Request, de 1967. Com Beggar's Banquet (1968) haveria a volta ao estilo mais próximo ao R&B que os fizeram famosos. São desta época dois dos maiores hits da banda, Jumpin' Jack Flash, que só saiu como compacto e a controversa Sympathy For The Devil - que Mick disse ter se inspirado em uma visita a um centro de candomblé na Bahia - música responsável pela maior parte das acusações de satanismo que a banda iria sofrer desde então.
Em 1969 Brian Jones oficialmente abandona os Stones, sendo substituído por Mick Taylor (que havia tocado com o John Mayall's Bluesbreakers). Poucos dias depois de sua saída, Brian Jones seria encontrado morto afogado na piscina de sua casa em Sussex, em circunstâncias até hoje pouco esclarecidas. Existem duas versões: que ele se afogou sob influência de drogas e álcool, ou que ele foi afogado propositalmente por um dos empreteiros contratados para fazer obras na propriedade. Embora houvesse sido planejado muito tempo antes, dias depois a banda realizou um concerto memorável no Hyde Park, em Londres, diante de um público de 300 mil pessoas, que acabou tendo um significado especial além da apresentação do pouco conhecido novo guitarrista, Mick Taylor. O show aconteceu num palco decorado com uma enorme foto colorida e estourada de Jones. Jagger, vestido de branco, interrompeu a apresentação para ler uma passagem do poema Adonais de Percy Bysshe Shelley, em memória do amigo problemático. Enquanto mais de 3.000 borboletas brancas eram soltas do palco para a platéia emocionada. Os Stones pareciam ter chegado ao fim de uma era. Sem imaginar que a próxima tragédia estava bem próxima.
Em 6 de dezembro de 1969, o grupo chegou a Altamont, na Califórnia, para uma grande apresentação ao ar livre - com uma platéia pelo menos duas vezes maior do que a do Hyde Park. Bem antes dos Stones subirem no palco já havia problemas. A segurança do espetáculo estava sob a responsabilidade de um bando de Hell`s Angels de São Francisco, uma gangue de motoqueiros grossos e arrogantes que não sentiam nada a não ser desprezo pela multidão de mais de 500 mil hippies. Qualquer um que tentasse subir no palco era agredido e escorraçado de volta para a platéia por Angels que portavam tacos de sinuca. Durante a apresentação da banda Jefferson Airplane, que antecedeu a atração principal, fãs estavam sendo carregados para as cabanas da Cruz Vermelha em maior quantidade do que os médicos de plantão podiam dar conta. Quando os Rolling Stones finalmente foram se apresentar, a multidão ficou histérica, e os Hell`s Angels reagiram ficando ainda mais selvagens. Durante a execução de Under My Thumb (e não Sympathy for The Devil como muita gente acredita), um jovem negro, Meredith Hunter, foi assassinado com uma punhalada nas costas. Os Stones tinham noção de que alguma coisa havia acontecido, embora do palco fosse difícil dizer exatamente o quê. No dia seguinte é que os Rolling Stones descobriram que quatro pessoas (incluindo Meredith Hunter) haviam morrido naquele dia. Há versões de que Meredith foi agredido pelos Hell`s Angels por estar acompanhado de uma linda loira, mas ele estava armado com um revolver e o assassino, Alan Passaro, foi julgado alguns anos depois e inocentado por legítima defesa. O que aconteceu naquele dia fatídico está registrado no filme Gimme Shelter, de 1970. Ainda em 1969 os Stones lançaram Let It Bleed (título geralmente visto como sátira a Let It Be, dos Beatles, disco que de fato só seria lançado seis meses depois). Em 1970 sai Get Your Ya-Ya's Out, o primeiro disco ao vivo, com estéreo autêntico e alta fidelidade, gravado de sua apresentação no Madison Square Garden, em Nova York.
1971-1980
Em 1971 a banda passa para a Atlantic Records, que lhes permite estrear o selo próprio, Rolling Stones Records. Nesse ano a banda lança um dos seus álbuns mais curiosos, Sticky Fingers, cuja capa foi idealizada por Andy Warhol com uma foto de uma pélvis atribuída a Jagger e cujo LP original possuía um zíper que podia ser aberto e mostrava uma figura de uma cueca (a despeito da banana do álbum Velvet Underground and Nico). Esse álbum também foi o primeiro a mostrar o famoso logotipo da boca que apesar de ter sido sempre atribuído a Andy Warhol na verdade foi produzido por John Pasche.
Keith Richards encontra-se no sul da França, na mansão utilizada pelos nazistas Villa Nellecote, pelo fato de todos os Stones estarem devendo uma fortuna de imposto de renda na Inglaterra. Esse período foi considerado como o exílio dos Rolling Stones. A intenção da banda, é compor todo o novo álbum (que viria a ser Exile on Main St) para, na sequência, promover uma grande turnê pelos [[[Estados Unidos]]. O faturamento da tour serviria para quitar os impostos dos Stones na terra da Rainha. Entretanto, os problemas de Keith e sua esposa, Anita Pallemberg, com as drogas acaba por atravancar os trabalhos de composição. Após várias semanas pontuadas por incidentes e trabalhos infrutíferos, Keith e Anita são acusados de tráfico de drogas e obrigados a fugir da França às pressas. A maior parte do disco é composta e gravada em Los Angeles (EUA). Antes da conclusão do trabalho, no entanto, Keith Ricards passa por um severo programa de desintoxicação na Suíça. Após a mixagem lançam, em 1972, o álbum duplo Exile on Main Street, considerado por muitos, e pelo próprio Jagger, como o melhor álbum da banda pela sua consistência, plasticidade e versatilidade dos músicos, o qual produz, entre outras, a música Tumblind Dice, obrigatória em qualquer show dos Stones até os dias de hoje.
Com a excelente repercusão do disco anterior e embalados pela sua turnê de 1972/1973, os Stones entram mais uma vez no estúdio e lançam em 1973 o álbum Goats Head Soup, amplamente conhecido pelo hit Angie e pela polêmica Star Star. Interessante que a balada Waiting on a Friend foi composta e gravada durante as sessões deste álbum e lançada apenas oito anos depois no álbum Tattoo You (1981), a qual, devidamente remixada tornou-se um hit da banda, assim como a música Tops.
Em 1974 os Rolling Stones gravam o clássico It's Only Rock'n'Roll no estúdio do guitarrista Ronnie Wood (que tocava com a banda inglesa The Faces, liderada por Rod Stewart). Com a saída repentina de Mick Taylor para seguir carreira solo, Wood assume a segunda guitarra, embora só será oficialmente um membro efetivo dos Stones a partir da turne de 1975, cuja primeira apresentação com a banda ocorre em 1º de junho do mesmo ano em Baton Rouge, Lousiana, Estados Unidos, através dos acordes de Honky Tonk Women.
Embora a turnê de 1975 tenha sido batizada de Tour Of The Americas pois previa, além dos Estados Unidos e Canadá, shows no Brasil - Rio de Janeiro (14 e 17/08) e São Paulo (19 e 21/08) -, México (7 e 10/08) e Venezuela (28 e 31/08), estes não ocorreram por restrições políticas dos governantes desses países, preocupados com a imagem de desordeiros e drogados que a banda poderia passar além de desagradar os respectivos regimes de governo.
Lançam, então, Black & Blue (1976), um disco mais intimista com forte participações de convidados como Billy Preston, que já havia gravado Let It Be, dos Beatles e vinha participando de todos os álbuns dos Stones desde Sticky Fingers de 1971, e Ron Wood confirmado no comando da segunda guitarra, que obtém razoável sucesso. O álbum seguinte é Love You Live (1977), um duplo ao vivo gravado na turnê européia de 1976, bastante heterogêneo e com a formação básica da banda no palco. Em (1978) lançam Some Girls que é bem mais pesado do que os últimos trabalhos. Este disco é fortemente influenciado pelo movimento punk surgido na Inglaterra no ano anterior, com temas rápidos e agressivos como Respectable e When The Whip Comes Down, embora o disco seja mais lembrado pelo seu hit à la discoteque Miss You. Mostrando a vitalidade característica até os dias de hoje, ainda no mesmo ano saem, novamente, em turnê pelos Estados Unidos e já dão mostras da tendência que por eles será magistralmente explorada nos próximos anos: enormes palcos e infra-estrutura dos shows, jamais vistas até então. Em 1980 lançam um disco mais linear, Emotional Rescue, com o hit do mesmo nome do disco.
1981-1990
Em 1981 a banda larga Atlantic Records e assina com a EMI. O álbum de estreia é Tatoo You, tido por muitos como o melhor álbum da banda de todos os tempos e talvez o seu único grande triunfo para esta gravadora, visto ser o de maior sucesso comercial da banda até os dias de hoje. Destacam-se inúmeros hits da banda, como a explosiva Start Me Up, obrigatória em todos os shows, e a balada Waiting On A Friend, composta inicialmente em 1973 e não lançada no disco do mesmo ano.
Com a excursão americana no mesmo ano, os Rolling Stones definitivamente inauguram a moda de shows gigantescos de duração de três horas, palcos móveis e desmontáveis e toneladas de equipamentos de som e luz. Resumindo a turnê em solo americano lançam em (1982) o álbum ao vivo Still Life (American Concert 1981) e o filme Let's Spend the Night Together, que, sob a direção do renomado Hal Ashby, mostra o vigor juvenil de Jagger e a reabilitação de Richards das drogas, além do novo formato de apresentações ao vivo.
Em meio a especulações da mídia de possível separação da banda, no final de 1983 os Stones lançam o álbum Undercover, e, alimentando ainda mais estes rumores, a banda não sai em turnê e tampouco os músicos se pronunciam à respeito, cada um elaborando trabalhos individuais e não sendo vistos juntos em nenhuma ocasião.
Ian Stewart, pianista, gerente de palco e um dos fundadores da banda, acompanhando em todos os álbuns e shows, morre em 1985 em virtude de um ataque cardíaco. Tido como o sexto Stone, é homenageado com uma faixa no álbum da banda de 1986, Dirty Work, cujo álbum também não é acompanhado de turnê.
O relacionamento entre os membros restantes da banda não era dos melhores, com desentendimentos freqüentes entre Jagger e Richards. Mick Jagger envereda em uma carreira solo gravando músicas dentro do estilo Rolling Stones e causa um desentendimento sério entre ele e seu sócio Keith Richards. Especulações sobre o fim da banda duram por seis anos, embora o clima ruim não impedisse que continuassem sendo lançados álbuns de repercussão cada vez maior. Jagger, Richards, Wood, Wyman e Watts lançaram vários álbuns solo durante a década de 80 e 90.
Os Stones adentraram a década de 90 com uma nova gravadora, a CBS, em meio a rumores de que Mick Jagger e Keith Richards não podiam nem mesmo dividir uma mesma sala sem se engalfinharem. Os constantes boatos sobre a dissolução da banda ajudaram a catapultar o interesse e a expectativa da turnê e as vendas do álbum Steel Wheels (1989), tornando-a a maior da banda em todos os tempos até então. Os problemas pessoais foram colocados de lado e a banda se apresentou como nos velhos tempos, auxiliada pela habitual parafernália de palco tendo participação durante a turne,do Guns N' Roses que estava explodindo no cenário musical,como banda de abertura. Reflexo disso é o álbum Flashpoint de 1990 que traz os Stones de volta aos palcos depois de sete anos.
Foi também à partir dessa turnê que os Stones tornaram-se experts nos negócios, transformando-se em uma banda multimilionária, com administração autônoma e profissional, alcançando espaços na mídia até então nunca vistos, tendência que permitiu as sucessivas bem-sucedidas turnês seguintes e um exemplo de exposição e fixação da "marca" The Rolling Stones.
1991-2000
O outro membro original, Bill Wyman, que deixa o grupo em 1993, ainda mantém fortes ligações com a banda, à exemplo de seu pub em Londres, o Sticky Fingers, totalmente decorado com inúmeras fotos, instrumentos e discos de ouro, entre outras lembranças dos Stones. Para o seu lugar é escalado o baixista Darryl Jones, que é apenas músico contratado, não sendo considerado membro oficial.
Em 1994, após um longo período de inatividade, é lançado com grande estardalhaço o álbum Voodoo Lounge, seguido pela turnê de mesmo nome (que passou pelo Brasil). A turnê que se iniciou em 19 de julho de 1994 em Toronto, Canadá, e foi encerrada em 30 de agosto de 1995 em Rotterdam, Holanda, arrecadou em torno de US$ 400 milhoes. Aproveitando a repercussão, todas as gravações da banda são relançadas em CD. O álbum de 1995, Stripped, foi mais intimista, com versões acústicas de vários de seus maiores sucessos e uma regravação gloriosa para "Like a Rolling Stone", clássico de Bob Dylan.
No ano seguinte lançam The Rock And Roll Circus, trilha sonora de um filme arquivado desde 1968. O CD inclui uma apresentação de diversos artistas, como Jethro Tull, The Who, Marianne Faithfull, então esposa de Jagger e The Dirty Mac que nada mais é que uma pré-versão da Plastic Ono Band. Essa formação incluiu, além de John Lennon e Yoko Ono, Eric Clapton, Keith Richards (no baixo) e Mitch Mitchell, baterista do The Jimi Hendrix Experience.
Ainda em 1997 sai Bridges of Babylon, com uma capa luxuosa e uma excursão mundial igualmente cara, completa, com dois palcos, um maior e outro menor instalado no meio do público. Inclui também uma ponte para a banda atravessar do palco principal para o menor, sendo que neste executam basicamente clássicos sem o acompanhamento de metais e backing vocals voltando às raízes da banda nos anos 60 e, assim, inauguram um novo estilo de apresentações que se seguiram nas turnês seguintes. Com dois shows no Brasil, um em São Paulo e o outro no Rio de Janeiro (com participação mais que especial de Bob Dylan, inclusive abrindo os shows para a banda), confirmaram o país com status de rota obrigatória. Retrato dessa turnê foi o lançamento do álbum ao vivo No Security, em 1998.
A partir de 2001
Para comemorar os 40 anos do grupo, em 2002 lançam o álbum duplo Forty Licks (1962-2002) que traz, além de 36 sucessos da banda, 4 novos hits (Don't Stop, Keys To Your Love, Stealing My Heart e Losing My Touch), sendo o primeiro uma espécie de resumo da perseverança característica da banda, atingindo bastante sucesso. Em 16 de agosto do mesmo ano com um show em Toronto (Canadá) os Stones lançam uma de suas maiores turnês - a Licks Tour (detalhe para a música Heart of Stone, não tocada ao vivo desde 5 de dezembro de 1965). Esta longa turnê passou por todos os continentes do planeta, tendo sido encerrada em 9 de novembro de 2003, em Hong Kong. Mantendo o status de maior banda de rock & roll do mundo e a tradição de suas espetaculares apresentações, montam estruturas distintas e específicas para shows em arenas, estádios e teatros, além de private shows. Ao final do mesmo ano lançam o esplêndido DVD quádruplo Four Flicks, mostrando cada um dos formatos de suas apresentações e toda a vitalidade dos músicos sessentões.
Quando todos imaginavam o fim da banda, devido a um câncer na garganta do baterista Charlie Watts diagnosticado em junho de 2004 e curado em fevereiro de 2005, o vigor incansável do quarteto com ênfase às belas letras de Jagger e Richards (conhecidos como The Glimmer Twins desde os anos 70, pela ligação existente entre eles, além das lendárias histórias que protagonizaram) produz um de seus melhores álbuns de estúdio de todos os tempos. Lançado em 2005 A Bigger Bang traz uma sonoridade crua e voltada às raízes da banda: rock and roll, blues e rhythm and blues, além das pegadas das guitarras da dupla Richards/Wood, bem como para a harmônica melodiosa de Jagger, as 16 fortes canções do álbum mostram a excelência e competência de Jagger/Richards/Watts/Wood. Para a divulgação do álbum, mais uma vez iniciando em Toronto (em 10 de agosto de 2005), a banda se lança na estrada com a turnê do mesmo nome.
Em 18 de fevereiro de 2006, os Rolling Stones voltaram ao Brasil para o show da turnê A Bigger Bang. O show, gratuito, foi realizado nas areias da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para um público estimado em 1,5 milhão de pessoas, entrando para a história como o maior show da banda e um dos maiores concertos de rock de todos os tempos.
Após dois anos do lançamento da turnê A Bigger Bang, que passou pela América do Norte - em duas oportunidades (2005 e 2006) -, América do Sul (2006) e Europa (2006), e arrecadara, até novembro de 2006, em torno de US$ 437 milhões (recorde na história da música), os Stones anunciaram, em 22 de março de 2007, uma lista de novos shows pelo velho continente, que se iniciou em 5 de junho de 2007, com uma apresentação em Werchter, Bélgica e se encerrou em 26 de agosto de 2007 em Londres, apesar de rumores de que novos shows serão realizados em 2008. Com seu encerramento, os Stones realizaram a mais longa de suas turnês mundiais, com arrecadação de US$ 560 milhões (novo recorde), e, apresentando-se para quase 6 milhões de expectadores, mostraram a inesgotável energia que os move por mais de 45 anos de estrada. Ainda em 2006, a banda teve sua música "Can't You Hear Me Knockin'" presente no game Guitar Hero 2, em versão cover, o que desapontou muitos fãs pois a voz do cantor que faz esse cover no GH2 não é nada parecida com a de Mick Jagger. Em 12 de junho de 2007, foi lançado o DVD The Biggest Bang, que contém 4 discos com mais de sete horas de shows, incluindo a integra do realizado no Rio de Janeiro, no ano anterior, bem como em Austin, Texas, e materiais dos shows de Japão, Buenos Aires e Shangai, além de entrevistas exclusivas e reveladoras com os membros da banda. Nesse mesmo ano, os Stones voltariam a ter outra música de sucesso na série Guitar Hero, desta vez a música era "Paint It Black", presente no Guitar Hero 3 Legends of rock. Em 04 abril de 2008, estreou nos cinemais mundiais o filme The Rolling Stones Shine a Light (distribuído no Brasil pela Imagem Filmes), concebido e dirigido pelo premiado diretor Martin Scorsese - um declarado fã da banda - que, em duas apresentações no Beacon Theatre de Nova York, em novembro de 2006, com dezesseis câmeras focadas diretamente nos músicos, registrou com profundidade a bela performance da banda em um repertório levemente diferenciado das apresentações normais. Conta, ainda, com a presença de Jack White, do grupo White Stripes, da cantora Christina Aguilera e do bluesman Buddy Guy. Ainda, de forma genial mescla imagens de arquivo desde o início da banda, nos anos 60, confrontando com declarações atuais, como a pretensão de Mick Jagger em manter-se ativo aos sessenta.
Integrantes
Atuais
Mick Jagger - vocal, guitarra e gaita (desde 1962)
Keith Richards - guitarra e vocal (desde 1962)
Ron Wood - guitarra (desde 1974)
Charlie Watts - bateria e percussão (desde 1963)
Antigos
Brian Jones - guitarra (1962–1969)
Mick Taylor - guitarra (1969–1974)
Bill Wyman - baixo (1962–1993)
fonte:Wikipédia
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Artistas/Bandas
Hoje na historia do Rock brasileiro - 08/03
08 de março
- 1974: Nasceu, no Recife, Romário Menezes Júnior, o Pupillo, baterista da Nação Zumbi. (As datas de nascimento dos integrantes da Nação Zumbi são exclusivas deste blog)
- 1986: O Camisa de Vênus fez uma apresentação no Caiçara Music Hall, em Santos e esse registro foi lançado no disco Viva. Além de grandes sucessos, o disco também trazia a inédita “Silvia”, grande sucesso nos shows da banda.
- 1987: O Finis Africae lançou o primeiro e único disco pela gravadora EMI. Os destaques são “Deus Ateu” e “Armadilha”.
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
- 1974: Nasceu, no Recife, Romário Menezes Júnior, o Pupillo, baterista da Nação Zumbi. (As datas de nascimento dos integrantes da Nação Zumbi são exclusivas deste blog)
- 1986: O Camisa de Vênus fez uma apresentação no Caiçara Music Hall, em Santos e esse registro foi lançado no disco Viva. Além de grandes sucessos, o disco também trazia a inédita “Silvia”, grande sucesso nos shows da banda.
- 1987: O Finis Africae lançou o primeiro e único disco pela gravadora EMI. Os destaques são “Deus Ateu” e “Armadilha”.
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6 de março de 2009
Hoje na historia do rock brasileiro - 06/03
06 de março
- 1952: Nasceu o cantor Ritchie em Beckenham, no condado de Kent, ao Sul da Inglaterra. Ritchie fez parte da banda Everyone Involved que chegou a lançar o álbum Either/Or. Ele chegou ao Brasil em setembro de 1972. Em São Paulo formou a banda Escaladácida, mas ficou conhecido quando entrou para a banda carioca Vímana, também com Lulu Santos e Lobão, para cantar e tocar flauta. Mas o grande sucesso veio na carreira solo em 1983, quando lançou a música “Menina Veneno”, grande hit daquele ano.
Veja uma entrevista com Ritchie realizada em 1984 no http://setedoses.blogspot.com
- 1997: A banda paulistana Virgulóides lançou o primeiro disco Virgulóides?. Os destaques são “Segunda-Feira”, “Festa da Dona Teta” e “Bagulho no Bumba” (impulsionado por essa música, o disco vendeu 160 mil cópias). Formação da banda era Henrique Lima (guitarra e vocal), Beto Demoreaux (baixo e vocal) e Paulo Jiraya (bateria, cavaco e vocal).
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/2009/03/06-de-marco.html
- 1952: Nasceu o cantor Ritchie em Beckenham, no condado de Kent, ao Sul da Inglaterra. Ritchie fez parte da banda Everyone Involved que chegou a lançar o álbum Either/Or. Ele chegou ao Brasil em setembro de 1972. Em São Paulo formou a banda Escaladácida, mas ficou conhecido quando entrou para a banda carioca Vímana, também com Lulu Santos e Lobão, para cantar e tocar flauta. Mas o grande sucesso veio na carreira solo em 1983, quando lançou a música “Menina Veneno”, grande hit daquele ano.
Veja uma entrevista com Ritchie realizada em 1984 no http://setedoses.blogspot.com
- 1997: A banda paulistana Virgulóides lançou o primeiro disco Virgulóides?. Os destaques são “Segunda-Feira”, “Festa da Dona Teta” e “Bagulho no Bumba” (impulsionado por essa música, o disco vendeu 160 mil cópias). Formação da banda era Henrique Lima (guitarra e vocal), Beto Demoreaux (baixo e vocal) e Paulo Jiraya (bateria, cavaco e vocal).
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4 de março de 2009
Doisdas Demais
Mais de 20 anos após viverem intensamente o auge do rock'n'roll, duas amigas antes inseparáveis se reencontram quando uma delas precisa de ajuda. Com Goldie Hawn, Susan Sarandon, Geoffrey Rush e Erika Christensen.
Ficha Técnica
Título Original: The Banger Sisters
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 98 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2002
Site Oficial:www2.foxsearchlight.com/thebangersisters/index.html
Estúdio: Fox Searchlight Pictures / Elizabeth Cantillon Productions / Gran Via
Distribuição: 20th Century Fox Film Corporation
Direção: Bob Dolman
Roteiro: Bob Dolman
Produção: Elizabeth Cantillon e Mark Johnson
Música: Trevor Rabin
Fotografia: Karl Walter Lindenlaub
Desenho de Produção: Maia Javan
Direção de Arte: Caty Maxey
Figurino: Jacqueline West
Edição: Aram Nigoghossian
Elenco
Goldie Hawn (Suzette)
Susan Sarandon (Lavinia)
Geoffrey Rush (Harry)
Erika Christensen (Hannah Kingsley)
Robin Thomas (Raymond)
Eva Amurri (Ginger Kingsley)
Matthew Carey (Jules)
Andre Ware (Jake)
Adam Tomei (Dono do clube)
Sinopse
No final da década de 60 era difícil não encontrar Suzette (Goldie Hawn) e Lavinia (Susan Sarandon) junto aos grandes astros do rock'n'roll da época. Apelidadas de "Banger Sisters", elas viveram intensamente este período e tem fotos para provar isto. Porém, mais de 20 depois, a vida de ambas mudou bastante. Lavinia agora é uma pacata dona-de-casa, que serve de exemplo na comunidade onde mora. Já Suzette manteve-se fiel à sua juventude. O tempo afastou ambas, até que Suzette, em dificuldades, resolve recorrer à amiga em busca de apoio.
Premiações
- Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Atriz - Comédia/Musical (Goldie Hawn).
Curiosidades
- As atrizes Susan Sarandon e Eva Amurri são na verdade mãe e filha. Este é o 5º filme em que atuam juntas, sendo que os demais foram Bob Roberts (1992), Os Últimos Passos de um Homem (1995), Um Beijo Como Resgate (1999) e Em Qualquer Outro Lugar (1999).
- O orçamento de Doidas Demais foi de US$ 10 milhões.
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Filmes sobre Rock
Hoje na historia do Rock brasileiro - 04/03
04 de março
- 1974: Nasceu, no Rio de Janeiro, Gabriel Contino, mais conhecido como Gabriel O Pensador. Seu primeiro sucesso chegou nas rádios em 1992, a música “Tô Feliz: Matei o Presidente”, uma pesada crítica ao então presidente Fernando Collor e que teve sua execução proibida. Entre seus hits estão “Lôraburra”, “Estudo Errado”, “175 Nada Especial” e “Cachimbo da Paz” (com Lulu Santos).
- 1986: Foi anunciado o fim da banda Metrô. A formação da banda era Zaviê (baixo), Alec (guitarra), Yann (teclado), Virginie (vocal, substituída no 2º disco por Pedro Parq) e Danny (bateria). A banda lançou dois discos: Olhar (1985) e Mão de Mao (1987).
ATENÇÃO - 2003: Morreu de câncer, em Campinas (SP), a cantora Celly Campelo (Célia Campelo Gomes Chacon). Celly gravou seu primeiro disco aos 15 anos, em 1958, juntamente com seu irmão Tony. Foi o maior nome feminino no rock brasileiro o que a levou a ser chamada de ‘mãe do rock’ e eleita a Rainha do Rock no início dos anos 60. No auge de sua carreira, em 1962, abandonou-a para se casar e se tornar dona de casa. Entre seus maiores sucessos estão “Estúpido Cupido”, “Banho de Lua” e “Broto Legal”.
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/2009/03/04-de-marco.html
- 1974: Nasceu, no Rio de Janeiro, Gabriel Contino, mais conhecido como Gabriel O Pensador. Seu primeiro sucesso chegou nas rádios em 1992, a música “Tô Feliz: Matei o Presidente”, uma pesada crítica ao então presidente Fernando Collor e que teve sua execução proibida. Entre seus hits estão “Lôraburra”, “Estudo Errado”, “175 Nada Especial” e “Cachimbo da Paz” (com Lulu Santos).
- 1986: Foi anunciado o fim da banda Metrô. A formação da banda era Zaviê (baixo), Alec (guitarra), Yann (teclado), Virginie (vocal, substituída no 2º disco por Pedro Parq) e Danny (bateria). A banda lançou dois discos: Olhar (1985) e Mão de Mao (1987).
ATENÇÃO - 2003: Morreu de câncer, em Campinas (SP), a cantora Celly Campelo (Célia Campelo Gomes Chacon). Celly gravou seu primeiro disco aos 15 anos, em 1958, juntamente com seu irmão Tony. Foi o maior nome feminino no rock brasileiro o que a levou a ser chamada de ‘mãe do rock’ e eleita a Rainha do Rock no início dos anos 60. No auge de sua carreira, em 1962, abandonou-a para se casar e se tornar dona de casa. Entre seus maiores sucessos estão “Estúpido Cupido”, “Banho de Lua” e “Broto Legal”.
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2 de março de 2009
Discos Marcantes do The Smiths III

Strangeways, Here We Come foi o último álbum inédito da banda inglesa The Smiths. Lançado em 1987, trás os sucessos Girlfriend in a Coma, Last Night I Dreamt That Somebody Love Me e Stop Me If You Think You´re Hearded This One Before.
Um final em grande estilo, como merecia o fim de umas das mais poderosas parcerias do rock...mesmo que no futuro tivesse outras contribuicoes...nada voltaria a ser como antes.
Músicas
1. A Rush and a Push and the Land Is Ours
2. I Started Something I Couldn´t Finish
3. Death of a Dance Disco
4. Girlfriend in a Coma
5. Stop Me If You Think You´ve Heard This One Before
6. Last Night I Dreamt That Somebody Love Me
7. Unhappy Birthday
8. Paint a Vulgar Picture
9. Death on One´s Elbow
10. I Won´t Share You
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Discos Marcantes do The Smiths II

The Queen is Dead é o penúltimo álbum da banda inglesa The Smiths, lançado em 1985/1986. A capa é uma foto de Alain Delon datada de 1965, como se estivesse morto. Para os Smiths significava o fim de um período marcado pelo tédio, seria a libertação das tradições aristocráticas da Inglaterra. The Queen is Dead marca o auge criativo da banda, sendo aclamado até hoje como um dos melhores discos de todos os tempos.Ja esta dito tudo sobre este disco...
Músicas
1. The Queen Is Dead
2. Frankly, Mr. Shankly
3. I Know It's Over
4. Never Had No One Ever
5. Cemetery Gates
6. Bigmouth Strikes Again
7. The Boy With The Thorn In his side
8. Vicar In A Tutu
9. There Is A Light That Never Goes Out
10. Some Girls Are Bigger Than Others
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Discos Marcantes do The Smiths
Meat Is Murder é o segundo álbum de estúdio da banda The Smiths, lançado em fevereiro de 1985. Se tornou o único lançamento original da banda a atingir No. 1 no Reino Unido. Nos Estados Unidos, o álbum alcançou a posição No. 110.
Este disco mostra o inicio do estrelato de uma banda que ficou marcada na historia, principalmente pela dupla explosiva de letra e melodia - Morrisey e Marr
Músicas
Todas as letras foram escritas por Morrissey/Marr.
Lado A
1. "The Headmaster Ritual" (4:52)
2. "Rusholme Ruffians" (4:20)
3. "I Want the One I Can't Have" (3:14)
4. "What She Said" (2:42)
5. "That Joke Isn't Funny Anymore" (4:59)
Lado B
1. "How Soon Is Now?" (6:46) (somente em algumas versões)
2. "Nowhere Fast" (2:37)
3. "Well I Wonder" (4:00)
4. "Barbarism Begins at Home" (6:57)
5. "Meat Is Murder" (6:06)
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Grease - Nos Tempos da Brilhantina
Ao som de muito rock'n'roll um casal de jovens apaixonado enfrenta os problemas típicos dos adolescentes dos anos 50. Dirigido por Randal Kleiser (A Lagoa Azul) e com John Travolta, Olivia Newton-John e Stockard Channing no elenco. Recebeu uma indicação ao Oscar.
Ficha Técnica
Título Original: Grease
Gênero: Musical
Tempo de Duração: 110 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1978
Site Oficial: www.greasemovie.com
Estúdio: Paramount Pictures
Distribuição: UIP
Direção: Randal Kleiser
Roteiro: Bronte Woodard e Allan Carr, baseado em peça teatral de Jim Jacobs e Warren Casey
Produção: Allan Carr e Robert Stigwood
Música: Warren Casey, John Farrar, Barry Gibb, Jim Jacobs, Bill Oakes e Louis St. Louis
Fotografia: Bill Butler
Desenho de Produção: Philip M. Jefferis
Figurino: Albert Wolsky
Edição: John F. Burnett
Elenco
John Travolta (Daniel "Danny" Zuko)
Olivia Newton-John (Sandra "Sandy" Olsen)
Stockard Channing (Elizabeth "Betty" Rizzo)
Jeff Conaway (Kenickie)
Barry Pearl (Doody)
Michael Tucci (Sonny)
Kelly Ward (Putzie)
Didi Conn (Frenchy)
Jamie Donnelly (Jan)
Dinah Manoff (Marty Maraschino)
Eve Arden (Diretora McGee)
Edd Byrnes (Vincient "Vince" Fontaine)
Sid Caesar (Técnico Calhoun)
Susan Buckner (Patricia "Patty" Simcox)
Lorenzo Lamas (Thomas "Tom" Chisum)
Michael Biehn
Sinopse
Na Califórnia na década de 50, Danny (John Travolta) e Sandy (Olivia Newton-John), um casal de estudantes, trocam juras de amor mas se separam, pois ela voltará para a Austrália. Entretanto, os planos mudam e Sandy por acaso se matricula na escola de Danny. Para fazer gênero ele infantilmente lhe dá uma esnobada, mas os dois continuam apaixonados, apesar do relacionamento ter ficado em crise. Esta trama serve como pano de fundo para retratar o comportamento dos jovens da época.
Premiações
- Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Canção Original ("Hopelessly Devoted to You").
- Recebeu 5 indicações ao Globo de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Comédia/Musical, Melhor Ator - Comédia/Musical (John Travolta), Melhor Atriz - Comédia/Musical (Olivia Newton-John) e Melhor Canção Original ("Grease" e "You're the One that I Want").
Curiosidades
- A atriz Marie Osmond recusou a personagem Sandy, abrindo então espaço para a contratação de Olivia Newton-John.
- Este é o 1º de 2 filmes em que John Travolta e Olivia Newton-John atuam juntos. O posterior foi Embalos a Dois (1983).
- Durante as filmagens o ator Jeff Conaway teve que andar levemente inclinado, de forma a fazer com que o personagem de John Travolta parecesse mais alto que ele.
- O orçamento de Grease foi de US$ 6 milhões, sendo que o filme arrecadou mais de US$ 360 milhões nas bilheterias de todo o planeta.
- Seguido por Grease 2 - Os Tempos da Brilhantina Voltaram (1982)
(Fonte: www.adorocinema.com).
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Filmes sobre Rock
Elvis lidera ranking de personalidades mortas que mais lucram
O rei do rock & roll, Elvis Presley, recuperou seu trono tirado no ano passado por Kurt Cobain, o vocalista do Nirvana, como a celebridade já morta que mais dinheiro rendeu nos últimos 12 meses.
Trinta anos após sua morte, e segundo uma lista elaborada anualmente pela revista Forbes, a lendária figura do cantor, morto aos 42 anos, gerou no último ano US$ 49 milhões, sete mais que um ano antes.
Ele foi seguido de perto por outro músico, John Lennon, que, quase 27 anos após seu assassinato, gerou US$ 44 milhões em só um ano, quase o dobro que 12 meses antes.
O terceiro da lista é o desenhista Charles M. Schulz, o criador de Snoopy, que rendeu US$ 35 milhões, exatamente a mesma quantia que no ano anterior, o que lhe permitiu manter seu posto sete anos após sua morte.
Com essa exceção, a lista dos mortos que mais dinheiro geram continua com outros músicos, com George Harrison na quarta colocação, com US$ 22 milhões seis anos após sua morte.
Em quinto, outro clássico, Albert Einstein, um dos que mais tempo está morto (52 anos), mas sua imagem de cientista ainda é capaz de gerar US$ 18 milhões ao ano.
Ele é seguido pelo rei da arte pop, Andy Warhol (US$ 15 milhões), o autor de teatro Theodor Geisel (US$ 13 milhões), o músico Tupac Shakur (US$ 9 milhões), a atriz Marilyn Monroe (US$ 7 milhões), o ator Steve McQueen (US$ 6 milhões), os músicos James Brown (US$ 5 milhões) e Bob Marley (US$ 4 milhões) e o ator James Dean (US$ 3,5 milhões).
As 13 celebridades incluídas na lista da Forbes geraram juntas US$ 232 milhões nos últimos 12 meses.
fonte:http://lidianne-mattiello.blogspot.com/2009/02/elvis-lidera-ranking-de-personalidades.html
Trinta anos após sua morte, e segundo uma lista elaborada anualmente pela revista Forbes, a lendária figura do cantor, morto aos 42 anos, gerou no último ano US$ 49 milhões, sete mais que um ano antes.
Ele foi seguido de perto por outro músico, John Lennon, que, quase 27 anos após seu assassinato, gerou US$ 44 milhões em só um ano, quase o dobro que 12 meses antes.
O terceiro da lista é o desenhista Charles M. Schulz, o criador de Snoopy, que rendeu US$ 35 milhões, exatamente a mesma quantia que no ano anterior, o que lhe permitiu manter seu posto sete anos após sua morte.
Com essa exceção, a lista dos mortos que mais dinheiro geram continua com outros músicos, com George Harrison na quarta colocação, com US$ 22 milhões seis anos após sua morte.
Em quinto, outro clássico, Albert Einstein, um dos que mais tempo está morto (52 anos), mas sua imagem de cientista ainda é capaz de gerar US$ 18 milhões ao ano.
Ele é seguido pelo rei da arte pop, Andy Warhol (US$ 15 milhões), o autor de teatro Theodor Geisel (US$ 13 milhões), o músico Tupac Shakur (US$ 9 milhões), a atriz Marilyn Monroe (US$ 7 milhões), o ator Steve McQueen (US$ 6 milhões), os músicos James Brown (US$ 5 milhões) e Bob Marley (US$ 4 milhões) e o ator James Dean (US$ 3,5 milhões).
As 13 celebridades incluídas na lista da Forbes geraram juntas US$ 232 milhões nos últimos 12 meses.
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Curiosidades do mundo do Rock
Historia do Rock brasileiro - 01/03
1º de março
ATENÇÃO - 1982: Entrou no ar a rádio rock Fluminense FM, mais conhecida como “A Maldita”, idealizada pelos jornalistas Luiz Antônio Mello e Samuel Wainer Filho. Junto com o Circo Voador, a Fluminense foi fundamental para a geração 80 do rock/pop brasileiro. Foi a primeira rádio a tocar e divulgar bandas como Paralamas do Sucesso, Kid Abelha, Barão Vermelho, Legião Urbana, Biquini Cavadão, Titãs, Ira!, Ultraje à Rigor entre outras tantas. Ela ficou no ar até 30 setembro de 1994. Anos depois voltou como AM.
ATENÇÃO - 1987: O Cólera iniciou sua turnê européia. Foram cinco meses e 56 shows. A banda tocou na Espanha, França, Alemanha, Noruega, Holanda, Suíça, Áustria, entre outros. O último show dessa turnê rolou em 23 de julho. Foi a primeira banda brasileira a fazer uma excursão pela Europa.
- 1989: O Ultraje à Rigor lançou o terceiro disco Crescendo. Os destaques são “O Chiclete”, “Santa Inocência”, “Filha da Puta”, “Ricota” e a faixa título. Grande disco..
eu sei que hj e dia 2...e sei tb q faz tempo q naum posto...por isso vamos comecar bem...rs
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
ATENÇÃO - 1982: Entrou no ar a rádio rock Fluminense FM, mais conhecida como “A Maldita”, idealizada pelos jornalistas Luiz Antônio Mello e Samuel Wainer Filho. Junto com o Circo Voador, a Fluminense foi fundamental para a geração 80 do rock/pop brasileiro. Foi a primeira rádio a tocar e divulgar bandas como Paralamas do Sucesso, Kid Abelha, Barão Vermelho, Legião Urbana, Biquini Cavadão, Titãs, Ira!, Ultraje à Rigor entre outras tantas. Ela ficou no ar até 30 setembro de 1994. Anos depois voltou como AM.
ATENÇÃO - 1987: O Cólera iniciou sua turnê européia. Foram cinco meses e 56 shows. A banda tocou na Espanha, França, Alemanha, Noruega, Holanda, Suíça, Áustria, entre outros. O último show dessa turnê rolou em 23 de julho. Foi a primeira banda brasileira a fazer uma excursão pela Europa.
- 1989: O Ultraje à Rigor lançou o terceiro disco Crescendo. Os destaques são “O Chiclete”, “Santa Inocência”, “Filha da Puta”, “Ricota” e a faixa título. Grande disco..
eu sei que hj e dia 2...e sei tb q faz tempo q naum posto...por isso vamos comecar bem...rs
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Historia
20 de fevereiro de 2009
Hoje na historia do Rock brasileiro - 20/02
20 de fevereiro
- 1963: Nasceu Ronaldo Caldas Pereira, produtor e ex-baterista da banda brasiliense Finis Africae. Em 1987 o Finis lançou um único disco pela EMI e o destaque é “Armadilha”. Em 1993 abriu o estúdio Groove, onde produziu várias demos de bandas do underground carioca como Second Come e Dash. Foi produtor executivo dos discos Usuário e Os Cães Ladram e a Caravana Não Pára, ambos do Planet Hemp. Também fez produção executiva para Acabou La Tequila e produziu shows do Planet, Acabou La Tequila, Autoramas, Cláudio Zoli, Sandra de Sá, Ultramen, entre outros. Grande abraço!
- 1978: Nasceu Ronaldo Ferreira Spinola, mais conhecido como Portoga, ex-baixista da banda paulistana CPM22.
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
- 1963: Nasceu Ronaldo Caldas Pereira, produtor e ex-baterista da banda brasiliense Finis Africae. Em 1987 o Finis lançou um único disco pela EMI e o destaque é “Armadilha”. Em 1993 abriu o estúdio Groove, onde produziu várias demos de bandas do underground carioca como Second Come e Dash. Foi produtor executivo dos discos Usuário e Os Cães Ladram e a Caravana Não Pára, ambos do Planet Hemp. Também fez produção executiva para Acabou La Tequila e produziu shows do Planet, Acabou La Tequila, Autoramas, Cláudio Zoli, Sandra de Sá, Ultramen, entre outros. Grande abraço!
- 1978: Nasceu Ronaldo Ferreira Spinola, mais conhecido como Portoga, ex-baixista da banda paulistana CPM22.
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19 de fevereiro de 2009
Controle - A História de Ian Curtis
A história de Ian Curtis, vocalista da banda Joy Division, que se suicidou aos 23 anos. Com Samantha Morton.
Ficha Técnica
Título Original: Control
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 121 minutos
Ano de Lançamento (EUA / Inglaterra): 2007
Site Oficial: www.controlthemovie.com
Estúdio: Becker Films International / NorthSae / EM Media / Claraflora
Distribuição: The Weinstein Company / Daylight Filmes
Direção: Anton Corbijn
Roteiro: Matt Greenhalgh, baseado em livro de Deborah Curtis
Produção: Anton Corbijn, Todd Eckert e Orian Williams
Fotografia: Martin Ruhe
Desenho de Produção: Chris Roope
Direção de Arte: Philip Elton
Figurino: Julian Day
Edição: Andrew Hulme
Efeitos Especiais: The Chimney Pot AB
Elenco
Sam Riley (Ian Curtis)
Samantha Morton (Deborah Curtis)
Craig Parkinson (Tony Wilson)
Joe Anderson (Peter Hook)
Nicola Harrison (Corrine Lewis)
Toby Kebbell (Rob Gretton)
Alexandra Maria Lara (Annik Honoré)
Matthew McNulty (Nick Jackson)
Ben Naylor (Martin Hannett)
James Anthony Pearson (Bernard Sumner)
Tim Plester (Earnest Richards)
Robert Shelly (Twinny)
Andrew Sheridan (Terry Mason)
Harry Treadaway (Stephen Morris)
Nigel Harris
Sinopse
Os últimos anos da vida de Ian Curtis (Sam Riley), vocalista da lendária banda inglesa Joy Division. Curtis, que teve uma trajetória curta e intensa, ficou famoso por seu talento de letrista e por suas performances épicas à frente da banda. Sofrendo com os ataques de epilepsia, sem saber como lidar com o seu talento e dividido entre o amor por sua mulher e filha e um caso extraconjugal, ele se enforcou em 18 de maio de 1980, aos 23 anos.
Premiações
- Ganhou o BAFTA de Melhor Revelação (Matt Greenhalgh), além de ter sido indicado nas categorias de Melhor Filme Britânico e Melhor Atriz Coadjuvante (Samantha Morton).
- Ganhou uma Menção Especial, no Festival de Cannes.
Curiosidades
- Como as canções do Joy Division são bem simples, os atores que interpretam os integrantes da banda aprenderam a tocá-las. As cenas vistas no filme são com os próprios atores tocando e cantando.
- Exibido na mostra Midnight Movies, no Festival do Rio 2007.
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Hoje na historia do Rock brasileiro - 19/02
19 de fevereiro
- 1952: Nasceu Evandro Nahid de Mesquita, ator, diretor, roteirista e vocalista e líder da Blitz. Em 1986 após o final da banda, Mesquita saiu em carreira solo, mas acabou se firmando como roteirista e ator. Hoje a Blitz está na ativa e faz shows esporádicos, inclusive com integrantes originais além de Evandro.
ATENÇÃO - 1981: Depois de cinco ensaios, a Blitz fez sua estréia no Bar Caribe (RJ). O nome da banda foi idéia de Lobão, quando ainda era baterista da banda.
ATENÇÃO - 1992: Morreu o cantor, ator e apresentador Sérgio Murilo, o primeiro eleito pela Revista do Rock o Rei do Rock no Brasil. Sérgio começou a carreira aos 12 anos apresentando um programa infantil na TV Rio e passou a cantar em várias rádios até ser contratado pela Columbia, lançando seu primeiro compacto em 1959. Alcançou sucesso com a música “Marcianita”, versão de um sucesso da música italiana. Entre outros sucessos estão “Broto Legal” e “ Rock da Morte”. Também apresentou o programa Alô Brotos, da TV Tupi, ao lado de Sônia Delfino.
- 2000: O cantor e compositor Marcelo Nova (ex-Camisa de Vênus) lançou o disco ao vivo Grampeado em Público Volume 1 e 2. Os destaques são “Gotham City”, “Bete Morreu”, “Faça a Coisa Certa”, entre outros sucessos.
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
- 1952: Nasceu Evandro Nahid de Mesquita, ator, diretor, roteirista e vocalista e líder da Blitz. Em 1986 após o final da banda, Mesquita saiu em carreira solo, mas acabou se firmando como roteirista e ator. Hoje a Blitz está na ativa e faz shows esporádicos, inclusive com integrantes originais além de Evandro.
ATENÇÃO - 1981: Depois de cinco ensaios, a Blitz fez sua estréia no Bar Caribe (RJ). O nome da banda foi idéia de Lobão, quando ainda era baterista da banda.
ATENÇÃO - 1992: Morreu o cantor, ator e apresentador Sérgio Murilo, o primeiro eleito pela Revista do Rock o Rei do Rock no Brasil. Sérgio começou a carreira aos 12 anos apresentando um programa infantil na TV Rio e passou a cantar em várias rádios até ser contratado pela Columbia, lançando seu primeiro compacto em 1959. Alcançou sucesso com a música “Marcianita”, versão de um sucesso da música italiana. Entre outros sucessos estão “Broto Legal” e “ Rock da Morte”. Também apresentou o programa Alô Brotos, da TV Tupi, ao lado de Sônia Delfino.
- 2000: O cantor e compositor Marcelo Nova (ex-Camisa de Vênus) lançou o disco ao vivo Grampeado em Público Volume 1 e 2. Os destaques são “Gotham City”, “Bete Morreu”, “Faça a Coisa Certa”, entre outros sucessos.
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18 de fevereiro de 2009
Sign of the horns: o sinal do Demônio
Suas origens podem ser traçadas até a Grécia antiga e, na Roma antiga, era conhecido como o gesto da personagem "Vorena the Elder" e simbolizava uma maldição. Ele é feito estendendo-se o indicador e o mínimo enquanto o médio e o anular são segurados para baixo com o polegar.
Esse gesto também possui vários significados nas subculturas do Heavy Metal e do Rock, onde é conhecido por vários termos: sinal do demônio, chifres do demônio, chifres do bode, chifres do metal, chifres pra cima, o grito do metal, o sinal do metal, dedos pra cima, mostrar o bode, sacudir o bode, sinal do bode, mostrar os chifres, dedos do mal, os chifres, garfo, o punho do metal, o punho do rock ou o sinal “Rock on!”.
Referências em capas de álbuns
Na capa do álbum “Yellow Submarine” (1969), a mão direita do desenho de John Lennon faz o sinal acima da cabeça de Paul McCartney. Para muitos fãs, essa é uma das muitas pistas de que “Paul está morto”. Entretanto, é provável que o cartunista desenhou de forma errada o sinal de “Eu te amo” ou usou uma perspectiva que faz parecer que o polegar está dobrado (o que diferencia o sinal de amor dos cifres). No encarte do mesmo álbum Lennon aparecer fazendo o sinal de "Eu te amo".
Um artigo de 31 de março de 1985 da revista Circus, assinado por Ben Liemer, afirma que Gene Simmons, do KISS, foi influenciado por Blackie Lawless, do W.A.S.P., em 1977 após assistir a um show da banda Sister em Los Angeles. Blackie havia encontrado uma saudação de mão conhecida como "corna" em um livro sobre ocultismo e começou a usá-la em suas apresentações ao vivo.
Gene Simmons aparece fazendo o sinal com sua mão esquerda na capa do álbum "Love Gun", lançado pelo Kiss em 1977, mas, na verdade, está fazendo o sinal que, na linguagem norte-americana de sinais, significa amor. Simmons depois declarou, principalmente na parte "Satan's Top 40" do filme “Little Nicky”, que ele toca seu baixo com a palheta em seus dois dedos do meio de forma que, quando ele levanta sua mão, ele automaticamente faz os chifres.
Frank Zappa pode ser visto fazendo o gesto no filme “Baby Snakes”, de 1977.
Muito antes, uma banda de rock psicodélico-ocultista de Chicago, Coven, liderada pela cantora Jinx Dawson, lançou em 1969 o álbum "Witchcraft Destroys Minds and Reaps Souls", pela Mercury Records, e que mostrava no verso da capa os membros da banda Coven fazendo o “sinal do demônio” corretamente e incluía ainda um pôster de uma missa negra mostrando os membros em um ritual fazendo o sinal. Desde 1968, os shows do Coven sempre começavam e acabavam com Jinx fazendo o “sinal do demônio” no palco. O que é interessante é que o Coven fazia turnês com grupos como os Yardbirds, de Jimmy Page, o então “glam rocker” Alice Cooper e Vanilla Fudge, que contava com Carmine Appice, irmão mais velho de Vinnie Appice, da banda Dio. Curiosamente, a banda também gravou uma música chamada “Black Sabbath” em seu álbum de 1969 e um dos membros da banda chamava-se Oz Osborne, e não Ozzy Osbourne, que já fazia fama com o Black Sabbath. Os chifres ficaram famosos em shows de metal logo após a primeira turnê do Black Sabbath com Dio.
A opinião de quem popularizou o símbolo
Ronnie James Dio ficou conhecido por popularizar o sinal dos chifres no heavy metal. Sua avó italiana costumava usá-lo para afastar o mau-olhado (que é conhecido como "malocchio" ou "moloch", termo que Dio usa para o gesto). Dio começou a usar o gesto após entrar para o Black Sabbath (em 1979). O vocalista anterior, Ozzy Osbourne, era bastante conhecido por usar o sinal de “paz” nos shows, levantando o dedo indicador e o médio em forma de “V”. Dio, tentando se identificar com os fãs, também quis usar um gesto de mão. Entretanto, como não queria copiar Osbourne, ele escolheu usar o sinal que sua avó sempre fazia.
De uma entrevista com Ronnie James Dio para o site Metal-Rules.com:
Metal-Rules.com – "Eu gostaria de perguntar a você sobre algo que as pessoas já te perguntaram mas que, sem dúvida, continuarão a comentar, que é o sinal criado levantando-se o indicador e o dedo mínimo. Alguns chamam de “mão do demônio” ou “olho do mal”. Gostaria de saber se você foi o primeiro a introduzir isso no mundo do metal e o que esse símbolo representa para você.
R. J. Dio – “Duvido muito que eu tenha sido o primeiro a fazer isso. É como dizer que eu inventei a roda. Tenho certeza de que alguém já tinha feito isso antes. Acho que você deveria dizer que eu o popularizei. Eu o usei tanto e tantas vezes que se tornou minha marca registrada, até que os fãs da Britney Spears quiseram fazer também... Então acho que com isso acabou perdendo o seu significado. Mas foi... eu estava no Sabbath nessa época. Era um símbolo que eu achava que refletia aquilo que a banda deveria representar. Mas NÃO é o símbolo do demônio como se estivéssemos aqui com ele. É um símbolo italiano que aprendi com minha avó e que se chamava "Malocchio". Serve para afastar o mau-olhado ou para fazer o mau-olhado, dependendo de como você o faz. Trata-se apenas de um símbolo mas tem encantos mágicos e atitudes e acho que funcionou bem com o Sabbath. Então fiquei bastante conhecido por isso e depois todos começaram a fazer a mesma coisa. Mas eu nunca diria que eu tenho crédito por ter sido o primeiro a fazer isso. Mas eu o usei tanto que acabou se tornando um tipo de símbolo do rock and roll”.
Algo a ser usado apenas em situações específicas?
Qualquer que tenha sido a sua origem na cena heavy metal, os fãs de metal adotaram o gesto como um símbolo vago de misticismo, ou simplesmente “o modo de ser do metal”, e em pouco tempo tornou-se tão comum em shows como o “headbanging”. Mas o gesto tem se espalhado além do metal para todas as formas de rock e agora está sendo usado em quase tudo. No rock, o gesto é interpretado como algo positivo, tipo "Rock on" (N: algo como “o rock sempre”). Ele é usado simplesmente para comunicar para a banda no palco (quase sempre uma banda de heavy metal) que você está gostando do show e da música.
Sacudir os chifres é um gesto sério e os “metal heads” mais radicais insistem que ele somente pode ser usado em situações apropriadas, ou para uma banda apropriada. Em geral, muitos na comunidade “metal head” acham que o gesto está sendo banalizado e comercializado. Além disso, muitos “metal heads” alegam que, como o gesto se originou no heavy metal, usá-lo no rock ou em qualquer outro gênero de música é inapropriado. Há até mesmo um grupo popular no site Facebook chamado "Do Not Use the Horns Unless You are Metal" (N: “Não use os chifres a menos que você seja fã de metal”) que afirma que (fora dos eventos esportivos dos Texas Longhorns, da Universidade do Texas) "Se sua cabeça não estiver chacoalhando, não use os chifres!”.
As versões ASCII
Os fãs de rock usam o gesto de mãos em conversas eletrônicas, para identificar grupos. É comum expressá-lo com as letras "l", "m" e "l" juntas (outras variações incluem "\\", "m" e "/" para formar \\m/). O símbolo \\m/ supostamente lembra um dos formatos dos dedos no gesto real. Muitas variantes podem ser usadas, mas todas representam o dedos indicador e o mínimo com caracteres longos, com o dedo médio e o anular representados por caracteres menores e, às vezes, com a adição de um caractere representando o polegar.
Isso chegou até a ser parodiado, quando algo que poder ser considerado “metal” pode ser (possivelmente de forma irônica) saudado com os chifres ou marcado com o caractere ASCII equivalentes. Algo considerado extremamente “metal” poderia ser chamado de “metal demais para uma só mão” e saudado colocando-se os punhos juntos e os dedos mínimos levantados – ambas as mãos formando um grande “bode”. Isso seria escrito como \\mm/ em ASCII.
fonte:whiplash
Esse gesto também possui vários significados nas subculturas do Heavy Metal e do Rock, onde é conhecido por vários termos: sinal do demônio, chifres do demônio, chifres do bode, chifres do metal, chifres pra cima, o grito do metal, o sinal do metal, dedos pra cima, mostrar o bode, sacudir o bode, sinal do bode, mostrar os chifres, dedos do mal, os chifres, garfo, o punho do metal, o punho do rock ou o sinal “Rock on!”.
Referências em capas de álbuns
Na capa do álbum “Yellow Submarine” (1969), a mão direita do desenho de John Lennon faz o sinal acima da cabeça de Paul McCartney. Para muitos fãs, essa é uma das muitas pistas de que “Paul está morto”. Entretanto, é provável que o cartunista desenhou de forma errada o sinal de “Eu te amo” ou usou uma perspectiva que faz parecer que o polegar está dobrado (o que diferencia o sinal de amor dos cifres). No encarte do mesmo álbum Lennon aparecer fazendo o sinal de "Eu te amo".
Um artigo de 31 de março de 1985 da revista Circus, assinado por Ben Liemer, afirma que Gene Simmons, do KISS, foi influenciado por Blackie Lawless, do W.A.S.P., em 1977 após assistir a um show da banda Sister em Los Angeles. Blackie havia encontrado uma saudação de mão conhecida como "corna" em um livro sobre ocultismo e começou a usá-la em suas apresentações ao vivo.
Gene Simmons aparece fazendo o sinal com sua mão esquerda na capa do álbum "Love Gun", lançado pelo Kiss em 1977, mas, na verdade, está fazendo o sinal que, na linguagem norte-americana de sinais, significa amor. Simmons depois declarou, principalmente na parte "Satan's Top 40" do filme “Little Nicky”, que ele toca seu baixo com a palheta em seus dois dedos do meio de forma que, quando ele levanta sua mão, ele automaticamente faz os chifres.
Frank Zappa pode ser visto fazendo o gesto no filme “Baby Snakes”, de 1977.
Muito antes, uma banda de rock psicodélico-ocultista de Chicago, Coven, liderada pela cantora Jinx Dawson, lançou em 1969 o álbum "Witchcraft Destroys Minds and Reaps Souls", pela Mercury Records, e que mostrava no verso da capa os membros da banda Coven fazendo o “sinal do demônio” corretamente e incluía ainda um pôster de uma missa negra mostrando os membros em um ritual fazendo o sinal. Desde 1968, os shows do Coven sempre começavam e acabavam com Jinx fazendo o “sinal do demônio” no palco. O que é interessante é que o Coven fazia turnês com grupos como os Yardbirds, de Jimmy Page, o então “glam rocker” Alice Cooper e Vanilla Fudge, que contava com Carmine Appice, irmão mais velho de Vinnie Appice, da banda Dio. Curiosamente, a banda também gravou uma música chamada “Black Sabbath” em seu álbum de 1969 e um dos membros da banda chamava-se Oz Osborne, e não Ozzy Osbourne, que já fazia fama com o Black Sabbath. Os chifres ficaram famosos em shows de metal logo após a primeira turnê do Black Sabbath com Dio.
A opinião de quem popularizou o símbolo
Ronnie James Dio ficou conhecido por popularizar o sinal dos chifres no heavy metal. Sua avó italiana costumava usá-lo para afastar o mau-olhado (que é conhecido como "malocchio" ou "moloch", termo que Dio usa para o gesto). Dio começou a usar o gesto após entrar para o Black Sabbath (em 1979). O vocalista anterior, Ozzy Osbourne, era bastante conhecido por usar o sinal de “paz” nos shows, levantando o dedo indicador e o médio em forma de “V”. Dio, tentando se identificar com os fãs, também quis usar um gesto de mão. Entretanto, como não queria copiar Osbourne, ele escolheu usar o sinal que sua avó sempre fazia.
De uma entrevista com Ronnie James Dio para o site Metal-Rules.com:
Metal-Rules.com – "Eu gostaria de perguntar a você sobre algo que as pessoas já te perguntaram mas que, sem dúvida, continuarão a comentar, que é o sinal criado levantando-se o indicador e o dedo mínimo. Alguns chamam de “mão do demônio” ou “olho do mal”. Gostaria de saber se você foi o primeiro a introduzir isso no mundo do metal e o que esse símbolo representa para você.
R. J. Dio – “Duvido muito que eu tenha sido o primeiro a fazer isso. É como dizer que eu inventei a roda. Tenho certeza de que alguém já tinha feito isso antes. Acho que você deveria dizer que eu o popularizei. Eu o usei tanto e tantas vezes que se tornou minha marca registrada, até que os fãs da Britney Spears quiseram fazer também... Então acho que com isso acabou perdendo o seu significado. Mas foi... eu estava no Sabbath nessa época. Era um símbolo que eu achava que refletia aquilo que a banda deveria representar. Mas NÃO é o símbolo do demônio como se estivéssemos aqui com ele. É um símbolo italiano que aprendi com minha avó e que se chamava "Malocchio". Serve para afastar o mau-olhado ou para fazer o mau-olhado, dependendo de como você o faz. Trata-se apenas de um símbolo mas tem encantos mágicos e atitudes e acho que funcionou bem com o Sabbath. Então fiquei bastante conhecido por isso e depois todos começaram a fazer a mesma coisa. Mas eu nunca diria que eu tenho crédito por ter sido o primeiro a fazer isso. Mas eu o usei tanto que acabou se tornando um tipo de símbolo do rock and roll”.
Algo a ser usado apenas em situações específicas?
Qualquer que tenha sido a sua origem na cena heavy metal, os fãs de metal adotaram o gesto como um símbolo vago de misticismo, ou simplesmente “o modo de ser do metal”, e em pouco tempo tornou-se tão comum em shows como o “headbanging”. Mas o gesto tem se espalhado além do metal para todas as formas de rock e agora está sendo usado em quase tudo. No rock, o gesto é interpretado como algo positivo, tipo "Rock on" (N: algo como “o rock sempre”). Ele é usado simplesmente para comunicar para a banda no palco (quase sempre uma banda de heavy metal) que você está gostando do show e da música.
Sacudir os chifres é um gesto sério e os “metal heads” mais radicais insistem que ele somente pode ser usado em situações apropriadas, ou para uma banda apropriada. Em geral, muitos na comunidade “metal head” acham que o gesto está sendo banalizado e comercializado. Além disso, muitos “metal heads” alegam que, como o gesto se originou no heavy metal, usá-lo no rock ou em qualquer outro gênero de música é inapropriado. Há até mesmo um grupo popular no site Facebook chamado "Do Not Use the Horns Unless You are Metal" (N: “Não use os chifres a menos que você seja fã de metal”) que afirma que (fora dos eventos esportivos dos Texas Longhorns, da Universidade do Texas) "Se sua cabeça não estiver chacoalhando, não use os chifres!”.
As versões ASCII
Os fãs de rock usam o gesto de mãos em conversas eletrônicas, para identificar grupos. É comum expressá-lo com as letras "l", "m" e "l" juntas (outras variações incluem "\\", "m" e "/" para formar \\m/). O símbolo \\m/ supostamente lembra um dos formatos dos dedos no gesto real. Muitas variantes podem ser usadas, mas todas representam o dedos indicador e o mínimo com caracteres longos, com o dedo médio e o anular representados por caracteres menores e, às vezes, com a adição de um caractere representando o polegar.
Isso chegou até a ser parodiado, quando algo que poder ser considerado “metal” pode ser (possivelmente de forma irônica) saudado com os chifres ou marcado com o caractere ASCII equivalentes. Algo considerado extremamente “metal” poderia ser chamado de “metal demais para uma só mão” e saudado colocando-se os punhos juntos e os dedos mínimos levantados – ambas as mãos formando um grande “bode”. Isso seria escrito como \\mm/ em ASCII.
fonte:whiplash
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Curiosidades do mundo do Rock
The Smiths
The Smiths é uma banda inglesa, surgida na cidade de Manchester e bastante popular na década de 1980. A sua música já recebeu diversas classificações ao longo dos anos, seja como alternativa, Pop, indie ou até mesmo o abrangente (e genérico) rótulo de Rock Inglês. O grupo existiu formalmente entre 1982 e 1987, alcançando o sucesso no seu país em 1984. O nome é uma curiosidade: Smith é o sobrenome mais popular na Inglaterra (equivale ao Silva ou Ferreira em português). O objectivo era mostrar que a banda era formada de pessoas comuns. Entre seus principais sucessos destacam-se as canções The Boy With The Thorn In His Side, How Soon Is Now, This Charming Man, Ask, Heaven Knows I'm Miserable Now, Bigmouth Strikes Again,Panic e There is a light that never goes out.
Biografia
Formação
Steven Patrick Morrissey após ter deixado a escola, sentiu-se "perdido", ficando em casa a ler e a escrever para passar o tempo. Para além de alguns artigos que escrevia para um jornal local, formou o clube de fãs dos The New York Dolls em Inglaterra. Tentou a sua sorte numa banda que não deu em nada, os Nosebleeds (o guitarrista desta banda viria a tocar nos The Cult).
Até que certo dia em 1982, na sua terra natal, Manchester, Johnny Marr (John Maher) um guitarrista sem grande sucesso noutras bandas mas com grande talento sugeriu a Morrissey, escrever letras para as músicas que andava a compor.
No início, apenas pretendiam fazer músicas para vender a outros artistas, mas pouco tempo depois decidem avançar para formar uma banda. Andy Rourke no baixo e Mike Joyce na bateria, foram posteriormente chamados para se juntarem à banda.
Morrissey escolhe o nome mais banal possível, The Smiths, em contraste com os nomes complicados e pomposos que as bandas escolhiam na altura (Orchestral Manoeuvres in the Dark, Depeche Mode, Classix Nouveaux, A Flock of Seagulls...). As roupas que usavam em palco, simples e comuns, uma vez mais em contraste com as bandas New Romantics da altura que cultivavam o "choque" visual (esta atitude faz lembrar os The Cure da atitude "no image" no início da sua carreira e o Robert também nunca quis um nome pomposo e complicado). Pessoas comuns a fazerem música era o que eles pretendiam demonstrar com esta envolvente. Os Smiths pretendiam também voltar a dar à guitarra o estatuto de instrumento privilegiado, rompendo com o panorama musical desta altura.
Depois de alguns ensaios e concertos assinam pela Rough Trade, uma pequena editora independente na primavera de 1983. O primeiro single da banda foi Hand In Glove; ele tornou-se sensação nas tabelas independentes mas é com o segundo single This Charming Man deste mesmo ano que a banda consegue obter um verdadeiro "hit" tornando-se o maior sucesso de vendas de sempre da Rough Trade. What Difference Does It Make é outro single que também contribuiu para uma onda crescente de fãs ajudada pelas críticas fantásticas que a imprensa lhes dedicava.
A banda gera alguma controvérsia por duas das suas canções que eram passadas na BBC Radio, Reel Around The Fountain e Handsome Devil serem aparentemente condescendentes em relação à pedofilia. Acusações estas que Morrissey refutou categoricamente. Outra música que gerou algumas "más-línguas" foi a Suffer Little Children originalmente denominada Over The Moors e é acerca dos assassinatos perpetrados por dois homicidas patológicos em Manchester.
Apesar de ser uma homenagem sentida às vitimas que eram da sua idade quando se deu a tragédia e que o afetou profundamente, pensou-se que seria uma maneira evidente de chamar a atenção, pois foi um dos crimes mais mediáticos de todos os tempos no Reino Unido.
The Smiths
Com todos estes antecedentes e já com uma vasta legião de fãs, os Smiths gravam o seu primeiro LP. Em 1984 sai o primeiro álbum, com o mesmo nome que o grupo, The Smiths, que atinge o número 2 do Top do Reino Unido e é bastante aclamado pela crítica. Este álbum é particularmente importante porque vinha contrapor a tendência do synth pop. Além dos singles anteriormente editados, este álbum conta com as excelentes Still Ill e Pretty Girls Make Graves.
Ainda em 1984 lançam dois singles que não tinham sido incluídos no álbum de estreia, Heaven Knows I'm Miserable Now que foi o primeiro single da banda a atingir o top 10 britânico, e William, It Was Really Nothing que julga-se ser escrita acerca do seu amigo, Billy Mackenzie, vocalista dos The Associates. O compacto tinha como lado B uma das músicas mais elogiadas dos Smiths, How Soon Is Now.
Meat Is Murder
Meat Is Murder é o segundo álbum da banda e entra directamente para nº 1 em 1985. É um álbum politizado e que marca o início de uma série de entrevistas politizadas de Morrissey, nas quais curiosamente critica as mesmas pessoas que Robert Smith: Margaret Thatcher e a sua administração, a família real, o Live Aid e pessoas como Madonna e George Michael.
Este álbum foi precedido da edição do anterior lado B How Soon Is Now como single que ajudou em grande parte ao Meat Is Murder a conseguir o primeiro lugar nas paradas.
Mais três singles foram editados, Shakespeare's Sister, That Joke Isn't Funny Anymore e The Boy With The Thorn In His Side.
The Queen Is Dead
Em julho de 1986 os Smiths lançam o disco que muitos consideram ser sua obra-prima: The Queen Is Dead. Para a Spin foi mesmo considerado o melhor álbum de todos os tempos e para Melody Maker, NME entre outras publicações, este álbum entrou no top 10.
Destaque para os singles Bigmouth Strikes Again, The Boy With The Thorn in His Side e There Is A Light That Never Goes Out, além de I Know It's Over, uma das mais melancólicas letras de Morrissey.
É nesta altura, entretanto, que começam a surgir os problemas. Divergências com a Rough Trade que fizeram com que o lançamento do álbum tivesse sido adiado; Johnny Marr estava exausto e andava a beber demais e certas pessoas começavam a fazer-lhe crer que não precisava de Morrissey; Rourke foi demitido da banda por problemas com heroína, mas acabou por regressar, apesar de ter sido momentaneamente substituído por Craig Gannon. Após o regresso de Rourke, Gannon fez segunda guitarra até ao fim da tour.
Em meio ao ambiente tumultado que tomava conta da banda, são lançados dois compactos, Panic e Ask, canções mais animadas do que a banda costumava fazer. Ambos são bem-sucedidos nas vendas, atingindo 11º e 14º lugares, respectivamente.
Strangeways, Here We Come
1987 é o ano da fatalidade, do confronto final de egos entre Johnny Marr e Morrissey, duas pessoas brilhantes mas com visões diferentes quanto ao rumo a seguir e assim chega ao fim uma das colaborações mais frutuosas da história da música e procedem ao desmantelamento da banda. Mas antes ainda editam o single "Sheila Take A Bow" (o qual foi #10 nas paradas) e Strangeways, Here We Come que incluí belas canções como Last Night I've Dreamt That Somebody Loved Me, I Started Something I Couldn't Finish, Death Of A Disco Dancer, Girlfriend In A Coma, entre outras. O álbum alcança o número 2 do top do Reino Unido.
Membros
Andrew Rourke nasceu em Manchester no dia 17 de Janeiro de 1964. Andy assumiu o baixo dos Smiths em 1982 e foi o último membro da formação original a entrar para a banda.
Steven Patrick Morrissey (mais conhecido pelo seu último nome) nasceu em Manchester, no dia 22 de Maio de 1959. Morrissey assumiu os vocais da banda. Com suas letras melancólicas e sensíveis, tornou-se um ícone do rock.
John Maher (conhecido como Johnny Marr) nasceu em Manchester, no dia 31 de Outubro de 1963. Marr era o guitarrista dos Smiths e contribuiu decisivamente para tornar a banda uma das mais aclamadas dos anos oitenta. É considerado um dos guitarristas mais influentes do seu tempo.
Mike Joyce nasceu em Manchester, no dia 1 de Junho de 1963. Joyce era baterista dos Smiths, mas sempre viveu a sombra do excêntrico Morrissey e de Marr.
Formação principal (1982–1987)
Morrissey – vocais, letras
Johnny Marr – guitarras, teclados, baixo
Andy Rourke – baixo
Mike Joyce – bateria
Outros membros
Dale Hibbert – baixo (1982)
Craig Gannon – guitarra de ritmo (1986)
Discografia
Álbuns
The Smiths (1984).
Hatful of Hollow (coletânea, 1984).
Meat Is Murder (1985).
The Queen Is Dead (1986).
The World Won't Listen (coletânea, 1987).
Louder Than Bombs (coletânea, 1987).
Strangeways, Here We Come (1987).
Rank (ao vivo, 1988 [1986]).
Best...I (coletânea, 1992).
...Best II (coletânea, 1992).
Singles (coletânea, 1995).
The Very Best of The Smiths (coletânea, 2001).
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Artistas/Bandas
Hoje na historia do Rock brasileiro - 18/02
18 de fevereiro
- 1969: Aconteceu o primeiro ensaio do conjunto Pholhas. A formação inicial da banda era Helio Santisteban (teclados e vocais), Paulo Fernandes (bateria e vocais) e Oswaldo Malagutti (baixo e vocais) e Wagner "Bitão" Benatti (guitarra e voz). O grande sucesso do grupo foi o disco Dead Faces lançado em 1972, que recebeu disco de ouro além de ter sido lançado também no mercado latino.
- 2000: Morreu Wellington de Paulo Nascimento, cenógrafo do Pato Fu, num acidente durante a montagem do palco quando caiu de uma altura de 15 metros. O show, que fazia parte da turnê do disco Isopor, seria realizado no African Bar, em Belém (PA).
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
- 1969: Aconteceu o primeiro ensaio do conjunto Pholhas. A formação inicial da banda era Helio Santisteban (teclados e vocais), Paulo Fernandes (bateria e vocais) e Oswaldo Malagutti (baixo e vocais) e Wagner "Bitão" Benatti (guitarra e voz). O grande sucesso do grupo foi o disco Dead Faces lançado em 1972, que recebeu disco de ouro além de ter sido lançado também no mercado latino.
- 2000: Morreu Wellington de Paulo Nascimento, cenógrafo do Pato Fu, num acidente durante a montagem do palco quando caiu de uma altura de 15 metros. O show, que fazia parte da turnê do disco Isopor, seria realizado no African Bar, em Belém (PA).
fonte:http://efemeridesrockbrasileiro.blogspot.com/
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Curiosidades do mundo do Rock,
Historia
15 de fevereiro de 2009
Hoje na historia do Rock no Mundo - 15/02
Os Beatles são idolatrados na América
[15/02/1964] Há 45 anos
Enquanto o álbum "Meet The Beatles" seguia firme na primeira posição dos Estados Unidos, a revista Billboard publica uma matéria onde dizia que, graças a banda de Liverpool, a Grã-Bretanha havia quebrado um jejum de séculos, pois não tinha tanta influência sobre os americanos desde 1775.
Os Beatles são idolatrados na América
[15/02/1964] Há 45 anos
Enquanto o álbum "Meet The Beatles" seguia firme na primeira posição dos Estados Unidos, a revista Billboard publica uma matéria onde dizia que, graças a banda de Liverpool, a Grã-Bretanha havia quebrado um jejum de séculos, pois não tinha tanta influência sobre os americanos desde 1775.
Os Stones fazem show para celebridades
[15/02/1998] Há 11 anos
Os Rolling Stones abrem a parte norte-americana da turnê do álbum "Bridges To Babylon" com um show especial em Las Vegas, Nevada. Eles tocaram no The Joint, um local para 1,4 mil pessoas dentro do Hard Rock Casino e foram assistidos por uma série de celebridades, entre elas, Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Johnny Depp, Sting e Eddie Murphy. Durante o show, o vocalista Mick Jagger falou: "Esta é uma platéia fantástica. Certamente, é a platéia mais bem vestida que eu já vi em toda a minha vida".
Sid Vicious entra para o Sex Pistols
[15/02/1977] Há 32 anos
Integrante do grupo Flowers of Romance, Sid Vicious faz um teste para entrar no lugar de Glen Matlock no Sex Pistols e, apesar de tocar extremamente mal, ganha a vaga. Na época, os integrantes originais disseram que Matlock havia sido despedido por que ele gostava dos Beatles.
Sly & The Family Stone no topo da parada
[15/02/1969] Há 40 anos
Extraída do quarto álbum do Sly & The Family Stone, intitulado "Stand!", a música "Everyday People" atinge o topo da parada norte-americana, onde permaneceria por quatro semanas consecutivas. Na Grã-Bretanha, ela alcançou uma modesta 36ª posição.
[15/02/1964] Há 45 anos
Enquanto o álbum "Meet The Beatles" seguia firme na primeira posição dos Estados Unidos, a revista Billboard publica uma matéria onde dizia que, graças a banda de Liverpool, a Grã-Bretanha havia quebrado um jejum de séculos, pois não tinha tanta influência sobre os americanos desde 1775.
Os Beatles são idolatrados na América
[15/02/1964] Há 45 anos
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[15/02/1998] Há 11 anos
Os Rolling Stones abrem a parte norte-americana da turnê do álbum "Bridges To Babylon" com um show especial em Las Vegas, Nevada. Eles tocaram no The Joint, um local para 1,4 mil pessoas dentro do Hard Rock Casino e foram assistidos por uma série de celebridades, entre elas, Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Johnny Depp, Sting e Eddie Murphy. Durante o show, o vocalista Mick Jagger falou: "Esta é uma platéia fantástica. Certamente, é a platéia mais bem vestida que eu já vi em toda a minha vida".
Sid Vicious entra para o Sex Pistols
[15/02/1977] Há 32 anos
Integrante do grupo Flowers of Romance, Sid Vicious faz um teste para entrar no lugar de Glen Matlock no Sex Pistols e, apesar de tocar extremamente mal, ganha a vaga. Na época, os integrantes originais disseram que Matlock havia sido despedido por que ele gostava dos Beatles.
Sly & The Family Stone no topo da parada
[15/02/1969] Há 40 anos
Extraída do quarto álbum do Sly & The Family Stone, intitulado "Stand!", a música "Everyday People" atinge o topo da parada norte-americana, onde permaneceria por quatro semanas consecutivas. Na Grã-Bretanha, ela alcançou uma modesta 36ª posição.
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Curiosidades do mundo do Rock,
Historia
The Wonders - O Sonho Não Acabou
A trajetória de um grupo musical que, da noite para o dia, começa a fazer sucesso nos Estados Unidos dos anos 60. Dirigido e estrelado por Tom Hanks, com Steve Zahn, Liv Tyler e Charlize Theron no elenco. Recebeu uma indicação ao Oscar.
Ficha Técnica
Título Original: That Thing You Do!
Gênero: Comédia Musical
Tempo de Duração: 108 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1996
Estúdio: 20th Century Fox
Distribuição: 20th Century Fox Film Corporation
Direção: Tom Hanks
Roteiro: Tom Hanks
Produção: Jonathan Demme, Gary Goetzman e Edward Saxon
Música: Adam Schlesinger e Howard Shore
Direção de Fotografia: Tak Fujimoto
Desenho de Produção: Victor Kempster
Direção de Arte: Dan Webster
Figurino: Colleen Atwood
Edição: Richard Chew
Efeitos Especiais: D.Rez
Elenco
Tom Everett Scott (Guy Patterson)
Liv Tyler (Faye Dolan)
Johnathon Schaech (James Mattingly II)
Steve Zahn (Lenny Haise)
Tom Hanks (Mr. White)
Charlize Theron (Tina)
Obba Babatundé (Lamarr)
Giovani Ribisi (Chad)
Chris Ellis (Phil Horace)
Alex Rocco (Sol Siler)
Bill Cobbs (Del Paxton)
Peter Scolari (Troy Chesterfield)
Rita Wilson (Marguerite)
Chris Isaak (Tio Bob)
Robert Torti (Freddy Fredrickson)
Kevin Pollak
Jonathan Demme
Colin Hanks
Ethan Embry
Sinopse
Em 1964, logo após os Estados Unidos serem "tomados" pelos Beatles, surge em uma pequena cidade da Pensilvânia os Oneders, mais tarde rebatizado pelo empresário como Wonders. Porém, às vésperas de uma apresentação de calouros, o baterista do grupo quebra o braço, o que faz com que, em cima da hora, um jovem infeliz (Tom Everett Scott) que trabalhava na loja de eletrodomésticos da família seja convidado para substituí-lo. O jovem baterista, um aficionado de jazz, imprime durante a apresentação uma batida mais ritmada no que deveria ser uma balada, causando o descontentamento do vocalista e compositor do grupo (Johnathon Schaech). Mas seu instinto funcionou e a música se torna sucesso nacional, levando o grupo aos primeiros lugares da Billboard.
Premiações
- Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Canção ("That thing you do!").
Curiosidades
- The Wonders - O Sonho Não Acabou é o primeiro filme dirigido por Tom Hanks, que também escreveu o roteiro do filme.
- Os quatro atores que formavam a banda The Wonders no filme tocaram juntos durante várias semanas antes do início das filmagens, para que pudessem se entrosar como se fossem uma banda verdadeira. Entretanto, na maioria das cenas do filme eles são dublados por músicos verdadeiros.
- Inicialmente Tom Hanks era contrário à escalação de Tom Everett Scott para interpretar o personagem Guy Patterson, devido à sua semelhança com o próprio Hanks quando jovem. Foi a esposa de Hanks, Rita Wilson, quem o convenceu que Scott era a melhor opção para o papel.
- Estão listados nos créditos do filme os personagens Mickey Mouse e Pateta.
- O diretor Jonathan Demme (Bem-Amada, O Silêncio dos Inocentes) é um dos produtores de The Wonders - O Sonho Não Acabou.
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Filmes sobre Rock
Discos Marcantes dos King Crimson III
Discipline é um disco da banda inglesa de rock progressivo King Crimson, lançado em 1981. Após o encerramento de atividades do King Crimson em 1974, o fundador e guitarrista Robert Fripp não pretendia voltar com a banda. Em 1981, ele planejou uma banda com o baterista Bill Bruford (da formação de 1974 do King Crimson), o baixista Tony Levin e, como prova de sua intenção de rumos totalmente diferentes daqueles levados com o King Crimson, admitiu um segundo guitarrista, Adrian Belew (que também assumiu os vocais), sendo que até então Fripp jamais tinha tocado com um segundo guitarrista. A banda se chamaria Discipline.
Nos ensaios, Fripp percebeu semelhanças entre a sonoridade do Discipline e do King Crimson. Entrando em concordância com os outros membros, Fripp decidiu que a "nova" banda seria uma nova fase do King Crimson.
Belew, vindo do Talking Heads, influenciou a sonoridade da banda, que ficou próxima do new wave, mas ainda mantendo as características do King Crimson.
Detalhes das músicas
Elephant Talk
Cada estrofe de Elephant Talk apresenta sinônimos para conversar, cada qual apresentando as palavras com uma letra: a, b, c, d e e.
Elephant Talk viria a ser o título de um newsletter da banda, do qual Fripp ocasionalmente faz parte.
Matte Kudasai
A versão original de Matte Kudasai trazia uma parte de guitarra de Robert Fripp que foi removida. Essa versão viria a ser lançada como faixa-bônus de edições posteriores do CD de Discipline, com o título Matte Kudasai (alternate version). Matte Kudasai significa "espere por mim" em japonês.
Indiscipline
A letra de Indiscipline foi baseado em uma carta escrita por Adrian Belew para sua esposa na época, Margaret Belew. O objeto misterioso pelo o qual o personagem da letra esta obcecado seria uma escultura que ela fez.
Thela Hun Ginjeet
Na primeira vez em que Thela Hun Ginjeet foi executada ao vivo, partes da letra eram baseadas em uma gravação ilicita feita por Fripp de seus vizinhos tendo uma conversa agressiva, quando ele estava morando em Nova York (essa gravação foi usada na faixa NY3 de um disco solo de Fripp, Exposure). Enquanto Thela Hun Ginjeet estava sendo gravado para Discipline, Adrian Belew estava passeando pela Notting Hill Gate em Londres com um gravador buscando inspiração, quando foi surpreendido por uma gangue e, depois, pela polícia. Ao voltar para o estúdio, ele contou de forma descontraída aos seus colegas de banda o que acabara de lhe acontecer. Sua fala foi gravada, e a gravação foi usada na versão de Thela Hun Ginjeet no Discipline, no lugar da gravação de Fripp. Versões ao vivo subsequentes usam uma versão relativamente mais longa da gravação, e algumas partes ocasionalmente são faladas diretamente por Belew.
A frase Thela Hun Ginjeet é um anagrama de "heat in the jungle", "calor na selva".
The Sheltering Sky
O título de The Sheltering Sky vêm de um livro homônimo escrito por Paul Bowles. Bowles é freqüentemente associado à geração Beat, movimento que seria de grande influência no trabalho posterior do King Crimson, Beat. A faixa instrumental desse outro disco, Sartori in Tangier, também é inspirada por Bowles.
Faixas
1. "Elephant Talk" (Adrian Belew, Bill Bruford, Robert Fripp, Tony Levin) – 4:43
2. "Frame by Frame" (Belew, Bruford, Fripp, Levin) – 5:09
3. "Matte Kudasai" (Belew, Bruford, Fripp, Levin) – 3:47
4. "Indiscipline" (Belew, Bruford, Fripp, Levin) – 4:33
5. "Thela Hun Ginjeet" (Belew, Bruford, Fripp, Levin) – 6:26
6. "The Sheltering Sky" (Belew, Bruford, Fripp, Levin) – 8:22
7. "Discipline" (Belew, Bruford, Fripp, Levin) – 5:13
8. "Matte Kudasai" (alternative version) (Belew, Bruford, Fripp, Levin) – 3:50
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Discos
Discos Marcantes dos King Crimson II

Red é um disco da banda inglesa de rock progressivo King Crimson, lançado em 1974. Musicalmente, o disco é meio que um mostruário da maior parte dos estilos musicais usados pela banda até esse ponto, incluindo a sonoridade Jazz-Rock de Lizard e o uso de Mellotron da primeira fase, mas sob a sonoridade pesada e experimental da fase atual - que havia se iniciado em Larks' Tongues in Aspic, prosseguido em Starless and Bible Black e se encerrava em Red.
Essa mistura se devia, em parte, a união de gerações entre os músicos convidados: Ian McDonald, saxofonista da primeira fase do King Crimson, e David Cross, violinista que estava deixando o grupo, chegando a gravar algumas sessões para este disco.
Curiosidades
* Providence foi gravada ao vivo.
* Red foi composta por Robert Fripp juntamente com uma música com a qual entraria em contraste, Blue, que nunca foi gravada.
* Uma parte de Red foi excluída antes da faixa ser gravada. Essa parte mais tarde foi incorporada em VROOOM VROOOM, do álbum THRAK.
* Fallen Angel foi a última gravação do King Crimson até o presente momento a conter Robert Fripp tocando guitarra acústica.
* Red constou na lista de "50 Discos Mais Pesados de Todos os Tempos" da revista Q.
* Em uma entrevista em 1993 para uma revista francesa, Kurt Cobain citou Red como o melhor disco de todos os tempos. Ele também mencionou que o processo de composição do disco In Utero, do Nirvana, teve grande influência de Red, particularmente nos sons distorcidos.
Faixas
1. "Red" (Robert Fripp) – 6:16
2. "Fallen Angel" (Fripp, Richard Palmer-James, John Wetton) – 6:03
3. "One More Red Nightmare" (Fripp, Wetton) – 7:10
4. "Providence" (Bill Bruford, David Cross, Fripp, Wetton) – 8:10
Gravada no Palace Theatre, Providence, EUA, em 30 de Junho de 1974
5. "Starless" (Cross, Fripp, Palmer-James, Wetton) – 12:16
fonte:wikipedia
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Discos
Discos Marcantes dos King Crimson
King Crimson - In The Court Of The Crimson King (1969)
Origem: Inglaterra
Produtor: King Crimson
Formação Principal no Disco: Robert Fripp - Greg Lake - Ian McDonald - Michael Giles
Estilo: Prog Rock
Relacionados: Pink Floyd; Led Zeppelin; Frank Zappa
Destaque: In The Court Of The Crimson King
Melhor Posição na Billboard: 28º
Opinião do leitor: Alguns discos são tratados como símbolos de suas décadas. "O melhor disco dos anos 60" ou 70 ou 80, todos já ouvimos isso. Algumas pessoas também consideram marcações temporais não pela numeração, mas pelo marco de alguns. Desde o "breve século XX" de Hobsbawn (1914-1991) à "estrada dourada" do Grateful Dead (1965-1973), divisões de tempo passaram a não respeitar mais os zeros das décadas e séculos. E é mais ou menos isso que deve ser considerado ao pensar In The Court of The Crimson King como o disco representante dessa geração, ou melhor, dessa década quebrada, transição dos 60 pros 70. É o exemplo definitivo do que era o rock de, sei lá, 67 a 76. 21st Century Schizoid Man prediz a distorção, a loucura e o impacto que o Black Sabbath teria com seu álbum homônimo no ano seguinte. Em seguida, para tudo: uma viagem calma e tranquila pela floresta da psicodelia, já começando a ser explorada no fim dos 60, mas que a partir dos anos 70 seria consumida até os limites musicais. Depois vem a mais sombria música comentada até o momento neste blog. Tão fascinantemente obscura é Epitaph que mereceria, com toda pompa, um texto só para si. É como uma versão melhorada das melhores músicas do Led Zeppelin - e mais. A interpretação de Greg Lake, os instrumentos, enfim. Tudo muda já na entrada de Moonchild, com sua introdução bonitinha que não prediz o excesso de experimentalismo - que também seria uma marca do rock setentista - que está por toda a música. Pra finalizar, com chave de ouro, a épica In The Court Of The Crimson King, talvez a maior música do rock progressivo de todos os tempos. Decerto é um dos maiores discos progressivos, da espetacular e marcante capa até as letras profundas de Peter Sinfield. Não tivesse mudado de formação tantas vezes, poderia ser a maior banda de todas, com uma estréia tão potente. Mas está incrustada com seu nome entre as gigantes do rock, de qualquer forma. In The Court Of The Crimson King é a obra musical definitiva para a década que não existiu. Cada indivíduo q passar por aqui e não conhecer esse álbum não deve passar impune.Procure, baixe se vire...mas ele deve ser ouvido.
Faixas
1. "21st Century Schizoid Man" (Fripp/McDonald/Lake/Giles/Sinfield) 7:20, including:
* "Mirrors"
2. "I Talk to the Wind" (McDonald/Sinfield) 6:05
3. "Epitaph" (Fripp/McDonald/Lake/Giles/Sinfield) 8:47, including:
* "March for no Reason"
* "Tomorrow and Tomorrow"
4. "Moonchild" (Fripp/McDonald/Lake/Giles/Sinfield) 12:11, including:
* "The Dream"
* "The Illusion"
5. "The Court of the Crimson King" (McDonald/Sinfield) 9:22, including:
* "The Return of the Fire Witch"
* "The Dance of the Puppets"
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